d

pOrqUE ESsE aR tãO sÉrIO?

hAHaHaHAHahaHAVEJOHahAHaHaHAHahaHAHahAHaHaHAHahaHAHahAHaHaHAHaha
hAHaHaHAHahaHAHahAHaHaHAHahaHAHahAHaHaHAHahaHAHahAHaHaHAHahaHAHa
hAHaHaHAHahaHAHahAHaHaHAVOCÊSHahaHAHahAHaHaHAHahaHNOAHahAHaHaH
hAHaHaHAHahaHAHahAHaHaHAHahaHAHahAHaHaHAHahaHAHahAHaHaHAHahaHAHa
hAHaHaHAHahaHAHahADIAHaHaHAHahaHAHahAHaHaHAHahaHAHahAHaHaHAHahaH
hAHaHaHAHahaHAHahAHaHaHAHahaHAHah18AHaHaHAHahaHAHahAHaHaHAHahaHA
hAHaHaHAHahaHAHahAHaHaHAHahaHAHahAHaHaHAHahaHAHahAHaHaHAHahaHAHa

EnqUanTO IsSo... http://www.whysoserious.com/overture/
Continua...

Especial O Cavaleiro das Trevas - Preparando-se para o filme

Bom, segue um guia do que você deve ler, assistir e conhecer antes de ver Batman – O Cavaleiro das Trevas no cinema. Não que você va se tornar um expert em assuntos relacionados ao Homem-Morcego, mas vai poder criticar com um pouquinho de conhecimento de causa, ver onde Nolan se baseou pra moldar a história, entender o porque do universo realista é fiel mesmo sem ter cara de quadrinhos e outras coisinhas mais...

Quadrinhos: A lista de boas histórias do Batman é longa. O personagem é o mais “sortudo” da DC Comics por ser agraciado por artistas tão competentes. Vamos a algumas:

Batman – Ano Um – A mini-série que conta o primeiro ano de atividades do Morcego em Gotham. As principais idéias de Batman Begins saíram daqui. Foi escrita por Frank Miller nos anos 80 e ajudou a trazer de volta o tom sério que o personagem merece.

A Piada Mortal – A Graphic Novel escrita por Alan Moore e desenhada por David Gibbons conta a origem do Coringa, 50 anos depois de sua primeira aparição nos quadrinhos. Essa versão é tida como a oficial para o surgimento do personagem. Indispensável.

O Homem Que Ri – O primeiro confronto de Batman com o Palhaço Príncipe do Crime recontado como uma espécie de continuação de Ano Um. Escrita por Ed Brubacker.

O Longo Dia-das-Bruxas – A grande inspiração do novo filme. Mini-série que mostra a descida de Harvey Dent de promotor a Duas-Caras, quando tenta combater o crime em Gotham. A HQ traça um ano quando crimes contra a máfia são cometidos em feriados. Um serial killer a solta, Batman, Gordon e Dent fazendo um pacto para levar criminosos pra prisão e o Cavaleiro das Trevas percebendo o que sua chegada a Gotham realmente pode ter trazido. Por Jeph Loeb e Tim Sale.

Vitória Sombria – Continuação direta da mini-série citada acima. Mais um serial killer assombra a cidade, desta vez indo atrás de policiais corruptos. Rumores dizem que pode ser a base de um terceiro filme do Morcegão. A história também introduz Robin a mitologia do Batman.

Batman – O Cavaleiro das Trevas – Mais uma Graphic Novel de Frank Miller. Batman num futuro, voltando a ativa. Vale ser lida pela relevância tanto para a reformulação do Homem-Morcego nos quadrinhos quanto para a época em que foi escrita: os anos 80, regime de Ronald Reagan e a Guerra Fria.

Filmes: Nem só de Batman se vive um fã de cinema, então vamos a uma lista de filmes que vai ajudar a compreender o espírito Drama-policial de O Cavaleiro das Trevas.

Fogo contra Fogo – Filme policial de Michael Mann em tom épico, mostra a caçada a um assaltante de bancos vivido por Robert De Niro efetuada por um policial interpretado por Al Pacino. Em termos de história o filme é extramente profundo no desenvolvimento dos personagens. Todos tem parte fundamental a trama e são muito bem construídos. Tem por ponto alto o assalto ao banco de Los Angeles, que serviu de inspiração a Christopher Nolan para a primeira aparição do Coringa em O Cavaleiro das Trevas.

