O tão comentado final do filme com Will Smith não agradou muito a crítica especializada e o publico também. Confira agora a outra versão de como Eu Sou a Lenda deveria ter terminado.
Cá entre nós... continua meia-boca!
Crítica: Poder Sem Limites
Som: Van Halen
Crítica: A Invenção de Hugo Cabret
Episódio 4 - Elementar: Tudo Que Você Precisa Saber Sobre Sherlock Holmes Leia Mais...
Filme de super-heróis traz estética nova ao gênero. E funciona. Leia Mais...
O retorno de David Lee Roth comentado por Mauro Barreto Leia Mais...
Scorsese declara seu amor ao cinema. Leia Mais...
O tão comentado final do filme com Will Smith não agradou muito a crítica especializada e o publico também. Confira agora a outra versão de como Eu Sou a Lenda deveria ter terminado.
Cá entre nós... continua meia-boca!
Um dos filmes mais bacanas dos anos 80 foi Highlander - O Guerreiro Imortal. Com Christopher Lambert fazendo o papel de Connor Macleod, o imortal que precisa sobreviver ao jogo de "só pode haver um". Apesar de ter rendido continuações horríveis, o primeiro filme é uma poesia visual. Discute vários temas e é belíssimo quando mostra o lado mais romântico do personagem de Lambert.
Fadado a ver todos os seus amores envelhecerem e morrerem, Macleod relembra aquele que fora seu grande romance. Quando é banido de sua vila natal na Escócia, vai morar num castelo abandonado e encontra Heather. Lá eles vivem uma vida simples e feliz, até Connor descobrir sua verdadeira natureza, a de um imortal. Ele descobre, por seu mentor Ramirez (Sean Connery) que além de ser obrigado a ver sua amada morrer, também não poderá dar a ela a alegria de um filho, pois os imortais são estéreis.
A cena a seguir, embalada pela música do Queen (que compôs a trilha ao lado do maestro Michael Kamen) é uma sequência das imagens que representam os últimos anos de Connor e Heather. Que filme hoje em dia coloca uma montagem dessa, com uma trilha como essa? Nenhum. Highlander com certeza é imortal (e único).
Trent Reznor nunca esteve tão produtivo. Depois do With Teeth e Year Zero, sua banda lança agora um álbum instrumental, Ghosts I-IV. E, para a alegria dos fãs, 9 faixas estão disponíveis DE GRAÇA no site do novo lançamento. O trabalho completo soma 36 faixas, que podem ser compradas por 5 dólares.
Além da versão em MP3, Ghosts também sai em CD, em edições variadas. Em edição dupla, sai por 10 dólares nos EUA. Por 75 dólares (em torno de 130 reais) você leva uma caixa com os dois CDs e um DVD. Por 300 verdinhas (510 reais) você poderia ter levado os CDs, quatro vinis e ilustrações em uma edição de luxo autografada por Trent Reznor. Poderia, porque esta edição limitada a 2.500 cópias já foi toda vendida.
Em entrevista à Billboard, Reznor explicou que o álbum é resultado de improvisos. Segundo ele, o que era para ser um EP acabou se tornando um disco duplo, composto por sonoridades que dificilmente seriam aceitas pelas grandes gravadoras, o que fortalece a decisão de liberar o álbum para download.
Apesar do fenômeno que se tornou, o seriado Lost nunca me impressionou. Durante as três últimas temporadas fui daqueles espectadores chatos e céticos que não viam que o seriado iria conseguir escapar de seu próprio roteiro. Sempre vi em Lost os erros que fizeram das últimas temporadas de Arquivo X um fracasso total. Segredos demais e respostas praticamente inexistentes. Como isso refletiu na audiência, parece que J.J. Abrams e Damon Lindelof resolveram finalmente pararem com a enrolação.
A quarta temporada, que estreou nesta segunda no Brasil via TV paga, começa de forma frenética. Até agora nos EUA já foram 5 episódios e cada um deles teve uma enorme relevância para a mitologia do seriado. Centrados agora em flashforwards (flashes de eventos futuros) com os “Seis da Oceanic”, os que sobreviveram (ou os que saíram da ilha), os episódios estão realmente dinâmicos, como nunca foram. Finalmente Lost está provando a que veio, e já revelou algumas questões que permeavam a mente dos espectadores desde o começo.
Mas, como nem tudo são flores, ainda teremos mais duas temporadas após esta, o que provavelmente quer dizer que irão nos enrolar um pouco mais. Quer saber o que realmente está acontecendo? Tenho certeza que as respostas só virão no derradeiro episódio. Alguem sabe outra forma para manter a atenção dos espectadores?
Quando Rambo – Programado para Matar foi lançado, além de um filme de ação, era uma produção com uma mensagem relevante a passar. Um reflexo dos problemas e preconceitos pelos quais os veterandos do Vietnan viveram no final da década de 70 e início de 80. Sylvester Stallone era John Rambo, uma máquina de matar que buscava algum sossego, mas encontrava o inferno nas mãos de um xerife que via no ex-combatente a personificação da desordem. Sucesso de público, foram necessários apenas 3 anos para que um novo Rambo surgisse nos cinemas. O segundo filme, porém, já não é mais tão relevante e cai nas graças do público apenas como mais um blockbuster de ação. Mais tres anos e Rambo 3 coloca o herói no Afeganistão para ajudar os Mujaheddin a se libertarem dos russos. De novo, apenas ação. A única mensagem era que os russos estavam abusando do povo Afegão. O que anos mais tarde os EUA fariam ainda pior.
