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Springfields disputam qual será a cidade dos Simpsons

 

Existem nos EUA, 34 cidades com o nome de Springfield. Foi isso que levou Matt Groening, criador dos Simpsons, a dar justo esse nome à cidade da família amarela.

Agora, uma eleição entre 14 dessas cidades vai decidir qual é a oficial. A escolhida irá abrigar a pré-estréia do filme.

A eleição tem gerado uma disputa bem saudável entra as cidades.

"Sempre achamos que fôssemos a cidade dos Simpsons", disse à Reuters Tim Farley, diretor executivo do Bureau de Convenções e Visitantes de Springfield, Illinois. "As semelhanças entre o desenho e nossa Springfield são espantosas."

Com população de 116 mil habitantes, a Springfield de Illinois compete pelo título com outras Springfields nos Estados do Oregon, Colorado, Nebraska, Missouri, Vermont, Michigan, Massachusetts, Nova Jersey, Ohio, Kentucky, Tennessee, Flórida e Louisiana.

O vencedor será anunciado na terça-feira, após uma votação online na qual as pessoas tiveram que escolher o vídeo que melhor representa o "espírito dos Simpsons".

Muitos dos vídeos mostram semelhanças entre sua cidade e a do desenho, com personagens e acontecimentos históricos semelhantes aos do desenho.

O vídeo da Springfield de Illinois mostra Todd Renfrow, gerente da companhia de eletricidade local, cujo nariz comprido e calvície parcial lembram a do vilão dos Simpsons, Montgomery Burns, dono da usina nuclear no desenho.

O que é realmente interessante nessa disputa é que as qualidades apresentadas não são qualidades. São defeitos, e a população toda contente por servir de base para personagens e situações estúpidas e mesquinhas (no melhor estilo Simpsons). Americano é um povo estranho mesmo...

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Turnê de retorno do Genesis é "um saco", segundo Phil Collins

 

É isso mesmo. O vocalista da banda, recém-reunida para uma turnê nos EUA e na Europa, declarou em entrevista à revista "Mojo" que esse reencontro é "um saco" e que não vai prolongar essa turnê que está fazendo com a banda de jeito nenhum.

Segundo Collins, o que está lhe incomodando é o fato de ficar longe dos filhos, que moram na Suíça. "Minha vida está em um redemoinho. Sinceramente eu vivo para meus dois garotos, então essa turnê é um saco porque me mantém longe de casa", comentou Collins.

A turnê do Genesis começou mês passado e deve durar até outubro.

E a pergunta que fica é: se você é tão ligado aos filhos, porque aceitou a reunião, criatura??? 

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Spinal Tap

Era 1984, época do auge das bandas de hard rock e heavy metal (época em que inclusive a linha entre esses gêneros ficava cada vez mais tênue e confusa), fazendo a cabeça da rapaziada com seus cabelos extravagantes, roupas coladas e estampadas, letras sexistas ou cheias de alguma espécie de misticismo, e enfim... tudo o que parecia estar esperando por olhos com alguma veia cômica para sacar a comédia que viria a se tornar essa cena antes mesmo da passagem das décadas. Foi quando surgiu o filme, ou "mockumentary" (falso documentário), "This is Spinal Tap", acompanhando uma turnê da falsa banda Spinal Tap, uma criação dos comediantes Michael McKean, Christopher Guest e Harry Shearer (que interpretam o trio que lidera o Spinal Tap), além do diretor do filme (que interpreta a si mesmo como diretor do tal documentário), Rob Reiner.

Deixe-me apresentar o Spinal Tap: segundo o contexto do filme, é uma das bandas que fizeram a história do rock no Reino Unido, composta pelo vocalista e guitarrista David St. Hubbins (inseguro e "pau-mandado" da mulher esotérica e chata pra cacete), o guitarrista solo Nigel Tufnel (um "virtuose" na guitarra, mas burro como uma porta em todo o resto), e o baixista Derek Smalls (a "água-morna" entre os dois gênios da banda, como ele mesmo se descreve). Há outros integrantes na banda: um tecladista e um baterista... mas o filme já deixa claro: Quem se importa com quem não está na linha de frente? Ainda mais se formos considerar que os bateristas do Spinal Tap sempre acabam morrendo de maneiras pra lá de estranhas...

