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Especial O Cavaleiro das Trevas / Crítica: Batman - O Cavaleiro de Gotham


Para aquecer os fãs do Morcegão, a Warner/DC lançaram esta semana o DVD Batman – O Cavaleiro de Gotham, uma coletânea de 6 curtas em estilo anime, produzidos por grandes nomes da animação japonesa. Os roteiros ficaram a cargo de gente como Brian Azarello, David Goyer e Greg Rucka, entre outros. O resultado final? Simplesmente o melhor lançamento dessa nova versão do Universo DC animado. Os dois primeiros, Superman – Doomsday e Liga da Justiça – A Nova Fronteira são satisfatórios, Mas O Cavaleiro de Gotham é simplesmente sensacional.

A idéia geral é mostrar o impacto de um vigilante como Batman numa metrópole como Gotham, caracterizada tão bem nos filmes de Christopher Nolan como uma cidade real. E, como ponte entre Batman Begins e O Cavaleiro das Trevas, os animes funcionam, mantendo um clima muito parecido com suas contrapartes cinematográficas.

O filme abre com Have I Got A Story For You, curta escrito por Josh Olson, roteirista de Marcas da Violência e dirigido por Koji Morimoto, responsável pelo conceituado anime Tekkon Kinkreet. A história não é novidade, já foi mostrada em uma revista do Batman da década de 70 e reaproveitada num episódio do desenho dos anos 90. Mostra quatro garotos, cada um contando como foi o primeiro encontro com o Homem-Morcego. E cada um com uma visão muito própria do personagem. O Cavaleiro das Trevas aqui é retratado quase como uma lenda urbana, em que o exagero sobre seus feitos são muito mais importantes do que sua existência real. Mais ou menos a idéia de Bruce Wayne quando resolveu usar um símbolo como o morcego (geralmente ligado a idéia do mal) para combater o crime em sua violenta cidade. Com a produção do sempre competente Studio 4°C, a animação é um balde de agua fria em quem acha que animês são desenhos animados com personagem de olhos grandes.

O segundo segmento começa uma espécie de arco de histórias, que liga os outros curtas que virão. Crossfire é escrito por Greg Rucka, da revista Gotham Central, uma espécie de Nova York Contra o Crime em quadrinhos, com a diferença de mostrar o dia-a-dia dos policiais de Gotham City. A direção ficou a cargo de Futoshi Higashide, em seu primeiro trabalho comandando um anime. Porém ele ja esteve envolvido em produções como Air. A história é bem o estilo de Rucka e mostra dois oficiais da Unidade de Crimes Hediondos sob o comando do Tenente Gordon. Os Detetives Allen e Ramirez (essa última, personagem do novo filme) precisam levar um fugitivo do Arkham de volta ao Asilo, que agora tomou todo o território do Narrows, por causa dos eventos de Batman Begins. Na volta da missão acabam no meio de uma guerra entre as gangues de Sal Maroni e dos Russos. O grande enfoque aqui é o que a polícia acha de ter um vigilante os ajudando. Enquanto Ramirez defende o Morcego, Allen acha um absurdo ter de cobrir os feitos de um fora-da-lei. Essa confiança do detetive é colocada em cheque quando Batman é o único que pode salvá-los da morte certa. O estúdio que desenvolveu o anime é o Production I.G., que entre outros, é responsável pelo clássico da animação japonesa Ghost in the Shell.

Field Test é o mais fraco dos curtas, embora mostre bem a idéia que o Batman tem de combater o crime, não disposto a matar, mas sim levar os criminosos a justiça. Lucius Fox, no filme interpretado por Morgan Freeman, mostra a Bruce um dispositivo magnético que pode protegê-lo de balas, fazendo-as desviar. Porém quando mais um tiroteio envolvendo Maroni e os Russos acontece e o tal aparato é responsável por quase matar um dos bandidos, Batman decide que em sua cruzada, apenas a sua vida tem de ser arriscada e não a dos outros. Passa uma mensagem bacana, mas não empolga muito. O roteiro é de Jordan Goldberg e a direção é de Hiroshi Morioka, responsável por vários episódios de Tsubasa Chronicle. Bee Train foi o estúdio responsável pelo curta.

