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Sobre o RE-ENTER

Bom, todo mundo já deve ter notado a falta de atualizações do RE-ENTER. Já havia me pronunciado a respeito no twitter e na fanpage do blog, mas deixei de dar uma satisfação no próprio. Então, reproduzo aqui os esclarecimentos.

AVISO IMPORTANTE!

A partir de agora minhas críticas estarão no Cine Alerta e não mais no blog, que será um espaço mais pessoal (calma, não será diario). As notícias também serão postadas por lá, assim como artigos, textos especiais sobre cinema e da cultura pop em geral.

Vou começar essa semana a migrar os textos que estão no RE-ENTER (e que continuarão por aqui) para o Cine Alerta. Apenas os novos textos é que não estarão mais no blog. Não irei descontinuar o RE-ENTER, ele continuará com as postagens: Video do Dia, Documentario do Dia e alguns textos esporádicos. Também não irei descontinuar a fanpage que continuará postando links, videos e imagens bacanas relacionadas a cultura pop.

Então é isso, pra ler minhas críticas a partir de agora corram pro http://www.cinealerta.com.br/ que está de cara nova e recheado de novidades!

Ah, o podcast também não acabou. Espero ainda gravar mais programas pra postar por aqui, mas estou fixo (ou bem regular) no Alerta Vermelho, que é o cast do Cine Alerta. Confiram!
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PodEntrar! O Podcast do RE-ENTER está no ar!

Episódio 1 - Remakes - Vale a Pena Fazer de Novo?

Depois de 5 anos, o podcast do RE-ENTER está de volta! Agora reformulado, começando do zero com um novo formato.

E, nada melhor do que começar um podcast que está voltando depois de tanto tempo do que falar sobre Remakes! Alexandre Luiz, Mauro Barreto e Tiago Lamonica discutem o tema e respondem: Qual a diferença entre refilmagem e reboot? O que justifica refazer um filme se ele já é bom? Quais acabaram se saindo melhor que os originais? E os piores? E ainda, descubra o que vem por aí nos próximos anos. De quebra, você fica sabendo o que é um "filme pirulito"!

Reclamações, Sugestões, Críticas ou Elogios? Mande e-mail para reenter.pop@gmail.com ou deixe seu comentário no post!

Links Relacionados com o episódio:

Site do Tiago: Cine Alerta

Site oficial da banda The Tragically Hip

Lista dos 50 Melhores Remakes da Revista Empire

Lista de piores remakes

Crítica Eu sou A Lenda

Crítica Karatê Kid

Trailer do Footloose

Trailer do novo A Hora do Espanto
(O novo filme estreia nesta sexta-feira, 7 de outubro!)


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Assine o Feed e fique por dentro dos novos programas!

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Promoção Batman/Coringa DC Infinite Heroes


Pronto pra participar de mais uma promo no RE-ENTER? E os prêmios estão cada vez mais nerds!

Desta vez você pode levar duas Action Figures da série DC Universe Infinite Heroes da Mattel! E não são personagens de segunda! Estamos simplesmente falando de um dos mais clássicos antagonismos dos quadrinhos: Batman e Coringa! Ambas figuras medem 3 3/4" de altura, são bem articuladas e com um nível de detalhes muito bacana!

Pra participar é muito fácil. Basta entrar na página do sorteio no TwitPromo e seguir as instruções. Mas atenção pras regrinhas básicas, pra não reclamar depois:

1º A promoção é destinada apenas para perfis válidos, que não estejam no twitter apenas para participar de outras promoções. É uma rede social, gente, foi feita para gerar interação e divulgar conteúdos bacanas, vamos usar com consciência.

2º O ganhador deverá ser residente no território Brasileiro.

3º Pra validar a participação, você deverá seguir o perfil @alexluizbr no twitter e curtir o RE-ENTER no Facebook. Coisa simples, vai, e garanto, você não vai arrepender.

Tá esperando o quê? Entre na página do sorteio e clique em Quero Participar! Você tem até 29 de setembro e aí é só contar com a sorte ;)
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Blogagem Coletiva: que super-herói você gostaria de ser?

