Veja agora o novo trailer de Os Vingadores!

A Marvel acaba de divulgar a nova prévia, cheia de cenas novas do longa que reúne seus maiores heróis pra derrotar uma ameaça que não conseguiriam enfrentar sozinhos.

Clique aqui para ver em Quicktime ou assista abaixo no player



Os Vingadores estreia no Brasil em 27 de abril, uma semana antes que nos EUA. Com direção de Joss Whedon o filme tem, no elenco, Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Tom Hiddleston e Samuel L. Jackson.
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Disney revela o trailer final de John Carter

A adaptação do personagem de Edgar Rice Burroughs estreia em março.

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Assista aos primeiros trailers da segunda temporada de Falling Skies

A série pode não ter agradado boa parte da crítica especializada, mas conseguiu garantir uma nova temporada, que estreia em junho na TNT norte-americana.

Produzida por Steven Spielberg, Falling Skies mostra a Terra após uma invasão alienígena.

Get More: MTV Shows



Get More: MTV Shows

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Documentário do Dia: Raiding the Lost Ark

Jamie Benning uniu mais de 2 horas de material de bastidores para criar esse documentário sobre Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida, o primeiro longa do arqueólogo aventureiro criado por George Lucas. Confira!

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Vídeo do Dia: The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore

Assista abaixo ao curta animado vencedor do OSCAR 2012.

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Veja a lista dos vencedores do OSCAR 2012

Ontem foi realizada a cerimônia do prêmio mais cobiçado da indústria cinematográfica e os vencedores você confere logo abaixo. No saldo final, o OSCAR 2012 foi bem satisfatório, com a maioria dos prêmios merecidos, a não ser por Octavia Spencer, atriz coadjuvante pelo filme Histórias Cruzadas, cuja interpretação é praticamente a mesma das outras personagens que já viveu. A Invenção de Hugo Cabret e O Artista empataram em prêmios: 5 pra cada um. O longa de Martin Scorsese ficou com as estatuetas referentes às categorias técnicas e o filme mudo do cineasta francês Michel Hazanivicous com as mais artísticas. Outra vitória coerente foi a do longa Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres para Melhor Montagem, já que este é um dos maiores atrativos do filme de David Fincher. Confira abaixo a lista completa dos vencedores.

Melhor filme

O Artista

Melhor ator

Jean Dujardin - O Artista

Melhor atriz

Meryl Streep - A Dama de Ferro

Melhor ator coadjuvante

Christopher Plummer - Toda Forma de Amor

Melhor atriz coadjuvante

Octavia Spencer - Histórias Cruzadas

Melhor diretor

Michel Hazanivicous - O Artista

Melhor roteiro adaptado

Os Descendentes

Melhor roteiro original

Meia-Noite em Paris

Melhor longa animado

Rango

Melhor trilha sonora original

O Artista

Melhor canção original

"Man or Muppet" - Os Muppets

Melhores efeitos visuais


A Invenção de Hugo Cabret

Melhor maquiagem

A Dama de Ferro

Melhor fotografia

A Invenção de Hugo Cabret

Melhor figurino

O Artista

Melhor direção de arte

A Invenção de Hugo Cabret

Melhor montagem

Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres

Melhor edição de som

A Invenção de Hugo Cabret

Melhor mixagem de som

A Invenção de Hugo Cabret

Melhor Curta-Metragem

The Shore

Melhor Curta de animação

The Fantastic Flying Books of Mister Morris Lessmore

Melhor Documentário

Undefeated

Melhor Documentário de Curta-Metragem

Saving Face
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Novo trailer da segunda temporada de Game of Thrones está na rede!

Sabe tudo aquilo que a primeira temporada teve e que fez o público eleger Game of Thrones como uma das melhores séries de 2011? Pois é, pelo trailer abaixo, o novo ano terá em dobro!

Os novos episódios chegam à HBO em abril.

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Fotos do set revelam Benedict Cumberbatch como o vilão de Star Trek 2

O ator, que ganhou notoriedade ao interpretar o Sherlock do atual seriado britânico, é o principal vilão do novo Star Trek dirigido por J.J. Abrams. Nas primeiras fotos do set, já indica que vai dar algum trabalho à tripulação da Enterprise. Em uma das imagens, o famoso golpe vulcano é aplicado em Cumberbatch por Spock (Zachary Quinto). Na outra, Uhura, vivida por Zoe Saldana, tenta intimidar o antagonista, que ainda não teve o nome revelado.

Star Trek 2 estreia em maio de 2013.
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Preferidos e Apostas: Quem leva os principais prêmios do OSCAR?

O Oscar acontece neste domingo e você pode acompanhar meus comentários, com o pessoal do site CineAlerta e do blog Nerd Connection a partir da abertura do primeiro envelope (claro que não vou comentar o tapete vermelho pra falar dos vestidos das atrizes :P) via Twitter. Pra isso siga os perfis: @alexluizbr, @cinealerta, @warleybonanno e @nerd_connection. E pra interagir com a gente sobre a premiação, use a hashtag #MissãoOscar! Esperamos vocês, domingo a partir das 22h!

Como prometido, publico hoje minha lista de preferidos e de apostas ao prêmio mais importante do cinema mundial. Vou me focar apenas nos principais, deixando de lado as categorias cujos indicados não tive acesso, ou seja, Documentário, Filme Estrangeiro, Curta-Metragem e Curta-Metragem Animado. Penso que não faz sentido opinar sobre produções que não assisti. Bom, vamos então aos palpites e comentários.

Melhor filme

Os Descendentes
A Árvore da Vida
Histórias Cruzadas
A Invenção de Hugo Cabret
O Homem Que Mudou o Jogo
Cavalo de Guerra
O Artista
Meia-Noite em Paris
Tão Perto e Tão Forte

Começando pela categoria principal, devo dizer que a escolha de um favorito está complicada. Árvore da Vida, A Invenção de Hugo Cabret, O Artista ou Meia-noite em Paris? Sinceramente, ficarei muito contente se qualquer um destes levar. Por outro lado, ficaria muito triste se esses filmes perdessem pra uma bobagem como Histórias Cruzadas, ou para o mediano Os Descendentes. O Homem Que Mudou o Jogo é muito bom, mas não pra esse prêmio. Afinal, é pra festejarmos CINEMA ou só um filme bom?

