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Trailer: Watchmen

Agora é a vez de Watchmen ganhar seu primeiro trailer. Junto com Exterminador do Futuro 4, é uma das atrações de prévias que irão acompanhar Batman - O Cavaleiro das Trevas a partir de amanhã. Mas, na internet você já pode assistir, clicando aqui.

Dirigido por Zack Snyder, Watchmen adapta a Graphic Novel de Alan Moore e Dave Gibbons que revolucionou os quadrinhos de super-heróis nos anos 80. Precisa dizer mais alguma coisa?
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Dando um tempinho de Batman: confira os trailers de Exterminador do Futuro 4 e The Spirit

O primeiro teaser de Terminator Salvation: The Future Begins caiu na rede. O filme traz Christian Bale (sim, o Batman) como John Connor na luta para salvar a humanidade das máquinas. A prévia deve acompanhar as cópias de O Cavaleiro das Trevas, que estréia nesta sexta. Veja abaixo. O filme chega aos cinemas em 22 de maio do ano que vem.

Outro que teve trailer divulgado foi The Spirit, adaptação do célebre personagem de Will Eisner com Frank Miller na direção. Controverso, Miller apagou qualquer traço da caracterização original do personagem e imprime sua própria visão. Pra saber se o resultado será satisfatório só em 25 de dezembro, quando o filme estréia nos cinemas norte-americanos. No Brasil, só em janeiro.

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Especial O Cavaleiro das Trevas - Papéis de Parede

Quer entrar no clima do novo filme do Batman? Visite nossa área de Wallpapers e enfeite seu desktop. São 8 papéis de parede que você só vai encontrar aqui (é sério!).

Clique e confira.
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Especial O Cavaleiro das Trevas - A Trilha Sonora

Quando Hans Zimmer e James Newton Howard foram anunciados como compositores da trilha de Batman Begins era difícil imaginar o que eles trariam para ajudar Christopher Nolan a contar sua história. Os dois são conhecidos por estilos bem distintos. Enquanto Zimmer é mais relacionado a filmes de ação, Howard se envolve em trabalhos mais introspectivos como drama ou suspense. O resultado foi uma trilha que equilibrava esses dois lados em faixas distintas. Ficava bem evidente que ambos desenvolveram em separado cada tema. Porém, em seu retorno ao universo do Homem-Morcego, os compositores puderam interagir e criaram uma trilha que se não for indicada a Oscar, será uma grande injustiça.

A primeira faixa, Why So Serious? é, como o nome sugere, o tema do Coringa. E se enquanto o filme não chega, temos apenas aquela impressão do caos como motivação do vilão, essa música corrobora ainda mais com isso. Imagine uma música do Nine Inch Nails, em sua fase mais pesada e criativa, interpretada por uma orquestra. Chega a ser perturbadora em determinados momentos. O tema do Batman vem em seguida com I’m Not A Hero, (uma pista sobre o tom do filme, talvez?), uma releitura de alguns temas de begins, porém com uma temática mais voltada para o drama. Harvey Two-Face é a terceira música e indispensável dizer que temos aqui o tema de Harvey Dent. Recheada de momentos de heroísmo e pompa, tem seus belos momentos dramáticos indicando a inclinação do personagem para sua enventual ruína.

Essas três faixas são as principais e as que apresentam o que iremos escutar durante todo o CD. O destaque, além do que já foi citado, fica para Like a Dog Chasing Cars, extremamente empolgante, com a intromissão inesperada do tema do Coringa (exatamente como o próprio personagem). Agent of Chaos e Introduce a Little Anarchy também são bons exemplos da interação Zimmer/Howard.

Para finalizar o álbum, A Dark Knight, com seus 16 minutos é uma suíte de temas, que termina de forma heróica. Mas não aquele heroísmo da marcha do Superman. Algo muito mais melancólico e introspectivo. Só ouvindo pra entender.

Uma coisa que não se vê muito em Hollywood ultimamente são filmes verdadeiramente imersivos. Que levam o espectador pra dentro daquele mundo mostrado na tela. Um dos fatores que ajudam essa experiência é a música incidental (Vangelis e sua composição para Blade Runner que o digam). Aliada a magnífica fotografia de Wally Pfister, a trilha criada em quatro mãos pelos dois compositores é mais que um detalhe técnico. É parte da arte de contar histórias.