O pessoal do Nerddisse promoveu uma ação bem bacana que é a Blogagem Coletiva. Se você tem um blog basta postar um texto com o tema e colocar nos comentários da postagem deste link! Abaixo, minha contribuição ;)

Parece a pergunta mais fácil do mundo. Quem cresceu lendo quadrinhos provavelmente teve um personagem favorito e se imaginou em seu lugar, batendo em criminosos, salvando gatinhos de cima da árvore e ficando com a mocinha nas páginas finais. Mas ser um Super-Herói é muito mais que isso. Se eu dissesse que gostaria de ser o Batman, meu personagem preferido desde que comecei a ler HQs, significa que eu seria rico, teria acesso à mais alta tecnologia disponível e ainda derrotaria bandidos com uma habilidade incrível. Porém, também significaria que eu seria órfão, traumatizado e com um sentimento de culpa que, não importasse o número de criminosos que fossem pra prisão, eu nunca iria superar.

Ser o Superman parece o trabalho mais fácil. Afinal nada o derrota. Bem, não é. Carregar o mundo nas costas e ter a responsabilidade de ser visto como o Salvador da Humanidade com certeza não são tarefas pra mim.

E o que dizer do Homem-Aranha, atualmente tão popular entre as crianças, que se veem subindo paredes e balançando entre prédios. Bom, Peter Parker teve que aprender a mais difícil da lições por conta de um momento de irresponsabilidade e egoísmo. Por conta disso, sente tanta culpa quanto o Batman e carrega tanto peso quanto o Super. Não quero isso. Ninguém quer.

Ser um Herói não significa poder fazer qualquer coisa, mas sim fazer o que é preciso fazer com responsabilidade. Na vida real, já fazemos tantas escolhas erradas e certas, aprendemos com nossas derrapadas e entendemos o tipo de compromisso que temos quando nos é delegado algum tipo de "poder". Só por isso, cada um de nós é um pouco herói a cada dia. Cabe a nós mesmos saber o que devemos fazer com o pouco que temos: educação, gentileza, carinho, consciência do viver em coletivo. São pequenos atos que podem fazer de nós, heróis aos olhos de quem, em algum momento, pode precisar de muito menos do que salvar o mundo, derrotar um vilão intergaláctico ou prender um maníaco homicida com tendências pra comédia. Pense nisso.

Ah e, sim, eu seria o Batman!
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SORTEIO POP WHEELS!

Que tal participar de um sorteio mais justo e diferente do que o velho "Me siga e dê RT"?

Preste atenção nas regras pra participar!

Nas próximas 4 semanas, através do perfil do Twitter @alexluizbr, vou soltar 1 QUIZ surpresa sempre que me der vontade, porque é aí que está a graça dele ser surpresa, né?

Cada pergunta vai valer 10 Pontos para o primeiro que responder corretamente. O segundo e o terceiro colocados também pontuam: 5 pontos para o segundo e 2 pontos para o terceiro lugar.Quem conseguir acumular o maior número de pontos ao término do jogo (1º de agosto), leva pra casa duas miniaturas Hot Wheels:

1 DeLorean - modelo De Volta Para o Futuro (primeiro filme)
1 Batmóvel - modelo do jogo Arkham Asylum

A primeira pergunta veio em forma dessa foto aqui: http://twitpic.com/5l3peb Como ningém acertou (o garoto é o Joaquin Phoenix), ninguém levou a pontuação máxima. Mas, pela criatividade, a @jumaffia começa o sorteio com 2 pontos já que ela respondeu isso:


Então é isso. Siga o perfil @alexluizbr, fique atento ao QUIZ e boa sorte! Aliás, que vença o mais nerd! ;)

Obs.: Promoção Válida apenas para moradores do território Brasileiro.
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PROMOÇÃO: Just Dance 2


Além das melodias que não saem da sua cabeça e que se tornam imortais com o tempo, a música pop também é responsável por criar coreografias inesquecíveis. Quem melhor que Michael Jackson pra provar isso? Desde pequeno, quando se tornou o maior atrativo dos Jackson 5, transformou fãs, de ouvintes passivos, para verdadeiros dançarinos involuntários. Como não assistir essa apresentação de I Want You Back e ficar simplesmente sentado no sofá?