Melhor ator

George Clooney - Os Descendentes
Brad Pitt - O Homem Que Mudou o Jogo
Jean Dujardin - O Artista
Demián Bichir - A Better Life
Gary Oldman - O Espião que Sabia Demais

Páreo duro aqui. Clooney rendeu inúmeros elogios, mas Dujardin pode levar. Particularmente, torço pro Gary Oldman, cujo George Smiley de O Espião Que Sabia Demais já é um dos seus melhores personagens.

Melhor atriz

Glenn Close - Albert Nobbs
Viola Davis - Histórias Cruzadas
Rooney Mara - Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres
Meryl Streep - A Dama de Ferro
Michelle Williams - Sete Dias com Marilyn

Viola Davis está ótima em Vidas Cruzadas. Meryl Streep, então, nem se fala. Ambas tem em comum, neste ano, uma indicação por um trabalho num filme ruim. Nesse caso, Rooney Mara, que desaparece na personagem de Os Homens Que Não Amavam as Mulheres mereceria muito mais, já que além da excelente interpretação, ainda atua num filme igualmente competente.

Melhor ator coadjuvante

Kenneth Branagh -Sete Dias com Marilyn
Nick Nolte - Guerreiro
Max Von Sidow - Tão Perto e Tão Forte
Jonah Hill - O Homem Que Mudou o Jogo
Christopher Plummer - Toda Forma de Amor

Nick Nolte faz um trabalho impecável em Guerreiro, mas Christopher Plummer deve levar, até porque o prêmio seria uma espécie de reconhecimento pelo conjunto da obra.

Melhor atriz coadjuvante

Bérénice Bejo - O Artista
Jessica Chastain - Histórias Cruzadas
Janet McTeer - Albert Nobbs
Melissa McCarthy - Missão Madrinha de Casamento
Octavia Spencer - Histórias Cruzadas

Jessica Chastain deveria ser indicada por Árvore da Vida e não pela personagem boba que faz em Histórias Cruzadas. O pior é que o prêmio deve sair pra outra atriz deste filme, Octavia Spencer, cujos elogios a seu trabalho só podem vir de quem jamais assistiu a um filme com ela, já que não há nada de novo em sua interpretação.

Melhor diretor

Woody Allen - Meia-Noite em Paris
Terrence Malick - A Árvore da Vida
Alexander Payne - Os Descendentes
Michel Hazanivicous - O Artista
Martin Scorsese - A Invenção de Hugo Cabret

Meu favorito é Malick. Se ele for premiado, o que é difícil, mostraria que finalmente entenderam a categoria de MELHOR Diretor. Mas Scorsese deve ganhar, o que também seria justo. Hazanivicous também é um forte candidato, quem sabe?

Melhor roteiro adaptado

A Invenção de Hugo Cabret
Tudo pelo Poder
Os Descendentes
O Espião que Sabia Demais
O Homem Que Mudou o Jogo

Excluindo Os Descendentes, essa é mais uma categoria que qualquer um dos longas merecem o prêmio. Hugo Cabret é meu favorito (e deve levar).

Melhor roteiro original

Meia-Noite em Paris
O Artista
Margin Call - O Dia Antes do Fim
Missão Madrinha de Casamento
A Separação

Missão Madrinha de Casamento? Jura, Academia? Bom, Meia-Noite em Paris é uma aula em vários sentidos e o roteiro é um deles. Meu favorito e minha aposta.

Melhor longa animado

Gato de Botas
Kung Fu Panda 2
Rango
Um Gato em Paris
Chico & Rita

Sem dúvidas, Rango. Se algum outro levar, talvez seja Chico & Rita.

Melhor trilha sonora original

As Aventuras de Tintim
O Artista
O Espião que Sabia Demais
A Invenção de Hugo Cabret
Cavalo de Guerra

A trilha de O Espião Que Sabia Demais é ótima e a de Hugo Cabret também. Tintim é uma resposta de John Williams a quem o critica por só conseguir compor temas grandiosos. É divertida e combina demais com o longa de Spielberg. Minha torcida é para Hugo, assim como minha aposta.

Melhor canção original

"Man or Muppet" - Os Muppets
"Real in Rio" - Rio

Man or Muppet, claro.

Melhores efeitos visuais


Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2
A Invenção de Hugo Cabret
Gigantes de Aço
Planeta dos Macacos - A Origem
Transformers: O Lado Oculto da Lua

Não gosto do filme, mas o terceiro Transformers é impecável quanto aos efeitos visuais. Se perder, será para Planeta dos Macacos, mais pelo lobby em torno da captura de movimento do que pela qualidade (várias cenas não me agradaram no reboot dos símios).

Melhor maquiagem

Albert Nobbs
Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2
A Dama de Ferro

A Dama de Ferro é minha aposta. A transformação da Meryl Streep em Margareth Thatcher é impressionante.

Melhor fotografia

Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres
O Artista
A Invenção de Hugo Cabret
A Árvore da Vida
Cavalo de Guerra

Torcendo para o trabalho de Jeff Cronenweth em Os Homens Que Não Amavam as Mulheres mas concorrer com um longa em preto e branco geralmente é batalha perdida. O Artista deve ganhar. Se fosse um prêmio sério, a estatueta iria para Árvore da Vida cuja fotografia é deslumbrante.

Melhor figurino

Anônimo
O Artista
A Invenção de Hugo Cabret
Jane Eyre
W.E. - O Romance do Século

Hugo Cabret, nem vou me alongar no assunto.

Melhor direção de arte

O Artista
Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2
A Invenção de Hugo Cabret
Cavalo de Guerra

Hugo Cabret de novo!

Melhor montagem

Os Descendentes
O Artista
Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres
O Homem Que Mudou o Jogo
A Invenção de Hugo Cabret

Os Homens Que Não Amavam as Mulheres, como todo filme do David Fincher tem uma montagem espetacular. Torcendo e apostando nele!

Melhor edição de som

Drive
Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres
Cavalo de Guerra
A Invenção de Hugo Cabret
Transformers: O Lado Oculto da Lua

Transformers deve levar, mas tanto Millennium quanto Hugo Cabret merecem muito.

