Além disso, como a música referencia o líder dos Stones, várias imagens de arquivo de seus famosos passos frenéticos no palco. O single foi lançado em junho, mas só agora a banda divulgou o vídeo. A música pode ser encontrada em um relançamento do álbum Hands All Over.
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Baú do RE-ENTER: 5 Filmes que você tem que assistir antes de Super 8
Finalmente estreia nesta sexta-feira, 12 de agosto, Super 8, filme dirigido por J.J. Abrams que promete fazer uma homenagem à fase anos 70/80 do cineasta Steven Spielberg que, não por acaso, é produtor do projeto. Se o filme é bom ou não, você fica sabendo sexta a noite quando a resenha for publicada aqui no RE-ENTER. Mas, por enquanto, resolvi ajudar aqueles que não sabem o que foi a infância da década de 80 até meados dos anos 90, quando a Sessão da Tarde valia a pena ser vista por resgatar filmes que tantos nerds e cinéfilos ainda guardam na memória.
A seguir, fique com um guia de filmes que, se assistidos, podem melhorar a experiência de Super 8. Claro que todo bom exemplar de cinema que se preze deve se sustentar sozinho, mas é sempre importante entender a proposta, principalmente se, para isso, seja necessário conhecimento prévio de alguma coisa.
De qualquer forma, as produções listadas a seguir são obrigatórias até se você nem pretende assistir ao longa do criador de Lost. Se você gosta de cinema, principalmente do bom e velho cinema pipoca de Spielberg, precisa conhecer essas obras. Então, vamos lá?
Tubarão (1975) - O filme que revolucionou o conceito de blockbuster, Tubarão foi a primeira grande produção de Spielberg. A cidade isolada que tem a vida de seus habitantes comprometida por um monstro é basicamente a premissa de Super 8. Do filme, Abrams também usa o outros elementos como um policial local que precisa investigar o caso e ao mesmo tempo lidar com a população e o "menos é mais" que tornou o longa tão célebre: mostrar pouco o monstro, para que impacto de sua revelação no terceiro ato seja muito maior.
Contatos Imediatos de Terceiro Grau (1977) - Esta é a primeira grande obra de Spielberg a lidar com extraterrestres. Estranhos acontecimentos ao redor do mundo e pessoas se sentindo compelidas a se dirigir a um determinado local sem entender o motivo. Nada disso está em Super 8 (momento troll). De Contatos, Abrams pegou uma ideia que na verdade é bem recorrente do diretor que decidiu homenagear: o relacionamento entre um pai desacreditado e seu filho pequeno. Daqui também vem o envolvimento militar na pesquisa que pretende entender o que os alienígenas querem com a Terra.
E.T. - O Extraterrestre (1982) - A maior influência para o visual de Super 8. Não dá pra assistir o trailer do filme recente sem se sentir diante de uma espécie de continuação de E.T. Além disso, assim como no filme oitentista, a nova produção tem como personagem central um garoto passando por um momento familiar difícil. Novamente, o governo surge como uma espécie de vilão com intensões nada amigáveis com a "criatura" que desenvolve uma certa ligação com o protagonista.
Goonies (1985) - Este foi escrito e produzido por Spielberg, mas a direção ficou a cargo de Richard Donner. Um grupo de garotos que acaba descobrindo uma grande aventura é o principal elemento que Abrams colocou em sua história. Melhor dizendo, um grupo em que cada garoto é muito peculiar em suas atitudes, dando força à história e fazendo o espectador se importar com eles. Bom, pelo menos é isso que o trailer mostra, se Super 8 se sai bem nessa questão, é outra história.
O Milagre Veio do Espaço (1987) - Mais um que Spielberg assume apenas como produtor. O comando é de Matthew Robbins, mas a sensação é a de uma obra Spielberguiana. Funciona como uma espécie de anti-Super 8, já que ao invés de um grupo de garotos, a trama envolve idosos que entram em contato com uma raça alienígena, aqui demonstrada como uma forma de vida mecânica que parece ter servido de inspiração para o cubo que o garoto do filme de Abrams encontra.
Claro que a carreira de Steven Spielberg tem momentos até melhores do que os citados acima, e também são importantes para compreender onde Abrams quis chegar com seu filme. Mas, assistindo esses cinco longas, com certeza você poderá aproveitar melhor Super 8 e ter parâmetros pra dizer se gostou mais da homenagem do que do homenageado. Boa diversão!
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A seguir, fique com um guia de filmes que, se assistidos, podem melhorar a experiência de Super 8. Claro que todo bom exemplar de cinema que se preze deve se sustentar sozinho, mas é sempre importante entender a proposta, principalmente se, para isso, seja necessário conhecimento prévio de alguma coisa.