Partindo mais ou menos dessa premissa, a Ubisoft lançou o jogo Just Dance. Usando a plataforma do Wii, o game não deixa o jogador perder nenhum passo das mais conhecidas coreografias de artistas como Beyonce, Britney Spears, James Brown, Bestie Boys e vários outros, de épocas e ritmos diferentes, mas que têm em comum a capacidade de criar hits que não perdem a validade.

Depois de atingir um enorme sucesso, em 2010 foi lançado Just Dance 2, outro best-seller para o Wii, que traz mais de 40 músicas e permite os fãs dos mais variados gêneros se divertirem por horas a fio.

Como se não fosse o suficiente, o jogador ainda pode destravar mais músicas online.


Agora vem a parte legal!

Curte música pop e sempre quis seguir os passos de dança dos seus ídolos? Então você entrou no blog certo. O RE-ENTER vai te dar esse game viciante da Ubisoft e uma camiseta exclusiva. E participar dessa promoção é mais fácil do que fazer um Moonwalk de patins!

Vá no TwitQuero, faça login com seu twitter, e siga as instruções!

Viu? Você nem vai precisar suar. Aí é só esperar o resultado e se você ganhar vai receber em casa esse presentinho do RE-ENTER, o seu site de Cultura POP! Clique no link, participe e BOA SORTE!

OBS.: Apenas podem participar residentes em território nacional! O perfil vencedor não pode ser perfil destinado apenas à promoções, ou seja, tem que ser perfil válido que interaja no Twitter!

Ah, e enquanto o sorteio não chega, você pode experimentar um pouco do que é o Just Dance 2 no site www.naotenteresistir.com.br . É só fazer o login usando sua conta no Facebook, ligar sua webcam e se divertir no Primeiro Concurso de Não Dança do mundo! E ainda compartilhe seu score no Twitter e no Facebook!

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Pérolas da Dublagem - O Lado Sombrio Dessa Arte


A dublagem brasileira é uma das melhores do mundo. Isso não é achismo, é fato. Porém, como Guilherme Briggs, um dos dubladores mais reconhecidos do Brasil, sempre diz, como em toda área, existe tanto o bom profissional como também o ruim.


Além de ser uma questão de interpretação, para a dublagem ser bem sucedida, é preciso uma boa adaptação da língua original, para o idioma a ser dublado. Pra isso, é óbvio que, além de sensibilidade pra determinar se essa ou aquela expressão está adequada, é fundamental um trabalho de pesquisa, principalmente em casos de filmes ou desenhos que adaptam obras já conhecidas e traduzidas para o idioma em questão.


Apenas quem não entende isso, generaliza e sai por aí dizendo que dublagem é um absurdo. É compreesível que em filmes cuja interpretação do ator fique em primeiro plano, haja a preferência pelo som original, pois obviamente, por melhor que seja o dublador, ele nunca passará pelo mesmo processo de constução da voz que o ator passou. Porém, em casos como longas mais descompromissados cujos intérpretes são mais limitados, a dublagem pode até favorecer o filme. É o caso da clássica dublagem de Duro de Matar, que pode não conter o famoso "Yppie-Ki-Yay, Motherfucker", proferido por John McClane no original, mas tem o competente trabalho de Newton da Matta, por vários anos, dublador oficial de Bruce Willis.


Sem dúvidas, a dublagem é melhor aceita pelo público geral nos desenhos animados. Mas, há algum tempo, mais precisamente antes dos anos 2000, as adaptações para o português deixavam muito a desejar.


Pegue como exemplo o clássico desenho animado dos X-Men. Você que está lendo este texto provavelmente cresceu assistindo o seriado, nas manhãs da Globo e se lembra da voz marcante do Wolverine, feita pelo incrível Isaac Bardavid. O que você não deve se lembrar é que apesar das vozes serem excelentes, a adaptação do texto tinha problemas gritantes. Em vários momentos havia tradução literal de uma frase que não fazia o menor sentido em português. Isso sem contar nos problemas com pesquisa. Bom, na verdade, "problemas" implicaria no fato de que foi feita alguma pesquisa, o que provavelmente não foi o caso aqui. Vários personagens tiveram seus codinomes alterados por falta de tradução (Omega Vermelho ficou Omega Red e Fanático continuou Juggernaut mesmo) ou por adaptação errada (Bishop foi traduzido pra Bispo e a Saga DA Fênix ficou conhecida como Saga DO Fênix).


