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Criador fala de terceiro ano de Heroes

O seriado começou bem. Apesar das inevitáveis comparações com X-Men, Heroes conseguiu, em sua primeira temporada, ser um seriado decente. Apesar do final meio sem sal (graças a uma exagerada preparação para um batalha que não ocorre), conseguiu garantir um segundo ano. Aí começaram os problemas. Além dos episódios terem sido meio sem inspiração, os roteiristas entraram em greve e prejudicaram o andamento do arco de histórias que estava sendo criado. Agora com a terceira temporada chegando, o criador Tim Kring e o roteirista Jeph Loeb deram uma entrevista ao site Collider e falam um pouco do que pretendem fazer para salvar o seriado.

Como a temporada tem o subtítulo "Villains", Kring deixa claro: "Vamos ver muitos caras maus no Volume 3. E vamos brincar com a dualidade do bem e do mal, com a idéia de ter nossos personagens heróis fazendo vilões", começa o produtor - o que talvez explique as fotos do set que vazaram há alguns dias.

"Não vamos introduzir muita gente nova, em termos de personagens com grande importância, e sim vilões que vão aparecer e sair", emendou Kring. Sobre os conhecidos, Loeb complementa: "Não podemos revelar o que acontece com eles, mas ao fim do primeiro episódio algumas coisas sensacionais serão reveladas".

"O tema central da temporada é saber o que acontece quando pessoas descobrem que têm poderes - e essa pessoas não são boas. Literalmente, todos os personagens na temporada vão encarar o dilema do livre arbítrio, escolher fazer o bem ou o mal com esses poderes", disse Kring. "Exploramos isso antes com Sylar, mas agora vamos trabalhar essa idéia como se Sylar fosse apenas a ponta do iceberg", emendou Loeb.

Para completar, os dois esclareceram que "Villains" será apenas um arco de histórias (ou volume, como eles chamam) dentro do ano três. "Villains" ocupará os 13 primeiros episódios do total de 23 ou 24 da temporada completa.

Heroes volta a TV norte-americana em 22 de setembro.


P.S.: este foi o post de numero 666... tomara que não seja um mau agouro para Heroes! :P

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Especial O Cavaleiro das Trevas - Relembrando Batman Begins pt. 3

O elenco de Batman Begins

É difícil falar do elenco do filme sem usar adjetivos. Na pele de Bruce Wayne/Batman, Chris Nolan escolheu a dedo o galês Christian Bale, ator de filmes cult como “Psicopata Americano” e “O Operário” (ambos merecem ser assistidos, são excelentes). Bale, desde sua atuação no “Psicopata...” caiu nas graças dos fãs do homem-morcego como o único ator capaz de interpretar Bruce/Batman com perfeição. Além de ser um excelente intérprete, tem o físico pro papel. Era apenas uma questão de tempo até que o futuro diretor de Batman Begins e os executivos da Warner percebessem isso. Bale foi o primeiro ator a ser contratado, depois de passar no teste, concorrendo com Cilian Murphy. Como Nolan gostou da atuação de ambos, escolheu Murphy para integrar o elenco, porém como um dos vilões da história, o Dr. Jonathan Crane (vulgo Espantalho). Por falar em vilões, Begins continua com a tradição de ter atores consagrados como antagonistas, com Liam Neeson como Ducard (e não Henri Ducard), Ken Watanabe (indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em seu primeiro filme em Hollywood, “O Último Samurai”) como Ra’s Al Ghul, Rutger Hauer como o inescrupuloso Sr. Earle, que quer o controle das Empresas Wayne e Tom Wilkinson como Carmine Falcone, o chefão da mafia.
Para os ajudantes de Batman em sua jornada, o diretor também não poupou esforços para conseguir um elenco de primeira linha. A começar por Michael Caine, na pele do mordomo Alfred Pennyworth, que desta vez desempenha um papel muito mais significante na construção do personagem principal do que nos filmes anteriores. Para o papel de Lucius Fox, Morgan Freeman foi escolhido no lugar de Lawrence Fishburne (Matrix). Gary Oldman, acostumado a fazer vilões, ficou com o papel de James Gordon, no filme longe de ser comissário, no posto de tenente. Por último, temos a única escolha “equivocada”. Katie Holmes, como a assistente do promotor e interesse amoroso de Bruce Wayne, Rachel Dawes não é exatamente um exemplo de boa atriz. De qualquer forma, sua atuação não compromete o filme.
Mas o que realmente importa é como esse elenco se sai. Bom, vamos por partes.

Christian Bale – Batman/Bruce Wayne: O ator soube como interpretar os tres personagens como jamais fora interpretado, ou seja, da forma correta. Opa, perai, três personagens? Exatamente. Batman, Bruce Wayne, o playboy e Bruce Wayne, o amargurado em busca de vingança. Sua encarnação de Batman é animalesca. Não é simplesmente um cara com uma roupa de morcego.

