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Cenas Memoráveis - Edward Mãos de Tesoura (1991)

Tenho saudades do Tim Burton. Um diretor de enorme criatividade visual e sensibilidade pra contar histórias que são verdadeiros contos-de-fadas contemporâneos. Infelizmente para o cinema, Burton não existe mais da forma como conhecíamos. Hoje, ele caiu numa armadilha que parece ter sido armada por si mesmo. Parou no tempo, num visual que nem de longe é tão impressionante do que ele criou em Edward Mãos de Tesoura ou Batman Returns, por exemplo. Talvez por, na época, sua inventiva personalidade dependesse de efeitos práticos, e não de computação gráfica, sua filmografia até o início dos anos 2000 seja muito mais interessante. Ou, simplesmente por ter se rendido à indústria, deixando de lado o que realmente significa o cinema autoral.

Edward Mãos de Tesoura foi a primeira parceria de Burton com Johnny Depp. E também é um filme de momentos tão marcantes e sinceros que impressiona ter sido dirigido pela mesma pessoa que neste ano entregou uma versão fria e sem ritmo de Alice no País das Maravilhas.

A cena abaixo é minha preferida. A montagem, o clima melancólico marcado pela trilha de Danny Elfman, a fotografia, tudo colabora pra fazer da dança no gelo uma sequência marcante pra quem cresceu assistindo esse filme nas sessões da tarde da vida.

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Trilhas Marcantes: A Marca da Pantera (1982)

Deixando um pouco de lado os temas instrumentais pomposos, a trilha marcante de hoje é um pouco mais pop.

Clássico do Corujão, A Marca da Pantera, de 1982, dirigido por Paul Schrader, ficou famoso por revelar Nastassja Kinski pro mundo. Terror de forte apelo erótico, trazia ainda no elenco Malcolm McDowell e John Heard. É a refilmagem de um filme de 1942, da época das produções
com monstros no estilo de Lobisomem, Drácula e A Múmia.

É uma tipica produção dos anos oitenta e pra confirmar isso teve sua trilha incidental composta por Giorgio Moroder, pioneiro dos sintetizadores que um ano antes ja havia musicado outra refilmagem, Scarface, de Brian De Palma

Mas não é dessa trilha que este post vai comentar, mas sim da música tema, também composta por Moroder mas interpretada por ninguém menos que David Bowie.

Cat People (Putting out Fire) fez tanto sucesso que foi incluída depois no álbum Let's Dance numa versão ligeiramente diferente, que acabou indo parar na trilha de Bastardos Inglórios, mais recente filme de Quentin Tarantino.

A Marca da Pantera é um dos ícones dos anos 80 por sua abordagem pop de um clássico do terror e por uma trilha que, como vocês vão ver abaixo, entrega a idade do filme, mas não compromete. Muito pelo contrário, até acrescenta, tornando o filme ainda mais significativo
pra sua época.

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Trilhas Marcantes: A Marca da Pantera (1982)

Deixando um pouco de lado os temas instrumentais pomposos, a trilha
marcante de hoje é um pouco mais pop.

Clássico do Corujão, A Marca da Pantera, de 1982, dirigido por Paul
Schrader, ficou famoso por revelar Nastassja Kinski pro mundo. Terror
de forte apelo erótico, trazia ainda no elenco Malcolm McDowell e John
Heard. É a refilmagem de um filme de 1942, da época das produções
com monstros no estilo de Lobisomem, Drácula e A Múmia.

É uma tipica produção dos anos oitenta e pra confirmar isso teve sua
trilha incidental composta por Giorgio Moroder, pioneiro dos
sintetizadores que um ano antes ja havia musicado outra refilmagem,
Scarface, de Brian De Palma

Mas não é dessa trilha que este post vai comentar, mas sim da música
tema, também composta por Moroder mas interpretada por ninguém menos
que David Bowie.

Cat People (Putting out Fire) fez tanto sucesso que foi incluída
depois no álbum Let's Dance numa versão ligeiramente diferente, que
acabou indo parar na trilha de Bastardos Inglórios, mais recente filme
de Quentin Tarantino.

A Marca da Pantera é um dos ícones dos anos 80 por sua abordagem pop
de um clássico do terror e por uma trilha que, como vocês vão ver
abaixo, entrega a idade do filme, mas não compromete. Muito pelo
contrário, até acrescenta, tornando o filme ainda mais significativo
pra sua época.

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Trilhas Marcantes: A Marca da Pantera (1982)

Deixando um pouco de lado os temas instrumentais pomposos, a trilha
marcante de hoje é um pouco mais pop.

