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Tocando no telhado: 44 anos de um gênero videoclíptico

Provavelmente você curte uma banda que em algum ponto da carreira fez um videoclipe se apresentando no telhado de um prédio. Você talvez deve até ter se perguntado de onde veio essa ideia. A resposta? Claro, Beatles! Todo mundo conhece a apresentação no Apple Studios de onde saiu o clipe de Get Back (essa também foi a última vez que os 5 Rapazes de Liverpool tocaram ao vivo)! Olha ele aí embaixo; Clique na imagem pra assistir (a partir de agora todos os vídeos serão linkados desta forma no blog, para evitar a cobrança do ECAD - mais sobre isso aqui).

Pois é, mas essa não foi a primeira vez que uma banda fez um show num telhado. Um ano antes, o Jefferson Airplane havia se apresentado da mesma forma e foi tudo filmado por ninguém menos que Jean-Luc Godard. É mole?

A ideia foi do Jefferson Airplane, mas os Beatles a popularizaram de vez (afinal, são mais populares que Jesus Cristo). Inúmeras bandas aproveitaram o mesmo conceito e, até hoje, são feitos vídeos musicais com shows num telhado. Videoclipe de gênero, por que não?

Abaixo você confere alguns dos vídeos mais bacanas que fazem parte desse legado deixado por artistas sessentistas para a indústria fonográfica. Repare que até mesmo a intervenção policial se tornou um elemento quase fundamental pra esse "gênero" funcionar.


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Ouça uma prévia da trilha sonora de John Carter

O site Ain't Cool News postou um preview da trilha do filme dirigido por Andrew Stanton. A música é de Michael Giacchino, parceiro habitual do diretor/produtor em seus filmes da Pixar. Confira.

John Carter estreia em março.

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Van Halen - A Different Kind of Truth

Um dia desses, sabe-se lá porquê, tive uma ideia para escrever um conto. Como a maioria de minhas ideias, não passou de fato para o papel, mas seria a história de um rapaz adolescente que arruma um bico de ajudante em um barco de pesca, cujo único integrante da tripulação era o capitão: Um amargurado, bêbado e desdentado senhor quase na casa dos 60 anos, que tinha de abastecer semanalmente seu farto estoque de bebidas, e já há um bom tempo não cuidava dos cabelos grisalhos e embaraçados. Passava o dia pescando escassos peixes e praguejando contra o mundo do qual um dia fez parte. Quando se cansava, sentava em frente a um velho piano e tocava acordes melancólicos, cantarolando com sua voz grave e cansada uma música chamada How Many Say I. No braço, uma tatuagem escrito “Wolfgang”, o nome do filho que sua vida errante o havia forçado a abandonar.

Essa era a imagem de um futuro distópico de Edward Van Halen, provavelmente criada na minha devido aos anos tortuosos que o guitarrista passou após o último álbum de sua banda, Van Halen III, de 1998, único álbum a conta com Gary Cherone, ex-Extreme, nos vocais. O álbum se tratou de um trabalho inegavelmente irregular, com alguns momentos de brilhantismo, como o (único) single Without You. A canção que citei na minha sinopse do conto estrelando Eddie é justamente tida por muitos fãs como a representação da decadência da banda – e da megalomania de Eddie. Apesar de ser uma música muito bonita e bem arranjada, era algo totalmente fora do esperado para a banda que um dia gravou Runnin’ With the Devil.

Já Eddie, entrou em uma espiral descendente após o fracassado álbum: Enfrentou um câncer de língua, uma necrose avascular, consequentemente uma série de cirurgias, e passou a ser cada vez mais assombrado pelo fantasma do alcoolismo. Seu temperamento, agravado, o colocou em conflito com os demais integrantes “não-parentes” da banda. Isso pôs fim a uma breve reunião com o vocalista Sammy Haggar, em 2004, e motivou a saída de Michael Anthony, baixista da banda desde sua fundação. Quanto ao Van Halen – a banda -, tornou-se um mar de dúvidas. Mesmo com a volta de Dave Lee Roth em 2007, e uma turnê que faturou alguns milhões, um novo álbum era algo pouco esperado pelos mais céticos. Principalmente um novo álbum que fosse de fato BOM.


