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Crítica: Transformers

Para definir Transformers, adaptação da clássica linha de brinquedos da Hasbro para as telonas que estreou na última sexta-feira no Brasil, é só imaginar um filme do início da carreira de Steven Spielberg, como Contatos Imediatos... ou E.T., dirigido pelo Michael Bay. De Spielberg, o produtor, surgem os elementos da história e de Bay, o diretor, sobram as breguices visuais típicas de suas produções (vide Armaggedon).

O filme é recheado de elementos extremamente oitentistas. A família biruta do jovem personagem principal, a gostosona do colégio que sai com o jogador de futebol americano e por aí vai. Os primeiros 40 minutos do filme parecem até homenagem à "década perdida". A cena do carro tocando músicas para a personagem de Megan Fox é uma prova disso. Parece ter sido escrita pelo roteirista de Goonies ou algo do gênero. Depois, quando a ação com os robôs gigantes finalmente começa, Michael Bay toma as rédeas e faz o que sabe fazer: cenas de tirar o fôlego, muito bem filmadas, mas extramamente piegas quando resolvem enaltecer um ou outro personagem (principalmente um dos soldados do filme... Bay deve ter alguma coisa com o exército americano).

A história é fraca mas, ninguém vai ao cinema ver um filme com robôs gigantes esperando complexidade de roteiro. Por isso, nem vale a pena resumi-la, pois ela não importa. É uma diversão família, típica Sessão da Tarde. E nessa proposta a produção se sai bem, tirando uma desnecessária piada de masturbação.

O que interessa mesmo é ver os robôs brigando, e as batalhas são sensacionais, apenas com um defeito. Por causa do visual extremamente carregado dos robôs, fica difícil saber quem é quem. Enquanto no clássico desenho animado e nos brinquedos, os Autobots e os Decepticons tinham um design bem clean, no filme não é assim. São milhões de partes móveis, poluindo o visual dos personagens.

Na longa batalha final, os únicos robôs identificáveis, por exemplo, são BumbleBee e Optimus. O primeiro, por causa de uma avaria ocorrida durante uma briga e o segundo, por suas cores e porque toda vez que aparece está fazendo um discurso (o que é muito chato...).

No final de tudo, Transformers é o filme com as cenas de ação mais sensacionais do ano. Com um orçamento menor que de Superman Returns, por exemplo. E também um filme família superior à Quarteto Fantástico. Mas, continua sendo um filme de Michael Bay, então todos aqueles clichês como o exército salvando o dia estão lá. É um filme pra se assistir com o cérebro desligado, despreocupado com qualquer outra coisa. Faça isso e quando sair do cinema, vai se sentir uma criança depois de ter assistido um comercial de 2 horas de um brinquedo muito legal.

Algumas considerações (antes que eu seja linchado):

No começo do texto, eu disse que Transformers é a adaptação de uma linha de bonecos. Muita gente conhece os personagens a partir do desenho animado, mas eles surgiram primeiro como bonecos.

Eu mesmo não lembrava do desenho, apenas de suas versões mais recentes, Beast Wars e Beast Machines. Então resolvi assistir alguns episodios da série clássica e cheguei a conclusão que tirando algumas homenagens, o filme não adapta os desenhos, mas simplesmente traz os robôs para uma nova audiência, com elementos da animação clássica para agradas os fãs mais velhos.

Por isso na resenha, tratei o filme como um produto a parte. Tá explicado?

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Revelado o novo Justiceiro

 

Por incrível que pareça, Justiceiro ganhará uma continuação. O filme de 2004, fracasso total de bilheteria contava com Thomas Jane no papel principal. Porém, as vendas do DVD garantiram uma continuação, que enrolaram tanto pra anunciar, fazendo Jane desistir do projeto.

Agora a Lions Gate parece confiante em levar o projeto adiante e já contratou o ator para vestir a camiseta de caveira. Será Ray Stevenson, do seriado Roma da HBO.

O filme será dirigido pelo famoso "quem?" Lexi Alexander. Se você não assiste Roma e não faz idéia de quem seja o ator, vai ai uma foto.

Pelo menos ele é grandalhão... porquê o Thomas Jane, coitado... parece o Christopher Lambert depois de algumas aplicações de botox...

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Bon Jovi reclama de marca de energéticos

 

Jon Bon Jovi, ainda com seus 20 e poucos anos, mesmo depois de 500 anos de carreira está irritado. E não é porque o último CD de sua banda é uma porcaria.

Ele está batendo o pé por causa de uma marca de energéticos nos EUA com o nome de Mijovi (sem risos, ainda, por favor). Segundo o "Bom Jovem", a marca copia seu nome (Bon Jovi=Mijovi??) e usa expressões como "it'smijovi" e "it'smylife" em campanhas publicitárias. It's My Life como todos sabem é um grande sucesso da banda.

O advogado de Jon mandou uma carta à empresa exigindo que eles parem de imitar o nome do cantor e de utilizar o nome de uma música famosa para vender seu produto.

Marcos Carrington, dono da empresa, afirma que o energético recebeu esse nome por causa de sua namorada, que se chama Jovita (desculpem as Jovitas que por acaso possam ler esse post... mas isso é nome de traveco!) e não por causa do músico. O empreendedor afirma ainda que as palavras "itsmijovi" e "itsmilife" significam "it's my jovial life" (em português: "é a minha vida jovial"). "É injusto porque Mijovi não tem nada a ver com Bon Jovi", finaliza Carrington.

Bom, com uma coisa, Bon Jovi não precisa se preocupar. Em países de língua portuguesa, uma bebida chamada MIJOVI nunca venderia!