Melhor mixagem de som

Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres
Cavalo de Guerra
A Invenção de Hugo Cabret
Transformers: O Lado Oculto da Lua
O Homem Que Mudou o Jogo

Ufa, acabou. Esse tem que ir pra Millennium. Quem viu o filme num cinema com bom sistema de som sabe o porquê. Mas esse é outro que Transformers deve ganhar. Fazer o que né?

Bom, é isso! Agora é esperar até domingo pra ver o quanto acertei e quantos dos meus favoritos vão levar o prêmio! E você? Qual filme você quer que leve a estatueta? Quais suas apostas? Comente por aqui ou no twitter, usando a hashtag #MissãoOscar!
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Fúria de Titãs 2 ganha novo trailer!

E parece que o esforço pra apagar o fraquíssimo primeiro filme está gerando resultados. O novo trailer é bem interessante! Será que o segundo Fúria de Titãs vai ser uma das surpresas de 2012?

Pra saber vamos ter de esperar até 30 de março, quando o longa chega aos cinemas.

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Valente, o novo longa da Disney/Pixar ganha um novo trailer!

O filme estreia em 22 de junho. Confira o novo trailer, que dá bastante ênfase às habilidade da protagonista Merida com seu arco-e-flecha.

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Sam Mendes publica videolog dos bastidores de 007 - Skyfall

O diretor, de obras como Beleza Americana e Estrada Para Perdição, comanda o 23º longa do agente britânico, o terceiro com Daniel Craig no papel de Bond.

No videolog, Mendes comenta sua relação com 007, os desafios de rodar uma superprodução e sua ideia para a franquia, que nas suas palavras, "tem espaço para continuar sendo uma aventura escapista ao mesmo tempo que pode dizer alguma coisa sobre o mundo que vivemos hoje."

007 - Skyfall estreia em novembro.

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Veja o primeiro pôster de Frankenweenie, nova animação de Tim Burton

O filme em stop-motion é o remake de um curta, um dos primeiros trabalhos de Burton, lá nos anos 80. A estreia acontece em outubro. Clique no pôster para ampliar.

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Cenas Memoráveis: Grandes Esperanças (1998)

A clássica história de Charles Dickens ganhou em 1998 uma versão modernizada, dirigida por Alfonso Cuarón e protagonizada por Ethan Hawke e Gwyneth Paltrow. O diretor criou uma obra visualmente impecável, graças ao trabalho da direção de fotografia de Emmanuel Lubezki e do departamento de arte, que concebeu incríveis cenários.

A trama sofreu algumas alterações em comparação com a original e se transformou numa história contemporânea sobre desilusões amorosas, graças à ênfase na personagem de Paltrow, o primeiro amor do protagonista vivido por Hawke, uma garota que desde cedo é ensinada a manipular os homens ao invés de amá-los. A cena a seguir demonstra isso e, de forma bela e poética, define como a relação de ambos personagens se comporta ao longo do tempo, ao som da canção Like a Friend da banda Pulp.

Edição, fotografia e trilha sonora em completa harmonia para cobrir vários temas do filme, como o poder exercido por Paltrow e seu papel como musa de Hawke (que neste momento da história está no meio de um bloqueio criativo), além, é claro, do que já foi mencionado antes, servindo como metáfora visual do relacionamento de ambos. Confira.

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Ouça uma prévia da trilha sonora de John Carter

O site Ain't Cool News postou um preview da trilha do filme dirigido por Andrew Stanton. A música é de Michael Giacchino, parceiro habitual do diretor/produtor em seus filmes da Pixar. Confira.

John Carter estreia em março.

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Crítica: Motoqueiro Fantasma - Espírito de Vingança

Nicolas Cage deve ser o ator menos preocupado com os tipos de filmes relacionados a sua imagem. Pra cada boa produção que atua, existem pelo menos umas dez ruins. Entre elas está o primeiro Motoqueiro Fantasma, adaptação do anti-herói da Marvel, que tinha em cada cena, um momento de vergonha alheia protagonizado pelo artista. Tudo graças à forma cartunesca que Cage encontrou pra viver Johnny Blaze. Fracasso de bilheteria e crítica, era quase impossível alguém em sã consciência dar sinal verde para uma continuação. Quase, pois, contra todas as expectativas, estreou neste final de semana, Motoqueiro Fantasma - Espírito de Vingança.

O longa, para o grande público, pode dar a impressão de sequência, afinal o ator principal é o mesmo, mas funciona muito mais como reboot. A começar pela origem do personagem, contada em off nos créditos iniciais, ligeiramente diferente do que é mostrado no primeiro filme. De duas, uma: ou o estúdio tem a completa consciência de que o original era tão esquecível a ponto do espectador não se lembrar da história, ou a ideia era mesmo indicar que Espírito de Vingança é um reinício. De qualquer forma, a pergunta que realmente interessa é "o novo é melhor que o anterior?". De modo geral, sim, embora seja difícil imaginar o grau de incompetência se fizessem algo pior, mas isso não significa que os fãs do personagem poderão apreciar um bom filme.

A trama é tão rasa que qualquer informação a mais entrega praticamente tudo que acontece durante os 95 minutos. Basicamente, Blaze é procurado por Moreau, um padre motociclista e alcoólatra interpretado por Idris Elba, para resgatar um garoto, Danny (Fergus Riordan) antes que este seja usado num ritual promovido pelo Diabo em sua forma humana, vivido por Ciarán Hinds. Cage deixa de lado boa parte dos maneirismos bobos de sua primeira interpretação do personagem, e, embora crie outros igualmente vergonhosos (em menor quantidade, para sua defesa), convence mais com a abordagem amargurada que confere a forma humana do Motoqueiro Fantasma. Elba transborda carisma e em determinados momentos até disputa a posição de protagonista, principalmente na sequência inicial. E Hinds parece se divertir com as tolices proferidas por seu vilão, numa amostra de como a produção é autoconsciente de sua natureza galhofa.

