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Crítica: Rambo IV

Quando Rambo – Programado para Matar foi lançado, além de um filme de ação, era uma produção com uma mensagem relevante a passar. Um reflexo dos problemas e preconceitos pelos quais os veterandos do Vietnan viveram no final da década de 70 e início de 80. Sylvester Stallone era John Rambo, uma máquina de matar que buscava algum sossego, mas encontrava o inferno nas mãos de um xerife que via no ex-combatente a personificação da desordem. Sucesso de público, foram necessários apenas 3 anos para que um novo Rambo surgisse nos cinemas. O segundo filme, porém, já não é mais tão relevante e cai nas graças do público apenas como mais um blockbuster de ação. Mais tres anos e Rambo 3 coloca o herói no Afeganistão para ajudar os Mujaheddin a se libertarem dos russos. De novo, apenas ação. A única mensagem era que os russos estavam abusando do povo Afegão. O que anos mais tarde os EUA fariam ainda pior.

Agora, 20 anos depois, chega aos cinemas Rambo IV. O primeiro dirigido pelo próprio Stallone, que tenta mais uma vez retomar sua carreira como astro de ação. Sua primeira tentativa foi bem sucedida com Rocky Balboa, um filme extramente saudosista, com uma bela mensagem de superação baseada na própria carreira do ator/diretor/roteirista inserida no meio. Além de ter sido a prova que Stallone ainda “aguenta o tranco”. Mas não há tempo para saudosismo no novo Rambo a não ser pelas marcas registradas do herói, o arco-e-flecha, a faca e a capacidade de matar usando as mãos (sério... só as mãos) e pela cena final. Porém, nem por isso o novo filme traz os erros de seus dois antecessores. Há muito mais de Programado para Matar do que das continuações. Há uma mensagem, que por mais controversa é extremamente relevante aos dias atuais. A violência deve ser combatida com violência? Segundo Rambo, sim. Segundo os missionários que precisam ser resgatados por ele das mãos de soldados burmaneses, não. A discussão até lembra um pouco Tropa de Elite, com menos cérebro que o filme nacional, mas ainda assim, pertinente.

Uma outra semelhança com o primeiro filme é o contexto realista que Stallone insere o personagem. E ele faz questão de mostrar isso das mais variadas formas. No início, imagens reais em clima de documentário mostram a situação em Mianmar, o país que sofre com uma guerra civil de mais de 30 anos. A fotografia do longa é granulada, com pouca iluminação nas cenas noturnas e a câmera tremida para passar ao espectador a sensação de realismo. Além disso, a já citada discussão sobre o uso da não-violência para conter a violência pregada pelo grupo de missionários. Embora em uma das batalhas Rambo escape de uma explosão nuclear, essa opção pelo verossímil é até bem-vinda, mesmo que contraditória na cena descrita acima, meio fora de contexto. Mas, como para a geração Playstation, não bastam mensagens, têm de haver pirotecnias, é compreensível que Stallone opte por alguns exageros. Nas cenas de ação é como se o Rambo do primeiro filme fosse inserido nos cenários de guerra do segundo e do terceiro. O exemplo mais claro disso é o que aparece nos inúmeros trailers. O personagem atirando com uma metralhadora .50 em soldados, cortando-os ao meio e os explodindo (dependendo da distância). Violência extrema? Pode ser, mas está lá pra cumprir seu propósito. Mesmo que controverso.

A verdade é que o filme encerra, não com a mesma competência que Rocky Balboa, é verdade, uma série de sucesso que teve seus altos e baixos nos exemplares da franquia. Não é tão emocionante como o pugilista das ruas criado por Sly, mas, por trazer de volta o personagem às suas raízes e, finalmente, sugerir um destino definitivo a ele, Stallone mostra que ainda é capaz não apenas de enfrentar um exército sozinho, mas de agradar platéias que o seguiram por anos com seus mais memoráveis personagens. E os fãs ainda esperam uma continuação para Cobra. Será que vinga?

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Confira agora o trailer completo de Homem de Ferro

 

A Paramount divulgou agora a noite a prévia final da adaptação do herói da Marvel. Confira nos links em alta definição ou abaixo no Youtube.

1080p | 720p | 480p

O filme estréia em 2 de maio e tem Robert Downey Jr. no papel principal, além de Terrence Howard, Gwyneth Paltrow e Jeff Bridges. A direção ficou a cargo de Jon Favreau.