Os Infiltrados – Longa de Martin Scorsese vencedor do Oscar ano passado. É fundamental pra quem gosta de um bom filme policial. Com Jack Nicholson, Matt Damon e Leonardo DiCaprio.

Trilogia O Poderoso Chefão – Po... é a trilogia Poderoso Chefão né? Obrigatória até pra assistir desenho da Disney :P Mas falando sério, visualmente e no desenvolvimento da história, há muito dos filmes de Coppola. Sem contar que na HQ O Longo Dia-das-Bruxas existem inúmeras referências a essa obra importantíssima do cinema.

Operação França – Uma das inspirações de Christopher Nolan para desenvolver o visual de sua versão do Batman. Um dos filmes policiais mais realistas e brutais (no que se diz respeito a como desenvolve a história e não a violência) do cinema moderno. Dirigido por William Friedkin.

Os Intocáveis – A saga de Eliot Ness contra o mafioso de Chicago Al Capone. Com Kevin Costner fazendo o papel do agente da lei e Robert De Niro no papel de um dos mais famosos gângsters da história. A cruzada de Ness pode ter servido de inspiração para a cruzada de Harvey Dent contra a máfia de Gotham no novo filme. Clássico do gênero, dirigido por Brian Depalma.

Amnésia, Insônia e O Grande Truque – Os três filmes com cara de cinema underground de Nolan. São importantes para o entendimento do estilo do diretor, da forma como ele conta suas histórias e como desenvolve os personagens.

Batman Begins – O primeiro filme da nova franquia. Tem que assistir, né? :P

Batman – Dirigido por Tim Burton. Jack Nicholson como o Coringa. É bom para ver como um personagem pode ser interpretado de duas formas completamente diferentes.

Batman Eternamente – Esse é pra torturar um pouco. Veja como o Duas-Caras não deveria ter sido adaptado pro cinema para poder depois curtir o que Aaron Eckhart fez com o personagem no novo filme.

Outras mídias: Além do cinema e quadrinhos, o Batman também foi muito bem adaptado na TV. Altamente recomendável o seriado animado dos anos 90. Principalmente a primeira temporada. E, lógico, o anime Gotham Knight, que faz uma ponte entre Batman Begins e O Cavaleiro das Trevas.

É isso aí, se você conseguir ter tempo pra conhecer tudo isso ai antes de ver o filme no cinema, garanto um aproveitamento maior da experiência :P

Continua...

