[Atualizado com o trailer do filme] Primeiro pôster de Happy Feet 2

[Atualização] Foi divulgado essa noite o primeiro trailer completo de Happy Feet 2. Confira.


[Fim da Atualização]

A continuação será novamente dirigida por George Miller e sua versão original contará com as vozes de Elijah Wood, Robin Williams, Hank Azaria, Alecia Moore (P!nk), Brad Pitt, Matt Damon e Sofia Vergara.

O filme estreia em 18 de novembro nos EUA.

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Twixt, próximo filme de Francis Ford Coppola, ganha mais imagens

Desta vez dá pra ter ainda mais ideias sobre o visual do filme, que o diretor descreve como um thriller gótico. Parece, pelas imagens, que Coppola andou lendo Sandman antes de dirigir seu novo longa. Confira abaixo e clique para ampliar.

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Data e detalhes do lançamento de Velozes e Furiosos 5: Operação Rio em DVD e Blu-ray

A Universal liberou as informações do lançamento de Velozes 5 em Home Video, que acontece em 4 de outubro de 2011. As edições disponíveis nos EUA incluem, Blu-ray, DVD e combos contendo os dois formatos.

Veja abaixo a lista de extras.


BLU-RAY™ BÔNUS EXCLUSIVOS DA EDIÇÃO EM ALTA DEFINIÇÃO:

- DOM VS. HOBBS: Como a sequência foi gravada.
- NO SET COM O DIRETOR JUSTIN LIN: Vá pra trás das câmeras com o diretor do filme.
- DENTRO DA PERSEGUIÇÃO COM O COFRE: Veja como foi rodada a sequência mais perigosa do filme.
- TYRESE TV: Tyrese Gibson apresenta um featurette de bastidores.
- NOVO! pocket BLU™ para TABLETS AND COMPUTADORES, APRESENTANDO O UNIVERSAL'S SECOND SCREEN

O popular aplicativo para smartphones está ainda melhor com novas atualizações para iPad, Android, PC e Mac, com extras feitos especialmente pra tirar vantagens de aparelhos com telas grandes e de alta resolução. Com o UNIVERSAL'S SECOND SCREEN você desfruta de uma experiência inovadora que deixa você controlar e interagir com extras da edição em Blu-ray de Fast Five direto do seu tablet ou computador, sincronizado com a sua TV. Enquanto o filme roda você acessa extras como:

Take Control 2.0: Vá pra dentro da produção do filme com diretor e equipe.

Virtual Car Garage: Veja os carros usados no filme com visualização em 360 graus

Scene Explorer: Várias cenas do filme explicadas desde a criação do storyboard até a finalização dos efeitos.

Picture in Picture: Equipe e elenco contam como foi a produção de Velozes 5.

The Music of Fast Five: Um simples toque e você descobre a música que está tocando no filme, além de poder criar uma playlist e comprar a trilha sonora direto de seu smartphone ou computador.

Blu-ray™ Combo Pack e dvd combo pack:

- CÓPIA DIGITAL

BÔNUS Do Blu-ray™ e DVD:

- CENAS DELETADAS
- ERROS DE GRAVAÇÃO
- DOM'S JOURNEY: Um retrospecto do personagem de Vin Diesel
- BRIAN O'CONNER: FROM FED TO CON: Retrospecto do personagem de Paul Walker
- ENTER FEDERAL AGENT HOBBS: Veja tudo sobre o mais perigoso inimigo de Dom e Brian
- COMENTÁRIO EM ÁUDIO DO DIRETOR JUSTIN LIN

Tanto as edições em Blu-ray quanto em DVD não vem com legendas em português. Veja abaixo mais especificações técnicas:

BLU-RAY™

Lançamento:4 de outubro, 2011

Duração: 2 horas, 12 minutos

Layers: BD-50

Formato de tela: Widescreen

Aspect Ratio: 2.35:1

Idiomas/legendas: Inglês SDH, Espanhol, Francês

Áudio: Inglês DOLBY DIGITAL 5.1 / DD DVS 2.0, Francês Canadense e Espanhol DTS Surround 5.1