De qualquer forma, as produções listadas a seguir são obrigatórias até se você nem pretende assistir ao longa do criador de Lost. Se você gosta de cinema, principalmente do bom e velho cinema pipoca de Spielberg, precisa conhecer essas obras. Então, vamos lá?
Tubarão (1975) - O filme que revolucionou o conceito de blockbuster, Tubarão foi a primeira grande produção de Spielberg. A cidade isolada que tem a vida de seus habitantes comprometida por um monstro é basicamente a premissa de Super 8. Do filme, Abrams também usa o outros elementos como um policial local que precisa investigar o caso e ao mesmo tempo lidar com a população e o "menos é mais" que tornou o longa tão célebre: mostrar pouco o monstro, para que impacto de sua revelação no terceiro ato seja muito maior.
Contatos Imediatos de Terceiro Grau (1977) - Esta é a primeira grande obra de Spielberg a lidar com extraterrestres. Estranhos acontecimentos ao redor do mundo e pessoas se sentindo compelidas a se dirigir a um determinado local sem entender o motivo. Nada disso está em Super 8 (momento troll). De Contatos, Abrams pegou uma ideia que na verdade é bem recorrente do diretor que decidiu homenagear: o relacionamento entre um pai desacreditado e seu filho pequeno. Daqui também vem o envolvimento militar na pesquisa que pretende entender o que os alienígenas querem com a Terra.
E.T. - O Extraterrestre (1982) - A maior influência para o visual de Super 8. Não dá pra assistir o trailer do filme recente sem se sentir diante de uma espécie de continuação de E.T. Além disso, assim como no filme oitentista, a nova produção tem como personagem central um garoto passando por um momento familiar difícil. Novamente, o governo surge como uma espécie de vilão com intensões nada amigáveis com a "criatura" que desenvolve uma certa ligação com o protagonista.
Goonies (1985) - Este foi escrito e produzido por Spielberg, mas a direção ficou a cargo de Richard Donner. Um grupo de garotos que acaba descobrindo uma grande aventura é o principal elemento que Abrams colocou em sua história. Melhor dizendo, um grupo em que cada garoto é muito peculiar em suas atitudes, dando força à história e fazendo o espectador se importar com eles. Bom, pelo menos é isso que o trailer mostra, se Super 8 se sai bem nessa questão, é outra história.
O Milagre Veio do Espaço (1987) - Mais um que Spielberg assume apenas como produtor. O comando é de Matthew Robbins, mas a sensação é a de uma obra Spielberguiana. Funciona como uma espécie de anti-Super 8, já que ao invés de um grupo de garotos, a trama envolve idosos que entram em contato com uma raça alienígena, aqui demonstrada como uma forma de vida mecânica que parece ter servido de inspiração para o cubo que o garoto do filme de Abrams encontra.
Claro que a carreira de Steven Spielberg tem momentos até melhores do que os citados acima, e também são importantes para compreender onde Abrams quis chegar com seu filme. Mas, assistindo esses cinco longas, com certeza você poderá aproveitar melhor Super 8 e ter parâmetros pra dizer se gostou mais da homenagem do que do homenageado. Boa diversão!
Segunda temporada de Boardwalk Empire ganha novo teaser
A caprichada série de gângsters produzida por Martin Scorsese ganhou um novo vídeo divulgando seus novos episódios, confira!
O retorno à TV acontece em 25 de setembro na HBO americana.
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O retorno à TV acontece em 25 de setembro na HBO americana.
Veja o trailer de The Odd Life of Timothy Green, da Disney
A história é uma fantasia sobre um casal, vivido por Jennifer Garner e Joel Edgerton, que não pode ter filhos. Tristes, mas esperançosos de um milagre, escrevem o desejo em um papel e enterram no quintal. No dia seguinte, uma garoto coberto de terra aparece na casa, os chamando de pai e mãe.
The Odd Life of Timothy Green ainda não tem data de estreia definida, mas deve chegar ao cinemas apenas em 2012.
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The Odd Life of Timothy Green ainda não tem data de estreia definida, mas deve chegar ao cinemas apenas em 2012.
