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Ouça sample de Another Way to Die, tema do novo filme de 007

Composta por Jack White, com vocais de Alicia Keys e de White, Another Way to Die segue a tradição das canções-tema dos filmes de 007. Mas, no sample que você confere aqui (ouça logo antes que saia do ar), parece que falta algo. As belas músicas como From Russia With Love, Goldfinger, Live and Let Die, entre outras, já não são feitas há muito tempo. Mesmo o tema de Cassino Royale, de Chris Cornell, não conseguia chegar aos pés do que foi feito por artistas como Matt Munro, Tom Jones, Shirley Bassey e Paul McCartney.

Talvez, quando a versão completa sair oficialmente, eu mude de idéia. Mas até agora, a música não me convenceu.

007-Quantum Of Solace estréia em 7 de novembro no Brasil.
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Cenas Memoráveis - Especial Matrix

Matrix Reloaded (2003)

Ok, as sequências não chegaram nem aos pés de tudo que o primeiro filme fez pelo cinema fantástico. Porém têm seus bons momentos, afinal os Wachovski sabem muito bem como montar uma cena de ação.

Em Reloaded há duas de tirar o fôlego. A luta de Neo contra vários agentes Smith e a perseguição na Freeway. Escolhi a segunda para postar aqui porque na minha humilde opinião é a mais cinematográfica, por ter sido mais "orgânica" e menos virtual. Isso porque a auto-estrada da cena teve de ser construída nos sets australianos. Isso mesmo. "Não podemos filmar numa freeway de verdade? Vamos construir uma!". Foi mais ou menos esse o pensamento dos irmãos e do produtor Joel Silver. Confira em duas partes abaixo.





Curiosidade: várias cenas, como as que se passam ainda no centro da cidade (parte 1 do video), foram dirigidas por James Mcteigue, diretor de segunda unidade, que anos depois levaria às telas a adaptação de V de Vingança. Atualmente, cuida de Ninja Assassin, também produzido pelo Wachovski.
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Confira o novo trailer de 007 - Quantum of Solace

A nova aventura do agente secreto mais famoso do cinema acaba de ganhar um novo trailer, desta vez com mais detalhes da história, que continua imediatamente após Cassino Royale. Confira.



Mais uma vez com Daniel Craig no papel principal, o filme ainda tem Olga Kurylenko, Mathieu Almaric, Gemma Arterton, Judi Dench, Jeffrey Wright, Giancarlo Giannini, Anatole Taubman e outros. Marc Forster dirige.
Quantum of Solace chega aos cinemas em 7 de novembro.
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Mini-Resenha: Hellboy II - O Exército Dourado

Não é que o filme não mereça uma resenha completa. Eu que estou com preguiça mesmo! :P



Com o primeiro Hellboy, Guillermo Del Toro apresentou ao cinema a história do obscuro personagem idealizado por Mike Mignola. Um demônio criado por humanos e que dedica sua passagem na Terra a caça de monstros, figuras místicas ou qualquer que seja a forma sobrenatural que o mal resolveu tomar. Porém, no primeiro filme, apesar do grande esforço do diretor (o que inclui a participação do próprio Mignola como desenhista de produção, para garantir uma ambentação fiel), haviam certos aspectos que não agradaram nem aos fãs dos quadrinhos de onde surgiu o Hellboy (como o irritante personagem humano pra tentar amenizar as ações do personagem título), e nem aos fãs de Del Toro, que perceberam o quanto o cineasta estava "amarrado" e não pôde exercitar todo seu potencial criativo.


Pois bem, Del Toro realizou O Labirinto do Fauno e se firmou como um diretor visionário, autoral, artístico. Então, nada mais justo do que dar a ele total liberdade em Hellboy II, filme que chegou ao Brasil na última sexta-feira. E o resultado final é um espetáculo visual, uma prova de que o diretor mexicano tem um caminho brilhante por Holywood com suas inventivas formas de contar uma história. É bem parecido com o que a Warner fez com Christopher Nolan em Batman - O Cavaleiro das Trevas. Mas, enquanto no mundo do Homem-Morcego, a palavra é "realismo", em Hellboy, é justamente a fantasia que toma conta. Cenários grandiosos e um sem número de criaturas, que desta vez adquirem o visual típico de Del Toro, fazem desta adaptação uma verdadeira exposição da criatividade do diretor.