Mas, para alegria de todos e felicidade geral da nação que curte um bom rock n’ roll, o lendário guitarrista e sua trupe surpreenderam a todos com o recente lançamento do álbum A Different Kind of Truth. Mais familiar do que nunca - contando com seu amigo de adolescência nos vocais e com Wolfgang (aquele mesmo, o moleque da tatuagem) no baixo -, os irmãos Eddie e Alex Van Halen nos entregaram um conjunto de 13 faixas que mostra a banda em sua melhor forma, e derruba o queixo daqueles que acham que as bandas clássicas se tornaram burocráticas e cansadas, vivendo apenas dos antigos sucessos.

O álbum parece claramente resgatar os primeiros anos do Van Halen, e não é para menos, já que a maioria das músicas surgiu de demos resgatadas da época em que a banda ainda nem tinha gravado o primeiro disco. Poderíamos aqui levantar a questão de que os caras não tem mais novas ideias, ou algo assim, mas, na boa... QUEM SE IMPORTA quando temos um álbum tão bom em mãos – e ouvidos? O que podemos afirmar é que Eddie demorou uns bons 30 anos para dar forma a essas músicas, o que me lembra uma antiga entrevista com Sammy Haggar, em que dizia que Eddie era ótimo para criar trechos brilhantes, porém tinha uma enorme dificuldade em juntar esses pedaços, e cabia a ele – Haggar – muitas vezes transformar essas criações em algo conciso, ou seja, uma música.

Portanto, além dos probleminhas que já citei no início do texto no decorrer da jornada de Eddie, está explicado o motivo de tanta demora. Talvez a volta de Roth e uma mãozinha do produtor John Shanks (conhecido por trabalhos de artistas mais pop, como Michelle Branch, Allanis Morrissete, e até mesmo Celine Dion e Backstreet Boys) tenham o ajudado. O fato é que o novo trabalho parece lembrar ao mundo sobre o mais que merecido status do músico: O de lenda do rock, e lenda da guitarra. Seu estilo e timbre continuam inconfundíveis ao ouvir esse disco, tornando indiscutível o fato de que ele é um artista único no mundo do rock - e (por que não dizer?) da música como um todo. Além de representar muito bem fazendo aquilo que o tornou famoso (a introdução de China Town lembra você de alguma coisa?), Eddie não deixa de experimentar e mostrar sua versatilidade, como a brincadeira acústica em Stay Frosty ou a afinação mais pesada em Honeybabysweetiedoll.

Falando em pesado, podemos dizer que esse disco beira fortemente momentos de heavy metal, provavelmente com algumas das músicas mais pesadas da carreira do Van Halen – e o disco não tem nenhuma balada! Sem dúvidas podemos afirmar que o fantasma do “Van Haggar” foi enterrado de vez (mas não há motivos para chorar o falecido, afinal de contas temos aí o Chickenfoot, para quem interessar), principalmente com a presença do “party boy” e nada romântico Dave Lee Roth, que nos presenteia com vocais muito fluidos e elaborados, bem além do “verso falado com voz de locutor de rádio + refrão monossilábico”. Aliás, esse refrão monossilábico é exatamente um dos problemas da faixa mais fraca no disco na minha opinião, e responsável pela minha falta de empolgação com o álbum antes de ouvi-lo: o single Tattoo, que não dá uma partida muito empolgante – algo necessário para uma faixa de abertura de uma banda como o Van Halen.

Quanto a Alex, o segundo Van Halen, suas batidas continuam versáteis e poderosas, marcando o ritmo ideal para a guitarra de seu irmão, com destaque para o solo e as batidas quebradas na introdução de As Is, que em seguida desemboca em uma espécie de “Hot For Teacher 2.0”. Quanto a Wolfgang, o terceiro Van Halen, digamos que ele sofre do estigma das bandas de hard rock com guitarrista excêntrico demais: o de acaba sendo ofuscado. Ele está ali, fazendo o necessário para o papai brilhar, exatamente como seu antecessor Michael Antony, cuja falta, aliás, tem sido sentida por muitos fãs devido às suas harmonias vocais, e não ao seu baixo – mais um exemplo do tal estigma, que também acometeu Jason Newsted em sua saída do Metallica.