Na quarta história, que dá um pausa no arco envolvendo Maroni e os Russos, temos a maior ligação com Batman Begins. Isso porquê o vilão aqui é o Espantalho, agora vivendo nos esgotos e controlando uma figura que pode, ou não, ser uma lenda urbana. O Crocodilo, personagem dos quadrinhos é muito bem encaixado na idéia realista criada para a nova franquia cinematográfica. O roteiro é de David Goyer, responspavel pelo texto do primeiro longa de Nolan sobre o Morcegão. E a direção é de Yasuhiro Aoki, que entre outros trabalhos, tem no curriculo Mind Game, um dos animês mais malucos (num bom sentido) que a Madhouse (também responsável por este curta) produziu.

Os quatro curtas acima são muito bons e tudo mais, mas nem se comparam com o quinto. Escrito por Brian Azarello, da renomada HQ 100 Balas e dirigido por Toshiyuki Kubooka, de Giant Robot e Gunbuster, Work Through Pain é uma belíssima história (mais uma produzida pelo Studio 4°C) que mostra uma parte do treinamento de Bruce Wayne para lidar com a dor. Enquanto no presente Batman está ferido nos esgotos, em flashbacks passa a se lembrar dos ensinamentos de Cassandra, a mulher que tentou mostrar ao jovem Wayne como minimizar sua dor, apenas para chegar a conclusão de que o desejo do futuro Cavaleiro das Trevas estava além de suas habilidades. Provavelmente, nos 12 minutos de curta, o personagem foi melhor explorado psicológicamente do que em 70 anos de histórias em quadrinhos. Azarello cria um conto quase pessimista sobre a personalidade de Batman, mostrando que sua dor na verdade é o que o motiva. Sem ela, ele simplesmente não existe. O final dá o gancho para o tema do último segmento, Deadshot.

Este é o que mais se assemelha aos quadrinhos e traz um certo clima também da série dos anos 90, já que seu roteiro é de Alan Burnett, um dos responsáveis pela famosa animação do Morcego. A direção é de Jong-Sik Nam, em mais uma produção da Madhouse. É a inserção do vilão Pistoleiro ao universo realista de Nolan e o encerramento do arco envolvendo os Russos (Sal Maroni será resolvido em O Cavaleiro das Trevas). Batman segue uma pista e leva a crer que a vida de James Gordon está em perigo. Sua cabeça foi posta a prêmio, e o assassino profissional contratado para acabar de uma vez por todas com um dos poucos policiais honestos de Gotham. No final, uma reviravolta no melhor estilo do diretor de O Grande Truque, e ainda, de quebra, o que Batman pensa sobre o uso de armas. É uma história mais voltada para a ação, mas tem seus momentos de reflexão (afinal, se trata de um anime).

No geral, a única coisa que atrapalha um pouco é a voz do Homem-Morcego, dublada por Kevin Conroy. O ator fez um trabalho memorável na série animada mas aqui seu tom simplesmente não se encaixa. Algo mais próximo de Christian Bale, que interpreta o Batman no cinema, seria o ideal. De qualquer forma, O Cavaleiro de Gotham é um DVD que merece estar na estante não só dos fãs do Cruzado Encapuzado (uma hora eu ia ter de usar esse apelido), mas como na dos admiradores da animação japonesa, que agora entra de vez no mercado norte-americano com sua visão bem própria de um ícone da cultura-pop ocidental. Ao final dos curtas, o desejo é que mais sejam produzidos e a reclamação é que tenham sido tão poucos, os 72 minutos. Quer melhor elogio que esse?
Continua...

cENaS mEMorÁvEiS: eSpEciAl PerSeGuiÇÕes!

bAtFrEaK bEgINs (2005)

BoM... uMa CoIsA EU teNhO qUe aDmItIr... eLe TeM bRiNqUeDinHoS inCrÍvEis!