Especial O Cavaleiro das Trevas: Relembrando Batman Begins pt. Final

A Resenha

Ainda me lembro, como se fosse hoje, da primeira vez que assisti ao filme “Batman”, de Tim Burton. Eu tinha 6 anos na época. Não conhecia nada do Homem-Morcego, meu pai havia me explicado antes o básico. Era um milionário, teve seus pais assassinados e pra se vingar se veste de morcego, sai a noite e caça bandidos. O filme de Burton era escuro. Seu Batman fazia mais que caçar bandidos, ele mata alguns durante o filme, inclusive o Coringa. A partir daquele momento, passei a acompanhar tudo o que podia a respeito do personagem. Comprei quadrinhos, assisti os outros filmes, a série animada. Não digo que me tornei um profundo conhecedor do morcegão, mas graças a isso, hoje eu sei que o filme que assisti aos 6 anos não mostrava o personagem que eu passei a ser fã. Aliás, nenhuma encarnação do Batman no cinema conseguiu mostrar isso, embora cada uma tente retratar uma fase diferente das HQs (e mesmo assim, nunca a mais satisfatória ou pelo menos a que a maioria gostaria de ver adaptada). O mais próximo do Batman dos quadrinhos em uma versão fora dessa midia estava nos desenhos animados. Mas faltava mais. Agora, depois de assistir Batman Begins, porém, percebo essa lacuna preenchida.
Depois de tanto tempo esperando, finalmente vi o Batman que eu conheço, no cinema. Embora o diretor do filme, Christopher Nolan, diga que seu filme é realista (e realmente o é), seu Batman é exatamente o personagem tal qual foi concebido e aperfeiçoado por diversos autores durante seus 66 anos de vida.
O filme começa intercalando imagens do pequeno Bruce Wayne e seus traumas de infância (o medo de morcegos e a morte de seus pais) e o Bruce adulto, viajando pelo mundo e treinando para conseguir alcançar os meios para combater a injustiça. É interessante a forma como Nolan joga Wayne em uma prisão no oriente e mostra que ele não chegou ali por acaso. Em rápidos flashes nos é mostrado que Bruce aprendeu outras coisas além de artes marciais. Tudo é deixado meio implícito, mas pode servir de gancho pra continuação, afinal, algum outro mestre de Bruce pode aparecer, como por exemplo o detetive particular com quem ele aprendeu suas técnicas de investigação em Chicago.
Quando o retorno de Wayne a Gotham é mostrado e o leva a sua transformação a Batman, a narrativa do filme lembra muito a mini-série Ano Um de Frank Miller. Tudo acontece muito rápido, embora não seja em um curto período de tempo (no roteiro a ação do filme se passa em tres meses). A partir de sua transformação em Batman, a história ganha mais vida. Fica mais dinâmica. Somos agraciados com imagens do Batman fazendo o que ele faz nos quadrinhos: agindo disfarçado, investigando uma região de traficantes, interrogando o policial corrupto, Flass (em uma das melhores sequencias do filme).
Outro ponto positivo do filme são os vilões. Ao contrário das outras versões, dessa vez o flme não é centrado neles, mas nem por isso não são bem construídos. Carmine Falcone, o Espantalho e Ra’s Al Ghul não estão ali a toa. Eles tem um motivo, que pelo tom realista do filme é até convincente.
Os coadjuvantes também estão ótimos, com destaque, é claro, para Alfred, responsável pelos melhores diálogos do filme, engraçados e dramáticos também. Michael Caine comprova que foi a escolha definitiva para o papel. Morgan Freeman também está muito bom como Lucius Fox e, assim como Alfred, tem alguns diálogos memoráveis. O Sargento Gordon de Gary Oldman é exatamente o mesmo Gordon de Batman Ano Um, só que com uma participação menor. E Katie Holmes, apesar de ser bem fraquinha como atriz, se sai bem, graças ao roteiro.
Quanto ao visual do filme, é tão dark quanto o gótico de Tim Burton. Gotham lembra muito a Los Angeles de Blade Runner (filme favorito de Chris Nolan). Os efeitos especiais também são um caso a parte. Não aparecem muito, e quando aparecem é porque se fazem realmente necessários.
Quando terminou, percebi como era simples adaptar o Batman. Era só um diretor levar o personagem a sério. Nolan o fez e presenteou os fãs do morcegão com o melhor filme baseado em hqs de heróis ja feito. Enfim, saí do cinema com a sensação de que pela primeira vez assisti um filme do Batman. Os outros eram apenas filmes sobre um cara vestido de Morcego.
Continua...

Veja agora o trailer de O Dia em que a Terra Parou

A refilmagem que a Fox está planejando do grande clássico da ficção científica finalmente ganhou um trailer. The Day the Earth Stood Still mostra a chegada de um alienígena, Klaatu (Keanu Reeves) e a crise global que isso ocasiona. Enquanto governos e cientistas tentam descobrir o mistério por trás do misterioso visitante do espaço, uma mulher (Jennifer Connelly) e seu filho acabam caindo no meio da história para entenderem a verdadeira missão do alienígena. Vejam a prévia em quicktime aqui.

O filme estréia em 12 de dezembro.
Continua...

Criador fala de terceiro ano de Heroes

O seriado começou bem. Apesar das inevitáveis comparações com X-Men, Heroes conseguiu, em sua primeira temporada, ser um seriado decente. Apesar do final meio sem sal (graças a uma exagerada preparação para um batalha que não ocorre), conseguiu garantir um segundo ano. Aí começaram os problemas. Além dos episódios terem sido meio sem inspiração, os roteiristas entraram em greve e prejudicaram o andamento do arco de histórias que estava sendo criado. Agora com a terceira temporada chegando, o criador Tim Kring e o roteirista Jeph Loeb deram uma entrevista ao site Collider e falam um pouco do que pretendem fazer para salvar o seriado.