Pelo menos em X-Men não houve nada bizarro como o próximo exemplo: a série animada do Homem-Aranha. Pegando carona no sucesso dos mutantes, a Marvel lançou esse desenho, muito bom, que adaptava as melhores histórias do Escalador de Paredes. A dublagem ficou a cargo da recentemente extinta Álamo, que fez um trabalho sofrível tanto na escolha das vozes, quanto na adaptação. Na segunda temporada, o Aranha tem seu primeiro encontro com os X-Men, com direito à música-tema do desenho-irmão e tudo. O problema? Simples. Mesmo com o tremendo sucesso dos Filhos do Átomo, conseguiram o feito de traduzir o Fera pra Animal, e o Wolverine para... LOBÃO! Não estou brincando. Alguns episódios depois, é o Demolidor quem dá as caras pelo desenho. Ou, como ele é chamado aqui, o Atrevido. O Justiceiro virou Vingador e a Madame Teia nunca teve um nome fixo. As vezes era Madame Web, outras, Dama da Teia e no fim acabaram acertando no nome. Há também os erros de leitura, única explicação pro Soro do Supersoldado (aquele mesmo que transformou Steve Rogers em Capitão América) virar Soro Supersólido (imagine a dor pra tomar) ou pro Simbionte (o uniforme negro) virar Simbiate. Desconfio que a dublagem tenha sido feita a partir do áudio em espanhol. Explicaria algumas barbaridades mas não justifica a falta de interesse em pesquisar um pouquinho.


Por conta da popularização de quadrinhos, hoje é praticamente inexistente esse desrespeito com a obra. E as pérolas citadas aqui ficam como lição pros futuros profissionais da área. Não custa fazer uma pesquisa antes pra não confundir Langley, local onde fica a base da CIA, com o nome de alguma pessoa. Como toda profissão, a sua boa aceitação sempre virá quando o trabalho for bem feito e a maioria dos profissionais for competente e qualificada.


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Blame it on Ben-Hur

Lembro-me como se fosse ontem. Eu deveria ter uns 7 anos. Meu pai, numa tarde, disse que de madrugada iria passar um “filmaço” que ele queria muito rever. E, como ele quase nunca me privava de uma dose de cultura, disse que iria me acordar pra eu poder assistir também. O filme, que iria começar as 2 horas da manhã, era “Ben-Hur”. Qualquer aficionado por cinema conhece este clássico com Charlton Heston. O épico bíblico ganhador de 11 Oscar em 1959, incluindo o de Melhor Filme. Mas, na cabeça de uma criança de 7 anos todas essas informações não faziam diferença alguma. Eu iria assistir pela experiência: acordar às 2 horas da madrugada pra ver um filme pode parecer bobo, mas não se esqueçam da minha idade na época.


Era um evento. Que criança não espera isso dos pais, ficar acordado de madrugada vendo TV. Bom, eu sei, os tempos são outros e a garotada tem outras coisas na cabeça hoje em dia. O que é até muito triste. Havia uma certa inocência nisso tudo e a falta desse tipo de coisa não é bem-vinda na sociedade atual. De qualquer forma, fui dormir mais cedo pra poder aproveitar a sessão sem sono. Afinal, que graça tem assistir um filme e não prestar atenção.


Não sei o que me marcou tanto ali. Deve ter sido realmente pela experiência, mas “Ben-Hur” foi o primeiro filme que assisti realmente consciente do que estava assistindo. Na minha cabeça eu dava os primeiros passos pro que, na de alguém mais velho, poderia se tornar uma resenha. Fiquei fascinado pelos cenários, pela história, pelas interpretações e, lógico, pela corrida de bigas. O impacto foi tão grande que eu me lembro claramente da sequência. E não foi por causa de reprises. Por algum motivo eu nunca mais assisti esse filme e hoje estou com 25 anos. Ele está aqui na minha estante, numa edição especial em DVD. Mas não o revi. Gosto dele na minha mente, do jeito que está. Pretendo revê-lo sim, agora com um senso crítico mais formado. Mas não fará diferença. Eu sei que irei continuar a gostar dessa obra-prima da sétima arte de uma forma muito particular.