Derek, Nigel e Dave - "Tonight we're gonna rock you!"

O documentário dirigido pelo cineasta (na verdade diretor de comerciais) Marty DiBergi acompanha a banda em uma turnê pelos Estados Unidos, registrando todos os momentos dos altos e baixos (mais baixos do que altos) do que na verdade é um grupo de artistas com fama decadente, passando por situações hilárias. Claro que tudo é um pretexto para satirizar os estereótipos da cena roqueira da época, passando pelas letras estúpidas demais para não serem geniais, o famoso conflito de egos na liderança da banda, o contato com os empresários e esposas, as respostas vagas em entrevistas, performances teatrais em palco, etc.

O humor do filme funciona por fazer comédia em cima de situações deste cenário, algo que apesar de ter possivelmente influenciado o brasileiro Massacration, é menos pastelão, acertando no tom. É claro que algo que influencia muito para o carisma dos personagens é o fato de que os atores são realmente músicos e compuseram as músicas e tocaram todos os instrumentos. Logo, não fica aquela coisa falsa, mostrando que eles entendem mesmo do assunto de que estão fazendo piada.

Spinal Tap nos anos 60: "Listen to the Flower People"

O filme logo se tornou cult, tanto para cinéfilos quanto para os roqueiros (apesar de não ser tão conhecido no Brasil, talvez devido à fraca distribuição do filme por aqui). E não é para menos. Os 80 minutos de "This is Spinal Tap" deixaram muitas cenas antológicas na memória da cultura pop. O exército de baixos na clássica Big Bottom (é possível encontrar diversos covers dessa música no Youtube e no Soulseek), o amplificador de Nigel que vai até o 11 pra dar aquele grau a mais, a capa toda preta do álbum "Smell The Glove" e a reprodução do monumento de Stonehenge no palco durante a música de mesmo nome (uma das cenas mais hilárias do filme) são alguns exemplos de cenas que viraram referências na cultura pop.

Outro ponto que merece destaque são as músicas do Spinal Tap. Mesmo feitas para serem paródias de um gênero musical, elas não deixam nada a desejar e acabam entrando para o repertório de qualquer hard rocker. Só para sentir o drama, a primeira música que é tocada no filme ("Tonight I'm Going to Rock You") é uma das "fases secretas" do aclamado jogo Guitar Hero 2. O sucesso da trilha sonora do filme levou o grupo a gravar mais um disco do Spinal Tap, em 1992, "Break Like the Wind", com participações de Cher, Slash, Joe Satriani e Jeff Beck. Além disso, a banda lança de tempos em tempos uma música nova na Internet. Em 2000, lançaram a música "Back from the Dead", acompanhada de uma turnê pelos Estados Unidos e Europa.

O amplificador de Nigel: "Porque 11 é maior que 10!"


Por esses e outros motivos, "This is Spinal Tap" é um filme altamente recomendado para quem gosta de rock n' roll e filmes cult de comédia. Procure na locadora, e se não encontrar, procure você sabe onde... ;) Mas enquanto você não faz isso, assista à mais recente reunião da banda: no dia 7/7/7 em Londres, no Live Earth, onde tocaram para milhares de pessoas o hit "Stonehenge" (com mais uma tentativa de erguer o monumento no palco), a nova música "Warmer than Hell" (falando de aquecimento global no estilo Spinal Tap) e o clássico Big Bottom (acompanhados de um monte de músicos das outras bandas do evento, todos tocando baixo, incluindo o Metallica).






Parte 1


Parte 2

PS: Reparem na mãe do Clark Kent no coro!
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Novo clipe do Velvet Revolver

Já lançaram há um tempinho, mas tá aí, "She Builds Quick Machines" a nova música de trabalho do Velvet, a banda dos ex-Guns com um vocalista grunge que deu mais certo do que a nova investida do Axl Rose...