O roteiro, de Scott M. Gimple e Seth Hoffman, lança mão de algumas liberdades quanto a adaptação. Um bom exemplo disso está logo no inicio, quando o Motoqueiro é mostrado de forma mais frágil, sendo derrotado por um grupo de sequestradores de forma até banal. A cena talvez tenha como função, rebater algumas críticas ao filme de 2007 que em momento algum mostrava um desafio à altura do personagem. A grande novidade aqui, contudo, é o fato do amaldiçoado protagonista conferir a qualquer veículo que dirige, o poder infernal de sua moto, gerando uma das sequências mais interessantes da fita, graças a dois fatores que são fundamentais para esta adaptação funcionar de alguma forma. Os competentes efeitos especiais, que estão presentes até nos mínimos detalhes (reparem em como a jaqueta usada por Cage se comporta quando o ator assume a personalidade do Motoqueiro), e a direção, sempre disposta a criar uma cena de ação melhor que a outra.

Dirigido por Mark Neveldine e Brian Taylor, a dupla responsável pelos dois Adrenalina, Motoqueiro Fantasma - Espírito de Vingança tem tudo pra agradar quem já conhece o estilo inquieto dos cineastas. As cenas movimentadas são o ponto alto do filme, muito bem coreografadas, sejam nas perseguições automotivas ou nos vários tiroteios que acontecem durante a projeção. Neveldine e Taylor são muito talentosos em conseguir colocar a câmera em lugares incomuns sem prejudicar a noção espacial. Além disso, mesmo abusando das imagens gravadas na mão, tudo que acontece, por mais frenético que seja, é compreendido plenamente pelo público, ao contrário do que pode ser visto em alguns filmes de ação recentes como Conan - O Bárbaro, por exemplo.

É graças ao comando da dupla, portanto, que Espírito de Vingança se torna um bom guilty pleasure. Consegue divertir e atingir seu objetivo, mesmo sendo bobo e sem muito a acrescentar quando o assunto é a história. O argumento de David Goyer gera um daqueles enigmas sem resposta que os cinéfilos já se acostumaram a encarar: como a pessoa responsável pela trama de Batman Begins consegue criar algo tão genérico para outras adaptações em quadrinhos? Goyer também levou aos cinemas as bombas Blade Trinity e O Corvo - Cidade dos Anjos, aumentando ainda mais o mistério que é sua criatividade.

Mas, enigma por enigma, Nicolas Cage permanece o maior de todos. Estaria ele fazendo os filmes que gosta de fazer, ou seu discernimento quanto ao que pode ou não ser bom simplesmente não existe? Seja qual for a resposta, pelo menos dessa vez o erro não foi tão grande.
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Assista uma cena de O Espetacular Homem-Aranha

Liberado através da campanha viral que começou com a lançamento do último trailer, o (curto) trecho é bem focado no humor. Na cena, Peter, Andrew Garfield, é intimidado pelo porteiro que ele cita na prévia. Confira.



O Espetacular Homem-Aranha estreia em julho.
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Crítica: A Invenção de Hugo Cabret

Apenas alguém completamente apaixonado pelo cinema poderia levar A Invenção de Hugo Cabret para a tela grande. Por sorte a tarefa de dirigir o longa baseado no livro de Brian Selznick, caiu nas mãos competentes de Martin Scorsese, cineasta que é, além de tudo, um estudioso da arte cinematográfica e, como fica evidente ao longo da projeção, um saudosista romântico que, mesmo famoso por filmes violentos, é dono de uma sensibilidade enorme.

O filme mostra o jovem Hugo Cabret (Asa Butterfield) morando na estação de trens de Paris, após perder o pai (Jude Law) num incêndio. O garoto passa os dias clandestinamente dando corda nos relógios do lugar, enquanto tenta escapar da atenção do inspetor vivido por Sacha Baron Cohen. Hugo, no entanto, tem uma missão a cumprir: encontrar as peças que faltam para terminar o conserto do autômato encontrado anos antes por seu pai. Roubando um pouco aqui e ali, acaba sendo pego pelo dono de uma loja de brinquedos, George (Ben Kingsley) e a sua afilhada Isabelle (Chloe Moretz). A partir daí a trama se desenrola com a dupla de jovens protagonistas tentando descobrir uma forma para o antigo "robô" funcionar ao mesmo tempo que buscam descobrir o segredo mantido pelo velho George. E é exatamente esta a maior força da produção.

O velho inventor de brinquedos é na verdade George Méliès, o homem que praticamente criou o conceito de efeitos especiais no cinema, com seus mais de 500 filmes que passavam por gêneros como fantasia e ficção científica antes mesmo de haver tal classificação. O cineasta, no filme, está desiludido, triste pelas pessoas não se interessarem mais pelos seus sonhos, como se refere a suas obras. Agora cabe a Hugo mostrar a Méliès a importância de sua arte.

Scorsese comanda o longa como uma aventura juvenil, cheia de referências a clássicos do cinema mudo. É a história dos primórdios da sétima arte contada por alguém cujos olhos devem brilhar a cada vez que as luzes se apagam e uma imagem é projetada na telona. O livro também foi feito como uma forma de apresentar o cinema à crianças mas Scorsese, por ter o apoio visual e sonoro, dá vida e forma a essa carta de amor aos 24 quadros por segundo que encantam platéias desde o final do século 19.

Tudo em A Invenção de Hugo Cabret remete à experiência cinematográfica. O mundo através de janelas, que o jovem protagonista vê por detrás dos relógios da estação e a belíssima introdução do filme, por si só uma referência ao cinema mudo, já seriam citações suficientes para qualquer cinéfilo entender a pretensão da história. Mas Scorsese vai além ao mostrar as breves subtramas envolvendo os personagens que se esbarram diariamente naquele cenário, pequenas histórias acompanhadas por Hugo como um ávido espectador dos momentos mais engraçados e emocionantes que ali acontecem. Ou ao usar o som de engrenagens, parecidíssimo com o barulho dos projetores mais antigos, numa amostra da inteligente engenharia de áudio presente na produção.

