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Notícias do dia!

Confira pôster de G.I. Joe

A Paramount divulgou nesta segunda o primeiro pôster da adaptação de uma das linhas de brinquedo mais famosas do mundo: Comandos em Ação. Aproveitou também para mostrar o título completo do filme: G.I. Joe - Rise of Cobra.

Agora fiquei com medo. Em português podemos esperar algo do tipo, na melhor das hipóteses, Comandos em Ação: A Ascenção de Cobra? Isso vai render piadinhas infames!

O filme estréia em 7 de agosto de 2009.








Veja mais uma prévia do desenho Wolverine and the X-Men


O novo desenho dos mutantes da Marvel ganhou mais um vídeo, desta vez mostrando uma batalha na rua. Confira.


Na premissa da série, quando Xavier entra em coma depois de um atentado (que vitimou também Jean Grey), a liderança dos X-Men recai sobre Wolverine. Agora, cabe ao canadense atarracado, motivado por uma visão apocalíptica do futuro, convocar humanos e mutantes a trabalhar juntos para impedir que uma guerra destrua toda a civilização.

A série misturará elementos 3D e 2D e terá 26 episódios de 11 minutos. O lançamento da série é prometido para o primeiro trimestre de 2009.

Veja fotos de bastidores da terceira temporada de Heroes

O site TheBadandUgly.com mostrou algumas fotos envolvendo Milo Ventimiglia (Peter Petrelli) e Hayden Penettiere (Claire) nas filmagens da nova temporada de Heroes, que estréia em 22 de setembro nos EUA. Confira aqui.

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Resenha: Piloto de FRINGE


O piloto da nova série de J.J. Abrams “vazou” na net. Como fã de Lost, eu não poderia deixar de conferir. Aqui vão minhas primeiras impressões...

Já na cena de abertura, com um avião onde seus tripulantes passam por uma experiência bizarra, começa o clima de dejavu: “Lost 2?”. Por esse e outros temas na trama de Fringe, fica a questão: Será que essa semelhança com Lost em alguns aspectos foi intencional? Seria uma forma de chamar a atenção ou simplesmente falta de criatividade na mente de J.J.? Só o tempo para nos mostrar o que Fringe tem a oferecer.

Após o tal incidente, uma agente do FBI vai ao local de investigação e altas tretas começam a acontecer. É aí que surge outro personagem que deixa a referência a Lost ainda mais evidente: um chefão do FBI com alto potencial para antagonista que é interpretado pelo MESMO ATOR que faz o misterioso Michael Abbadon em Lost (aquele negão que recrutou Naomi e sua equipe de expedição à ilha). Rola inclusive uma cena de um diálogo importante entre este personagem de Fringe e a protagonista que termina com aquele barulhinho misterioso tirado diretamente dos finais de episódio de Lost.

OK, tentarei não dar spoilers, mas acontece uma coisa muito sinistra com o parceiro (e namorado) de nossa protagonista (esqueci o nome da personagem e estou com preguiça de procurar) e aí ela vai atrás do único cientista louco o suficiente para ter realizado pesquisas com a chamada “fringe science” (ciência de borda). Essa tal vertente da ciência é nada mais do que todas aquelas bizarrices estilo Arquivo X: mutações genéticas (Caminhos do Coração? Hahaha... desculpa, não deu pra conter a piada), teletransporte, telepatia, e enfim... deixe a imaginação fluir ou simplesmente assista à abertura da série em que várias possibilidades são listadas. Essa abertura lembra muito a de Arquivo X, aliás (Alias? Desculpa, não deu pra segurar também...).

Então, ela vai atrás do tal cientista, que está em um hospício (um pouco clichê, de fato). Para isso, ela vai até o Iraque atrás do filho do cara: um golpista muito esperto que também manja muito de ciência e tem uma relação traumática (não explicada ainda) com o pai. Pois bem, está formada nossa equipe de caçadores de aventuras, o Trio Ternura. E eis que nosso novo amigo acaba informando nossa protagonista de que uma grande organização está “aparentemtente” por trás de tudo. (Dharma Initiative de novo?)

As semelhanças com Lost são gritantes, mas aqui dou um exemplo da grande diferença entre Fringe e a história de Jack Sheppard: a narrativa. Enquanto o grande apelo de Lost se encontra na narrativa fragmentada, jogada como migalhas para o espectador que tenta juntar as peças entre flashbacks, flashforwards e jogos na Internet, em Fringe tudo acontece linearmente, de maneira mais tradicional (pelo menos até o presente momento). A agente do FBI vai até a tal sede da grande corporação para tentar falar com seu presidente e topa com uma secretária que, do nada, começa a fazer um belo discurso em defesa dos avanços da ciência, blá, blá, blá e aí ELA PUXA A PELE DA PRÓPRIA MÃO COMO SE FOSSE UMA LUVA E REVELA UMA MÃO BIÔNICA FRUTO DE UMA TECNOLOGIA SÓ EXISTENTE NA FICÇÃO! OHHH!