Homem de Ferro promete ser um dos grandes filmes do ano. O que começou com uma produção "menor", já que o filme tem o dinheiro da Marvel e não de um grande estúdio, acabou tendo ares de blockbuster nas mãos do diretor. Mas, trailer é assim mesmo. Vende muito bem o produto. Resta saber se é tudo isso que os vídeos mostram. Para o bem da Marvel, é bom que seja.

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Liga da Justiça - Agora vai?

 

Com o fim da greve dos roteiristas, a Warner parece ter desengavetado de vez o projeto do filme do supergrupo de heróis. Com alguns astros já contratados desde dezembro, o diretor George Miller continua em sua base na Austrália desenvolvendo a produção.

Os roteiristas Kieran and Michele Mulroney estão em fase de polimento do roteiro, esperado para voltar às mãos do estúdio em algumas semanas. A Warner mantém contato com o elenco, pedindo para que os atores continuem seu treinamento e preparação para seus papéis de super-heróis.

Adam Brody será o Flash, enquanto o rapper Common viverá o Lanterna Verde John Stewart. Armie Hammer Jr. será o Batman e Megan Gale, a Mulher-Maravilha.

Segundo a Variety, Liga da Justiça é a maior prioridade da Warner e a data da estréia continua marcada para 2009. Será que vai dar tempo?

A grande verdade é que um filme desse exige uma grande produção. Ser for feito às pressas, com alguma sorte teremos um filme do nível de X-Men 3 (reiterando, com alguma sorte!). De certa forma, essa adaptação ja nasceu errada com a decisão de não usar nem Christian Bale ou Brendon Routh para reprisarem seus papéis de Batman e Superman, respectivamente, criando assim o que seria uma nova franquia que não se passa no mesmo "mundo" dos filmes dos dois ícones da DC.

Aos fãs, resta a esperança de que o filme seja, pelo menos, tão bom quanto o desenho animado, o que convenhamos, não será nada fácil.

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Veja os ganhadores do Oscar 2008

 

Sem muitas surpresas na entrega do prêmio da Academia neste ano. O filme Onde os Fracos Não Tem Vez, dos irmãos Coen, faturou 4 das 8 estatuetas a que estava indicado. Sangue Negro, que era um dos favoritos ficou com um prêmio técnico e com o que também já era esperado: Melhor Ator para a incrível interpretação de Daniel Day-Lewis.

Para os fãs da franquia Bourne, a boa notícia é que o filme abocanhou todos os prêmios em que concorria. Tudo bem, categorias técnicas, mas é um tipo de produção difícil de entrar na premiação, então essa boa recepção da Academia está até de bom tamanho (e com a confirmação de que o quarto filme está em andamento, a Universal deve estar pulando de alegria).

Quem esperava Ratatouille levando todas se decepcionou. As aventuras do ratinho cozinheiro acabou ficando mesmo com a estueta para Melhor Animação (ganhar de Persépolis é até meio injusto, mas os executivos da Disney/Pixar agradecem).

No mais, foi um Oscar bem equilibrado. Sweeney Todd levou um merecidíssimo prêmio de Direção de Arte e Juno o igualmente merecido prêmio pelo Roteiro Original.

Confira abaixo a lista completa.

Melhor Filme

  • Onde os Fracos Não Têm Vez
  • Desejo e Reparação
  • Juno
  • Conduta de Risco
  • Sangue Negro

Melhor Direção

  • Onde os Fracos Não Têm Vez
  • O Escafandro e a Borboleta
  • Juno
  • Conduta de Risco
  • Sangue Negro

Melhor Ator

  • Daniel Day-Lewis - Sangue Negro
  • George Clooney - Conduta de Risco
  • Johnny Depp - Sweeney Todd
  • Tommy Lee Jones - No Vale das Sombras
  • Viggo Mortensen - Senhores do Crime

Melhor Atriz

  • Marion Cotillard - Piaf Um Hino ao Amor
  • Cate Blanchett - Elizabeth: A Era de Ouro
  • Julie Christie - Longe Dela
  • Laura Linney - The Savages
  • Ellen Page - Juno

Melhor Ator Coadjuvante

  • Javier Bardem - Onde os Fracos Não Têm Vez
  • Casey Affleck - O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford
  • Philip Seymour Hoffman - Jogos do Poder
  • Hal Holbrook - Na Natureza Selvagem
  • Tom Wilkinson - Conduta de Risco