Mas o filme tem falhas. São poucas, mas devem ser apontadas. A principal delas, pois pode causar certo desconforto num público menos consciente da proposta de Hugo, é a dificuldade de Scorsese em encontrar o ritmo correto para algumas sequências, tornando-as um tanto arrastadas. Outro problema, que também acaba influenciando no ritmo e na duração do longa, está na presença de alguns personagens, como por exemplo o bibliotecário vivido por Christopher Lee. O veterano é dono de uma presença de tela impressionante mas não acrescenta nada à narrativa a não ser uma epifania de Hugo para explicar que todas as pessoas exercem alguma função no mundo. O roteirista John Logan com certeza conseguiria contornar isso usando outro coadjuvante mais ativo na trama. Por fim, há um momento de extremo didatismo que soa como um breve documentário sobre a origem do cinema. Mas a edição, ao fazer uso de clássicos como A Chegada do Trem na Estação dos pioneiros Irmãos Lumière, e O Gabinete do Dr. Caligari, do expressionista Robert Wiene, entre outros tantos, é muito eficiente e faz o espectador entrar naquela viagem visual e histórica, deixando de lado o choque inicial causado pela estranha mudança de estilo.

Tecnicamente Hugo se destaca não somente pelo impecável 3D (Scorsese rodou o longa no formato, ou seja, não há conversão aqui), mas pelas imagens externas da Paris evocando a beleza de pinturas ao mesmo tempo que referencia a técnica do matte paiting usada para representar paisagens, tanto urbanas quanto naturais, numa época cuja a simples ideia da criação de cenários virtuais soaria extremamente absurda. Ajudado pela direção de fotografia de Robert Richardson, o departamento de arte tem todo seu trabalho evidenciado pelos criativos cenários, sejam pequenos ou os de grande amplitude, como a biblioteca de cinema ou a própria estação de trem onde o protagonista vive.

Toda a trama recebe o auxílio da trilha de Howard Shore quando o compositor busca inspiração em várias peças musicais usadas em filmes mudos do começo do século passado. Além, é claro, de típicos temas franceses que permeiam os passeios da câmera pela Cidade Luz. E há o uso da clássica Danse Macabre, de Camille Sain-Saëns, para ilustrar a montagem de filmes antigos citada logo acima e num dos mais belos momentos da película, a projeção de Viagem à Lua, a obra mais famosa de Méliès. Curiosamente, a mesma música desempenha enorme função narrativa no filme A Regra do Jogo, produzido pelo cineasta francês Jean Renoir em 1939, criando uma outra ligação com o cinema clássico, um pouco mais implícita e, talvez por isso, até mais valiosa.

O diretor ainda encontra espaço para contextualizar a trama como um lembrete de que na origem da sétima arte e na inocência de uma época em que era permitido sonhar, se encontra a essência do cinema, com uma importante mensagem sobre a preservação dessas obras. Só assim as futuras gerações poderão compartilhar da mesma paixão de Scorsese, um amor tão puro e verdadeiro cuja declaração é uma obra-prima.
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Crítica: A Dama de Ferro

É inegável a qualidade da interpretação de Meryl Streep em A Dama de Ferro. A sempre competente atriz se transforma em Margareth Thatcher num trabalho merecedor da indicação ao Oscar. Infelizmente, todo o esforço da protagonista se encontra num filme completamente descartável. A produção, dirigida por Phyllida Lloyd não é satisfatória em nenhum dos níveis a que se propõe pertencer.

A Dama de Ferro não funciona como obra biográfica e histórica, já que o roteiro de Abi Morgan e a direção de Lloyd preferem criar situações que nunca existiram (Thatcher como testemunha do atentado a seu porta-voz, entre outras), e se focar em momentos da “vida privada” da Primeira-Ministra britânica quando está velha e senil. Isso quando não distorce fatos ou os mostra a partir de uma condenável visão paternalista, como no momento que representa a Guerra das Malvinas, um fato lamentável, duramente criticado à época pelo evidente desvio de assunto. A Inglaterra passava por momentos difíceis e a “Dama de Ferro” usou sua campanha belicista contra a Argentina como desculpa pra elevar a moral da massa. Para roteirista e diretora, é mais importante focar em Thatcher como “mãe” dos soldados mortos nas batalhas.

Não se faz omeletes sem quebrar os ovos e parece que Morgan e Lloyd não queriam “sujar as mãos”. Por isso preferiram cozinhá-los, pois dá menos trabalho. Um serviço mais limpo, por assim dizer. É a única explicação pela forma “simpática” que ambas resolveram usar como abordagem para levar às telas a vida de uma figura tão polêmica e controversa.

Outro elemento que falha miseravelmente em A Dama de Ferro é a mensagem de superação feminina. Desde os trailers, o marketing quis passar a idéia de que o filme mostraria a batalha de uma mulher para dominar um mundo predominantemente masculino. Há momentos da projeção que isso fica muito claro, quando a jovem Thatcher, interpretada por Alexandra Roach, entra no parlamento despertando olhares de estranheza. Mas, quando toda a trama é justificada pelos delírios de uma mulher que reluta em aceitar a morte do marido (interpretado de forma divertida por Jim Broadbent), o roteiro reduz a personagem à imagem que qualquer feminista tenta desesperadamente se desvencilhar: uma mera dona-de-casa, e pior, frustrada por nunca ter desempenhado “corretamente” essa função.

Mas a pior falha de A Dama de Ferro é que graças a um conjunto de erros e à péssima direção de Phyllida Lloyd, o longa não se sustenta como obra cinematográfica. A edição confusa e truncada, com cenas que não se comunicam entre si e que ignoram completamente o raccord (nome que se dá a uma série de “regras” para dar coerência e fluidez à continuidade das tomadas), um erro crasso de execução, provavelmente vai chamar atenção até de quem não costuma se atentar a esse tipo de análise. Ao chegar a esse ponto, não sobra muito do filme para o espectador criar o mínimo interesse em continuar acompanhando a trama. A não ser, é claro, por Meryl Streep, que deveria ter uma categoria só pra ela no Oscar deste ano: de paciência e profissionalismo por entregar um trabalho tão bom a partir de um material tão ruim.
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Crítica: O Homem Que Mudou o Jogo

Apesar do leve tom de spoiler, o título nacional de Moneyball é uma daquelas adaptações pro português que funcionam tão bem quanto no original. O filme fala mesmo de um homem que, graças a uma aposta arriscada, contribuiu para mudar o pensamento ultrapassado do baseball. Billy Beane, interpretado por Brad Pitt, um jogador medíocre que acabou se tornando gerente de um time, conseguiu um feito histórico ao levar o azarão Oakland A's a 20 vitórias consecutivas, graças a ajuda de Paul DePodesta, formado em economia em Harvard, que introduziu Beane ao chamado "sabermetrics", o uso de estatísticas para formar uma equipe ao invés de montá-la baseada em grandes nomes do esporte.