Quanta besteira...

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Anunciado diretor de Wolverine

 

É Gavin Hood, o escolhido pela Fox para comandar o filme solo do "baixinho" interpretado pelo grandalhão Hugh Jackman.

Pra que não conhece, Hood venceu um Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por Infância Roubada e seu próximo filme, Rendition, tem gerado críticas postivas pelas prévias mostradas até agora.

"Eu sou fã do trabalho de Gavin e ele fará um filme com intensidade e a ação que os fãs esperam", declarou o Wolverine em pessoa, Hugh Jackman.

O filme, produzido pelo próprio Jackman ao lado de Lauren Shuler-Donner e John Palermo, tem estréia prevista para 2008. O roteiro é de David Benioff, responsável por bons filmes como A Última Noite e A Passagem.

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Confira novas imagens do Corvo, ops... Coringa

 

Mais uma noite de filmagens de The Dark Knight em Chicago. E uma cena envolvendo o Coringa foi fotografada por alguns curiosos.

Confira abaixo as imagens. E clique nelas para uma versão maior.

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Não sei... por mais que eu confie no Nolan, esse Coringa tá muito estranho. Claro que no filme vai ficar diferente, e não dá pra julgar por essas imagens... mas que tá estranho, tá.

E, numa notícia relacionada, Aaron Eckhart confirmou que não será apenas Harvey Dent, mas Duas-Caras também, na continuação de Batman Begins.

Agora, imaginem, se o Coringa está assim, o Duas-Caras vai estar como??

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Crítica: Ratatouille

Quando assisto um filme, me sinto na obrigação de recomendá-lo, ou não, aos leitores deste blog. Não são todos os filmes. Apenas alguns, que me empolgam o suficiente para escrever uma resenha. E o último a me deixar ansioso para chegar em casa e escrever foi a animação Disney/Pixar, Ratatouille. A cada ano, essa parceria gera produções melhores, e não é diferente em 2007. E não são melhores apenas em qualidade técnica, mas na história também. Cada vez mais os filmes de animação têm se preocupado em agradar também aos pais ou irmãos mais velhos. E o melhor de tudo, sem soar forçado ou apelativo.

O roteiro mostra um ratinho, Remy, que se difere de sua colônia (como vem se tornando hábito, essas histórias sempre são focadas na minoria excluída). Ele não quer saber de comer restos. Como tem um paladar apurado, descobre sabores em ingredientes mais, digamos, finos. Como Remy cresceu assistindo aos programas de gastronomia do chef Gusteau, ele aprende no lema "qualquer um pode cozinhar" que a sua missão é se tornar um grande cozinheiro. Então, ao se separar de sua família, Remy vai parar em Paris, bem na cozinha do restaurante de seu "mentor", agora falecido. Agora ele tem que ajudar Linguini, um jovem recém-contratado do restaurante a se tornar o maior chef da cidade. O problema é que o novo gerente, Skinner não quer Linguini por perto, já que o jovem é, sem saber o legítimo dono do Gusteau's.

O que realmente impressiona no filme, é a maneira que o diretor Brad Bird conta essa história. Apesar de Remy ser o personagem principal, ele é um animal. E continua sendo um, ao longo de todo filme. Ele não fala com Linguini, apenas se comunica com ações e gestos. Além disso, é o humano da história o protagonista de um romance, e não o rato. Linguini é também uma grande homenagem, no humor físico impagável, a atores como Peter Sellers. Seus trejeitos e timidez levam às sequências mais engraçadas do longa. E suas piadas são as mais adultas, devido à certas sutilezas do texto.

Quanto ao fator técnico, Ratatouille eleva o padrão de texturas a um nível nunca visto. Reparem na sopa que Linguini e Remy preparam. E também no metal dos talheres da cozinha. E, o mais impressionante, Paris. Quando é apresentada pela primeira vez, a cidade é deslumbrante e em momento algum parece ter saido de uma animação.

Fazendo trocadilhos com o mundo gastronômico, Ratatouille é um daquele pratos que você não se contenta em provar apenas uma vez. Mas, não se engane. A Pixar é praticamente um restaurante, pois te oferece, ainda, um prato de entrada tão "saboroso" quanto o principal. Certifique-se de chegar cedo para não perder o curta-metragem Quase abduzido. E ainda pra ficar com aquele gostinho de "quero mais", com o trailer de Wall-E, a aposta para o ano que vem do maior estúdio de animação da atualidade.

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Divulgado teaser de novo Asterix

 

A franquia Asterix nos cinemas parece estar com força total. Depois de Asterix e Obelix contra César e Asterix e Oblix: Missão Cleópatra, é a vez de mais uma adaptação de um álbum de Goscinny e Uderzo. Asterix nos Jogos Olímpicos coloca os gauleses mais uma vez contra os romanos. Confira abaixo o teaser da superprodução francesa de 78 milhões de euros.

 

No elenco estão Alain Delon (P*t* que pariu!!!!!!) (César), José Garcia (Sacapus, um centurião romano), Jean-Claude Van Damme (hauhauahuauha)(o atleta romano Cornedurus) e o comediante espanhol Santiago Segura. Em pontas, aparecerão David Beckham (será que ele vai fazer o que? um atleta metrossexual?), Zinédine Zidane (e esse? será que vai ser algum gaulês que da cabeçadas nos romanos?) e Claudia Cardinale (caraaaaa***!!!!!), entre outros.

Nos papéis principais, Gerard Depardieu volta como Obelix, porém Asterix ganha um novo intérprete: Clovis Cornillac.

Continua...
 
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