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quEImA FiLmE: bAtFrEaK!!!! hAhahAHAhaHAHaHAHa

aGorA voCÊ aNdA tODo sÉrIo... MaS jÁ uSoU uNiFormE cOm mAmIlOS!!!!!

AhAhAHaHAhaHaHahAhAhAHaHahAhAhaHAhAhaHAhaHahAHaHAhaHAHahAhaHaHAhaHa!
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pOrqUE ESsE aR tãO sÉrIO?

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EnqUanTO IsSo... http://www.whysoserious.com/overture/
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Especial O Cavaleiro das Trevas - Preparando-se para o filme

Bom, segue um guia do que você deve ler, assistir e conhecer antes de ver Batman – O Cavaleiro das Trevas no cinema. Não que você va se tornar um expert em assuntos relacionados ao Homem-Morcego, mas vai poder criticar com um pouquinho de conhecimento de causa, ver onde Nolan se baseou pra moldar a história, entender o porque do universo realista é fiel mesmo sem ter cara de quadrinhos e outras coisinhas mais...

Quadrinhos: A lista de boas histórias do Batman é longa. O personagem é o mais “sortudo” da DC Comics por ser agraciado por artistas tão competentes. Vamos a algumas:

Batman – Ano Um – A mini-série que conta o primeiro ano de atividades do Morcego em Gotham. As principais idéias de Batman Begins saíram daqui. Foi escrita por Frank Miller nos anos 80 e ajudou a trazer de volta o tom sério que o personagem merece.

A Piada Mortal – A Graphic Novel escrita por Alan Moore e desenhada por David Gibbons conta a origem do Coringa, 50 anos depois de sua primeira aparição nos quadrinhos. Essa versão é tida como a oficial para o surgimento do personagem. Indispensável.

O Homem Que Ri – O primeiro confronto de Batman com o Palhaço Príncipe do Crime recontado como uma espécie de continuação de Ano Um. Escrita por Ed Brubacker.

O Longo Dia-das-Bruxas – A grande inspiração do novo filme. Mini-série que mostra a descida de Harvey Dent de promotor a Duas-Caras, quando tenta combater o crime em Gotham. A HQ traça um ano quando crimes contra a máfia são cometidos em feriados. Um serial killer a solta, Batman, Gordon e Dent fazendo um pacto para levar criminosos pra prisão e o Cavaleiro das Trevas percebendo o que sua chegada a Gotham realmente pode ter trazido. Por Jeph Loeb e Tim Sale.

Vitória Sombria – Continuação direta da mini-série citada acima. Mais um serial killer assombra a cidade, desta vez indo atrás de policiais corruptos. Rumores dizem que pode ser a base de um terceiro filme do Morcegão. A história também introduz Robin a mitologia do Batman.

Batman – O Cavaleiro das Trevas – Mais uma Graphic Novel de Frank Miller. Batman num futuro, voltando a ativa. Vale ser lida pela relevância tanto para a reformulação do Homem-Morcego nos quadrinhos quanto para a época em que foi escrita: os anos 80, regime de Ronald Reagan e a Guerra Fria.

Filmes: Nem só de Batman se vive um fã de cinema, então vamos a uma lista de filmes que vai ajudar a compreender o espírito Drama-policial de O Cavaleiro das Trevas.

Fogo contra Fogo – Filme policial de Michael Mann em tom épico, mostra a caçada a um assaltante de bancos vivido por Robert De Niro efetuada por um policial interpretado por Al Pacino. Em termos de história o filme é extramente profundo no desenvolvimento dos personagens. Todos tem parte fundamental a trama e são muito bem construídos. Tem por ponto alto o assalto ao banco de Los Angeles, que serviu de inspiração a Christopher Nolan para a primeira aparição do Coringa em O Cavaleiro das Trevas.