O longa dirigido por Bennett Miller toma algumas liberdades quanto a DePodesta, principalmente porque este não permitiu o uso de seu nome na ficcionalização da história. A decisão acabou ajudando o filme, já que o personagem que o representa contribui muito mais para a compreensão da mensagem embutida no roteiro de Steven Zaillian e Aaron Sorkin. Peter Brand, vivido por Jonah Hill, é a perfeita tradução da ideia apresentada a Billy Beane: a de que os times deveriam parar de se importar em contratar jogadores bonitões e começar a dar atenção aos "rejeitados". Gordinho e com um jeito de nerd, Brand chama atenção do protagonista quando sua opinião é decisiva na negociação de uma troca de jogadores. Beane fica curioso do porquê uma sala cheia de executivos do esporte dá ouvidos à pessoa mais deslocada daquele cenário.

Quando o conceito é apresentado ao personagem de Pitt, o longa passa a mostrar outro problema: a resistência a uma ideia nova. A proposta de Beane e Brand envolvia "pensar fora da caixa", coisa que os assistentes e técnicos do time de Oakland não tinham a menor disposição a fazer. Essa outra premissa da trama é tão interessante quanto a primeira e pode ser aplicada a inúmeros empreendimentos, até mesmo fora do mundo esportivo. O pensar diferente é o que acaba mudando as coisas, como já dizia aquele famoso comercial da Apple.

Miller conduz o filme com muita competência e inteligência, como demonstra na acertada escolha de não dar tanta ênfase aos jogos, ou aos jogadores, para passar mais tempo acompanhando Brad Pitt, que entrega uma atuação digna das indicações a prêmios que recebeu. O ator compõe Beane de forma tridimensional, com várias nuances, entregando um protagonista complexo e com problemas reais, ao invés de uma caricatura de técnico, como outras produções do gênero costumam exibir. Hill também faz um ótimo trabalho e, como já dito acima, favorece a trama com a liberdade que teve para criar seu Peter Brand, a versão fictícia de DePodesta.

A dupla de roteiristas também é responsável por O Homem Que Mudou o Jogo ser tão bem sucedido em sua proposta. O texto é ágil, apesar da enorme quantidade de diálogos, provavelmente graças a Aaron Sorkin, cuja habilidade em desenvolver os personagens através do que cada um diz já havia sido demonstrada em A Rede Social. Ele e seu parceiro Zaillian conceberam um roteiro que não agrada apenas os amantes do baseball. Assim, quem nunca assistiu uma partida do popular esporte será atingido da mesma forma do que aqueles já familiarizados com ele. Claro, os fãs que conhecem os nomes citados ao longo da trama terão um entendimento maior, mas nada que prejudique os leigos pois, no fundo, o tema do longa é universal: ter coragem para mudar regras e aplicar novas soluções para velhos problemas, mesmo indo contra o pensamento de quem está ao redor. São pessoas assim que transformam, evoluem e mudam o jogo, seja ele de baseball ou o da própria vida.
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Veja o trailer internacional de Prometheus

A nova prévia não mostra muito mais que a anterior, mas é uma boa desculpa pra aumentar o hype acerca do novo filme de Ridley Scott, que funcionará como uma espécie de prequel de Alien - O Oitavo Passageiro.

Prometheus estreia em junho.


Prometheus - International Teaser Trailer #1... por addictomovie
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Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros ganha Making of e Featurette apresentado por Tim Burton

Agora o marketing do filme parece ter começado pra valer. Essa semana já foi divulgado um trailer e agora surgem mais alguns vídeos interessantes. O primeiro é um breve making of do longa. O segundo, uma introdução ao filme por Tim Burton e o terceiro tem o outro produtor, Timur Bekmambetov mostrando o "vault" de Lincoln, com objetos reais da época misturados à armas usadas no longa, como se o presidente norte-americano fosse mesmo um caçador de vampiros.

Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros estreia nos EUA em junho.





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Trailer internacional de O Espetacular Homem-Aranha tem algumas cenas novas

Não é muita coisa, mas há algumas diferenças que fazem essa prévia ser até melhor do que a divulgada no começo da semana passada. Ah, e não deixe de ver também o minicast em que comentamos o trailer do Aranha!

O Espetacular Homem-Aranha estreia em julho.

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Remake de Pusher ganha primeiro trailer

O filme original foi a estreia do diretor Nicholas Winding Refn (Drive) que agora produz o remake, comandado por Luis Prieto. O longa ainda não tem data de estreia.

Veja abaixo o trailer e logo depois um vídeo da primeira versão.


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Vídeo do Dia: Cost of Living: um curta estrelado por Brandon Routh

O Superman do filme de Bryan Singer contracena com Bret Harrison no curta Cost of Living, primeiro material do novato BenDavid Grabinski. Confira abaixo, na íntegra, o filme que mostra os protagonistas como funcionários de uma empresa que desenvolve um tipo muito perigoso de... produto.

Logo depois de assistir o curta, veja também um breve making of.


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Van Halen - A Different Kind of Truth

Um dia desses, sabe-se lá porquê, tive uma ideia para escrever um conto. Como a maioria de minhas ideias, não passou de fato para o papel, mas seria a história de um rapaz adolescente que arruma um bico de ajudante em um barco de pesca, cujo único integrante da tripulação era o capitão: Um amargurado, bêbado e desdentado senhor quase na casa dos 60 anos, que tinha de abastecer semanalmente seu farto estoque de bebidas, e já há um bom tempo não cuidava dos cabelos grisalhos e embaraçados. Passava o dia pescando escassos peixes e praguejando contra o mundo do qual um dia fez parte. Quando se cansava, sentava em frente a um velho piano e tocava acordes melancólicos, cantarolando com sua voz grave e cansada uma música chamada How Many Say I. No braço, uma tatuagem escrito “Wolfgang”, o nome do filho que sua vida errante o havia forçado a abandonar.