Melhor Atriz Coadjuvante

  • Tilda Swinton - Conduta de Risco
  • Cate Blanchett - I'm Not There
  • Ruby Dee - O Gângster
  • Saoirse Ronan - Desejo e Reparação
  • Amy Ryan - Gone Baby Gone

Melhor Animação Longa-Metragem

  • Ratatouille
  • Persepolis
  • Tá Dando Onda

Melhor Roteiro Adaptado

  • Onde os Fracos Não Têm Vez
  • Desejo e Reparação
  • Longe Dela
  • O Escafandro e a Borboleta
  • Sangue Negro

Melhor Roteiro Original

  • Juno
  • Lars and the Real Girl
  • Conduta de Risco
  • Ratatouille
  • The Savages

Melhor Direção de Arte

  • Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet
  • O Gângster
  • Desejo e Reparação
  • A Bússola de Ouro
  • Sangue Negro

Melhor Fotografia

  • Sangue Negro
  • O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford
  • Desejo e Reparação
  • O Escafandro e a Borboleta
  • Onde os Fracos Não Têm Vez

Melhor Figurino

  • Elizabeth: A Era de Ouro
  • Across the Universe
  • Desejo e Reparação
  • Piaf Um Hino ao Amor
  • Sweeney Todd

Melhor Filme Estrangeiro

  • The Counterfeiters - Áustria
  • Beaufort - Israel
  • Katyn - Polônia
  • Mongol - Cazaquistão
  • 12 - Rússia

Melhor Documentário

  • Taxi to the Dark Side
  • No End in Sight
  • Operation Homecoming: Writing the Wartime Experience
  • Sicko
  • War/Dance

Melhor Documentário Curta-Metragem

  • Freeheld
  • La Corona
  • Salim Baba
  • Sari's Mother

Melhor Montagem

  • O Ultimato Bourne
  • O Escafandro e a Borboleta
  • Na Natureza Selvagem
  • Onde os Fracos Não Têm Vez
  • Sangue Negro

Melhor Maquiagem

  • Piaf - Um Hino ao Amor
  • Norbit
  • Piratas do Caribe: No Fim do Mundo

Trilha Sonora Original

  • Desejo e Reparação
  • O Caçador de Pipas
  • Conduta de Risco
  • Ratatouille
  • Os Indomáveis

Melhor Canção Original

  • "Falling Slowly" - Once
  • "Happy Working Song" - Encantada
  • "Raise It Up" - O Som do Coração
  • "So Close" - Encantada
  • "That's How You Know" - Encantada

Melhor Curta Animado

  • Peter & the Wolf
  • I Met the Walrus
  • Madame Tutli-Putli
  • My Love

Melhor Curta Live-Action

  • Le Mozart des Pickpockets
  • At Night
  • Il Supplente
  • Tanghi Argent-i
  • The Tonto Woman

Melhor Edição de Som

  • O Ultimato Bourne
  • Onde os Fracos Não Têm Vez
  • Ratatouille
  • Sangue Negro
  • Transformers

Melhor Mixagem de Som

  • O Ultimato Bourne
  • Onde os Fracos Não Têm Vez
  • Ratatouille
  • Os Indomáveis
  • Transformers

Efeitos Especiais

  • A Bússola de Ouro
  • Piratas do Caribe: No Fim do Mundo
  • Transformers

Agora fica aqui meu registro de descontentamento com a completa falta de respeito da Rede Globo para com seus espectadores. Começar a transmissão da entrega do Oscar 1 hora depois do início da festa é uma tremenda sacanagem. Quem queria ver os prêmios serem entregues perdeu Melhor Animação, Figurino, Direção de arte... a lista é longa. Engraçado é que pra transmitir o desfile das escolas de samba do Rio, a emissora colocou o Big Brother as 19h. Porque não mostra o mesmo respeito aos espectadores mais seletos que gostam de assistir ao Oscar?

Além de tudo, somos obrigados a aguentar os comentários ridículos de José Wilker. Exagero? Então leia a transcrição de uma de suas pérolas:

Após a entrega dos dois prêmio relacionados à edição e mixagem de som ao filme Ultimato Bourne, Wilker solta: "depois desses prêmios podemos chegar a conclusão que Ultimato Bourne é um filme do barulho..." (será que é ele que escreve os textos do narrador da Sessão da Tarde?). Isso depois de fazer pouco caso da produção, como se um blockbuster não pudesse ser um bom filme. Bem, depois de confessar que A Noviça Rebelde é seu filme preferido não dá pra esperar muito mesmo.