Como a temporada tem o subtítulo "Villains", Kring deixa claro: "Vamos ver muitos caras maus no Volume 3. E vamos brincar com a dualidade do bem e do mal, com a idéia de ter nossos personagens heróis fazendo vilões", começa o produtor - o que talvez explique as fotos do set que vazaram há alguns dias.

"Não vamos introduzir muita gente nova, em termos de personagens com grande importância, e sim vilões que vão aparecer e sair", emendou Kring. Sobre os conhecidos, Loeb complementa: "Não podemos revelar o que acontece com eles, mas ao fim do primeiro episódio algumas coisas sensacionais serão reveladas".

"O tema central da temporada é saber o que acontece quando pessoas descobrem que têm poderes - e essa pessoas não são boas. Literalmente, todos os personagens na temporada vão encarar o dilema do livre arbítrio, escolher fazer o bem ou o mal com esses poderes", disse Kring. "Exploramos isso antes com Sylar, mas agora vamos trabalhar essa idéia como se Sylar fosse apenas a ponta do iceberg", emendou Loeb.

Para completar, os dois esclareceram que "Villains" será apenas um arco de histórias (ou volume, como eles chamam) dentro do ano três. "Villains" ocupará os 13 primeiros episódios do total de 23 ou 24 da temporada completa.

Heroes volta a TV norte-americana em 22 de setembro.


P.S.: este foi o post de numero 666... tomara que não seja um mau agouro para Heroes! :P

Continua...

Especial O Cavaleiro das Trevas - Relembrando Batman Begins pt. 3

O elenco de Batman Begins

É difícil falar do elenco do filme sem usar adjetivos. Na pele de Bruce Wayne/Batman, Chris Nolan escolheu a dedo o galês Christian Bale, ator de filmes cult como “Psicopata Americano” e “O Operário” (ambos merecem ser assistidos, são excelentes). Bale, desde sua atuação no “Psicopata...” caiu nas graças dos fãs do homem-morcego como o único ator capaz de interpretar Bruce/Batman com perfeição. Além de ser um excelente intérprete, tem o físico pro papel. Era apenas uma questão de tempo até que o futuro diretor de Batman Begins e os executivos da Warner percebessem isso. Bale foi o primeiro ator a ser contratado, depois de passar no teste, concorrendo com Cilian Murphy. Como Nolan gostou da atuação de ambos, escolheu Murphy para integrar o elenco, porém como um dos vilões da história, o Dr. Jonathan Crane (vulgo Espantalho). Por falar em vilões, Begins continua com a tradição de ter atores consagrados como antagonistas, com Liam Neeson como Ducard (e não Henri Ducard), Ken Watanabe (indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em seu primeiro filme em Hollywood, “O Último Samurai”) como Ra’s Al Ghul, Rutger Hauer como o inescrupuloso Sr. Earle, que quer o controle das Empresas Wayne e Tom Wilkinson como Carmine Falcone, o chefão da mafia.
Para os ajudantes de Batman em sua jornada, o diretor também não poupou esforços para conseguir um elenco de primeira linha. A começar por Michael Caine, na pele do mordomo Alfred Pennyworth, que desta vez desempenha um papel muito mais significante na construção do personagem principal do que nos filmes anteriores. Para o papel de Lucius Fox, Morgan Freeman foi escolhido no lugar de Lawrence Fishburne (Matrix). Gary Oldman, acostumado a fazer vilões, ficou com o papel de James Gordon, no filme longe de ser comissário, no posto de tenente. Por último, temos a única escolha “equivocada”. Katie Holmes, como a assistente do promotor e interesse amoroso de Bruce Wayne, Rachel Dawes não é exatamente um exemplo de boa atriz. De qualquer forma, sua atuação não compromete o filme.
Mas o que realmente importa é como esse elenco se sai. Bom, vamos por partes.

Christian Bale – Batman/Bruce Wayne: O ator soube como interpretar os tres personagens como jamais fora interpretado, ou seja, da forma correta. Opa, perai, três personagens? Exatamente. Batman, Bruce Wayne, o playboy e Bruce Wayne, o amargurado em busca de vingança. Sua encarnação de Batman é animalesca. Não é simplesmente um cara com uma roupa de morcego.

