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ATUALIZADO Morgan Freeman em estado grave após acidente de carro

Morgan Freeman, 71, que ganhou um Oscar em 2005 por sua atuação em "Menina de Ouro", ficou gravemente ferido em um acidente de carro em Mississippi (sul dos Estados Unidos), informaram meios de comunicação internacionais nesta segunda-feira (4).

Freeman foi levado em estado crítico para um hospital de Memphis, no Estado norte-americano de Tennessee, depois de o carro onde ele estava ter capotado várias vezes, segundo meios de comunicação locais e a rede de televisão CBS. O acidente ocorreu na noite de domingo (3).

Segundo a agência de notícia France Presse nos EUA, o canal News 3, de Memphis, afirmou que o ator estava acompanhado de uma mulher, que também foi internada no Regional Medical Center --também conhecido como The Med-- junto com Freeman. Segundo a porta-voz do hospital, Kathy Stringer, o estado do ator é "muito grave".

Freeman, nascido em 1º de junho de 1937, foi indicado ao Oscar três vezes além de sua vitória em 2005. A primeira indicação veio em 1988 com o filme "Street Smart".

Em 1990, ele foi indicado pelo filme "Conduzindo Miss Daisy" e, cinco anos depois, em 1995, Freeman recebeu mais uma indicação com "Um Sonho de Liberdade", no qual atua ao lado de Tim Robbins.

Atualmente o ator pode ser visto em Batman - O Cavaleiro das Trevas, fazendo o papel de Lucius Fox.

ATUALIZAÇÃO: Segundo o site The Clairon-Ledger, Freeman não corre risco de morte. Em entrevista ao site, Bill Luckett, parceiro de negócios do ator, disse te-lo visitado e que ele está bem. "Está em repouso com alguma fraturas, mas nada que ameace sua vida. Nada permanente. Ele está bem humorado, apesar de sofrer dores". O cineasta Paul Saltzman disse que Freeman quebrou um ombro e um braço e que a expectativa para recuperação é de 6 a 8 semanas.
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Queima-Filme: William Shatner

Imortalizado como o Capitão Kirk de Jornada nas Estrelas, William Shatner resolveu, quando do fim do seriado, alçar vôos mais altos quando investiu numa carreira musical.

Como não sabia cantar e precisava exercitar seus dotes de interpretação, gravou diversos sucessos da época apenas declamando as letras. Lucy in the Sky With Diamonds (procure no youtube) foi uma das pérolas, mas uma que até apresentação ao vivo acabou gerando foi Rocketman, sucesso de Elton John. Confira abaixo. E qualquer piada sobre o cigarrinho que ele está fumando é bem-vinda e bem apropriada! E assista até o final! Chega a ser constrangedor...

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Resenhas Rápidas

Me lembro de, uns dois meses atrás, nosso colaborador Mauro ter mencionado algo sobre mini-resenhas. Pois bem, vou me apropriar da idéia dele pra falar de dois filmes que assisti semana passada: Hancock e O Procurado.

Hancock

Este já estreou no Brasil há algum tempo, com Will Smith no papel do herói fanfarrão que não está nem aí pra como vai exibir seus poderes. A premissa é muito interessante. Afinal, em épocas atuais, quem imaginaria espaço para um herói politicamente incorreto que ameaça sodomizar os criminosos de uma maneira bem peculiar? E até os primeiros 40 minutos do longa, até que vai tudo bem. Mas, a segunda metade parte pra um sem fim de discursos piegas sobre como um herói deve se portar perante a sociedade e tudo mais. Mas o que realmente atrapalha é a explicação do porque Hancock é um ser tão mal humorado. Ele na verdade guarda um segredo que parece piada: rejeição. Mas é uma rejeição mostrada de uma forma boba, não aprofundada. Claro, uma pessoa que vive sozinha por quase um século teria tendências em ser tão rude, mas há inúmeras maneiras de se mostrar isso de forma eficiente e nenhuma delas está presente aqui.