“Ben-Hur” não é meu filme preferido. Este é outro, de uma geração diferente, cujo texto vocês podem ler aqui. Mas, devido ao efeito que teve sobre mim, é um dos filmes que está entre os mais importantes pra minha formação como estudioso de comunicação. Lá no fundo, “Ben-Hur” tem sua parcela de “culpa” por eu ter escolhido jornalismo e publicidade como profissão. Ora, vocês estão lendo este texto por causa dele.


A partir de “Ben-Hur”, devorei o cinema. Clássicos, entretenimento vazio, filmes cult. O que aparecia na frente, eu assistia. Adquiri gosto por filmes. Mas acima de tudo, adquiri gosto por boas histórias, produções impecáveis. Até começar a perceber minha apreciação por truques de câmera, enquadramentos, direção. A sétima arte me fascinava. E, graças a este clássico, continua me fascinando.


Parando pra pensar, talvez a “culpa” não seja de “Ben-Hur”. Seja do meu pai. Ele provavelmente não imaginava que seu gesto seria tão importante pra minha formação quanto qualquer conselho, repreensão ou uma dessas coisas que os pais fazem. Ele me ensinou a admirar arte. E isso, por si só, já vale por toda uma boa educação.


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Um pouco mais sobre Ben-Hur (http://en.wikipedia.org/wiki/Ben-Hur_(1959_film))

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Cenas Memoráveis - agora no final de semana

É isso aí! Não tenho tempo de ficar procurando mais cenas durante a semana, então essa sessão (que é a única do blog atualmente rsrsrs) fica pra ser atualizada no final de semana, ou sabado ou domingo. Depende do meu humor :P
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Re-Enter - O Videocast / programa 2

Sim, amigos! Finalmente saiu a segunda edição do videocast do Re-enter! Desta vez, Alexandre, Fábio e o novo integrante da equipe, Wellington, discutem um pouco sobre a TV brasileira.

Tá esperando o quê? Just push play!

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Especial O Incrível Hulk - O filme de 2003

Em 2003, os filmes da Marvel haviam começado a invadir os cinemas. O primeiro e o segundo X-Men haviam sido um sucesso absoluto e Homem-Aranha ainda estava batendo recordes 2 anos depois de seu lançamento. A editora, então, resolveu investir em praticamente todos seus personagens. Demolidor já havia saído no começo daquele ano, e em junho todos aguardavam ansiosos pela estréia de Hulk, dirigido por ninguem menos que Ang Lee, renomado cineasta chinês responsável por O Tigre e o Dragão e que faria anos depois O Segredo de Brokeback Mountain, garantindo uma merecida estatueta do Oscar na estante.

O problema é que praticamente todo fã do Gigante Esmeralda esperava um remake do antigo seriado disfarçado de adaptação de HQ. Ao contrário, o filme era uma versão atualizada da história e ousava ser sério e adulto demais para os padrões estabelecidos sobre como se fazer um filme de quadrinhos. A produção causou estranheza tanto pelo lado do espectador comum, como da crítica especializada que não foi lá muito generosa nos comentários.

Porém, de forma alguma Hulk é ruim. É provavelmente um dos melhores exemplares de adaptações de quadrinhos já feitas para o cinema. Não é fiel ao original como Homem-Aranha ou Batman Begins, mas constrói tão bem os personagens que fidelidade é a última coisa que importa aqui. Ang Lee, com sua sensibilidade, conseguiu fazer do Dr. Bruce Banner um personagem muito mais complexo do que sua contraparte dos quadrinhos. Muitos chiaram um pouco com o fato do personagem ser alterado genéticamente e os raios gama apenas liberarem uma espécie de mutação latente. Mas, se analisarmos sob o prisma de adaptação, esse tipo de modificação na história é coerente, inclusive, com o que a própria Marvel fez com sua linha Ultimate, uma nova versão de seu universo, construído para uma nova geração de leitores. A interpretação de Eric Bana foi fundamental para essa construção, mostrando o Dr. Banner como um nerd contido e problemático. Ele não é jovem e alegre (apesar dos problemas) como Peter Parker, ou um milionário mimado como Tony Stark, mas sim um humano que passou por uma terrivel experiência na infância tornando-o objeto de pesquisa dos sonhos de qualquer psiquiatra. Pra piorar a situação do pobre cientista, no decorrer da história ele precisa enfrentar o próprio pai, que nos quadrinhos não é o alter-ego do Homem-Absorvente, mas que, novamente, como adaptação, funciona muito bem. Mesmo que o final seja chamado de anti-climax, por sua ação cerebral e abstrata.