O novo álbum, Libertad, foi lançado semana passada nos EUA.

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Boatos colocam Charada e Duas-Caras em The Dark Knight

 

Desde a contratação do ator ex-febre juvenil dos anos 80, Anthony Michael Hall para a continuação de Batman Begins, seu personagem é um mistério. Boatos davam conta de que ele seria um fã do Batman que resolve seguir os passos do ídolo como vigilante. Por outro lado, havia gente que garantia que o ator seria ninguem menos que Edward Nygma, o Charada.

Quem apostou na segunda opção pode estar correto. O site FilmIck diz ter confirmado a informação com mais de uma fonte, próxima à produção do filme. Porém, Hall não seria necessariamente vilão e muito menos usaria o uniforme verde. Seria apenas um gancho para o Charada no terceiro filme.

E a participação do Duas-Caras, garantida para a continuação de The Dark Knight, pode vir antes. O mesmo site recebeu informações de que o ator Aaron Eckhart, o Harvey Dent/Duas-Caras do filme, estava filmando já com a maquiagem do vilão.

Duas-Caras e Charada no terceiro filme da nova franquia? Já vi isso antes...

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Prince dá novo álbum para leitores de jornal britânico

 

O novo álbum de Prince, "Planet Earth" será distribuido de graça para quem comprar o jornal "The Mail on Sunday". Será também a única forma dos britânicos adicionarem esse CD em sua coleção, já que não estará a venda em lojas do Reino Unido.

Segundo Prince, o álbum só será gratuito para quem comprar o dominical ou um ingresso para um de seus 21 shows (!!!) que fará em Londres. O cantor disse que fará os shows simplesmente porque gosta da cidade.

Segundo a publicação, o disco "Planet Earth" contém dez músicas com "uma brilhante mistura de rock potente sobre uma base de soul".

A iniciativa de distribuir gratuitamente o álbum volta a premiar o Reino Unido, cuja capital, Londres, será a única cidade européia na qual Prince se apresentará este ano.

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Escolha das novas sete maravilhas foi "farsa em escala global", diz jornal

 

Em editorial do jornal espanhol El Mundo, o texto foi bem claro. A eleição foi uma farsa.

O jornal afirma que os espanhóis ficaram "profundamente decepcionados" ao saber que o candidato do país, o monumental palácio muçulmano da Alhambra, na Andaluzia, não receberá o status.

"A explicação é bem simples: a eleição se deu por votos através da Internet e de telefones celulares. O Brasil tem 188 milhões de habitantes, por isso existia um potencial de votantes muito maior que a Espanha ou a Grécia (que concorria com a Acrópole)."

Apesar de considerar alto o número de votos na eleição - 100 milhões, segundo os organizadores - o El Mundo disse que o processo foi "um grande negócio" marcado por "simpatias nacionais".

"Após o sucesso comercial deste concurso, é certo que dentro de muito pouco tempo serão organizados outros para eleger as sete belezas naturais do mundo ou os onze melhores jogadores de futebol da história", diz o texto.

"O negócio está assegurado, porque o público está ávido por este tipo de espetáculos, baseados nas possibilidades de participação oferecidas pela Internet e as novas tecnologias. Tudo, entretanto, é apenas espelho criado por um gênio de marketing que deve estar rindo do mundo a estas horas", conclui o jornal.

Os brasileiros mais ufanistas vão dizer por aí que isso é despeito. Porém, é óbvio que uma votação em que os habitantes dos países selecionados votariam neles mesmos. Assim, justa é que não foi, essa "eleição".

Agora, o que é realmente intrigante é o povo brasileiro se dizer patriota só em época de copa do mundo ou de alguma bobagem como essa escolha das novas maravilhas do mundo. Esse patriotismo todo vai embora na hora das eleições, ou na hora de exigir seus direitos.

Ao contrário do povo espanhol, por exemplo. Históricamente muito mais contestador que nós.

Enquanto isso, a cidade maravilhosa, agora "sede" de uma maravilha do mundo, não tem uma maravilha de segurança...

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