Os Infiltrados – Longa de Martin Scorsese vencedor do Oscar ano passado. É fundamental pra quem gosta de um bom filme policial. Com Jack Nicholson, Matt Damon e Leonardo DiCaprio.

Trilogia O Poderoso Chefão – Po... é a trilogia Poderoso Chefão né? Obrigatória até pra assistir desenho da Disney :P Mas falando sério, visualmente e no desenvolvimento da história, há muito dos filmes de Coppola. Sem contar que na HQ O Longo Dia-das-Bruxas existem inúmeras referências a essa obra importantíssima do cinema.

Operação França – Uma das inspirações de Christopher Nolan para desenvolver o visual de sua versão do Batman. Um dos filmes policiais mais realistas e brutais (no que se diz respeito a como desenvolve a história e não a violência) do cinema moderno. Dirigido por William Friedkin.

Os Intocáveis – A saga de Eliot Ness contra o mafioso de Chicago Al Capone. Com Kevin Costner fazendo o papel do agente da lei e Robert De Niro no papel de um dos mais famosos gângsters da história. A cruzada de Ness pode ter servido de inspiração para a cruzada de Harvey Dent contra a máfia de Gotham no novo filme. Clássico do gênero, dirigido por Brian Depalma.

Amnésia, Insônia e O Grande Truque – Os três filmes com cara de cinema underground de Nolan. São importantes para o entendimento do estilo do diretor, da forma como ele conta suas histórias e como desenvolve os personagens.

Batman Begins – O primeiro filme da nova franquia. Tem que assistir, né? :P

Batman – Dirigido por Tim Burton. Jack Nicholson como o Coringa. É bom para ver como um personagem pode ser interpretado de duas formas completamente diferentes.

Batman Eternamente – Esse é pra torturar um pouco. Veja como o Duas-Caras não deveria ter sido adaptado pro cinema para poder depois curtir o que Aaron Eckhart fez com o personagem no novo filme.

Outras mídias: Além do cinema e quadrinhos, o Batman também foi muito bem adaptado na TV. Altamente recomendável o seriado animado dos anos 90. Principalmente a primeira temporada. E, lógico, o anime Gotham Knight, que faz uma ponte entre Batman Begins e O Cavaleiro das Trevas.

É isso aí, se você conseguir ter tempo pra conhecer tudo isso ai antes de ver o filme no cinema, garanto um aproveitamento maior da experiência :P

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Especial O Cavaleiro das Trevas: Relembrando Batman Begins pt. Final