Na história, Hellboy (Ron Perlman) tem de impedir o príncipe Nuada (Luke Goss, o reaper de Blade II, também de Del Toro) de ativar o Exército Dourado, criado há muitos anos numa guerra entra o mundo mágico e os humanos. Para o vingativo príncipe, a nossa espécie está destruindo o mundo que as criaturas mágicas tanto lutaram para habitar. Há um tipo de mensagem ecológica nas entrelinhas, mas sem deixar o filme com cara de propaganda do Al Gore. No meio disso tudo, Abe Sapien, mais uma vez interpretado pelo mímico Doug Jones, se apaixona pela irmã dé Nuada, Nuala. Isso dá mais abertura ao personagem, além de render uma sequência engraçadíssima de Abe e Hellboy cantando uma música de Barry Manilow (!!!).

Destaques para a rápida aparição de John Hurt, como o Prof. Broom, e para a abertura em animação contando a história da guerra entre os humanos e as criaturas místicas. Só essa sequencia já mostra que Del Toro é mesmo a escolha ideal para levar O Hobbit às telas. Que venha logo 2012!
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Cenas Memoráveis - Especial Matrix

É isso aí, especial Trilogia Matrix. Por que? Porque eu quero! :P

The Matrix (1999)

O primeiro Matrix foi um marco para o cinema que conhecemos hoje. Trouxe coisas boas e coisas ruins e infelizmente, nos "filhotes" que gerou, as ruins se sobressaíram. É que não bastava copiar o efeito "bullet-time". Tinha que ter conteúdo, e isso, a história criada pelos Irmãos Wachovsky tinha de sobra. Tudo bem, é uma colagem de várias fontes diferentes: animês, literatura de ficção científica, quadrinhos, música, religião, filosofia e mais um sem número de inspirações. Mas isso não diminui a importância do filme.

A cena a seguir é a abertura de Matrix, com Trinity escapando dos Agentes. Por que essa sequência é memorável? Simples. Em menos de 5 minutos, o filme já diz a que veio, com uma perseguição de tirar o fôlego, uma prévia do que seria o efeito pelo qual se tornou famoso, cenas de lutas coreografadas brilhantemente e uma homenagem a "Um Corpo Que Cai" de Alfred Hitchcock. Não é pra qualquer um.

Uma curiosidade: para apresentar a proposta de Matrix aos executivos da Warner, os Wachovsky precisavam mostrar o que eles tinham em mente, e que provavelmente sem uma referência visual clara, garantiria um sonoro "NÃO!" a eles. Pra isso, chamaram dois desenhistas de quadrinhos (Geof Darrow e Steve Skroce) para criarem os storyboards de algumas cenas. Porém, como os irmãos vinham do mundo das comic books (eles roteirizavam gibis no começo dos anos 90), foram bem claros quanto ao estilo dos storyboards, geralmente apenas um guia para o diretor de fotografia. Eles queriam algo na linguagem dos quadrinhos, pois assim poderiam ser mais diretos na hora de explicar as cenas. Cada página realmente se encaixaria facilmente numa Graphic Novel, com traços perfeccionistas e até as típicas onomatopéias. E, era tão HQ que os irmãos proibiram a utilização de setas, comuns em storyboards pra indicarem movimento de câmera ou personagens.

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Queima-Filme: Ozzy Osbourne

Tá, o Ozzy teve o filme queimado quando concordou em mostrar sua família no programa The Osbournes e virou atração principal por sua postura de maior lesado da TV. Porém, na década de 80, o comedor de morcegos inventou de participar de um filme de terror chamado Trick or Treat, que no Brasil ganhou o título Heavy Metal do Horror.

Ozzy faz o papel de um pastor que aparece na TV pregando contra letras de rock. Não percam o visual Roberto Leal do rockeiro!

Além de Ozzy, Gene Simmons do KISS também participa do filme, como um radialista que tem papel fundamental na história. Pois é, como não bastasse queimar o filme de uma lenda do rock, queimou o de duas!

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Cenas Memoráveis - Jurassic Park

Bom, se uma coisa Spielberg sabe fazer é manter o suspense. Em Tubarão, o monstruoso animal aparece apenas no final do filme, mas mesmo assim, a cada pista que o espectador tem de que um ataque está prestes a acontecer, o sangue sobe, a tensão é criada. Em Jurassic Park, o diretor faz algo parecido com o Tiranossauro Rex. Durante boa parte do filme, nós somos apresentados apenas ao que o bichão é capaz de fazer, mas nunca ao dinossauro em si. Porém, na cena em que finalmente o T-Rex aparece, o impacto é tão grande que todo aquele suspense se justifica.

Além disso, a perfeição dos efeitos especiais ainda não foi superada, nem mesmo pelas continuações que o filme ganhou. Assim como Exterminador do Futuro 2, os efeitos do primeiro Jurassic Park não parecem datados em momento algum. O que, pela data em que ambos saíram, é impressionante.

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