Crítica: Hanna
Está se tornando cada vez mais habitual a expressão "desligar o cérebro" pra explicar determinados filmes. A trilogia Transformers, comédias e boa parte dos filmes de ação recentes parecem precisar de espectadores com um interruptor imaginário que diminui a capacidade mental. Infelizmente, ou felizmente, isso não é possível. Tentar esse tipo de coisa pode levar ao hábito de apenas consumir aquilo que não exige do cérebro e definitivamente isso não é bom. Acostumar-se apenas a produções medíocres ajuda a estabelecer o padrão, cada vez mais decadente, das produções para o grande público. Por isso, quando um filme como Hanna é produzido, quem é um pouco mais exigente e espera que o cinema proporcione experiências diferenciadas, fica extremamente satisfeito com o objetivo atingido pelo diretor Joe Wright: criar um filme que ao invés de pedir pro cérebro se desligar, encoraja o público a usá-lo.Na trama, Erik (Eric Bana) é um agente da CIA que se tornou renegado e vive escondido numa floresta da Finlândia com sua filha, Hanna (Saoirse Ronan), que durante anos foi treinada por seu pai para ser a assassina perfeita. Com a chegada da adolescência vem também o desejo de conhecer o mundo do qual o personagem de Bana a privou. Mas, para que isso aconteça ela precisará enfrentar Marissa (Cate Blanchett), agente da CIA designada a caçá-la. O longa se divide em duas narrativas distintas: a primeira é a de um filme de ação, até Hanna fugir das instalações mantidas por Marissa; a segunda é semelhante a um road movie, quando a menina passa a viajar com uma família de turistas ingleses para chegar até seu destino, a cidade de Berlim. E nas duas formas, o cineasta e os roteiristas Seth Lochhead e David Farr são muito bem sucedidos.
Além disso, o longa trabalha com percepções visuais e auditivas como pouco se vê em obras do gênero. Visualmente, o diretor de fotografia Alwin H. Kuchler e o editor Paul Tothill entregam um espetáculo. Dos tons acinzentados do início na Finlândia, ao calor de um deserto no Marrocos, passando pelas luzes da cidade e de uma apresentação de músicos espanhóis à beirada de uma fogueira, tudo serve ao propósito de mostrar como o mundo de Hanna sai do monocromático e frio para a descoberta do calor e de novas cores, antes inéditas para a personagem. No âmbito musical, a trilha sonora composta pelo Chemical Brothers favorece ainda mais o produto final. Seja nas cenas de ação, que ganham muito com as batidas eletrônicas ou com as de tensão, criadas com a melodia de um assovio quase infantil.
Hanna é uma co-produção EUA/Inglaterra/Alemanha, e pode-se dizer que tem em seu roteiro alguns recursos típicamente norte-americanos, mas com uma execução que lembra muito mais o cinema do Velho Continente. E isso não significa que falha em suas cenas de ação. Ao contrário. O longa conta com ótimas sequências, muito bem coreografadas e que só existem graças a habilidade de seu diretor, que optou diversas vezes pelo uso de planos longos, sem corte. O destaque vai para uma cena envolvendo o personagem de Eric Bana e uma luta no metrô.
A protagonista, Saoirse Ronan mostra muita qualidade nas cenas em que se exige de sua personagem a sensação de conhecer o novo. A primeira amizade, a primeira vez que conhece a eletricidade, o primeiro beijo. Este último, por sinal, mostrado com muita elegância e sensibilidade pelo cineasta, que poderia cair numa armadilha e banalizar o momento.
Do começo até seu final, que faz uma bem-vinda referência à contos de fadas, Hanna é uma grata surpresa. Um thriller de ação inteligente e estiloso que, misturado a uma viagem de descobertas, se torna uma experiência única e tenta encontrar seu lugar em uma indústria cada vez mais propensa a tomar seu público por máquinas. Se o cinema tivesse mais filmes do gênero com a qualidade do longa de Joe Wright, seria muito mais fácil explicar como é absurda a ideia de desligar o cérebro. Aliás, nesse caso, o conceito provavelmente nem existiria.
P.S.: Infelizmente a distribuidora privou o público brasileiro da experiência cinematográfica que é Hanna, optando por lançar o filme direto para o mercado de Home Video. Lamentável.
Kevin Costner e Zack Snyder em fotos do set de Superman - O Homem de Aço
A produção de Superman - O Homem de Aço começou sem muito alarde no início de agosto e ganhou destaque com a publicação da primeira foto oficial do herói em seu novo uniforme.
Com as gravações ocorrendo na cidade de Plano, no estado de Illinois, que servirá como base para as cenas envolvendo Smallville, começam a surgir agora fotos do set. Duas imagens apareceram neste final de semana mostrando o diretor Zack Snyder e o ator Kevin Costner, que interpreta Jonathan Kent. Confira.

O filme estréia em 14 de junho de 2013.
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Com as gravações ocorrendo na cidade de Plano, no estado de Illinois, que servirá como base para as cenas envolvendo Smallville, começam a surgir agora fotos do set. Duas imagens apareceram neste final de semana mostrando o diretor Zack Snyder e o ator Kevin Costner, que interpreta Jonathan Kent. Confira.

