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Teasers e Comerciais de TV divulgam os próximos lançamentos nerds

Uma seleção de prévias para vocês:

Comercial de TV de Incrível Hulk tem Tony Stark

Pra aproveitar o sucesso de Homem de Ferro, o novo comercial do filme do Verdão coloca um pedaço da cena em que Robert Downey Jr. participa como Tony Stark, o alter-ego do Ferroso. Confira aqui. Outros 2 comerciais podem ser vistos aqui e aqui.

O Incrível Hulk estréia em 13 de junho.

Confira novo teaser de Madagascar 2

Continuação do sucesso de 2005, Madagascar: Escape 2 Africa ganha um novo teaser trailer. Veja aqui.

Os animais do primeiro filme estão todos de volta, no meio da África, tentando voltar para Nova York quando o leão Alex encontra sua família verdadeira.

A animação estréia em 12 de dezembro no Brasil.

Divulgado teaser de A Pantera Cor-de-Rosa 2

Continuando a blasfêmia do primeiro filme, Steve Martin volta ao papel do Inspetor Closeau, desta vez tentando pegar um ladrão que rouba objetos ao redor do mundo. Confira.

Pantera 2 estréia em 6 de fevereiro de 2009.
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Especial O Incrível Hulk - O filme de 2003

Em 2003, os filmes da Marvel haviam começado a invadir os cinemas. O primeiro e o segundo X-Men haviam sido um sucesso absoluto e Homem-Aranha ainda estava batendo recordes 2 anos depois de seu lançamento. A editora, então, resolveu investir em praticamente todos seus personagens. Demolidor já havia saído no começo daquele ano, e em junho todos aguardavam ansiosos pela estréia de Hulk, dirigido por ninguem menos que Ang Lee, renomado cineasta chinês responsável por O Tigre e o Dragão e que faria anos depois O Segredo de Brokeback Mountain, garantindo uma merecida estatueta do Oscar na estante.

O problema é que praticamente todo fã do Gigante Esmeralda esperava um remake do antigo seriado disfarçado de adaptação de HQ. Ao contrário, o filme era uma versão atualizada da história e ousava ser sério e adulto demais para os padrões estabelecidos sobre como se fazer um filme de quadrinhos. A produção causou estranheza tanto pelo lado do espectador comum, como da crítica especializada que não foi lá muito generosa nos comentários.

Porém, de forma alguma Hulk é ruim. É provavelmente um dos melhores exemplares de adaptações de quadrinhos já feitas para o cinema. Não é fiel ao original como Homem-Aranha ou Batman Begins, mas constrói tão bem os personagens que fidelidade é a última coisa que importa aqui. Ang Lee, com sua sensibilidade, conseguiu fazer do Dr. Bruce Banner um personagem muito mais complexo do que sua contraparte dos quadrinhos. Muitos chiaram um pouco com o fato do personagem ser alterado genéticamente e os raios gama apenas liberarem uma espécie de mutação latente. Mas, se analisarmos sob o prisma de adaptação, esse tipo de modificação na história é coerente, inclusive, com o que a própria Marvel fez com sua linha Ultimate, uma nova versão de seu universo, construído para uma nova geração de leitores. A interpretação de Eric Bana foi fundamental para essa construção, mostrando o Dr. Banner como um nerd contido e problemático. Ele não é jovem e alegre (apesar dos problemas) como Peter Parker, ou um milionário mimado como Tony Stark, mas sim um humano que passou por uma terrivel experiência na infância tornando-o objeto de pesquisa dos sonhos de qualquer psiquiatra. Pra piorar a situação do pobre cientista, no decorrer da história ele precisa enfrentar o próprio pai, que nos quadrinhos não é o alter-ego do Homem-Absorvente, mas que, novamente, como adaptação, funciona muito bem. Mesmo que o final seja chamado de anti-climax, por sua ação cerebral e abstrata.

Outro fator positivo no Hulk de Ang Lee é a interpretação de Nick Nolte, como o pai de Bruce, David Banner (uma homenagem ao seriado de TV). O ator está fantástico e rouba todas as cenas em que está inserido. Seus diálogos sobre o exército e as religiões são muito bem construídos e embora sejam a motivação do vilão, são muito relevantes ao mundo atual.