Clássico do Corujão, A Marca da Pantera, de 1982, dirigido por Paul
Schrader, ficou famoso por revelar Nastassja Kinski pro mundo. Terror
de forte apelo erótico, trazia ainda no elenco Malcolm McDowell e John
Heard. É a refilmagem de um filme de 1942, da época das produções
com monstros no estilo de Lobisomem, Drácula e A Múmia.

É uma tipica produção dos anos oitenta e pra confirmar isso teve sua
trilha incidental composta por Giorgio Moroder, pioneiro dos
sintetizadores que um ano antes ja havia musicado outra refilmagem,
Scarface, de Brian De Palma

Mas não é dessa trilha que este post vai comentar, mas sim da música
tema, também composta por Moroder mas interpretada por ninguém menos
que David Bowie.

Cat People (Putting out Fire) fez tanto sucesso que foi incluída
depois no álbum Let's Dance numa versão ligeiramente diferente, que
acabou indo parar na trilha de Bastardos Inglórios, mais recente filme
de Quentin Tarantino.

A Marca da Pantera é um dos ícones dos anos 80 por sua abordagem pop
de um clássico do terror e por uma trilha que, como vocês vão ver
abaixo, entrega a idade do filme, mas não compromete. Muito pelo
contrário, até acrescenta, tornando o filme ainda mais significativo
pra sua época.

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Crítica: Karatê Kid (2010)

Deve haver um consenso entre críticos sobre a refilmagem de Karatê Kid – A Hora da Verdade (1984). Parece que para se sentirem mais cult, ou para que seus leitores facilmente influenciáveis pensem isso, esbravejam apontando muito mais erros do que acertos em relação ao original, tratando o filme dos anos 80 como obra irretocável. Existe também um medo por parte dos fãs de cinema de qualquer tipo de remake. Junte tudo isso e tenha como resultado um preconceito tremendo com a nova versão que cegou alguns jornalistas a ponto de não conseguirem enxergar nada de bom nessa atualização.

A partir de agora, vou pedir licença a você leitor, pois vou me permitir escrever essa resenha em primeira pessoa. Não vou negar que ao anúncio de uma refilmagem de um dos filmes que fizeram parte da minha infância, senti medo. Primeiro por colocar o filho de Will Smith, Jaden, no papel principal. Depois, pela escolha de Jackie Chan para ocupar o lugar do Sr. Myiagi. “Onde esses produtores estão com a cabeça?”, pensei. A idéia de um garoto de 12 anos lutando e ainda por cima trocarem a etnia do tão amado mestre de Karatê não me agradou. Lancei mão de preconceitos pra achar que vinha por aí mais uma tentativa frustrada de recriar um sucesso. E foi assim durante toda a produção do filme. Não vi fotos, não vi trailer, não quis saber de ver o clipe do Justin Bieber. Mas, a estreia chegou e o nome da franquia falou mais alto: eu não poderia deixar de ver o novo Karatê Kid.

De todas as mudanças, obviamente a que mais gerava dúvida: por que manter o nome do filme se agora o enfoque era no kung fu? Simples. A partir do momento que o filme se apresenta, meus preconceitos foram ao chão. O nome é o primeiro sinal de respeito a obra original. Karatê Kid virou mais que o titulo da franquia e se torna quase um adjetivo. É “Karatê Kid” qualquer garoto que consiga superar seus medos através do enfrentamento de seu maior inimigo: ele mesmo.

A história é a mesma que a Sessão da Tarde transmitiu a exaustão: Dre Parker é um pré-adolescente que muda de cidade com a mãe, encontra um interesse romântico, apanha do valentão e graças ao mestre em artes marciais, o Sr. Han, supera desafios, ganha o coração da garota e vence o torneio de kung fu. Durante as 2 horas e 20 de filme, são várias as citações ao clássico oitentista. Mas não é disso que o roteiro é feito. Karatê Kid é feito com emoção, com sinceridade e com uma mensagem.

É interessante assistir ao filme com a mente aberta justamente pra entender o quanto essa refilmagem faz mais sentido. Enquanto no original Daniel Larusso era um adolescente mimado, aqui, Dre, com seus 12 anos, está enfrentando a maior mudança da sua vida. E não é sair dos EUA e ir parar na China. Ele está entrando na adolescência. É muito mais crível o que acontece com ele aqui do que o que acontecia com Daniel-San. E isso realmente fica mais interessante graças a interpretação de Jaden Smith. O carisma do garoto é infinito. A conexão dele com a público é imediata.