DVD

Layers: Dual Layer

Formato de tela: Widescreen anamórfico

Aspect Ratio: 2.35:1

Idiomas/legendas: Inglês SDH, Espanhol, Francês

Áudio: Inglês DOLBY DIGITAL 5.1 / DD DVS 2.0, Espanhol e Francês Canadense DOLBY DIGITAL 5.1

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Crítica: Wonder Woman, o piloto rejeitado da Mulher Maravilha

Pra uma série ser aprovada é necessária a produção de um episódio que tem por objetivo convencer investidores e emissoras de TV de que aquele produto pode agradar o público e por consequência, conseguir uma boa audiência. Provavelmente por isso o seriado da Mulher Maravilha foi engavetado. Seu piloto, que vazou no final de semana na internet, em momento algum consegue convencer o espectador a voltar a assistir outro episódio na semana seguinte. Na verdade, mal consegue convencer alguém a continuar assistindo o capítulo em questão.

Adaptações de histórias em quadrinhos, mesmo que de títulos conhecidos, precisam de um tempo pra origem do personagem. É uma forma de criar uma ligação com quem assiste, ao mesmo tempo que mostra as motivações dos protagonistas. Por mais básico que isso seja, se for bem feito é infalível. Por isso em Lois & Clark, por exemplo, o espectador acompanha as decisões que levam Clark Kent a se tornar o Superman, mesmo sua origem sendo extramente popular. Pelo mesmo motivo, Smallville começa com Kal-El chegando na Terra. Em Wonder Woman, a heroína já existe, e a única coisa que o roteiro faz questão de dizer sobre seu passado é que a moça estava apaixonada quando resolveu combater o crime. Sério? Só isso já é o suficiente pra uma personagem feminina vestir roupa colante e sair por aí arrebentando criminosos? Claro que não, e por isso a série, se fosse aprovada, já começaria com o pé errado. Não há, nos 40 minutos do episódio, um momento sequer que justifique as atitudes da moça, por mais nobres que sejam.

Outro problema grave é a falta de carisma da protagonista. Se não há possibilidade de identificação com a personagem graças a ausência de um background convincente, não há também simpatia nenhuma pela Mulher Maravilha de Adrianne Palicki. Ela até é bonita, mas sua interpretação se resume a biquinhos quando está nervosa, olhos apertados quando está frustrada e todos os outros sinais de canastrice que você possa imaginar.

E, os fãs da personagem não ficariam contentes também com a abordagem de Diana Themyscira, alter-ego de Diana Prince, por sua vez, alter-ego da Mulher Maravilha. A justificativa pra existência das três "personalidades" não faz o menor sentido, além de ser um desrespeito com o material original, já que copia descaradamente a relação Tony Stark/Homem de Ferro dos filmes do herói da Marvel.

Por outro lado, a série consegue ter algumas cenas de ação interessantes, mesmo que essa versão do episódio traga diversos efeitos inacabados. Mas não é só disso que vive um seriado, e novamente o roteiro peca ao não desenvolver corretamente, ou de forma alguma, a protagonista. Isso fica claro quando pra encerrar uma luta a Mulher Maravilha arremessa um cano no pescoço de um capanga, atravessando-o e o matando de uma forma que só cabe ao Justiceiro e não a uma mulher vestindo a bandeira americana.

Pra terminar, é bom dizer algo sobre o fator "uniforme". Sério, nas HQs pode até funcionar aquela roupa, mas quando ela é transposta para o mundo real... Não tem como não rir. Era assim com o seriado dos anos 70 e continuará sendo, até o dia que resolverem vestir a personagem com couro preto ou algo do tipo. Até faria jus às origens da heroína em suas primeiras histórias repletas de referências a sadomasoquismo. A justificativa de Bryan Singer pra não vestir os X-Men com suas roupas dos quadrinhos cabe como uma luva pra Mulher Maravilha. Pena que os produtores não perceberam isso (e todos os outros problemas citados) e arruinaram a chance da DC emplacar outro seriado na TV. E, pela falta de vontade em criar algo bom, nem os envolvidos estavam certos de que o programa daria certo.

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