Michael Caine – Alfred: Até agora os fãs sempre consideraram Michael Gough o melhor ator que interpretou Alfred, assim como a melhor coisa dos quatro filmes anteriores. Bem, como eu disse, até agora. Michael Caine além de ser um excelente ator teve a sorte do Alfred do roteiro de Begins ser muito mais fiel a fonte original. Destaque para os diálogos sarcásticos (típicos do humor britânico) entre seu personagem e Christian Bale, além do papel de pai que ele desempenha.

Gary Oldman – Ten. Gordon – Como eu já escrevi por aqui, os quatro filmes anteriores tiveram a péssima encarnação do Com. Gordon, em que o policial era inútil, não era respeitado por ninguém na sua delegacia e era totalmente dependente do Batman. Não tinha nada que lembrasse o comissário dos quadrinhos. Para Begins, o diretor optou por ter Gordon ainda como Tenente, enfrentando a corrupção na polícia e as ameaças de seus colegas. Oldman, além de ter ficado idêntico ao personagem da mini-série Ano Um o interpretou também como o personagem da supra-citada obra. Apesar de achar que Batman está tentando ajudar, ele tem dúvidas, sente como se estivesse errado.

Morgan Freeman – Lucius Fox: O personagem nos quadrinhos é o segundo homem em comando das Empresas Wayne. No filme é um inventor deixado de lado pelo Sr. Earle, e se torna amigo de Bruce ao disponibilizar as armas para que o milionário se torne o Homem-Morcego. Sua função na produção é parecida com a do “Q” dos filmes do 007.

Katie Holmes – Rachel Dawes: A personagem não existe nos quadrinhos, talvez por isso seja um tanto desnecessária. Sua função no filme é ser o contato de Batman no sistema judiciário (papel que nos quadrinhos era do promotor Harvey Dent) e o interesse amoroso de Bruce.

Liam Neeson – Ducard: Nos quadrinhos, Ducard é um assassino francês com quem Wayne aprende técnicas de espionagem, infiltração e até mesmo assassinato. No filme, porém, Ducard é uma incógnita. Se apresenta como servo de Ra’s Al Ghul e treina o jovem Bruce nas artes do ninjitsu.

Ken Watanabe – Ra’s Al Ghul: Talvez o personagem mais polêmico do filme, Al Ghul nesta versão é japonês, não é imortal, não tem uma filha chamada Tália e não chama Batman de Detetive. Porém, seus ideais permanecem intactos. Ele ainda quer purificar o mundo dos humanos e pretende fazer isso através de Gotham City.

Cilian Murphy – Dr. Jonathan Crane: Responsável pelo Asilo Arkham na produção, trabalha com Carmine Falcone, traficando drogas. Cria a droga do medo, que testa em seus pacientes no Arkham. Porém, há muito mais por trás do vilão e seu verdadeiro empregador tem outros planos para o gás que o Dr. Crane criou. Assume a identidade do Espantalho, tal qual nos quadrinhos, e pretende espalhar seu gás por toda cidade.

Tom Wilkinson – Carmine Falcone: Assim como sua contraparte dos quadrinhos, Falcone é o grande chefe do crime de Gotham. É a primeira ameaça que Batman enfrenta. Não sofreu grandes mudanças na passagem dos quadrinhos pro cinema.

Talvez possa parecer que os vilões de Begins não sejam uma ameaça a altura. Ora, eles nem são tão primeiro escalão assim (embora Ra's seja importante na mitologia do Morcego). A verdade é que este é um filme de origem do herói. Colocar o Coringa numa produção assim tiraria a atenção que o personagem principal deve ter.

Avaliação:
Elenco 9/10
Personagens: 9/10

Continua...

Cenas Memoráveis: Especial Perseguições

Goldeneye (1994)

O que seria dos filmes de 007 sem as perseguições? Porém 007 contra Goldeneye, a produção que trouxe Bond de volta ao cinema em 1994, eleva o nível desse tipo de sequência de ação, quando coloca o agente em um tanque nas ruas de São Petersburgo atras de um General russo traidor. Impagável!

Continua...
 
Copyright (c) 2010 Blogger templates by Bloggermint