Outro fator positivo no Hulk de Ang Lee é a interpretação de Nick Nolte, como o pai de Bruce, David Banner (uma homenagem ao seriado de TV). O ator está fantástico e rouba todas as cenas em que está inserido. Seus diálogos sobre o exército e as religiões são muito bem construídos e embora sejam a motivação do vilão, são muito relevantes ao mundo atual.

O problema, como dito acima, é que este é um filme sério. Adulto. E não uma diversão pra adolescentes alienados. Por isso não deu o lucro que a Universal e a Marvel esperavam. O que atrasou sua continuação em 5 anos. Na verdade, O Incrível Hulk, que estréia na sexta, dia 13, nem pode ser chamado de continuação. É uma retomada da franquia que leva alguns aspectos do filme de 2003 em consideração, mas praticamente reconta a história, de uma forma mais parecida com a série dos anos 70. Os atores mudaram, agora Edward Norton interpreta Bruce Banner. Uma escolha acertada, já que Norton é um dos melhores de sua geração e pode superar, e muito, o que Eric Bana fez com o personagem. Outra modificação óbvia na nova produção é que a história é mais voltada para a ação e menos para o drama, apesar das primeiras resenhas dizerem que as duas coisas estão equilibradas, para surpresa de quem esperava que Louis Leterrier, o novo diretor, fosse fazer um filme mais frenético como seus anteriores Carga Explosiva 1 e 2.

Resta agora saber se a versão de 2003 será suplantada por esta agora, o que particularmente deixaria os fãs muito contentes, ou se com o novo filme, a película de Ang Lee passe a ser mais cultuada, ao invés de receber comentários depreciativos de quem, obviamente não entendeu nem um pouco a proposta do diretor chinês. E, talvez, nem a proposta do personagem original. Uma metáfora psicológica, acima de tudo.

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Especial Indiana Jones

Origem

George Lucas estava contando o dinheiro ganho com Star Wars e Steven Spielberg respirava aliviado depois de Contatos Imediatos do Terceiro Grau ter sido um enorme sucesso. Os dois estavam em Maui de férias, quando Spielberg contou a Lucas seu desejo de dirigir um filme de James Bond. O gordinho, que não era bobo nem nada e sabia (e ainda sabe) vender seu peixe como ninguém disse que tinha na gaveta um projeto “ainda melhor”. Uma aventura baseada nos antigos seriados dos anos 30 e 40, sobre um arqueólogo caçador de tesouros.


Tudo começou na verdade em 1973, quando Lucas escrevera o roteiro de The Adventures of Indiana Smith. Junto com Philip Kaufman, foi criado o conceito que, semelhante a Star Wars, homenageava os seriados que faziam a alegria nas matinês. O projeto ficou parado, já que a saga espacial parecia ser muito mais importante. De qualquer forma, sem o sucesso de Luke Skywalker e cia., o diretor nunca teria conseguido vender a idéia a um grande estúdio.


Quando se uniu a Spielberg, era a chance de tudo se tornar realidade. Com um diretor com a bagagem de Steven, George podia respirar tranquilo. Ou não. Na verdade, houve divergências entre os dois. No conceito original, Indiana era mais um playboy do que um arqueólogo e se assemelhava muito ao 007 que o diretor de Tubarão tanto queria. Porém, Spielberg achava que o personagem era perfeito com sua vida dupla: a de professor universitário e a de arqueólogo aventureiro. Acabou vingando mais essa última idéia.