Michael Caine – Alfred: Até agora os fãs sempre consideraram Michael Gough o melhor ator que interpretou Alfred, assim como a melhor coisa dos quatro filmes anteriores. Bem, como eu disse, até agora. Michael Caine além de ser um excelente ator teve a sorte do Alfred do roteiro de Begins ser muito mais fiel a fonte original. Destaque para os diálogos sarcásticos (típicos do humor britânico) entre seu personagem e Christian Bale, além do papel de pai que ele desempenha.

Gary Oldman – Ten. Gordon – Como eu já escrevi por aqui, os quatro filmes anteriores tiveram a péssima encarnação do Com. Gordon, em que o policial era inútil, não era respeitado por ninguém na sua delegacia e era totalmente dependente do Batman. Não tinha nada que lembrasse o comissário dos quadrinhos. Para Begins, o diretor optou por ter Gordon ainda como Tenente, enfrentando a corrupção na polícia e as ameaças de seus colegas. Oldman, além de ter ficado idêntico ao personagem da mini-série Ano Um o interpretou também como o personagem da supra-citada obra. Apesar de achar que Batman está tentando ajudar, ele tem dúvidas, sente como se estivesse errado.

Morgan Freeman – Lucius Fox: O personagem nos quadrinhos é o segundo homem em comando das Empresas Wayne. No filme é um inventor deixado de lado pelo Sr. Earle, e se torna amigo de Bruce ao disponibilizar as armas para que o milionário se torne o Homem-Morcego. Sua função na produção é parecida com a do “Q” dos filmes do 007.

Katie Holmes – Rachel Dawes: A personagem não existe nos quadrinhos, talvez por isso seja um tanto desnecessária. Sua função no filme é ser o contato de Batman no sistema judiciário (papel que nos quadrinhos era do promotor Harvey Dent) e o interesse amoroso de Bruce.

Liam Neeson – Ducard: Nos quadrinhos, Ducard é um assassino francês com quem Wayne aprende técnicas de espionagem, infiltração e até mesmo assassinato. No filme, porém, Ducard é uma incógnita. Se apresenta como servo de Ra’s Al Ghul e treina o jovem Bruce nas artes do ninjitsu.

Ken Watanabe – Ra’s Al Ghul: Talvez o personagem mais polêmico do filme, Al Ghul nesta versão é japonês, não é imortal, não tem uma filha chamada Tália e não chama Batman de Detetive. Porém, seus ideais permanecem intactos. Ele ainda quer purificar o mundo dos humanos e pretende fazer isso através de Gotham City.

Cilian Murphy – Dr. Jonathan Crane: Responsável pelo Asilo Arkham na produção, trabalha com Carmine Falcone, traficando drogas. Cria a droga do medo, que testa em seus pacientes no Arkham. Porém, há muito mais por trás do vilão e seu verdadeiro empregador tem outros planos para o gás que o Dr. Crane criou. Assume a identidade do Espantalho, tal qual nos quadrinhos, e pretende espalhar seu gás por toda cidade.

Tom Wilkinson – Carmine Falcone: Assim como sua contraparte dos quadrinhos, Falcone é o grande chefe do crime de Gotham. É a primeira ameaça que Batman enfrenta. Não sofreu grandes mudanças na passagem dos quadrinhos pro cinema.

Talvez possa parecer que os vilões de Begins não sejam uma ameaça a altura. Ora, eles nem são tão primeiro escalão assim (embora Ra's seja importante na mitologia do Morcego). A verdade é que este é um filme de origem do herói. Colocar o Coringa numa produção assim tiraria a atenção que o personagem principal deve ter.

Avaliação:
Elenco 9/10
Personagens: 9/10

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Cenas Memoráveis: Especial Perseguições

Goldeneye (1994)

O que seria dos filmes de 007 sem as perseguições? Porém 007 contra Goldeneye, a produção que trouxe Bond de volta ao cinema em 1994, eleva o nível desse tipo de sequência de ação, quando coloca o agente em um tanque nas ruas de São Petersburgo atras de um General russo traidor. Impagável!

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Notícias do dia!

Primeiro, um adendo: o blog ficou sem atualização graças ao serviço porco da Telefônica!

Veja mais 1 clip e 6 novos comerciais de TV de O Cavaleiro das Trevas

Uma prévia foi exibida na TV sueca e mostra um clip com a cena do Coringa invadindo a festa, mostrada em partes nos trailers. Confira aqui, ou não se você tem medo de spoilers.

Além disso mais 6 novos comerciais estão no Youtube.