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Veja os "vencedores" do Framboesa de Ouro 2008

 

O Oscar começa daqui a pouco para eleger os melhores do cinema no último ano. Mas, se você tem a curiosidade mórbida de saber quem foram os piores, veja abaixo a lista dos contemplados com o Troféu Framboesa de Ouro.

Eu Sei Quem me Matou, terror em que Lindsay Lohan é uma stripper, líder em indicações, faturou quase tudo! Inclusive pior filme de terror. E o páreo estava dificil, nessa categoria a concorrência vinha forte com Hannibal - A Origem do Mal. Eu sei... levou oito das nove indicações que tinha, batendo o recorde histórico do prêmio! Incrível.

Também saiu queimado Eddie Murphy, que concorria nas oito categorias. Ele acabou levando três: Pior Ator, Pior Ator Coadjuvante e Pior Atriz Coadjuvante, culpa dos vários papéis que interpreta no execrável Norbit

Confira a lista completa - vencedores em negrito:

Pior Filme

  • Eu Sei Quem me Matou
  • Bratz
  • Acampamento do Papai
  • Eu os Declaro Marido e... Larry!
  • Norbit

Pior Ator

  • Eddie Murphy (no papel de Norbit em Norbit)
  • Nicolas Cage (Motoqueiro Fantasma, A Lenda do Tesouro Perdido: O Livro dos Segredos e O Vidente)
  • Jim Carrey (O Número 23)
  • Cuba Gooding, Jr. (Acampamento do Papai e Norbit)
  • Adam Sandler (Eu os Declaro Marido e... Larry!)

Pior Atriz

  • Lindsay Lohan como Aubrey (Eu Sei Quem me Matou)
  • Lindsay Lohan como Dakota (Eu Sei Quem me Matou)
  • Jessica Alba (Awake, Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado e Maldita Sorte)
  • Logan Browning, Janel Parrish, Nathalia Ramos & Skyler Shaye - Pelo preço de uma! (Bratz)
  • Elisha Cuthbert (Captivity)
  • Diane Keaton (Minha Mãe Quer Que Eu Case)

Pior Ator Coadjuvante

  • Eddie Murphy como Sr. Wong (Norbit)
  • Orlando Bloom (Piratas do Cocô-ribe: No Fim da Inteligência)
  • Kevin James (Eu os Declaro Marido e... Larry!)
  • Rob Schneider (Eu os Declaro Marido e... Larry!)
  • Jon Voight (Bratz, A Lenda do Tesouro Perdido: O Livro dos Segredos, September Dawn e Transformers

Pior Atriz Coadjuvante

  • Eddie Murphy como Rasputia (Norbit)
  • Jessica Biel (Eu os Declaro Marido e... Larry! e O Vidente)
  • Carmen Electra (Deu a Louca em Hollywood)
  • Julia Ormond (Eu Sei Quem me Matou)
  • Nicolette Sheridan (Operação Limpeza)

Pior Par

  • Lindsay Lohan & Lindsay Lohan como a Yang do seu próprio Yin (Eu Sei Quem me Matou)
  • Jessica Alba & Hayden Christensen (Awake)
    ou Dane Cook (Maldita Sorte)
    ou Ioan Gruffudd (Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado)
  • Qualquer combinação de dois personagens descerebrados (Bratz)
  • Eddie Murphy como Norbit & Eddie Murphy como Sr. Wong
    ou Eddie Murphy como Rasputia (Norbit)
  • Adam Sandler & Kevin James
    ou Jessica Biel (Eu os Declaro Marido e... Larry!)

Pior Refilmagem ou Cópia

  • Eu Sei Quem me Matou (cópia de Hostel, Jogos Mortais e The Patty Duke Show - comédia familiar de 1963)
  • Uma Casa de Pernas Para o Ar (Refilmagem/Cópia de Lar, Meu Tormento, de 1948)
  • Bratz (Uma paródia de si mesmo!)
  • Deu a Louca em Hollywood (Paródia de todos os filmes que parodia)
  • Who's Your Caddy? (Cópia de Clube dos Pilantras)

Pior Prelúdio ou Seqüência

  • Acampamento do Papai
  • Aliens Vs Predador 2
  • A volta do Todo Poderoso
  • Hannibal - A Origem do Mal
  • O Albergue: Parte II

Pior Diretor

  • Chris Siverston (Eu Sei Quem me Matou)
  • Dennis Dugan (Eu os Declaro Marido e... Larry!)
  • Roland Joffe (Captivity)
  • Brian Robbins (Norbit)
  • Fred Savage (Acampamento do Papai)