Então, se o mundo tem mesmo que acabar em 2012, pelo menos vai acabar em uma grande festa a bordo do barco do Capitão Van Halen, animada por frenéticos solos de guitarra, ao invés de acordes melancólicos no piano. Resta a nós torcer para que o Aerosmith e o Black Sabbath também subam a bordo para animar a festa no mesmo pique, afinal ainda nos restam 10 meses e meio, e A Different Kind of Truth serviu para nos mostrar que a esperança é a última que morre.
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Documentário do Dia: A Música de Star Wars

Hoje, 8 de fevereiro, é aniversário de John Williams, que neste ano de 2012 completa 80 anos. O compositor e maestro tem seu nome marcado na história por conta de sua grande habilidade em compôr temas inesquecíveis. A saga Star Wars, por exemplo, não seria a mesma coisa sem as músicas criadas por Williams. Por isso, vale uma homenagem à seu talento com a publicação do documentário abaixo, uma raríssimo relato do processo criativo que o levou a uma de suas composições mais famosas.

O vídeo foi produzido durante O Império Contra-Ataca.

Parte 1



Parte 2



Parte 3


Parte 4
Assista aqui: STAR WARS MUSIC BY JOHN WILLIAMS Part 4

Parte 5



Parte 6

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Ouça Tattoo, o novo single do Van Halen!

Com David Lee Roth de volta aos vocais, a banda acaba de lançar oficialmente o clipe de sua mais nova música, que estará no álbum A Different Kind Of Truth, nas lojas a partir de 7 de fevereiro.

Confira o vídeo de Tattoo logo abaixo!

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Seria essa a inspiração de Hans Zimmer para a trilha de O Cavaleiro das Trevas?

Ok, vamos voltar um pouco no tempo e falar da trilha sonora de Batman - O Cavaleiro das Trevas e como os temas compostos por Hans Zimmer e James Newton Howard serviram de forma orgânica para o ritmo do longa dirigido por Christopher Nolan.

De todas as peças musicais, a criada para apresentar o Coringa é uma das mais marcantes. A faixa "Why So Serious?" se tornou um dos elementos mais importantes, além da brilhante interpretação de Heath Ledger, para a criação do vilão do filme.

Um usuário do Youtube resolveu, então, fazer uma comparação entre um tema do musical Edith and Marcel com a citada faixa da película de Nolan. O resultado é bastante interessante e você confere logo abaixo.


Vale lembrar que em A Origem, Zimmer usou uma música de Edith Piaf como base para a criação de toda a trilha. Será que um musical sobre a lendária cantora francesa também inspirou o compositor na partitura do Batman?
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Paul Stanley manda recado pros fãs do KISS, direto das gravações do novo álbum!

Monster, o sucessor de Sonic Boom será lançado em 2012, ainda sem data definida. Mas as coisas estão indo rápido, e pelo que Paul Stanley diz no vídeo, as gravações estão terminando.
Confira abaixo todo o entusiasmo típico do guitarrista e vocalista do KISS: "melhor álbum em muito tempo..." e todo aquele marketing que os fãs já estão acostumados.

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Trilhas Marcantes: A Origem (2010)

O trabalho de Hans Zimmer em A Origem, de Christopher Nolan, pode até ser bem recente mas se encaixa perfeitamente dentro do que considero como uma "trilha marcante". O compositor, que em vários trabalhos em blockbusters, tende a soar repetitivo, tem experimentado novos sons, se renovado e criado experiências bem interessantes.

Nos últimos anos sua parceria com Nolan rendeu a espetacular trilha sonora de Batman - O Cavaleiro das Trevas (composta em conjunto com James Newton Howard) e atuando como compositor do Sherlock Holmes de Guy Ritchie, criou um tema tão divertido quanto o longa, cuja sonoridade incomum adicionou ainda mais identidade à adaptação que reinventa um dos mais populares personagem literários de todos os tempos.

Mas foi mesmo em A Origem que Zimmer colocou toda sua criatividade e talento à prova. Usando acordes da música Non, Je Ne Regrette Rien, imortalizada pela voz de Edith Piaf, criou uma trilha impossível de ser separada do filme, já que é fundamental para a marcação do tempo, se tornando mais que um elemento da narrativa, quase um elemento da trama.

O trabalho do compositor pode ser conferido abaixo em uma apresentação com orquestra que ocorreu na premiere do filme. São 20 minutos de concerto destacando os melhores momentos da trilha.