A Resenha

Ainda me lembro, como se fosse hoje, da primeira vez que assisti ao filme “Batman”, de Tim Burton. Eu tinha 6 anos na época. Não conhecia nada do Homem-Morcego, meu pai havia me explicado antes o básico. Era um milionário, teve seus pais assassinados e pra se vingar se veste de morcego, sai a noite e caça bandidos. O filme de Burton era escuro. Seu Batman fazia mais que caçar bandidos, ele mata alguns durante o filme, inclusive o Coringa. A partir daquele momento, passei a acompanhar tudo o que podia a respeito do personagem. Comprei quadrinhos, assisti os outros filmes, a série animada. Não digo que me tornei um profundo conhecedor do morcegão, mas graças a isso, hoje eu sei que o filme que assisti aos 6 anos não mostrava o personagem que eu passei a ser fã. Aliás, nenhuma encarnação do Batman no cinema conseguiu mostrar isso, embora cada uma tente retratar uma fase diferente das HQs (e mesmo assim, nunca a mais satisfatória ou pelo menos a que a maioria gostaria de ver adaptada). O mais próximo do Batman dos quadrinhos em uma versão fora dessa midia estava nos desenhos animados. Mas faltava mais. Agora, depois de assistir Batman Begins, porém, percebo essa lacuna preenchida.
Depois de tanto tempo esperando, finalmente vi o Batman que eu conheço, no cinema. Embora o diretor do filme, Christopher Nolan, diga que seu filme é realista (e realmente o é), seu Batman é exatamente o personagem tal qual foi concebido e aperfeiçoado por diversos autores durante seus 66 anos de vida.
O filme começa intercalando imagens do pequeno Bruce Wayne e seus traumas de infância (o medo de morcegos e a morte de seus pais) e o Bruce adulto, viajando pelo mundo e treinando para conseguir alcançar os meios para combater a injustiça. É interessante a forma como Nolan joga Wayne em uma prisão no oriente e mostra que ele não chegou ali por acaso. Em rápidos flashes nos é mostrado que Bruce aprendeu outras coisas além de artes marciais. Tudo é deixado meio implícito, mas pode servir de gancho pra continuação, afinal, algum outro mestre de Bruce pode aparecer, como por exemplo o detetive particular com quem ele aprendeu suas técnicas de investigação em Chicago.
Quando o retorno de Wayne a Gotham é mostrado e o leva a sua transformação a Batman, a narrativa do filme lembra muito a mini-série Ano Um de Frank Miller. Tudo acontece muito rápido, embora não seja em um curto período de tempo (no roteiro a ação do filme se passa em tres meses). A partir de sua transformação em Batman, a história ganha mais vida. Fica mais dinâmica. Somos agraciados com imagens do Batman fazendo o que ele faz nos quadrinhos: agindo disfarçado, investigando uma região de traficantes, interrogando o policial corrupto, Flass (em uma das melhores sequencias do filme).
Outro ponto positivo do filme são os vilões. Ao contrário das outras versões, dessa vez o flme não é centrado neles, mas nem por isso não são bem construídos. Carmine Falcone, o Espantalho e Ra’s Al Ghul não estão ali a toa. Eles tem um motivo, que pelo tom realista do filme é até convincente.
Os coadjuvantes também estão ótimos, com destaque, é claro, para Alfred, responsável pelos melhores diálogos do filme, engraçados e dramáticos também. Michael Caine comprova que foi a escolha definitiva para o papel. Morgan Freeman também está muito bom como Lucius Fox e, assim como Alfred, tem alguns diálogos memoráveis. O Sargento Gordon de Gary Oldman é exatamente o mesmo Gordon de Batman Ano Um, só que com uma participação menor. E Katie Holmes, apesar de ser bem fraquinha como atriz, se sai bem, graças ao roteiro.
Quanto ao visual do filme, é tão dark quanto o gótico de Tim Burton. Gotham lembra muito a Los Angeles de Blade Runner (filme favorito de Chris Nolan). Os efeitos especiais também são um caso a parte. Não aparecem muito, e quando aparecem é porque se fazem realmente necessários.
Quando terminou, percebi como era simples adaptar o Batman. Era só um diretor levar o personagem a sério. Nolan o fez e presenteou os fãs do morcegão com o melhor filme baseado em hqs de heróis ja feito. Enfim, saí do cinema com a sensação de que pela primeira vez assisti um filme do Batman. Os outros eram apenas filmes sobre um cara vestido de Morcego.
Continua...

Veja agora o trailer de O Dia em que a Terra Parou

A refilmagem que a Fox está planejando do grande clássico da ficção científica finalmente ganhou um trailer. The Day the Earth Stood Still mostra a chegada de um alienígena, Klaatu (Keanu Reeves) e a crise global que isso ocasiona. Enquanto governos e cientistas tentam descobrir o mistério por trás do misterioso visitante do espaço, uma mulher (Jennifer Connelly) e seu filho acabam caindo no meio da história para entenderem a verdadeira missão do alienígena. Vejam a prévia em quicktime aqui.

O filme estréia em 12 de dezembro.
Continua...
 
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