A primeira escolha para viver Indiana foi Harrison Ford mas como o ator já havia trabalhado em Star Wars, George Lucas não o queria associado a seus filmes. Sugeriu então a Spielberg que procurasse outro astro. Apareceu o nome de Tom Selleck. Isso mesmo, já imaginou Indiana Jones de bigode? Aliás, Indiana Smith, ainda. Mas, por causa de seu compromisso com o seriado Magnum, Selleck teve de desistir e o papel caiu mesmo no colo de Ford.


Como dito acima, o nome do personagem ainda era Smith, até Spielberg dizer que esse não seria um bom sobrenome: Smith é uma espécie de Silva nos EUA, muito comum (nada contra os Silvas :P). Então, ainda na época em que dava bons nomes a suas criações (assistam a trilogia recente de Star Wars com som original e vocês irão entender), Lucas sugeriu Jones. Pegou. Agora só faltava a produção decolar.


A trilogia e além

Em 1981 chegava aos cinemas Os Caçadores da Arca Perdida. Situado em 1936, o filme mostra Indiana Jones indo atrás da Arca da Aliança, onde estariam as tábuas dos 10 mandamentos. O problema é que Indy não está sozinho nessa e nazistas também a perseguem, já que, segundo a lenda, a Arca traria poder para quem a detivesse. Nesta primeira produção já ficam estipuladas praticamente todas as marcas do herói. A sua habilidade com chicote e armas de fogo, seu medo de cobras, seu sarcasmo e sua maneira nada politicamente correta de tratar as mulheres. Em determinados momentos, o arqueólogo chega a ser mais machista que James Bond. Mas e daí? O filme capta com perfeição como a mulher era vista na época em que se passa e como era mostrada nos filmes do mesmo período. Outra marca registrada é o tema musical, Raiders March, brilhantemente composta por John Williams. Os Caçadores tinha, na época de seu lançamento, a mesma aura de otimismo e inocência que Star Wars trouxe de volta ao cinema, quatro anos antes. Era a volta das grandes aventuras.

Com o sucesso, uma continuação era inevitável. Indiana Jones e o Templo da Perdição saiu em 84, e é na verdade uma prequel: se passa antes do filme original, em 1935. Recém saído de um divórcio, Lucas escreveu um filme muito mais sombrio e violento, voltado para um estilo que chegava próximo ao terror. Desta vez Indy cai na India (literalmente), depois de uma aventura na China (em que aparece de smoking, numa clara homenagem a 007). Lá ele vai parar em um reino em que são feitos todos os tipos de crueldade com os nativos. A idéia do roteiro mais uma vez partiu de George Lucas, mas desta vez os vilões não seriam os nazistas: uma seita sobrenatural parecia ao produtor uma opção mais aceitável para que a continuação não ficasse com cara de “mais do mesmo”. Uma curiosidade: por causa das cenas fortes do filme, Spielberg sugeriu à MPAA que criasse uma nova classificação etária que ficasse entre o adulto e o jovem, não espantando assim o seu alvo. Surge então o PG-13, que hoje virou sinônimo de divergências entre estúdios e diretores. Cabe uma explicação: como essa classificação abrange dois grupos distintos, a maioria dos executivos a querem em seus blockbusters,tirando o controle da mão de quem realmente faz os filmes. O problema é que um PG-13 nos anos 80 era muito mais forte que um R (adulto) de hoje.


Indiana Jones e a Última Cruzada é o resultado de uma promessa de Spielberg a Lucas: a de que ele fecharia a trilogia começada em 81. O filme saiu em 1989 com uma adição ao elenco: Sean Connery como Henry Jones, o pai de Indiana. Nada mais justo ter James Bond nesse papel, na opinião do próprio diretor. O roteiro mostra Indy seguindo os passos do pai, desaparecido quando tentava encontrar o Cálice Sagrado. No meio disso, adivinhem quem também queria beber da taça de Cristo e ter vida eterna? Sim, os vilões preferidos de Spielberg, os nazistas. Se Caçadores da Arca Perdida introduz as marcas de Indy, A Última Cruzada conta suas origens, começando a película com um flashback que mostra até como o aventureiro ganhou sua cicatriz no queixo, marca registrada de Harrison Ford e não de Jones (só isso já dava uma tese de mestrado: quando termina o ator e quando começa o personagem). No flashback, River Phoenix interpreta o jovem que um dia seria o arqueólogo mais famoso do mundo. E se O Templo da Perdição ficou marcado por seu clima pesado, o terceiro filme é o mais leve e engraçado. A química entre Connery e Ford é responsável por momentos hilários que fazem de A Última Cruzada uma aventura para todas as idades. O fechamento perfeito para uma trilogia de sucesso.