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Cinco rocks para curtir o Natal

E aí, já tá preparando o peru para a ceia? Pra ajudar a entrar no clima das festas de final de ano, preparei uma listinha de cinco músicas de rock n' roll natalino. Como estou sem tempo pra escrever um nariz de cera decente, aperta logo o play e aumenta o som aí:

Joe Perry - Run Rudolph Run

Meu guitarrista favorito mandando um som do Chuck Berry. Outra gravação natalina de Perry é o instrumental Blue Christmas, altamente recomendado para fãs de uma boa guitarra.



The Ramones - Merry Christmas (I Don't Wanna Fight Tonight)

Adoro clipes que começam com diálogos familiares toscos, principalmente se tiverem essa pegada anos 80/início dos anos 90. Natal Punk Rock!



Billy Idol - Jingle Bell Rock

Vamos cantar e dançar com Billy e seu amigo multi-instrumentista (que eu torço para não ser o Steven Stevens)!



Hanoi Rocks - Dead By Xmas

Que Estranho Mundo de Jack o quê! Natal mórbido mesmo é isso aqui.



Luna Sea - Happy Xmas (War is Over)

Não poderia faltar o clássico de John Lennon numa lista de músicas natalinas que se preze, mas pra não ficar muito manjado - e quem me conhece sabe que quase sempre tem que ter uma banda japonesa nas minhas listas -, vamos fechar com o cover mezzo improvisado do Luna Sea. Gosto de como o Sugizo palheta a melodia do "waaar is oooveeer" na guitarra.



Ah, aproveitando a brincadeira do Youtube, não esqueçam de clicar no ícone do floco de neve embaixo do vídeo. E vale conferir também a playlist da Carmem Moraes, do Pop Closet, que tá bem legal. Feliz Natal!
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Immigrant Song, da trilha de Os Homens Que Não Amavam as Mulheres, ganha um clipe.

O vídeo é uma montagem de imagens um tanto perturbadoras, criada pelo diretor David Fincher, aparentemente baseada nos créditos de abertura do longa. O que traz à memória outro filme de Fincher, Se7en - Os Sete Crimes Capitais, que também usou música de Trent Reznor nos títulos iniciais. Veja o clipe do cover do Led Zeppelin clicando na imagem abaixo e logo depois, relembre a abertura de Se7en no player a seguir.



Millennium - Os Homens Que Não Amavam as Mulheres estreia em 27 de janeiro de 2012 no Brasil.
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Cover de Is Your Love Strong Enough está na trilha de Os Homens Que Não Amavam as Mulheres! Ouça!

A música é original de Bryan Ferry, e foi feita para a trilha sonora do oitentista A Lenda, de Ridley Scott. A versão que está no novo longa de David Fincher, no entanto, tem uma atmosfera muito mais sombria, graças ao trabalho do How to Destroy Angels, projeto paralelo de Trent Reznor que conta com sua esposa, Mariqueen Maandig nos vocais.

Millennium - Os Homens Que Não Amavam as Mulheres estreia no Brasil em 27 de Linkjaneiro.

Ouça a música no player abaixo e veja o clipe da versão original aqui.

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PodEntrar! O Podcast do RE-ENTER te mostra os melhores CDs de 1991

1991 - O Ano Que A Música Mudou, este é o tema do nosso terceiro programa em que Alexandre Luiz, Mauro Barreto e Leandro Calegari falam dos principais álbuns musicais lançados no distante ano de 1991, há duas décadas.

Uma viagem musical e nostálgica por tempos em que Nirvana, Pearl Jam, Guns n' Roses, Metallica e várias outras bandas estavam em seus grandes momentos criativos.

Reclamações, Sugestões, Críticas ou Elogios? Mande e-mail para reenter.pop@gmail.com ou deixe seu comentário no post!

Links relacionados

- myspace do Pistol Jazz
- Página no wikipedia sobre o ano de 1991 na música
- Right Now, o clipe preferido de quem cria apresentações de powerpoint
- Who is It, clipe do Michael Jackson dirigido por David Fincher
- Vídeo conceitual do álbum Dangerous, feito por David Lynch
- Fotos do Gus Van Sant pro álbum Blood Sugar Sex Magik









Download do episódio

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Veja o clipe da parceria entre Lou Reed e Metallica dirigido por Darren Aronofsky

Bom, esse trabalho em conjunto de Lou Reed com o Metallica não rendeu boas críticas e dividiu fãs de ambos os artistas. Mas, só por ter feito Aronofsky (de Cisne Negro) dirigir um clipe, já compensa sua existência. Confira abaixo o vídeo da música The View, do álbum Lulu.


