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Divulgada a primeira imagem oficial de Lone Ranger

O filme que mais uma vez levará às telonas o Cavaleiro Solitário e seu parceiro índio, Tonto, acaba de ganhar sua primeira foto de divulgação.

Confira logo abaixo, Johnny Depp como Tonto e Armie Hammer na pele do Cavaleiro, alter-ego do jovem John Reid, que é deixado para morrer numa emboscada mas é salvo por seu futuro companheiro indígena.


No elenco estão William Fichtner, Tom Wilkinson, Barry Pepper, James Badge Dale, Helena Bonham Carter e Ruth Wilson. A direção é de Gore Verbinski, e o filme é produzido por Jerry Bruckheimer, ou seja, a mesma dupla responsável por Piratas do Caribe.

Lone Ranger chega aos cinemas em 31 de março de 2013.
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Tocando no telhado: 44 anos de um gênero videoclíptico

Provavelmente você curte uma banda que em algum ponto da carreira fez um videoclipe se apresentando no telhado de um prédio. Você talvez deve até ter se perguntado de onde veio essa ideia. A resposta? Claro, Beatles! Todo mundo conhece a apresentação no Apple Studios de onde saiu o clipe de Get Back (essa também foi a última vez que os 5 Rapazes de Liverpool tocaram ao vivo)! Olha ele aí embaixo; Clique na imagem pra assistir (a partir de agora todos os vídeos serão linkados desta forma no blog, para evitar a cobrança do ECAD - mais sobre isso aqui).

Pois é, mas essa não foi a primeira vez que uma banda fez um show num telhado. Um ano antes, o Jefferson Airplane havia se apresentado da mesma forma e foi tudo filmado por ninguém menos que Jean-Luc Godard. É mole?

A ideia foi do Jefferson Airplane, mas os Beatles a popularizaram de vez (afinal, são mais populares que Jesus Cristo). Inúmeras bandas aproveitaram o mesmo conceito e, até hoje, são feitos vídeos musicais com shows num telhado. Videoclipe de gênero, por que não?

Abaixo você confere alguns dos vídeos mais bacanas que fazem parte desse legado deixado por artistas sessentistas para a indústria fonográfica. Repare que até mesmo a intervenção policial se tornou um elemento quase fundamental pra esse "gênero" funcionar.


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Documentário do Dia: (NSFW) Frat House, o vídeo banido de Todd Phillips

Todo mundo conhece Todd Phillips. Diretor de Se Beber, Não Case, roteirista de Borat, seu nome acabou ficando ligado a comédias besteirol adultas. Porém, no início de sua carreira, lá pelos idos dos anos 90, Phillips dirigiu um documentário para a HBO. Frat House mostrava os bastidores dos rituais de iniciação das Fraternidades universitárias dos EUA. Basicamente toda aquela baboseira mostrada na série American Pie, só que real. Ou não, já que antes do programa ir ao ar começaram a surgir rumores de que o cineasta havia forjado todas as situações mostradas (que são bem perturbadoras, diga-se de passagem). A HBO, pra não correr riscos de exibir um documentário falso como se fosse verdadeiro, decidiu banir o programa de sua grade.

Mas como na era da internet, nem o que acontece em Vegas fica apenas em Vegas, o documentário foi parar no Youtube. E está disponível no player abaixo. Mas, fique avisado: o vídeo é altamente NSFW!

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A Era do Gelo 4 ganha seu primeiro trailer. Confira!

A quarta parte de uma das franquias mais bem sucedidas atualmente acaba de ganhar sua primeira prévia completa. A Era do Gelo 4 mostra os personagens sobrevivendo à separação da Pangeia, causado por uma das aventuras do esquilo Scrat.

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Assista ao novo trailer de Homens de Preto 3

O retorno dos agentes J e K (Will Smith e Tommy Lee Jones) acontece em maio deste ano e promete uma trama que além de alienígenas, envolve viagem no tempo.

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Assista 10 minutos de John Carter!

Talvez pra ajudar a dar um "UP" (trocadilho infame, eu sei) no marketing de seu novo longa, a Disney divulgou uma sequência de 10 minutos de John Carter. Talvez, se tivesse trabalhado melhor os trailer do filme, não precisasse desse tipo de coisa.

A adaptação do personagem criado por Edgar Rice Burroughs estreia nos cinemas em 9 de março.