Agora, 20 anos depois, chega aos cinemas Rambo IV. O primeiro dirigido pelo próprio Stallone, que tenta mais uma vez retomar sua carreira como astro de ação. Sua primeira tentativa foi bem sucedida com Rocky Balboa, um filme extramente saudosista, com uma bela mensagem de superação baseada na própria carreira do ator/diretor/roteirista inserida no meio. Além de ter sido a prova que Stallone ainda “aguenta o tranco”. Mas não há tempo para saudosismo no novo Rambo a não ser pelas marcas registradas do herói, o arco-e-flecha, a faca e a capacidade de matar usando as mãos (sério... só as mãos) e pela cena final. Porém, nem por isso o novo filme traz os erros de seus dois antecessores. Há muito mais de Programado para Matar do que das continuações. Há uma mensagem, que por mais controversa é extremamente relevante aos dias atuais. A violência deve ser combatida com violência? Segundo Rambo, sim. Segundo os missionários que precisam ser resgatados por ele das mãos de soldados burmaneses, não. A discussão até lembra um pouco Tropa de Elite, com menos cérebro que o filme nacional, mas ainda assim, pertinente.
Uma outra semelhança com o primeiro filme é o contexto realista que Stallone insere o personagem. E ele faz questão de mostrar isso das mais variadas formas. No início, imagens reais em clima de documentário mostram a situação em Mianmar, o país que sofre com uma guerra civil de mais de 30 anos. A fotografia do longa é granulada, com pouca iluminação nas cenas noturnas e a câmera tremida para passar ao espectador a sensação de realismo. Além disso, a já citada discussão sobre o uso da não-violência para conter a violência pregada pelo grupo de missionários. Embora em uma das batalhas Rambo escape de uma explosão nuclear, essa opção pelo verossímil é até bem-vinda, mesmo que contraditória na cena descrita acima, meio fora de contexto. Mas, como para a geração Playstation, não bastam mensagens, têm de haver pirotecnias, é compreensível que Stallone opte por alguns exageros. Nas cenas de ação é como se o Rambo do primeiro filme fosse inserido nos cenários de guerra do segundo e do terceiro. O exemplo mais claro disso é o que aparece nos inúmeros trailers. O personagem atirando com uma metralhadora .50 em soldados, cortando-os ao meio e os explodindo (dependendo da distância). Violência extrema? Pode ser, mas está lá pra cumprir seu propósito. Mesmo que controverso.
A verdade é que o filme encerra, não com a mesma competência que Rocky Balboa, é verdade, uma série de sucesso que teve seus altos e baixos nos exemplares da franquia. Não é tão emocionante como o pugilista das ruas criado por Sly, mas, por trazer de volta o personagem às suas raízes e, finalmente, sugerir um destino definitivo a ele, Stallone mostra que ainda é capaz não apenas de enfrentar um exército sozinho, mas de agradar platéias que o seguiram por anos com seus mais memoráveis personagens. E os fãs ainda esperam uma continuação para Cobra. Será que vinga?
A Paramount divulgou agora a noite a prévia final da adaptação do herói da Marvel. Confira nos links em alta definição ou abaixo no Youtube.
O filme estréia em 2 de maio e tem Robert Downey Jr. no papel principal, além de Terrence Howard, Gwyneth Paltrow e Jeff Bridges. A direção ficou a cargo de Jon Favreau.
Homem de Ferro promete ser um dos grandes filmes do ano. O que começou com uma produção "menor", já que o filme tem o dinheiro da Marvel e não de um grande estúdio, acabou tendo ares de blockbuster nas mãos do diretor. Mas, trailer é assim mesmo. Vende muito bem o produto. Resta saber se é tudo isso que os vídeos mostram. Para o bem da Marvel, é bom que seja.
Com o fim da greve dos roteiristas, a Warner parece ter desengavetado de vez o projeto do filme do supergrupo de heróis. Com alguns astros já contratados desde dezembro, o diretor George Miller continua em sua base na Austrália desenvolvendo a produção.
Os roteiristas Kieran and Michele Mulroney estão em fase de polimento do roteiro, esperado para voltar às mãos do estúdio em algumas semanas. A Warner mantém contato com o elenco, pedindo para que os atores continuem seu treinamento e preparação para seus papéis de super-heróis.
Adam Brody será o Flash, enquanto o rapper Common viverá o Lanterna Verde John Stewart. Armie Hammer Jr. será o Batman e Megan Gale, a Mulher-Maravilha.
Segundo a Variety, Liga da Justiça é a maior prioridade da Warner e a data da estréia continua marcada para 2009. Será que vai dar tempo?
A grande verdade é que um filme desse exige uma grande produção. Ser for feito às pressas, com alguma sorte teremos um filme do nível de X-Men 3 (reiterando, com alguma sorte!). De certa forma, essa adaptação ja nasceu errada com a decisão de não usar nem Christian Bale ou Brendon Routh para reprisarem seus papéis de Batman e Superman, respectivamente, criando assim o que seria uma nova franquia que não se passa no mesmo "mundo" dos filmes dos dois ícones da DC.
Aos fãs, resta a esperança de que o filme seja, pelo menos, tão bom quanto o desenho animado, o que convenhamos, não será nada fácil.