Mas, mesmo assim, os fãs pediam mais. Foram 20 anos de espera e agora finalmente o tema de John Williams irá tocar no cinema uma vez mais. O chicote irá de novo proteger o herói de seus inimigos. Sua inteligência irá novamente o tirar de situações que fazem inveja ao McGuyver. E seu medo de cobras e seu jeito canastrão irão tirar gargalhadas de espectadores do mundo todo, novos ou antigos, daqueles que irão matar a saudade ou que vão conhecê-lo agora, pela primeira vez na tela grande. Longa vida à Indiana Jones e ao bom cinema de entretenimento.

Para saber mais

Confira abaixo alguns links e saiba mais sobre as lendas e histórias que inspiraram os 4 filmes de Indy.

A Arca Da Aliança
(matéria do portal G1)

Os Thugees, vilões de Indiana Jones e o Templo da Perdição
(matéria do portal G1)

A lenda do Graal
(Wikipedia)

As 13 Caveiras de Cristal
(Portal Orlando Sentinel - em inglês)

Para mais dados sobre Indiana Jones confira os sites TheRaider.net e IndianaJones.com

Confiram também os novos papéis de parede na nossa área de Downloads.
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Bem-vindos ao novo Re-Enter! Agora com Videocast!

Hora de reformulação no blog. A partir de agora, este é o novo layout do Re-Enter. Mais simples e minimalista, com a cara que a internet tem tomado cada vez mais. E, as novidades não param por aí. Assistam abaixo ao primeiro Videocast do blog. Apresentado por este que vos escreve e por Fábio Machado, nosso novo colaborador.

Espero que gostem do programa. Está dividido em duas partes: a primeira, Fábio conta como foi o show do Ozzy em São Paulo, e na segunda, comentamos os próximos filmes a estrear no cinema. Confiram.



Continua...

Ano Novo, Re-Enter Novo!

Não, acalmem-se. Nós não vamos trocar de endereço de novo!

É o seguinte. O Re-Enter agora não será mais um site de notícias diárias. A atualização constante desse blog toma muito tempo e, infelizmente, não estamos vendo resultados aqui. Sem comentários, não sabemos se os visitantes (que não são poucos, acreditem, temos números pra confirmar isso) gostam ou não do que veêm aqui.

Nem por isso vamos desistir do blog. Apenas vamos mudar um pouco a forma de atualização. Notícias? Quando forem fundamentais, como spoilers de Lost ou Heroes, confirmação de produção de algum filme (de preferência os que tem algo a ver com cultura-pop)... O que muda é que não vamos mais atualizar notícias constantemente. O blog ficará mais centrado em sessões especiais, como a de Cenas Memoráveis, o retorno da Sessão Tosqueira, textos de nossa autoria, como resenhas, crônicas e até mesmo, quem sabe, contos (é... depende do tempo ocioso).

A verdade é que o Re-Enter, a partir de agora, servirá mais como um portfólio, um arquivo de produções nossas, do que um mero blog de notícias nerds.

Esperamos que gostem!

Ah, e um Feliz Ano Novo pra vocês ;)
Continua...

Wallpapers

Nesta nova área do blog, nós damos de presente pra vocês, internautas, alguns papéis-de-parede exclusivos!

007 - Quantum of Solace

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Hellboy II - O Exército Dourado

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Arquivo X - Eu Quero Acreditar

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Batman - O Cavaleiro das Trevas

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Um pequeno bônus ;)

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Wanted

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Wall-E

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O Incrível Hulk

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As Crônicas de Nárnia - O Príncipe Caspian

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Indiana Jones

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Pra iniciar, comemorando a estréia de Speed Racer nos cinemas, aproveite para deixar seu desktop customizado com o novo filme dos Irmãos Wachowski.

Speed Racer

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INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO:
Após abrir o papel-de-parede desejado, clique na imagem com o botão direito e clique em definir como plano de fundo.




Continua...
 
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