No final, mais pieguice, que poderia não ser, com a mesma solução encontrada pelo personagem para continuar sua vida, mas o é, porque o cinema atual não permite que um filme termine sem uma mensagem bonitinha. Atrapalha também a mania do diretor de usar os maneirismos do produtor do filme, Michael Mann, com câmeras chacoalhando todo o tempo. Mann sabe fazer isso, não adianta querer copiar.

Hancock é apenas uma boa idéia e mesmo sendo divertido (pelo menos na primeira metade), não passa disso.

O Procurado

Já que as HQs de heróis estão sendo adaptadas a toque de caixa, porque não adaptar uma HQ de vilões. Escrita por Mark Millar, Wanted, nos quadrinhos, mostra Wesley Gibson, um típico perdedor que descobre ser filho de um dos maiores vilões do mundo e herdeiro de seu legado. O que o cinema Hollywoodiano fez? Transformou o pai do rapaz num assassino de uma agência que mata pessoas que precisam morrer para equilibrar a ordem natural do mundo. Claro, seria pesado demais se o personagem central de uma superprodução fosse um bandido sem escrúpulos. Dirigido por Timur Bekmambetov , o russo responsável por Guardiões da Noite, O Procurado é, de certa forma, um filme divertido, com suas cenas de ação mirabolantes (imagine uma mistura dos efeitos de Matrix com as cenas absurdas de Mandando Bala) e com Angelina Jolie num papel extremamente insinuante. Seria, inclusive, bem melhor se não levássemos em conta o material original. Claro que existem diferenças entre adaptação e transposição. Mas, como adaptação o filme peca justamente por não manter o espírito da HQ. Não que uniformes “colant” fazem falta, mas mesmo com mudanças necessárias para que a história se encaixe na linguagem cinematográfica, elas nunca devem atingir o núcleo da intenção original.

O filme acabou agradando nas bilheterias a ponto de já se falar sobre uma continuação. Ou seja, o vírus do politicamente correto que infectou Hollywood acabou atingindo o outro lado: o dos espectadores.
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Cenas Memoráveis: O Resgate do Soldado Ryan

Uma das sequências mais impactantes da história do cinema é a recriação da invasão da praia de Omaha, para o filme O Resgate do Soldado Ryan, de Steven Spielberg. O longa começa com essa cena que revolucionou o gênero de guerra e gerou várias imitações, inclusive em outras mídias, como videogames e comerciais de TV.

Confira (mas, um aviso, a cena é bem violenta)

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Notícias do dia (hoje tem bastante!)

HQ entrega detalhes de Transformers 2

A editora IDW Publishing, que publica o gibi de Transformers, anunciou uma minissérie em cinco edições que servirá de ponte entre a história do primeiro filme e do segundo. A minissérie se chama Transformers: Destiny e o resumo que o escritor da HQ Chris Mowry entregou em entrevista à MTV já adianta: o vilão do segundo filme será mesmo Fallen.

Na mitologia da série, Fallen é um dos 13 Transformers criados no início dos tempos por Primus para ajudá-lo a derrotar Unicron. Sua função era manipular as forças primais da entropia, a evolução e a dissolução da ordem no universo como o presságio de uma nova criação. No embate entre os dois deuses, Fallen se voltou contra os seguidores de Primus e aliou-se a Unicron - daí seu nome, em tradução livre, "o caído", "o corrompido". Detalhe: numa aproximação do imaginário bíblico, em que os anjos caídos encontram morada no inferno, Fallen se caracteriza pela lataria perenemente consumida pelo fogo.

"Exploraremos o contexto que envolve The Fallen - o principal vilão do filme - e simultaneamente expandiremos a história 'Reign of Starscream' que já vinha se desenrolando, unindo tudo no próximo filme", explicou Mowry. "O próximo filme começa com uma tonelada de ação e obviamente haverá um monte de perguntas, então esperamos responder algumas delas previamente [com a minissérie]."