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Crítica: Poder Sem Limites

A estética de "filmagem encontrada" já chegou a seu esgotamento dentro do gênero terror (embora ainda leve o público para as salas de cinema). Por isso nada mais natural que experimentá-la em outro tipo de filme, principalmente um que está em seu momento mais glorioso: o de super-heróis. E, embora o mero fato de se trabalhar com duas fórmulas que agradam possa parecer um tanto forçado, a ideia funciona muito bem em Poder Sem Limites, mesmo com alguns escorregões aqui e ali. Dirigido pelo novato Josh Trank, o filme mostra Andrew (Dane DeHaan), um jovem colegial cheio de problemas em casa com o pai alcoólatra e a mãe gravemente doente, que depois de uma rave, encontra, com seu primo Matt (Alex Russell) e o aspirante a político Steve (Michael B. Jordan), uma estranha formação rochosa cujo brilho intenso lhes conferem poderes telecinéticos.

Desde a primeira cena de Poder Sem Limites, quando o espectador é apresentado ao protagonista vivido por DeHaan, o filme deixa tudo muito claro a respeito do ambiente onde este foi criado. O pai abusivo, aos olhos do filho um vagabundo que vive de uma pensão por invalidez, é apontado imediatamente como responsável por toda a revolta do garoto, principalmente por sua evolução ao longo da trama, conforme treina suas recém-adquiridas habilidades e pela forma quase doentia com que resolve filmar todos os momentos de sua vida. Deste núcleo é possível identificar algumas fraquezas do roteiro do também novato, Max Landis (filho de John Landis). A primeira vem justamente do pai vivido por Michael Kelly, que nutre um sentimento quase de ódio pelo filho, mas cuja natureza nunca é explorada. A segunda não é usar a câmera como barreira entre o garoto e o mundo, mas explicar isso de forma bem didática, mais ou menos na metade da narrativa. O complicado do visual "filmagem encontrada" é que aquilo deveria exibir reações expontâneas, mas quando se tem personagens explicando elementos que deveriam ser subentendidos pela audiência, tudo soa de forma artificial. E assim o é quando o primo de Andrew, apresentado como um garoto popular que tem como uma de suas grandes preocupações a manutenção de seu muscle car, cita Schopenhauer e Platão, simplesmente para incluir uma boba discussão filosófica na trama, que nunca evolui pra nada a não ser explicações que parecem ter saído do wikipedia.

Desnecessária também é a garota interpretada por Ashley Hinshaw, presente simplesmente por possuir uma segunda câmera, cujo uso é parte do terceiro ato e mesmo assim não justifica a personagem descartável. Mas apontando erros assim, pode-se ter a impressão que Poder Sem Limites é ruim. Não é. Apesar desses topeços, o longa é bem eficiente ao que se propõe: dar ao gênero de super-heróis uma narrativa incomum, conferindo, além de certa aproximação do público com os três adolescentes poderosos, boas cenas nas inúmeras demonstrações de suas habilidades. Um bom exemplo é o uso remoto da câmera por Andrew. Assim que desenvolve sua capacidade de controlar objetos com a mente, o jovem dispensa o uso das mãos para manipular sua "companheira" e passa a registrar vários momentos a partir de ângulos improváveis, culminando numa fantástica sequência aérea num momento de descontração do trio, quando aprendem a voar. A escolha do trio principal também favorece o longa (apesar do já citado problema com alguns diálogos) e, por serem atores desconhecidos, conferem um ar ainda mais "palpável" à idéia de tudo ser um registro pessoal de imagens.

O roteirista Landis e o diretor Trank também são muito felizes quando resolvem aderir à cenas bem humoradas, que podem parecer banais no início, mas funcionam como uma curiosa introdução ao primeiro incidente que denuncia a dúbia índole de Andrew. É um dos "truques" mais antigos do cinema, fazer o espectador rir com os personagens para logo em seguida ficar apreensivo por eles mas, bem empregado como é neste caso, faz valer seu uso.

Mas é mesmo no clímax que Poder Sem Limites se torna uma obra de super-heróis digna de grandes estúdios. O fato do diretor e sua equipe de efeitos visuais terem conseguido criar a sequência de ação final com o orçamento baixíssimo de 15 milhões de dólares, por si só, já é um feito digno de nota. Soma-se a isso a narrativa competente e o bom trabalho dos atores, e o que se vê na tela é um dos melhores momentos do gênero dos últimos anos. Tudo bem, existe uma enorme inspiração em Akira, mas é o "como acontece" que realmente conta, muito mais do que o fato em si.

Em meio a tantas produções sobre seres superpoderosos, baseadas em quadrinhos ou não, Poder Sem Limites surge como uma grata surpresa. Um longa cujo uso da estética batida a que recorre se justifica até na virada que a trama apresenta a respeito dos protagonistas. Talvez se os diretores de alguns filmes de terror conseguissem entender que a escolha da forma deve seguir um propósito maior do que o de atrair o público, as "filmagens encontradas" pudessem até voltar a fazer sentido dentro do gênero. Enquanto isso não acontece, talvez seja melhor o cinema ficar com experimentações como esta de Josh Trank.
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