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Trailer francês de G.I.Joe 2 mostra novas cenas

A prévia não é muito diferente do primeiro trailer, mas como é destinada ao mercado europeu, destaca mais o âmbito global da trama, sem focar tanto nos EUA (mas a cena da Casa Branca está lá). Outro destaque é a aparição do Cobra Commander.



G.I. Joe 2: Retaliação estreia em junho.
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O Espetacular Homem-Aranha tem novo trailer! Confira!

O longa, que reinicia a franquia do herói aracnídeo no cinema, estreia em 3 de julho.

Com direção de Marc Webb, O Espetacular Homem-Aranha tem Andrew Garfield no papel principal, Emma Stone como Gwen Stacy e Rhys Ifans no papel do Dr. Curt Connors, que durante o longa irá se transformar no Lagarto, o vilão da vez, que aparece oficialmente agora na nova prévia. Confira!

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PodEntrar 4 - O Podcast do RE-ENTER discute Sherlock Holmes!

Neste programa, Alexandre Luiz, Tiago Lamonica e Warley Bonanno falam da criação de Sir Arthur Conan Doyle, Sherlock Holmes. Os livros, as adaptações clássicas para cinema e TV e as novas versões, com Robert Downey Jr. nas telonas e Benedict Cumberbatch no seriado da BBC.


Além disso, três ótimas dicas logo no comecinho do programa para os fãs de séries, cinema e rock and roll!


Reclamações, Sugestões, Críticas ou Elogios? Mande e-mail para reenter.pop@gmail.com ou deixe seu comentário no post!


Links relacionados ao programa:


Cine Alerta - O Site do Tiago


The Uai Zone - O Blog do Warley


Trailer do seriado SMASH


Crítica de As Aventuras de Tintim


Clipe Black Mountain - The Hair Song


Crítica Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras

Download do episódio

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Super Bowl também tem comerciais de John Carter e Battleship

O grande evento esportivo da TV norte-americana é famoso por seus spots de filmes que valem mais que muitos trailers. Este ano, além de Os Vingadores, quem também teve comerciais exibidos no intervalo do Super Bowl foram John Carter, nova produção live action da Disney e Battleship - Batalha dos Mares.

O primeiro estreia no Brasil 9 de março e o segundo chega aos cinemas em 11 de maio. Veja abaixo as prévias.



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Assista ao comercial de Os Vingadores exibido no Super Bowl

Acabou de ser exibido na TV norte-americana o novo comercial do longa que une os maiores heróis da Marvel. Confira abaixo a versão estendida do comercial, liberada apenas para a web.



Os Vingadores estreia em abril.
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Crítica: Histórias Cruzadas

Um filme pode ser feito para ganhar os principais prêmios do Oscar, mas isso não significa que os mereça. É mais ou menos esse o caso de Histórias Cruzadas, que contém basicamente todos os elementos possíveis para agradar não só o público, que adora uma história de superação, mas também aos votantes do prêmio da Academia, geralmente anestesiados mais pela mensagem que um longa quer passar do que pela eventualmente transmitida.

O filme, baseado no livro A Resposta, de Kathryn Stockett, se esforça demais para mostrar as brutais consequências da perseguição aos negros nos EUA na metade do século passado, mas por conta de um ponto de vista equivocado, acaba passando uma ideia extremamente racista. Muito provavelmente não era essa a intenção do diretor Tate Taylor, o que prova uma enorme falta de tato, já que o roteiro também é assinado por ele, em perceber como tratar um assunto tão delicado.

A protagonista da história deveria ser a governanta negra Aibileen Clark, numa interpretação brilhante de Viola Davis, mas acaba se tornando a jovem recém-formada em jornalismo Skeeter Phelan, vivida por Emma Stone. E é justamente aí que reside o maior problema do texto, por não perceber que mostrar a garota branca como única “salvação” para o grupo de outras empregadas domésticas afroamericanas da cidade de Jackson, no estado americano de Mississipi, é uma jogada preconceituosa, que chega a diminuir a importância de diversos movimentos liderados por negros como Martin Luther King, por exemplo.

Mas não é só aí que reside o racismo involuntário (pelo menos espera-se que seja) de Histórias Cruzadas. É inadmissível, em pleno século 21, que empregadas negras, mesmo que da década de 60, sejam mostradas de forma mais caricata que a Mammy de E O Vento Levou. Octavia Spencer que o diga, com sua Minny Jackson, numa caracterização que exagera o que a atriz já está acostumada a fazer e só colabora para a ideia equivocada do roteiro de que a mostrar assim ajudaria a torná-la um bom alívio cômico. O humor vindo de Spencer está em todos os motivos errados. E é uma aberração a intérprete não ter percebido isso e se propor a levar adiante tal afronta.

A forma com que a história trata os homens negros também não é a mais lisonjeira. Os maridos são figuras ausentes e abusivas, “vilões” sem rosto que jamais movem um dedo para ajudar as esposas, como se todos fossem coniventes com aquela situação.

Dotado de um maniqueísmo condenável, o roteiro de Taylor tenta manipular o espectador mais desavisado de todas as formas possíveis. Um bom exemplo é a vilã interpretada por Bryce Dallas Howard. Não bastasse mostrá-la como uma racista deplorável, ela também precisa ser cruel com a mãe, relapsa com o marido e invejosa com as amigas. No terceiro ato há até mesmo a inclusão de um problema de pele, fazendo surgir uma mancha em sua boca, sem nenhum motivo aparente, apenas para torná-la mais grotesca aos olhos do público.

Como nem só de erros é feito o longa, Jessica Chastain é um dos bons destaques, no papel de Celia Foote, a mulher excluída pelo grupo liderado por Dallas Howard. Não à toa, recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel, embora fosse mais justo indicá-la por sua participação em Árvore da Vida, de Terrence Malick. Primeiro porque no filme do consagrado cineasta, Chastain interpreta uma personagem tridimensional e cheia de nuances. Segundo porque infelizmente o texto de Histórias Cruzadas não é muito feliz ao retratá-la extremamente fragilizada, apenas para a audiência se sensibilizar com sua situação.

Outro bom aspecto do longa é sua recriação da época, embora as paletas de cores exageradas dêem a impressão de que a única base para o departamento de arte na criação de figurinos e cenários foram ilustrações como a que aparece enorme, pintada na parede externa de uma lanchonete.

Mas não se deixe enganar. Talvez o longa o divirta e o emocione no cinema mas, caso aconteça, saiba que não foi pela força da história e sim pela manipulação presente no roteiro. Por fim, com a indicação de Histórias Cruzadas ao Oscar de Melhor Filme na edição deste ano, comprova-se que os planos do diretor e dos produtores funcionaram perfeitamente. Pelo menos nisso, porque como filme de mensagem de tolerância, falha miseravelmente.
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Documentário do Dia: Making of Scarface

O making of de Scarface, filme de Brian De Palma, com Al Pacino no papel do gângster cubano, está dividido em 3 momentos: A criação do longa, o processo de atuação dos atores e a reunião de elenco no relançamento do filme ano passado. Confira!

















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