O problema, como dito acima, é que este é um filme sério. Adulto. E não uma diversão pra adolescentes alienados. Por isso não deu o lucro que a Universal e a Marvel esperavam. O que atrasou sua continuação em 5 anos. Na verdade, O Incrível Hulk, que estréia na sexta, dia 13, nem pode ser chamado de continuação. É uma retomada da franquia que leva alguns aspectos do filme de 2003 em consideração, mas praticamente reconta a história, de uma forma mais parecida com a série dos anos 70. Os atores mudaram, agora Edward Norton interpreta Bruce Banner. Uma escolha acertada, já que Norton é um dos melhores de sua geração e pode superar, e muito, o que Eric Bana fez com o personagem. Outra modificação óbvia na nova produção é que a história é mais voltada para a ação e menos para o drama, apesar das primeiras resenhas dizerem que as duas coisas estão equilibradas, para surpresa de quem esperava que Louis Leterrier, o novo diretor, fosse fazer um filme mais frenético como seus anteriores Carga Explosiva 1 e 2.

Resta agora saber se a versão de 2003 será suplantada por esta agora, o que particularmente deixaria os fãs muito contentes, ou se com o novo filme, a película de Ang Lee passe a ser mais cultuada, ao invés de receber comentários depreciativos de quem, obviamente não entendeu nem um pouco a proposta do diretor chinês. E, talvez, nem a proposta do personagem original. Uma metáfora psicológica, acima de tudo.

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Novo pôster mostra mais Eva Mendes como Sand Saref em The Spirit

A adaptação do famoso personagem de Will Eisner, dirigida por Frank Miller, revelou mais um poster. E, novamente o destaque da imagem é Eva Mendes como Sand Saref, o primeiro amor do personagem. Confira (clique para ampliar).

The Spirit estréia na semana do natal de 2008.
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Vídeo de bastidores revela novas imagens de Batman - O Cavaleiro das Trevas

Um vídeo de Christopher Nolan e William Pfister (diretor e diretor de fotografia) comentando sobre a experiência de filmar usando cameras IMAX caiu na rede esta manhã. Porém, o grande atrativo são as cenas novas reveladas. Há pelo menos duas que deixam qualquer fã maluco. A primeira mostra Bruce Wayne (Christian Bale) tirando a camisa para vestir o uniforme do Batman. A câmera enquadra então suas costas, cobertas de hematomas e cicatrizes, como Alex Ross mostrou na Graphic Novel War on Crime . A outra cena envolve Harvey Dent e uma moeda. Quem sabe da marca registrada de Duas-Caras entende o que estou falando.

Outro atrativo é poder escutar um pouco da nova trilha sonora, outra vez a cargo de Hans Zimmer e James Newton Howard.

Assista o vídeo abaixo ou clique aqui para uma versão em Alta Definição.

Batman - O Cavaleiro das Trevas estréia em 18 de julho.
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Ken e Ryu não estarão no filme de Street Fighter

É isso mesmo. O vindouro Street Fighter: Legend of Chun Li não trará os dois personagens mais populares do jogo. A notícia foi confirmada pelo Patrick Aiello no blog do filme. "Decidimos explorar mais a origem de Chun-Li. Há personagens demais no universo de Street Fighter para colocar todos em um filme só. Queremos fazer justiça a cada um deles. Ken e Ryu não vão aparecer neste filme, mas não significa que ficarão de fora das continuações".

Já Aaron Horwitz, responsável pelo blog e pelos vídeos de making of, falou um pouco sobre o tom da produção.
"Muito sangue, suor e lágrimas rolaram, e muito disso estará no filme. Queremos algo mais sombrio, dramático, realista e, claro, cheio de ação."

Sobre os uniformes: "Dito isso [que os realizadores buscam algo realista] seria bobo colocar Neal McDonough na roupa vermelho vivo de Bison, com aquelas ombreiras e o chapéu de capitão. Funciona muito bem no videogame, mas na vida real não é muito intimidador. O mesmo pode ser dito de Balrog. Ele é um assassino, um brigão. Como ele poderia ser ameaçador se andasse pela tela batendo nas pessoas com luva de boxe? Claro que não deixamos o jogo de lado. A certa altura Chun-Li vai usar o penteado clássico e, claro, Vega ainda tem a máscara e a garra, só pra começar".