O arco Reino de Starscream que Mowry menciona - e que ocupa o gibi atualmente - está ligado ao primeiro longa (lembra-se que o Decepticon que se transforma em jato saiu voando ao fim do filme?). Com o fim de Megatron, Starscream se tornou o líder dos vilões na viagem de volta a Cybertron - tendo em seu poder informações que Frenzy, aquele robô-espião diminuto, roubou dos computadores do exército da Terra sobre o All Spark.

Mowry fala mais da minissérie: "Estamos tentando encaixar [na HQ] o máximo de personagens da continuação. Veremos o envolvimento do Sector 7 e como eles se tornaram um novo grupo em formação. O mesmo com novos personagens, vamos explicar como eles chegaram à Terra. Como o filme já começa com uma batalha gigantesca, as pessoas vão se perguntar de onde eles saíram".

A minissérie em quadrinhos sai nos EUA em dezembro. Enquanto isso, o roteirista Roberto Orci indica no fórum de mensagens do produtor Don Murphy que o teaser trailer do filme pode sair com Eagle Eye em 26 de setembro.

O segundo Transformers estréia em 26 de junho de 2009.

Veja o teaser de Harry Potter e o Enigma do Príncipe

Saiu! E tem até Dumbledore com cara de Gandalf! Brincadeiras a parte, a prévia está bem sombria. Mais uma vez dirigido por David Yates, o filme entra em cartaz em 21 de novembro. Veja aqui o trailer.

Confira trailer de longa animado da Mulher-Maravilha

Continuando com os lançamentos da sua linha de animações voltadas para um público mais maduro, a DC/Warner liberaram uma prévia do filme The Wonder Woman. Confira.

Produtores tiram dúvidas sobre novo Robocop

Com Darren Aronofsky como o diretor do filme que reinicia a franquia RoboCop, os produtores Brad Fischer e Mike Medavoy tentam acabar com mal-entendidos.

Em entrevista à MTV, eles disseram que o filme será mesmo para adultos - provavelmente censura 18 anos nos EUA, segundo eles - e não será uma continuação. "Nenhum dos filmes anteriores será visto como cânone, na verdade", disse Fischer, que trabalha com a idéia de fazer com o policial do futuro algo similar a Batman Begins.

Medavoy, que trabalhou nos três primeiros, emenda: "Os temas das máquinas e da tecnologia, por exemplo, estão mais presentes hoje. O homem deixa de exercer certas coisas e deixa isso para suas criações e se afiança nelas. É um material bem provocativo. Temos pessoas hoje com todos os tipos diferentes de implantes mecânicos. Em que ponto essa pessoa deixa de ser um humano?".

Realmente, premissa interessante. Com Darren Aronofsky comandando, no entanto, corre-se o risco de algo cabeça demais. Resta saber qual será a liberdade criativa do diretor e se ele vai conseguir casar isso com elementos mais comerciais, como fez Christopher Nolan com o próprio Batman citado pelos produtores acima.

Veja prévia de The Spirit exibida na Comic-Con

É bootleg, mas tá na rede. Confira o vídeo que alem de outras coisas, privilegia as beldades do filme (alias, esse parece ser o mote de toda campanha publicitária do longa). Veja aqui.
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Jack White e Alicia Keys na trilha sonora de Quantum of Solace

Os produtores Michael G. Wilson e Barbara Brocolli acabam de confirmar a parceria de Jack White e Alicia Keys na canção-tema de 007 - Quantum of Solace. A música, Another Way To Die é o primeiro dueto na história de 22 filmes do agente secreto.

Quantum chega aos cinemas em novembro, mas o álbum com a trilha será lançado em 28 de outubro.
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Crítica: Garotos Perdidos - A Tribo


Um dos filmes mais marcantes das inúmeras sessões da tarde da minha infância e adolescência foi Garotos Perdidos. Dirigida por Joel Schumacher, com Jason Patric, Corey Haim, Corey Feldman e Kiefer Sutherland como o líder de uma gangue de vampiros, a produção marcava por seu visual kitsch (“aperfeiçoado” pelo diretor em Batman & Robin) e por uma incomum abstração nas cenas que mostravam a lenta transformação do personagem principal em uma criatura da noite.