TV Spot 10 http://www.youtube.com/watch?v=UjyB-RDsss8

TV Spot 11 http://www.youtube.com/watch?v=7cJK5J8SPck

TV Spot 12 http://www.youtube.com/watch?v=0Lo578I-HIA

TV Spot 13 http://www.youtube.com/watch?v=PiZ-e0k50yc

TV SPOT 14 http://www.youtube.com/watch?v=I5fv3pvHzm0

TV SPOT 15 http://www.youtube.com/watch?v=mEKVMJK5NEY

Ah, é isso, o filme estréia dia 18... ô dia que não chega!!!!
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Especial O Cavaleiro das Trevas: Relembrando Batman Begins pt.2

A produção de Begins

Até 2005, Batman foi produzido como filme noir (nos seriados dos anos 40), como kitsch (na série dos anos 60 e nos dois filmes do Schumacher) e gótico (nas produções do Tim Burton). Porém, nos quadrinhos, Batman é um misto de terror e policial. Algo saído dos livros pulp, das novelas de rádio do Sombra e dos filmes expressionistas. Pela primeira vez, então, surge um diretor que sabe disso e produz um filme do Batman assim. Chris Nolan, quando foi contratado pela Warner deixou bem claro que seu filme seria realista, baseado em filmes policiais dos anos 70 e com um visual no estilo de Blade Runner. Seu Homem-Morcego seria um personagem profundo, bem construído e com um motivo maior do que ser órfão, para lutar contra o crime.
Pelo que da pra conferir nos making ofs e no próprio filme, é exatamente isso que Nolan fez. O uso de Chicago para caracterizar Gotham foi perfeito. Afinal, Gotham sempre foi baseada em Chicago da época de Capone. As seqüências gravadas em estúdio, mas que representam os becos e docas de Gotham também foram muito bem produzidas para que parecessem o mais real e verossímil possível. Esqueça a arquitetura gótica, as estátuas gigantes e céu avermelhado. A cidade neste filme é criada como uma metrópole de verdade. Poderia ser Nova York, Chicago, ou até mesmo São Paulo.
Outro ponto positivo para Nolan é que ele tem a consciência que se um filme quer ser levado a sério, não pode se dar ao luxo de ser um espetáculo em computação gráfica. Pra garantir isso, o próprio diretor editou o filme, da sua maneira. Há uma cena com Batman no topo de um edifício, que geralmente seria feita por um dublê virtual. Mas em Begins, o que estamos vendo é um dublê de verdade, na roupa de morcego, parado, vigiando a cidade que está abaixo. Não é nem mesmo um efeito adicionado no chromakey. Os poucos efeitos em CGI existem porque eram necessários e não porque seriam mais fáceis de serem feitos. O trem elevado (um cenário importante no desfecho do fime) é um exemplo disso, e mesmo assim ele não foi totalmente produzido por computação gráfica.
A edição do filme é parecida com a edição de filmes de suspense. As lutas sofreram uma edição rápida, que não permite se identificar muito o que está acontecendo, mantendo o mistério que a produção exige. Além disso, é marca registrada de Nolan, colocar o espectador “dentro do filme”. Uma boa amostra disso é a sequência da luta entre Bruce Wayne e Ducard no lago de gelo e na queda do pequeno Bruce no poço infestado de morcegos.
Para encerrar, a fotografia do filme é parecida com a fotografia do primeiro “O Corvo” e com “Blade Runner”. Contrariando a opinião de muitos críticos que preferem algo no tom do que foi visto em “Constantine” e “Hellboy”, Nolan mostra que a escolha foi bem feita, e cria um clima sombrio e sujo para o filme.

Produção
Avaliação 10/10
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Notícias do dia!

Sacha Baron Cohen será Sherlock Holmes!

Ok, pode ler o titulo de novo, eu sei que é difícil acreditar... A Columbia anunciou hoje a produção de uma comédia, ainda sem título, que trará Sacha Baron Cohen (o Borat) como o famoso detetive e Will Ferrel (O Âncora) como Watson.

Etan Cohen escreve o roteiro e Judd Apatow e Jimmy Miller produzem.

Ao mesmo tempo, a Warner prepara um filme sério (do jeito que deve ser) do personagem criado por Sir Arthur Conan Doyle, que será dirigido por Guy Ritchie.

Veja os capangas de Piccolo no filme Dragonball

Caiu na rede uma foto do que seriam os capangas do personagem, que são os chamados Fulum. Em entrevistas, um dos produtores do filme, Tim Van Rellim, disse que Piccolo terá o poder de criar esses seres para lutar ao seu lado. Os tais Fulum têm força sobre-humana, pele dura como rocha e habilidade de se regenerar quando perdem partes de seus corpos. Veja a imagem abaixo.
Dragonball estréia em 3 de abril do ano que vem.
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Queima-Filme: Raul Julia

Dizem que o último papel de um ator antes de sua morte costuma ficar eternizado. Felizmente nem sempre isso é verdade, senão o grande ator Raul Julia teria ficado pra sempre na história marcado como o vilão do filme Street Fighter, M.Bison. Julia faleceu dias antes da estréia dessa pérola que adapta o famoso videogame para o cinema. A produção ainda conta com Jean Claude Van Damme, já dando sinais de decadência.

O filme ainda teve a coragem de ser dedicado ao ator porto-riquenho, que não sei como pôde aceitar papel tão imbecil. Vejam abaixo uma cena de M.Bison e Chun Li (aqui interpretada por Ming-Na). Pra compensar, um ano antes, Raul Julia havia feito Chico Mendes no filme The Burning Season (Amazônia em Chamas), produzido pela HBO sob a batuta de John Frankenheimer.

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