E há Jackie Chan como o Sr. Han. Outra dúvida quanto ao roteiro é até onde esse filme seria uma refilmagem e onde começaria o “filme do Jackie Chan”. Sim, porque esse é um daqueles atores tão marcados que a mera participação já define um gênero de cinema. E aí o que restava de medo acaba por completo. Em momento algum Chan tenta roubar o filme do jovem Smith. A história é do garoto e ponto. Porém, seu personagem, no decorrer da trama, adquire a importância que merece. Essa, aliás, é uma das grandes marcas do roteiro. Não há pressa em contar a história. Tudo vai acontecendo de forma muito natural e aceitável, daí inclusive a longa duração já citada.

Chan provavelmente interpreta o personagem mais interessante de sua filmografia e com muita competência. A forma como ele o constrói utilizando seu rosto ja marcado pela idade pra transmitir toda a dor do mestre. Seus trejeitos cansados, sua postura curvada. Tudo ajuda a levar a trama para o momento onde o Sr. Han revela seu passado trágico. O motivo dele ser um zelador, e de durante boa parte do filme reconstruir um carro. A sua fixação em tentar consertar as coisas. E o relacionamento com Dre, que de simples mestre e aprendiz, se torna quase paterno.

E, claro, como não poderia deixar de ser, as cenas de luta são muito bem coreografadas e filmadas, principalmente na primeira deixa pra Chan exibir seus talentos em artes marciais. Tecnicamente muito superior ao karatê “pra americano ver” do original. Ter sido rodado na China também ajuda, pela longa tradição em filmes do estilo.

Aliás, a China é retratada no longa com muito respeito em belas tomadas que fazem uso do magnífico cenário. É de cair o queixo a fotografia em sequências como a do treinamento na Grande Muralha ou a jornada ao Poço do Dragão. E a academia de artes marciais que toma o lugar da famigerada Cobra Kai do filme oitentista é visualmente perfeita. A primeira tomada do lugar já demonstra isso com inúmeros lutadores treinando em sincronia.

Claro, a obra não é perfeita. Talvez seu principal “pecado” seja cometido no torneio. O golpe final não é tão representativo quanto o golpe da Garça no original por não ser tão bem desenvolvido durante o filme. Mas, se fizermos uma leitura um pouco mais profunda, vai de encontro com o que o Sr. Han diz no começo do treinamento de Dre: que o kung fu está em toda parte.

Karatê Kid é um filme que fará você sair do cinema com um sorriso no rosto depois de passar uma bela mensagem ao espectador, coisa há muito tempo não aparece por Hollywood. E é uma mensagem relevante, tanto quanto foi há mais de 25 anos. E isso até mesmo o mais rabugento dos críticos não pode negar.


*Curiosidades*

Em uma única cena, duas coisas me marcaram: quando Dre resolve pregar uma peça nos valentões que o perseguem, reparem a participação proeminente de um Volkswagen Santana ao fundo. Esse carro, que faz parte da história automobilística recente no Brasil ainda é produzido na China, com grande sucesso. Por aqui, foi fabricado durante impressionantes 22 anos.

Nessa mesma cena surge uma homenagem, não sei se proposital ou não, a De Volta para o Futuro. Pra fugir dos valentões, Dre se esconde entre alguns veiculos que passam por ali, tal qual Marty McFly no primeiro e no segundo filme.

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Crítica: Os Mercenários

O ano de 2010 começou com duas produções que abriram caminho para o filme de Stallone. Os Perdedores, baseado em uma série em quadrinhos da Vertigo/DC Comics e Esquadrão Classe A, adaptação do seriado oitentista que marcou uma geração. Porém, tanto um quanto outro são frutos do cinema de ação dos anos 2000. Talvez Esquadrão Classe A seja mais próximo do que foram os filmes com “soldados da fortuna” produzidos nos anos 80, mas mesmo assim está cheio dos vícios pós-Matrix e pós-Bourne (olha ele aqui sendo citado de novo). Porém, depois de ressurgir do ostracismo, Sylvester Stallone mostrou com seu último Rambo que ainda dá conta do recado. E o recado em Os Mercenários é invadir uma ilha governada por um general corrupto e dar cabo de um exército de uns 200 homens. Nada que ele nunca tenha feito antes.


Desta vez, no entanto, o eterno “exército de um homem só” vem acompanhado de mais alguns nomes dos chamados “filmes de brucutu”. Jason Statham, Jet Li, Randy Couture, Dolph Lundgren, Terry Crews e Mickey Rourke. Como se ele precisasse de ajuda. Mas isso não vem ao caso. O nome original do filme já denuncia sua proposta. Expendables pode ser traduzido como “descartáveis” e é isso que esses atores especializados em testosterona sempre foram acusados de ser.


Stallone dirige e co-escreve da forma que sabe fazer. As cenas de ação fogem do ritmo videoclipe, os diálogos estão cheios de “sacadinhas”, e a química entre os personagens centrais funciona, principalmente entre Stallone e Statham, que seguram a primeira metade do filme praticamente sozinhos.