Essa era a imagem de um futuro distópico de Edward Van Halen, provavelmente criada na minha devido aos anos tortuosos que o guitarrista passou após o último álbum de sua banda, Van Halen III, de 1998, único álbum a conta com Gary Cherone, ex-Extreme, nos vocais. O álbum se tratou de um trabalho inegavelmente irregular, com alguns momentos de brilhantismo, como o (único) single Without You. A canção que citei na minha sinopse do conto estrelando Eddie é justamente tida por muitos fãs como a representação da decadência da banda – e da megalomania de Eddie. Apesar de ser uma música muito bonita e bem arranjada, era algo totalmente fora do esperado para a banda que um dia gravou Runnin’ With the Devil.

Já Eddie, entrou em uma espiral descendente após o fracassado álbum: Enfrentou um câncer de língua, uma necrose avascular, consequentemente uma série de cirurgias, e passou a ser cada vez mais assombrado pelo fantasma do alcoolismo. Seu temperamento, agravado, o colocou em conflito com os demais integrantes “não-parentes” da banda. Isso pôs fim a uma breve reunião com o vocalista Sammy Haggar, em 2004, e motivou a saída de Michael Anthony, baixista da banda desde sua fundação. Quanto ao Van Halen – a banda -, tornou-se um mar de dúvidas. Mesmo com a volta de Dave Lee Roth em 2007, e uma turnê que faturou alguns milhões, um novo álbum era algo pouco esperado pelos mais céticos. Principalmente um novo álbum que fosse de fato BOM.


Mas, para alegria de todos e felicidade geral da nação que curte um bom rock n’ roll, o lendário guitarrista e sua trupe surpreenderam a todos com o recente lançamento do álbum A Different Kind of Truth. Mais familiar do que nunca - contando com seu amigo de adolescência nos vocais e com Wolfgang (aquele mesmo, o moleque da tatuagem) no baixo -, os irmãos Eddie e Alex Van Halen nos entregaram um conjunto de 13 faixas que mostra a banda em sua melhor forma, e derruba o queixo daqueles que acham que as bandas clássicas se tornaram burocráticas e cansadas, vivendo apenas dos antigos sucessos.

O álbum parece claramente resgatar os primeiros anos do Van Halen, e não é para menos, já que a maioria das músicas surgiu de demos resgatadas da época em que a banda ainda nem tinha gravado o primeiro disco. Poderíamos aqui levantar a questão de que os caras não tem mais novas ideias, ou algo assim, mas, na boa... QUEM SE IMPORTA quando temos um álbum tão bom em mãos – e ouvidos? O que podemos afirmar é que Eddie demorou uns bons 30 anos para dar forma a essas músicas, o que me lembra uma antiga entrevista com Sammy Haggar, em que dizia que Eddie era ótimo para criar trechos brilhantes, porém tinha uma enorme dificuldade em juntar esses pedaços, e cabia a ele – Haggar – muitas vezes transformar essas criações em algo conciso, ou seja, uma música.

Portanto, além dos probleminhas que já citei no início do texto no decorrer da jornada de Eddie, está explicado o motivo de tanta demora. Talvez a volta de Roth e uma mãozinha do produtor John Shanks (conhecido por trabalhos de artistas mais pop, como Michelle Branch, Allanis Morrissete, e até mesmo Celine Dion e Backstreet Boys) tenham o ajudado. O fato é que o novo trabalho parece lembrar ao mundo sobre o mais que merecido status do músico: O de lenda do rock, e lenda da guitarra. Seu estilo e timbre continuam inconfundíveis ao ouvir esse disco, tornando indiscutível o fato de que ele é um artista único no mundo do rock - e (por que não dizer?) da música como um todo. Além de representar muito bem fazendo aquilo que o tornou famoso (a introdução de China Town lembra você de alguma coisa?), Eddie não deixa de experimentar e mostrar sua versatilidade, como a brincadeira acústica em Stay Frosty ou a afinação mais pesada em Honeybabysweetiedoll.

Falando em pesado, podemos dizer que esse disco beira fortemente momentos de heavy metal, provavelmente com algumas das músicas mais pesadas da carreira do Van Halen – e o disco não tem nenhuma balada! Sem dúvidas podemos afirmar que o fantasma do “Van Haggar” foi enterrado de vez (mas não há motivos para chorar o falecido, afinal de contas temos aí o Chickenfoot, para quem interessar), principalmente com a presença do “party boy” e nada romântico Dave Lee Roth, que nos presenteia com vocais muito fluidos e elaborados, bem além do “verso falado com voz de locutor de rádio + refrão monossilábico”. Aliás, esse refrão monossilábico é exatamente um dos problemas da faixa mais fraca no disco na minha opinião, e responsável pela minha falta de empolgação com o álbum antes de ouvi-lo: o single Tattoo, que não dá uma partida muito empolgante – algo necessário para uma faixa de abertura de uma banda como o Van Halen.

Quanto a Alex, o segundo Van Halen, suas batidas continuam versáteis e poderosas, marcando o ritmo ideal para a guitarra de seu irmão, com destaque para o solo e as batidas quebradas na introdução de As Is, que em seguida desemboca em uma espécie de “Hot For Teacher 2.0”. Quanto a Wolfgang, o terceiro Van Halen, digamos que ele sofre do estigma das bandas de hard rock com guitarrista excêntrico demais: o de acaba sendo ofuscado. Ele está ali, fazendo o necessário para o papai brilhar, exatamente como seu antecessor Michael Antony, cuja falta, aliás, tem sido sentida por muitos fãs devido às suas harmonias vocais, e não ao seu baixo – mais um exemplo do tal estigma, que também acometeu Jason Newsted em sua saída do Metallica.

Então, se o mundo tem mesmo que acabar em 2012, pelo menos vai acabar em uma grande festa a bordo do barco do Capitão Van Halen, animada por frenéticos solos de guitarra, ao invés de acordes melancólicos no piano. Resta a nós torcer para que o Aerosmith e o Black Sabbath também subam a bordo para animar a festa no mesmo pique, afinal ainda nos restam 10 meses e meio, e A Different Kind of Truth serviu para nos mostrar que a esperança é a última que morre.
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Veja o teaser de Abraham Lincoln: Vampire Hunter

O longa é produzido por Tim Burton e Timur Bekmambetov e conta com Benjamin Walker, Mary Elizabeth Winstead, Anthony Mackie, Dominic Cooper, Alan Tudyk, Jimmi Simpson, e Rufus Sewell no elenco. A estreia acontece em junho nos EUA.