Lista de Faixas:

1. Why So Serious?
2. I'm Not A Hero
3. Harvey Two-Face
4. Aggressive Expansion
5. Always A Catch
6. Blood On My Hands
7. A Little Push
8. Like A Dog Chasing Cars
9. I Am The Batman
10. And I Thought My Jokes Were Bad
11. Agent Of Chaos
12. Introduce A Little Anarchy
13. Watch The World Burn
14. A Dark Knight

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Especial O Cavaleiro das Trevas / Crítica: Batman - O Cavaleiro de Gotham


Para aquecer os fãs do Morcegão, a Warner/DC lançaram esta semana o DVD Batman – O Cavaleiro de Gotham, uma coletânea de 6 curtas em estilo anime, produzidos por grandes nomes da animação japonesa. Os roteiros ficaram a cargo de gente como Brian Azarello, David Goyer e Greg Rucka, entre outros. O resultado final? Simplesmente o melhor lançamento dessa nova versão do Universo DC animado. Os dois primeiros, Superman – Doomsday e Liga da Justiça – A Nova Fronteira são satisfatórios, Mas O Cavaleiro de Gotham é simplesmente sensacional.

A idéia geral é mostrar o impacto de um vigilante como Batman numa metrópole como Gotham, caracterizada tão bem nos filmes de Christopher Nolan como uma cidade real. E, como ponte entre Batman Begins e O Cavaleiro das Trevas, os animes funcionam, mantendo um clima muito parecido com suas contrapartes cinematográficas.

O filme abre com Have I Got A Story For You, curta escrito por Josh Olson, roteirista de Marcas da Violência e dirigido por Koji Morimoto, responsável pelo conceituado anime Tekkon Kinkreet. A história não é novidade, já foi mostrada em uma revista do Batman da década de 70 e reaproveitada num episódio do desenho dos anos 90. Mostra quatro garotos, cada um contando como foi o primeiro encontro com o Homem-Morcego. E cada um com uma visão muito própria do personagem. O Cavaleiro das Trevas aqui é retratado quase como uma lenda urbana, em que o exagero sobre seus feitos são muito mais importantes do que sua existência real. Mais ou menos a idéia de Bruce Wayne quando resolveu usar um símbolo como o morcego (geralmente ligado a idéia do mal) para combater o crime em sua violenta cidade. Com a produção do sempre competente Studio 4°C, a animação é um balde de agua fria em quem acha que animês são desenhos animados com personagem de olhos grandes.

O segundo segmento começa uma espécie de arco de histórias, que liga os outros curtas que virão. Crossfire é escrito por Greg Rucka, da revista Gotham Central, uma espécie de Nova York Contra o Crime em quadrinhos, com a diferença de mostrar o dia-a-dia dos policiais de Gotham City. A direção ficou a cargo de Futoshi Higashide, em seu primeiro trabalho comandando um anime. Porém ele ja esteve envolvido em produções como Air. A história é bem o estilo de Rucka e mostra dois oficiais da Unidade de Crimes Hediondos sob o comando do Tenente Gordon. Os Detetives Allen e Ramirez (essa última, personagem do novo filme) precisam levar um fugitivo do Arkham de volta ao Asilo, que agora tomou todo o território do Narrows, por causa dos eventos de Batman Begins. Na volta da missão acabam no meio de uma guerra entre as gangues de Sal Maroni e dos Russos. O grande enfoque aqui é o que a polícia acha de ter um vigilante os ajudando. Enquanto Ramirez defende o Morcego, Allen acha um absurdo ter de cobrir os feitos de um fora-da-lei. Essa confiança do detetive é colocada em cheque quando Batman é o único que pode salvá-los da morte certa. O estúdio que desenvolveu o anime é o Production I.G., que entre outros, é responsável pelo clássico da animação japonesa Ghost in the Shell.

Field Test é o mais fraco dos curtas, embora mostre bem a idéia que o Batman tem de combater o crime, não disposto a matar, mas sim levar os criminosos a justiça. Lucius Fox, no filme interpretado por Morgan Freeman, mostra a Bruce um dispositivo magnético que pode protegê-lo de balas, fazendo-as desviar. Porém quando mais um tiroteio envolvendo Maroni e os Russos acontece e o tal aparato é responsável por quase matar um dos bandidos, Batman decide que em sua cruzada, apenas a sua vida tem de ser arriscada e não a dos outros. Passa uma mensagem bacana, mas não empolga muito. O roteiro é de Jordan Goldberg e a direção é de Hiroshi Morioka, responsável por vários episódios de Tsubasa Chronicle. Bee Train foi o estúdio responsável pelo curta.