Durante anos, uma continuação desse clássico dos anos 80 foi cogitada mas nunca saía. Até quem em 2007, finalmente confirmaram: Lost Boys – The Tribe seria lançado em 2008. E o melhor, traria os dois Coreys do original, os atores mirins mais cogitados da “década perdida”. Ora, só isso já serviria para deixar um fã de Garotos Perdidos ansioso. Mas... começaram as notícias de teor duvidoso. Na direção, ao invés de alguém com, pelo menos alguns, maneirismos visuais pra substituir Schumacher, foi contrato um tal de P.J. Pesce. No currículo do desconhecido cineasta? A trash seqüência de Um Drink no Inferno. Pra piorar, o filme seria lançado direto pra DVD, o que geralmente significa “bomba a vista”.

Eis que, neste final de semana, foi lançado nos EUA, então, a esperada continuação. E o que dizer do resultado final? Como dito acima, Pesce dirigiu um filme de vampiros trash na sua carreira e, sabe Deus porquê, achou que Lost Boys deveria seguir a mesma cartilha. Já na sequência inicial temos cabeça decapitada, vísceras a mostra e uma praia de estúdio. É, isso mesmo... areia de verdade com fundo de chromakey para a paisagem marítima. A história mostra dois irmãos Chris (Ted Hildenbrink) e Nicole Emerson (Autumn Reeser) (compartilham o mesmo sobrenome dos irmãos do original, embora nenhuma relação seja mencionada) chegando a Luna Bay, cidade paraíso de surf, depois de terem perdido os pais num acidente de carro. Lá se encontram com Shane, famoso surfista que desapareceu anos atrás. Vivido por Angus Sutherland (meio-irmão de Kiefer), o rapaz é líder de uma gangue de vampiros-surfistas-jackass. Não, você não leu errado. A trupe é tão idiota que vivem se mutilando, simplesmente porque podem se regenerar. Adicione mais vísceras à mostra na lista de violência gratuita.

A história é quase um remake do original, mas com nenhuma das características que o fizeram um clássico. Incluindo a trilha sonora, que conta com as musicas mais equivocadas possíveis nos piores momentos. A única mais ou menos aceitável é o cover de Cry Little Sister, tema do primeiro, numa versão meio gótica.

Quanto às atuações, bem, vamos dizer que Sutherland é o que mais se esforça. Mas não convence. O único ponto positivo está em Corey Feldman reprisando o papel do caçador de vampiros Edgar Frog. É incrível como ele interpreta o personagem da mesma maneira que o fez em 1987. As mesmas manias absurdas, o olhar de paranóia, está tudo lá. E, realmente, ainda bem que sua participação não foi uma ponta de 5 minutos. Se não tivéssemos a presença de Feldman, esse filme não valeria em nada o que foi gasto na sua produção.

O pior acabou ficando pro final, já que depois dos créditos temos um gancho para uma continuação que simplesmente acaba com a graça do outro Corey, o Haim, que aparece como seu personagem Sam Emerson, transformado em vampiro, prestes a sair no braço com Feldman, por algum motivo que envolve a morte do outro irmão Frog, Alan.Se você, depois dessa resenha, for masoquista o suficiente pra assistir esse filme, repare nas referências ao primeiro. Principalmente na participação de Tom Capello como um mendigo tocando sax. É uma brincadeira muito sem graça com ele mesmo, já que no primeiro filme ele aparece cantando uma de suas músicas, numa performance parecida. A diferença aqui é que Capello está barrigudo e sem noção.

E pensar que durante a produção, os fãs chegaram a fazer petição online pra essa bomba ser lançado nos cinemas.
Continua...
 
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