Reparem no vídeo que apesar da ideia galhofa, o filme está sendo vendido como uma aventura séria!

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[Atualizado] Cena de Dredd vaza na web

Atualização 11/02

Agora um video no Youtube revela mais algumas cenas que parecem ser testes de efeitos especiais.



Fim da atualização

Um gif animado mostra que o marketing do filme não estava de brincadeira quando anunciou que a nova adaptação dos quadrinhos ingleses seria violenta como a obra original. Confira abaixo.



Dredd tem Karl Urban no papel do juíz futurista que também é júri e executor. O filme estreia lá fora em setembro.
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Minicast 05 - Os trailers de Os Vingadores e Homem-Aranha

Mais dois filmes super esperados para 2012 são comentados nesse novo episódio. O comercial de Os Vingadores que foi ao ar no Super Bowl deixou os fãs do universo Marvel malucos pelo longa. Já o trailer completo de O Espetacular Homem-Aranha promete um filme... na falta de uma palavra melhor, espetacular!

Por isso, Alexandre Luiz, Leandro Calegari, Tiago Lamonica e Samuel Locatelli se reúnem para comentar as prévias e dizer o que esperam das duas adaptações.

Os Vingadores estreia no final de abril e o novo filme do Aranha, em julho.

RE-ENTER Minicast 05 - Os trailers de Os Vingadores e Homem-Aranha from Alexandre Luiz on Vimeo.

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Smallville terá continuação em quadrinhos

No final do ano passado alguns rumores davam contam que o seriado que mostrava a juventude de Clark Kent teria uma continuação na forma de um livro, escrito por Brian Q. Miller. Agora, finalmente há uma confirmação da notícia, com a diferença que a "décima-primeira temporada" de Smallville sairá na verdade em quadrinhos.

O projeto ficará disponível primeiro em formato digital, semanalmente, para depois ser lançado mensalmente em versão impressa, em edições que irão compilar o material lançado via web. Os desenhos ficarão a cargo de Pere Perez e as capas por Cat Staggs. A primeira edição sai em 13 de abril e deve vir apresentada pela arte abaixo.

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Revelados pôster e trailer de O Legado Bourne

O quarto filme da série não trará Matt Damon. Em seu lugar, Jeremy Renner fará o novo agente que passou pelo mesmo treinamento que Jason Bourne. No elenco, Rachel Weisz e Edward Norton são as novidades e Joan Allen, David Strathairn, Scott Glenn e Albert Finney retornam aos papéis que haviam interpretados nos três primeiros filmes.

O Legado Bourne tem direção de Tony Gilroy, roteirista dos filmes anteriores, e estreia em 24 de agosto. Clique ao lado pra ver o pôster e confira o trailer logo abaixo.

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Documentário do Dia: A Música de Star Wars

Hoje, 8 de fevereiro, é aniversário de John Williams, que neste ano de 2012 completa 80 anos. O compositor e maestro tem seu nome marcado na história por conta de sua grande habilidade em compôr temas inesquecíveis. A saga Star Wars, por exemplo, não seria a mesma coisa sem as músicas criadas por Williams. Por isso, vale uma homenagem à seu talento com a publicação do documentário abaixo, uma raríssimo relato do processo criativo que o levou a uma de suas composições mais famosas.

O vídeo foi produzido durante O Império Contra-Ataca.

Parte 1



Parte 2



Parte 3


Parte 4
Assista aqui: STAR WARS MUSIC BY JOHN WILLIAMS Part 4

Parte 5



Parte 6

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Trailer francês de G.I.Joe 2 mostra novas cenas

A prévia não é muito diferente do primeiro trailer, mas como é destinada ao mercado europeu, destaca mais o âmbito global da trama, sem focar tanto nos EUA (mas a cena da Casa Branca está lá). Outro destaque é a aparição do Cobra Commander.



G.I. Joe 2: Retaliação estreia em junho.
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O Espetacular Homem-Aranha tem novo trailer! Confira!

O longa, que reinicia a franquia do herói aracnídeo no cinema, estreia em 3 de julho.

Com direção de Marc Webb, O Espetacular Homem-Aranha tem Andrew Garfield no papel principal, Emma Stone como Gwen Stacy e Rhys Ifans no papel do Dr. Curt Connors, que durante o longa irá se transformar no Lagarto, o vilão da vez, que aparece oficialmente agora na nova prévia. Confira!

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PodEntrar 4 - O Podcast do RE-ENTER discute Sherlock Holmes!

Neste programa, Alexandre Luiz, Tiago Lamonica e Warley Bonanno falam da criação de Sir Arthur Conan Doyle, Sherlock Holmes. Os livros, as adaptações clássicas para cinema e TV e as novas versões, com Robert Downey Jr. nas telonas e Benedict Cumberbatch no seriado da BBC.


Além disso, três ótimas dicas logo no comecinho do programa para os fãs de séries, cinema e rock and roll!


Reclamações, Sugestões, Críticas ou Elogios? Mande e-mail para reenter.pop@gmail.com ou deixe seu comentário no post!


Links relacionados ao programa:


Cine Alerta - O Site do Tiago


The Uai Zone - O Blog do Warley


Trailer do seriado SMASH


Crítica de As Aventuras de Tintim


Clipe Black Mountain - The Hair Song


Crítica Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras

Download do episódio

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Super Bowl também tem comerciais de John Carter e Battleship

O grande evento esportivo da TV norte-americana é famoso por seus spots de filmes que valem mais que muitos trailers. Este ano, além de Os Vingadores, quem também teve comerciais exibidos no intervalo do Super Bowl foram John Carter, nova produção live action da Disney e Battleship - Batalha dos Mares.

O primeiro estreia no Brasil 9 de março e o segundo chega aos cinemas em 11 de maio. Veja abaixo as prévias.



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