O filme estréia em 14 de junho de 2013.[Atualizado]Batplantão: Detalhes inéditos sobre a Mulher-Gato de O Cavaleiro Das Trevas Ressurge
[Atualização: 18H15] Um vídeo mostrando a entrada de Bane (Tom Hardy) no estádio apareceu no Youtube. Nele podemos ver que o vilão está apresentado uma espécie de máquina, que pode, ou não, ter algo a ver com o que parece ter sido um terremoto, para causar a destruição no local.
[Atualização: 23H45] As gravações do filme em Pittsburgh neste sábado envolveram como locação o estádio Heinz Field, com direito a encenação de jogo e explosões que aparentemente causam uma enorme rachadura no campo.
Veja dois vídeos relacionados às filmagens. No primeiro, um dos figurantes conseguiu gravar com seu celular o momento das explosões seguidas pelos capangas de Bane (Tom Hardy) entrando no recinto. O outro vídeo na verdade é apenas o áudio do que parece ser um discurso do vilão. A grande curiosidade aqui é a voz que Hardy usa para o personagem, totalmente inesperada, soando mais como um homem de quase 80 anos do que ameaçador. Especula-se que a voz seja o motivo para o uso da máscara. Confira. (Quem publicou o áudio do discurso achou que seria legal iniciar com uma foto do Tom Hardy semi-nú, sorry #facepalm)
[Fim da atualização]
O site Batman-news tem um histórico de publicar informações de fontes confiáveis, então, apesar de sempre duvidar de boatos, resolvi colocar isso no blog, já que é uma notícia muito positiva a respeito da Mulher-Gato. Ah, e como fala do background da personagem, contém spoilers leves.
Segundo um informante, "Selina Kyle é um dos personagens mais bem escritos que veremos na tela, contando inclusive os outros dois filmes. Anne Hathaway tem potencial e material suficiente pra roubar o show como Heath Ledger fez com o Coringa. Ela faz coisas bacanas no filme como pular de janelas e roubar a Batmoto. Mas é sua história pessoal que chama atenção. Ela vem de um histórico de abusos e trabalha como stripper em uma boate, além de ser uma batedora de carteiras."
A notícia é boa demais pros fãs que se importam mais com a história e a relevância que a personagem terá no roteiro do que se seu uniforme é ou não mais sensual do que o da Michelle Pfeiffer. Segue também um caminho semelhante ao mostrado na origem da personagem quando Frank Miller a mostrou em Batman Ano Um.
Apesar de tudo, como dito acima, isso não é oficial. Encare com desconfiança.
Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge estreia em 27 de julho de 2012.
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[Atualização: 23H45] As gravações do filme em Pittsburgh neste sábado envolveram como locação o estádio Heinz Field, com direito a encenação de jogo e explosões que aparentemente causam uma enorme rachadura no campo.
Veja dois vídeos relacionados às filmagens. No primeiro, um dos figurantes conseguiu gravar com seu celular o momento das explosões seguidas pelos capangas de Bane (Tom Hardy) entrando no recinto. O outro vídeo na verdade é apenas o áudio do que parece ser um discurso do vilão. A grande curiosidade aqui é a voz que Hardy usa para o personagem, totalmente inesperada, soando mais como um homem de quase 80 anos do que ameaçador. Especula-se que a voz seja o motivo para o uso da máscara. Confira. (Quem publicou o áudio do discurso achou que seria legal iniciar com uma foto do Tom Hardy semi-nú, sorry #facepalm)
[Fim da atualização]
O site Batman-news tem um histórico de publicar informações de fontes confiáveis, então, apesar de sempre duvidar de boatos, resolvi colocar isso no blog, já que é uma notícia muito positiva a respeito da Mulher-Gato. Ah, e como fala do background da personagem, contém spoilers leves.
Segundo um informante, "Selina Kyle é um dos personagens mais bem escritos que veremos na tela, contando inclusive os outros dois filmes. Anne Hathaway tem potencial e material suficiente pra roubar o show como Heath Ledger fez com o Coringa. Ela faz coisas bacanas no filme como pular de janelas e roubar a Batmoto. Mas é sua história pessoal que chama atenção. Ela vem de um histórico de abusos e trabalha como stripper em uma boate, além de ser uma batedora de carteiras."
A notícia é boa demais pros fãs que se importam mais com a história e a relevância que a personagem terá no roteiro do que se seu uniforme é ou não mais sensual do que o da Michelle Pfeiffer. Segue também um caminho semelhante ao mostrado na origem da personagem quando Frank Miller a mostrou em Batman Ano Um.
Apesar de tudo, como dito acima, isso não é oficial. Encare com desconfiança.
Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge estreia em 27 de julho de 2012.
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