Sei lá, me pareceu meio forçada a introdução desses elementos tão de cara... O incidente no vôo, a experiência da protagonista de se comunicar com seu parceiro em coma através de um sonho estimulado, o incidente que acontece com o parceiro dela, esse lance da mão biônica... É como se estivessem gritando “Veja! Essa série é sobre ficção científica aloprada! Somos uma mistura de Arquivo X, Lost e Alias com uma pitada de Caça-Fantasmas!”. Há quem goste, por isso há um público certo, sem dúvida. Mas, para mim, Lost só funcionou porque esses temas foram introduzidos aos poucos, em doses homeopáticas e sugestivas. O que parecia ser somente uma galera azarada que caiu numa ilha e teria de sobreviver se mostrou uma trama diabólica até agora não revelada totalmente. Praticamente, o que sabemos de Fringe no primeiro episódio levamos 4 temporadas inteiras para descobrir em Lost! Muito bem... pra quem reclama de enrolação, acho que essa nova série é uma boa pedida, mas aí eu fico pensando que eles devem ter uma trama muito bem elaborada com mil surpresas, ou então vão ser mesmo o novo Arquivo X, que não tinha nada a dizer no final, a não ser mostrar um novo caso bizarro e “além da imaginação” (não deu pra segurar a piada nerd de novo, ok?) a cada episódio.

Cheguei a pensar que Fringe poderia ser uma expansão do universo de Lost, justamente pelos pontos semelhantes que já citei. Isso seria bem interessante, algo que já é feito há décadas nos quadrinhos sendo transposto para a TV, mas acho muito pouco provável. De qualquer forma, resta conferir a primeira temporada da série para saber se J.J. Abrams vai se superar ou simplesmente se exceder.

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Notícias do dia!

Veja mais dois novos pôsteres de The Spirit (e esses falam!)

O Yahoo Movies liberou na terceira semana consecutiva mais 2 pôsteres da adaptação do célebre personagem de Will Eisner. A diferença é que desta vez estão no formato flash e quando clicados pode-se ouvir a voz da personagem dizendo a frase estampada na imagem. Confira abaixo e clique na imagem para ver a animação.


Homem-Aranha 4 em maio de 2011?

Pelo menos é o que produtora Laura Ziskin espera. Segundo entrevista ao LA Times, Ziskin quer lançar a continuação em maio de 2011, concorrendo com Captain America: The First Avenger e Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2. A produtora conclui dizendo que o roteiro ainda não está pronto, mas não confirma o boato de que o roteirista James Vanderbilt escreve o texto esperando uma divisão em dois filmes que seriam gravados ao mesmo tempo.

Confira o trailer de A Múmia - A Tumba do Imperador Dragão

Ah, é isso. Veja aí o vídeo que divulga o terceiro filme da franquia cópia de Indiana Jones. O filme estréia em 30 de julho.

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Quinto comercial de TV de Batman - O Cavaleiro das Trevas

Apenas 4 semanas, bat-fãs! Enquanto isso, a Warner inunda as mídias com as mais variadas formas de marketing. Quem pode, pode!


Batman - O Cavaleiro das Trevas estréia em 18 de julho!

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Mais algumas imagens de Batman - O Cavaleiro das Trevas caem na net

Veja abaixo imagens do filme, tiradas de um calendário (as duas primeiras vieram de uma fonte da Warner). Desta vez o destaque é pro Espantalho, que volta na continuação, mas até agora andava apagado da divulgação.







Batman - O Cavaleiro das Trevas estréia em 18 de julho.
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Cenas Memoráveis - Especial Perseguições

Ronin (1998)

Dirigido por John Frankenheimer, Ronin é um dos melhores thrillers dos anos 90. Com Robert De Niro e Jean Reno, mostra um ex-agente da CIA (De Niro) tentando roubar uma misteriosa maleta que contém algo que tanto irlandeses e russos estão atrás. O final leva a uma reviravolta que explica o nome do filme. Ronin era como os Samurais sem mestre eram chamados na época do Japão feudal.

A cena de perseguição a seguir é não apenas empolgante, como plasticamente perfeita. Reparem em como os movimentos dos carros são milimetricamente calculados. Eles não cometem erros, dá até impressão que seguem um trilho, de tão perfeitos. Frankeinheimer era um mestre nesse tipo de coisa e esta sequencia é uma prova disso.

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Crítica: O Incrível Hulk (por Alexandre Luiz)

Me permiti escrever este texto em primeira pessoa. Espero que entendam.