Pior Roteiro

  • Eu Sei Quem me Matou (escrito por Jeffrey Hammond)
  • Acampamento do Papai (Roteiro de Geoff Rodkey e David J. Stem & David N. Weiss)
  • Deu a Louca em Hollywood (escrito por Jason Friedberg & Aaron Seltzer)
  • Eu os Declaro Marido e... Larry! (escrito por Barry Fanaro e Alexander Payne & Jim Taylor)
  • Norbit (roteiro de Eddie Murphy & Charles Murphy e Jay Sherick & David Ronn)

Pior Desculpa para um Filme de Terror (Nova categoria)

  • Eu Sei Quem me Matou
  • Aliens Vs Predador 2
  • Captivity
  • Hannibal - A Origem do Mal
  • O Albergue: Parte II

Amanhã confira os vencedores do Oscar aqui no Re-enter.

Continua...

Resenha: Lenny Kravitz – It’s Time for A Love Revolution

 

http://www.edonis.fr/wp-content/uploads/2007/10/lennykravitz_cover_20081.jpgQuando veio ao Brasil para o Live Earth, Lenny Kravitz aproveitou para se isolar em uma fazenda e gravar seu novo album, o recém-lançado It’s Time for A Love Revolution. Mas o que a nova investida do artista tem de novo? Sinceramente? Nada. E isso é mais do que necessário para fazer desse, um dos melhores trabalhos de Kravitz.

Seu som sempre foi ultrapassado, buscando nas raízes dos anos 70, ritmo, riffs e temas. E exatamente por isso “It’s Time...” é tão bom. Como em seus primeiros álbuns, Lenny está mais afiado do que nunca nessa busca por um som datado. Seu mais bem sucedido lançamento, o CD “5”, foi o começo de uma fase mais pop que chegou ao auge com “Baptism”, não por acaso um CD fraco. Tentativas frustradas de “inovação” como a parceria com Jay-Z provavelmente levaram Kravitz a um retorno ao que ele realmente sabe fazer: rock sem frescuras.

Em “It’s Time...”, como de costume, o músico gravou sozinho todos os instrumentos, o que rende um som mais intimista, principalmente num álbum em que o tema central é o amor. Todas as músicas refletem isso, de uma maneira que só Prince havia feito até agora. Letras que parecem ter saido de algum blues inspirado, melodias que refletem de Queen (a faixa A Long and Sad Goodbye parece até homenagem a Bryan May) a Black Crowes (impossível não se lembrar da banda ao ouvir If You Want It), “It’s Time...” vale ser escutado várias vezes, nem que seja para ficar procurando as inspirações de Lenny.

Mas nem tudo são elogios. Mais uma vez, seu primeiro single não faz justiça ao álbum e a faixa I’ll Be Wating é provavelmente a mais fraca. Não representa o peso das canções mais “hard” e nem as outras belíssimas baladas contidas no CD.

Numa época em que a música não tem mais aquele feeling ou originalidade de antigamente, é até irônico que um artista consiga criar boas canções exatamente por não ser original. Mas esse tipo de coisa é pra quem pode, e não pra quem quer.

Continua...

É OFICIAL: Guitar Hero Aerosmith!!

Depois de Street Fighter IV, só uma notícia dessas poderia me deixar mais feliz!

Abaixo, a notícia tirada do site Geek:

A Activision revelou que o próximo título a ser lançado para a série de jogos rítmicos Guitar Hero será dedicado ao sucesso da banda Aerosmith.

Segundo o site TG Daily, o game terá cerca de 30 músicas, cobrindo os mais de 30 anos de história do conjunto, uma das bandas de rock americanas de maior sucesso, com o recorde de vendas na história da música, um total de mais de 66,5 milhões de álbuns apenas nos Estados Unidos.

Em um anúncio da BestBuy, é mencionado que "Guitar Hero: Aerosmith" colocará o jogador na pele de todos os membros da banda, incluindo o cantor Steven Tyler e o baterista Joey Kramer.

A informação, notada pelo site Joystiq, abriu margem para rumores de que periféricos como bateria e microfone podem estar presentes, recurso até então existente apenas no concorrente Rock Band.

"Guitar Hero: Aerosmith" será lançado em junho de 2008 (possivelmente no dia 29) para os videogames PlayStation 2, PlayStation 3, Xbox 360 e Wii.

Imagem do jogo, com o fundo da turnê Nine Lives!!

Continua...
 
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