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RE-ENTER Minicast - Akira americano e Lollapalooza Fail!

O minicast é um programa curto que toda semana (eu acho) vai aparecer por aqui, comentando algum assunto que deu o que falar no mundo pop!

Neste episódio, você fica sabendo tudo que pensamos sobre a possível sinopse da versão americana de Akira e discutimos um pouco sobre a polêmica do festival Lollapalooza, que chega ao Brasil em 2012.

Tá esperando o quê? Clique no play e confira!

RE-ENTER Minicast - Akira americano e Lollapalooza Fail! from Alexandre Luiz on Vimeo.

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Assista Marry The Night, novo clipe da Lady Gaga

Com quase 14 minutos, o vídeo é praticamente um curta-metragem, que segundo a própria artista é "autobiográfico" e representa o pior dia que ja teve na vida. Hmmm....

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[Atualizado] Ouça a versão de Immigrant Song da trilha de Os Homens Que Não Amavam as Mulheres

[Atualização] Além de Immigrant Song você também pode ouvir 6 faixas da trilha sonora no player abaixo.



[Fim da atualização]

Trent Reznor
liberou nesta madrugada a versão completa do cover do Led Zeppelin, gravado com os vocais de Karen O., do Yeah Yeah Yeahs. O sr. Nine Inch Nails também aproveitou pra divulgar a pré-venda do álbum contendo a trilha sonora do filme no itunes e em lojas virtuais. São três horas de música, que Reznor compôs com Atticus Ross e que serão lançadas em 9 de dezembro.

Clique aqui para visitar o site do Nine Inch Nails e saber como adquirir sua cópia do álbum. E dê play abaixo para ouvir a faixa que será o single do trabalho.

Millennium - Os Homens Que Não Amavam as Mulheres estreia em 27 de janeiro no Brasil.

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Trilhas Marcantes: Rocky - Um Lutador (1976)

Saiu ontem uma notícia muito interessante sobre Sylvester Stallone estar produzindo e escrevendo um musical baseado nos filmes da série Rocky. Provavelmente soa estranho no começo, mas se pararmos pra pensar em como a trilha composta originalmente por Bill Conti para o primeiro filme marcou o personagem, faz até certo sentido que a história do lutador das ruas, que conquista o carinho dos fãs ao demonstrar uma enorme perseverança nos ringues, seja contada através da música.

A ideia é bizarra mas pode funcionar muito bem, graças a qualidade da trilha da série, seja a incidental ou a de artistas que tiveram suas canções em um dos 6 filmes. Por exemplo, pra fazer esse post eu fiquei pensando em que música usar: a clássica Gonna Fly Now ou o tema do terceiro longa da série, Eye of the Tiger, da banda Survivor? Acabei optando pela primeira, mas a segunda aparece logo em seguida, como uma "faixa bônus". Confira.



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Our Day Will Come é o clipe póstumo de Amy Winehouse. Assista!

A música é o primeiro single de Lioness: Hidden Tresures, álbum que sai em 5 de dezembro e trará faixas raras como este cover do Ruby & The Romantics, gravado pela cantora em 2002.

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Trilhas Marcantes - Lawrence da Arábia (1962)

Clássico vencedor de 7 Oscar, incluindo o de Melhor Filme, Diretor e Trilha Sonora (ei, ele não está aqui à toa), Lawrence da Arábia traz Peter O'Toole como T.E. Lawrence, jovem oficial do exército britânico, transferido para a península arábica onde se torna intermediário em uma aliança entre rebeldes árabes e os ingleses, contra os turcos. O roteiro do filme é uma adaptação do livro do próprio Lawrence, Sete Pilares da Sabedoria, sua autobiografia.

A trilha é um dos trabalhos mais famosos de Maurice Jarre no cinema (ao lado de Doutor Jivago) e aliada à interpretação de O'Toole e a fotografia de cair o queixo de Freddie Young (em 70mm), ajuda o longa a manter o ritmo, mesmo com seus longos 229 minutos. No elenco ainda estão Anthony Quinn, Omar Shariff e Alec Guiness.

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Red Hot Chili Peppers tem novo clipe. Veja o vídeo de Monarchy of Roses

A música é o novo single da banda, cujo último álbum é I´m With You. Assista no player abaixo.

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