Uma das coisas mais legais em histórias em quadrinhos são crossovers. Encontros entre personagens da mesma editora e do mesmo universo, mas que não tem lá muito em comum. Wolverine e Hulk, Demolidor e Homem-Aranha, esse tipo de coisa. Particularmente, achei que nunca veria isso no cinema. Principalmente por saber a besteira que a Marvel fez quando vendeu os direitos de seus personagens mais famosos para estúdios cinematográficos diferentes. Mas agora a editora está tomando conta de alguns heróis. Cabem ao Homem de Ferro, Hulk, Capitão América, Thor e Homem-Formiga (nem pergunte...) “salvarem” o Universo Marvel nas telonas. Quando o filme do Ferroso estreou, com todas aquelas menções a SHIELD e ainda a aparição de Nick Fury, não podia imaginar que isso seria estendido da forma que foi em O Incrível Hulk. Logo na introdução, que mostra a origem do Gigante Esmeralda em flashback (mais baseada na série de TV do que no filme de 2003), podemos ver menções à Fury, SHIELD e Tony Stark. Quando Emil Blonsky (Tim Roth) é convidado a servir de cobaia a um novo experimento, o Projeto Super Soldado é citado (sem mencionar a cena deletada com o Capitão América). E há também a alardeada cena com Robert Downey Jr. no final. Além disso, o próprio universo do Hulk é enriquecido com participações do Dr. Samson (ok, ele aparece mais no teaser do que no próprio filme, mas...), Samuel Sterns (que já dá o gancho como vilão da continuação) e uma menção honrosa a Rick Jones. Mas não é só por isso que O Incrível Hulk é um bom filme.

Quando Louis Leterrier foi contratado para dirigir, eu simplesmente não botei fé. A versão de Ang Lee, embora odiada por muita gente, tem toda uma sensibilidade que eu não imaginava o diretor de Carga Explosiva conseguindo expor. Mas, logo depois Edward Norton entrou no projeto, não só como o intérprete do Dr. Bruce Banner, mas como roteirista não creditado. O ator ajudou a dar o polimento necessário para fazer de O Incrível Hulk uma história humana. Convenhamos, um monstro verde destruindo tudo em 2 horas não é exatamente a definição de uma boa história. Desenvolver os personagens era prioridade para Norton. E ele faz isso muito bem nas cenas envolvendo Banner e Betty Ross (Liv Tyler), e nas sequências mais introspectivas do personagem principal. Da pra perceber o texto dele também quando o filme tem seus momentos a lá King Kong, com Hulk mostrando seus sentimentos para a Dra. Ross. Basicamente quando o filme é pancadaria, quem dá as caras é Leterrier, quando o filme explora os personagens, é Norton. E é por isso que o Incrível Hulk é um bom filme. Por dosar bem as duas coisas. E, pelo diretor francês que se mostra competente principalmente quando o Verdão ataca pela primeira vez. Na sequência toda, temos o personagem nas sombras. Em uma cena que qualquer diretor já iria querer escancarar o Hulk pro espectador, Leterrier sabiamente o esconde. Outro ponto forte é o ritmo de perseguição, algo meio Identidade Bourne, que tem seu auge logo no começo com o ataque do exército americano na Rocinha. Tudo muito bem filmado, com aquele clima clautrofóbico que os estreitos becos da favela proporcionam.

Porém, nem tudo são flores. Como a Marvel esperava mais ação do que drama, a maior parte das cenas que Norton escreveu não está no resultado final. Foram mais de 70 minutos cortados que ajudavam a desenvolver ainda mais os personagens. Por causa disso o filme acabou ficando com buracos gigantescos, que são percebidos até por quem não esta prestando atenção na história. O que o ator queria mesmo era criar o clima do seriado de TV, tão dramático quanto o filme de 2003. A versão de Ang Lee foi praticamente esquecida, em virtude desta homenagem, com direito a participação de Bill Bixby, de uma forma muito original, por sinal. A editora, que agora é também um Estúdio achou que os espectadores já tiveram a sua dose de drama num filme do Gigante Esmeralda. Por essas coisas, Hulk acaba não sendo tão bom quanto Homem de Ferro, mas leva uma vantagem. É um filme mais adulto (seria ainda mais, sem os cortes). E, mesmo com a intromissão da Marvel (melhor do que intromissão de quem não entende de HQ), o resultado final agrada tanto àqueles que esperavam pancadaria (a luta entre Hulk e o Abominável é espetacular) quanto os poucos fãs da versão de Ang Lee, que se preocupam mais com a história do que com a ação. Resta saber agora se Edward Norton volta para a provável sequência, já que as decisões da editora o irritaram um pouco. Uma forma de trazê-lo de volta é lançar um DVD Director’s Cut. Ou seria mais apropriado chamar de Norton’s Cut?

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