Na quarta história, que dá um pausa no arco envolvendo Maroni e os Russos, temos a maior ligação com Batman Begins. Isso porquê o vilão aqui é o Espantalho, agora vivendo nos esgotos e controlando uma figura que pode, ou não, ser uma lenda urbana. O Crocodilo, personagem dos quadrinhos é muito bem encaixado na idéia realista criada para a nova franquia cinematográfica. O roteiro é de David Goyer, responspavel pelo texto do primeiro longa de Nolan sobre o Morcegão. E a direção é de Yasuhiro Aoki, que entre outros trabalhos, tem no curriculo Mind Game, um dos animês mais malucos (num bom sentido) que a Madhouse (também responsável por este curta) produziu.

Os quatro curtas acima são muito bons e tudo mais, mas nem se comparam com o quinto. Escrito por Brian Azarello, da renomada HQ 100 Balas e dirigido por Toshiyuki Kubooka, de Giant Robot e Gunbuster, Work Through Pain é uma belíssima história (mais uma produzida pelo Studio 4°C) que mostra uma parte do treinamento de Bruce Wayne para lidar com a dor. Enquanto no presente Batman está ferido nos esgotos, em flashbacks passa a se lembrar dos ensinamentos de Cassandra, a mulher que tentou mostrar ao jovem Wayne como minimizar sua dor, apenas para chegar a conclusão de que o desejo do futuro Cavaleiro das Trevas estava além de suas habilidades. Provavelmente, nos 12 minutos de curta, o personagem foi melhor explorado psicológicamente do que em 70 anos de histórias em quadrinhos. Azarello cria um conto quase pessimista sobre a personalidade de Batman, mostrando que sua dor na verdade é o que o motiva. Sem ela, ele simplesmente não existe. O final dá o gancho para o tema do último segmento, Deadshot.

Este é o que mais se assemelha aos quadrinhos e traz um certo clima também da série dos anos 90, já que seu roteiro é de Alan Burnett, um dos responsáveis pela famosa animação do Morcego. A direção é de Jong-Sik Nam, em mais uma produção da Madhouse. É a inserção do vilão Pistoleiro ao universo realista de Nolan e o encerramento do arco envolvendo os Russos (Sal Maroni será resolvido em O Cavaleiro das Trevas). Batman segue uma pista e leva a crer que a vida de James Gordon está em perigo. Sua cabeça foi posta a prêmio, e o assassino profissional contratado para acabar de uma vez por todas com um dos poucos policiais honestos de Gotham. No final, uma reviravolta no melhor estilo do diretor de O Grande Truque, e ainda, de quebra, o que Batman pensa sobre o uso de armas. É uma história mais voltada para a ação, mas tem seus momentos de reflexão (afinal, se trata de um anime).

No geral, a única coisa que atrapalha um pouco é a voz do Homem-Morcego, dublada por Kevin Conroy. O ator fez um trabalho memorável na série animada mas aqui seu tom simplesmente não se encaixa. Algo mais próximo de Christian Bale, que interpreta o Batman no cinema, seria o ideal. De qualquer forma, O Cavaleiro de Gotham é um DVD que merece estar na estante não só dos fãs do Cruzado Encapuzado (uma hora eu ia ter de usar esse apelido), mas como na dos admiradores da animação japonesa, que agora entra de vez no mercado norte-americano com sua visão bem própria de um ícone da cultura-pop ocidental. Ao final dos curtas, o desejo é que mais sejam produzidos e a reclamação é que tenham sido tão poucos, os 72 minutos. Quer melhor elogio que esse?
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cENaS mEMorÁvEiS: eSpEciAl PerSeGuiÇÕes!

bAtFrEaK bEgINs (2005)

BoM... uMa CoIsA EU teNhO qUe aDmItIr... eLe TeM bRiNqUeDinHoS inCrÍvEis!

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quEImA FiLmE: bAtFrEaK!!!! hAhahAHAhaHAHaHAHa

aGorA voCÊ aNdA tODo sÉrIo... MaS jÁ uSoU uNiFormE cOm mAmIlOS!!!!!

AhAhAHaHAhaHaHahAhAhAHaHahAhAhaHAhAhaHAhaHahAHaHAhaHAHahAhaHaHAhaHa!
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