Do lado dos vilões temos o canastrão Eric Roberts fazendo um vilão que poderia muito bem ter sido escrito pra ele de tão bem que o papel lhe caiu. O General Garza é interpretado de forma meio apagada por David Zayas, que os fãs do seriado Dexter conhecem muito bem como Angel Batista. E aqui também temos brucutus, afinal não teria muita graça se Os Descartáveis não se enfrentassem. Gary Daniels e Steve Austin são os dois guarda-costas que dão muito trabalho a Stallone e cia.


E há a esperada cena entre o eterno Rambo, Bruce Willis e Arnold Schwarzenegger. Não há muito o que comentar a não ser o fato das ótimas sacadas com um tirando um sarro básico da cara do outro. Só isso já valeria o filme, mas...


Os Mercenários vale por ser o que é e não ter vergonha disso. Sem ser pretensioso, é divertido do início ao fim. Ação como há muito tempo não se fazia em Hollywood, sem medo da violência atrapalhar a censura e sem medo de parecer bobo em meio há tantos roteiros que se acham “geniais” por aí.


No final, os anos 2000 podem estar cheio de efeitos especiais, mas não conseguiram produzir heróis (ou vilões) como esses caras. E quando os créditos começam a subir, The Boys Are Back in Town toca ao fundo anunciando o retorno de um gênero que, pelo sucesso do filme, pode, de novo, marcar uma geração que em breve estará cansada de vampiros que brilham no sol ou de espiões com crise de identidade.

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Crítica: Salt

Quando Identidade Bourne foi lançado nos cinemas, talvez nem o diretor Doug Liman ou a crítica especializada poderiam imaginar que aquela proposta de ação mais realista (embora envolvendo algumas cenas um tanto exageradas) pudesse, anos mais tarde, influenciar até mesmo a nova safra de filmes de 007. O cinema de ação, os thrillers de espionagem e até produções de ficção científica se renderam as cenas com cortes rápidos, câmera na mão, e todos os elementos que fizeram da série Bourne o sucesso de público que conhecemos.

Pois bem, não é de se estranhar que Salt, lançado no começo de agosto nos cinemas, também siga essas “regras”. O filme mostra Angelina Jolie no papel título, uma agente norte-americana que de repente é acusada de ser uma espiã russa, parte de um programa da KGB de implantar pessoas altamente treinadas no ocidente para missões especiais de infiltração. Daí é perseguição, tiroteio, muita luta corpo-a-corpo e todos os clichês possíveis inerentes a esse tipo de filme. Isso não seria problema se Salt seguisse a cartilha de Bourne à risca ao invés de tentar desafiar as leis da lógica.

As cenas de ação são tão absurdas que deixariam James Bond, Ethan Hunt, John McClane, Rambo e o próprio Jason Bourne corados de vergonha. Se convencer o publico que Matt Damon pudesse ser um herói de ação foi complicado, imagine colocar Angelina Jolie pulando de caminhão em caminhão em uma auto-estrada, ou escorregando uns 15 metros por um poço de elevador usando as mãos sem sair com unico arranhão. A mulher dá golpes que desafiam a gravidade, derruba seguranças com o dobro de seu tamanho e faz um sem-número de piruetas que podem até funcionar quando Jolie interpreta Lara Croft, mas são forçadas demais em um thriller de espionagem, geralmente um gênero que funciona pelo realismo.

É até surpreendente imaginar que o diretor dessa bomba é Philip Noyce, que nos anos 90 dirigiu dois dos melhores filmes de espiões daquela década: Jogos Patrióticos e Perigo Real e Imediato. Claro que nesse caso estamos falando de duas adaptações de Tom Clancy, mas nem isso é desculpa pra inocentá-lo por filmar um roteiro como de Salt, que aos trancos e barrancos conta uma história pra lá de batida. Tanto é que Tom Cruise rejeitou o papel (sim, no primeiro roteiro Salt era um homem), por achar parecido demais com o que ele ja havia feito em Missão Impossível. Nem o que deveria ser o ponto de virada surpreende de tão previsível.

Mas, o que deixa qualquer espectador com vontade de pedir o dinheiro do ingresso de volta é a pretensão da película em querer deixar gancho pra uma continuação. E é aqui o maior pecado de Salt. Doug Liman não imaginava o sucesso de Bourne e criou um filme redondo, com começo, meio e fim que poderia ou não ter uma sequência. Em sua vontade de ser mais, Salt é incompleto: faltou roteiro, faltou direção, faltou bom senso e quando os créditos começam a subir, a sensação é que também faltou um filme ali.

Continua...
 
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