É, deixar Ken e Ryu de fora é como tirar o Wolverine de um filme dos X-Men... mas, quem sabe, se realmente houverem continuações, os dois apareçam.

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Crítica: As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian

É uma tradição. O segundo filme quase sempre é mais sombrio que o primeiro. Seja nos temas, na quantidade de violência ou no próprio clima proposto pelo diretor. Em Príncipe Caspian, novo exemplar da franquia Crônicas de Nárnia, isso não é diferente.

Na história, os órfãos do primeiro filme estão novamente na Inglaterra. No mundo real, apenas 1 ano se passou, mas em Nárnia foram 1300 anos desde que os irmãos abandonaram o trono que lhes era de direito. Os animais falantes foram quase extintos, assim como a maioria dos habitantes mágicos. Agora são os humanos que proliferam, governados pelo cruel Regente Lorde Miraz, que ao nascimento de seu primogênito ordena o assassinato do próprio sobrinho, Príncipe Caspian, legítimo herdeiro do trono. Na fuga, o jovem príncipe inadvertidamente toca a trombeta de Suzana, fazendo com que ela, Pedro, Edmundo e Lucia, voltem a Nárnia. Unindo-se a Caspian, os irmãos lideram uma rebelião para trazer de volta a justiça ao mundo mágico.

Até a maneira que o filme começa já anuncia a mudança no visual mais limpo do primeiro filme. A sequência que mostra a fuga do príncipe se passa a noite, no meio de rios e florestas, que juntos foram um cenário um tanto assustador, levando em conta que este é um filme voltado para crianças.

Porém, o que funciona muito bem em livros, no cinema é um tanto estranho: não da pra levar muito a sério um filme (e o roteiro leva a história muito a sério, mesmo com sequências cômicas) que mostra ratinhos espadachins ou doninhas lutando numa batalha com soldados humanos. Talvez por isso a primeira produção não tenha convencido tanto a crítica, que esperava algo parecido com Senhor dos Anéis. Pelo menos neste segundo filme, as batalhas envolvem mais personagem humanos e menos bichinhos bonitinhos, o que também torna as sequências mais violentas, já que temos um pouco, algumas gotas, pra ser mais exato, de sangue, desta vez.

Outro fator que atrapalha é a falta de habilidade do diretor Andrew Adamson em dirigir os atores mirins. Isso porque Adamsom vem do mundo das animações em 3D (Shrek e Shrek 2). Talvez explique inclusive que os personagens animados, tanto do primeiro como do segundo Crônicas de Nárnia, tenham mais profundidade do que os humanos. Um pouquinho mais de tato da parte dele não teria deixado o ator William Moseley, que interpreta Pedro, ficar bicudo o tempo todo pra demonstrar rebeldia adolescente.

No resultado geral, Principe Caspian é até melhor que o primeiro por ousar um pouco mais ao ser mais sombrio e não ficar muito preso à referências bíblicas que C.S. Lewis usou nos livros. Mas ainda, ao final da exibição, fica aquela sensação de que precisava de algo mais. Talvez os próximos filmes convençam mais, já que para o terceiro, Michael Apted já teve o nome divulgado como diretor. Este sim, acostumado a dirigir pessoas e não pixels.

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Novo trailer de O Procurado e comercial de TV de Incrível Hulk caem na rede

A estréia das duas adaptações está chegando e o marketing aumenta cada vez mais. O Incrível Hulk acaba de ganhar um novo comercial de TV, que você confere aqui. O filme chega aos cinemas em 13 de junho, com Edward Norton no papel do Verdão.

Já O Procurado, adaptação da Graphic Novel de Mark Millar, ganhou um novo trailer com cenas até então, inéditas. Veja aqui. O filme estréia em 27 de junho e mostra James McAvoy (Desejo e Reparação) como o fracassado Wesley Gibson, que descobre ser herdeiro de um dos mais poderosos assassinos do planeta, misteriosamente assassinado. A revelação é seguida de uma proposta: ele receberá 50 milhões de dólares se conseguir tornar-se tão bom quanto o pai. Para tanto, terá que passar por seis meses de treinamento com outros vilões.

Wanted é dirigido pelo russo Timur Bekmambetov.

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