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Cenas Memoráveis: Um Dia a Casa Cai

Mais um filme dos anos 80 e mais um com Tom Hanks. Um Dia a Casa Cai mostra Hanks e sua noiva, indo parar numa casa aparentemente perfeita. Porém, quando os dois se mudam, o imóvel se torna o inferno na Terra.

Piso podre, instalação elétrica em curto e por aí vai. Para resolver o problema, Hanks contrata uma equipe para fazer a reforma. O problema é que os pedreiros são todos picaretas. Aliás, esse nem é o maior problema, já que o casal resolve "ajudar" o pessoal.

A cena abaixo é o resultado dessa ajuda. Reparem na montagem da sequência toda. É provavelmente uma das cenas mais elaboradas já filmadas. Pra completar, de trilha sonora, uma ária da ópera Lucia di Lammermoor de Gaetano Donizetti. Sem palavras. Simplesmente assista!

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Edward Norton: roteirista de Hulk

 

É isso mesmo. O ator, contratado para viver Bruce Banner/Hulk na nova aventura do Gigante Esmeralda, assinou o contrato também como roteirista. Sua função é melhorar a versão escrita por Zak Penn. O jornal Los Angeles Times explica melhor, em sua última edição.

Penn havia acabado de entregar o terceiro tratamento do roteiro e precisou deixar a produção para divulgar o seu segundo filme como diretor, The Grand. "Quando Norton se reuniu com os produtores em abril, a produção de Hulk já havia sido autorizada e restavam apenas três meses antes do início das filmagens. O acordo inicial que ele fechou incluia pagamento como ator e como roteirista", conta o jornal.

"Norton já tinha experiência como roteirista estabelecida e tinha idéias fortes sobre como separar o filme de qualquer confusão e comparação com o filme de 2003 de Ang Lee, começando tudo de novo da mesma maneira que fizeram Batman Begins com Batman e Cassino Royale com 007. Contratualmente, Norton teria que entregar a sua versão do roteiro de Hulk em menos de um mês", completou o Times.

Hoje, com metade das filmagens já concluídas, Norton segue retocando o texto. Se isso vai dar certo ou não, veremos em 13 de junho de 2008, data estipulada para a estréia do filme, dirigido pelo francês Louis Leterrier.

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Produção de Dark Knight implodirá prédio em Chicago

 

De acordo com o HollywoodChicago, a equipe da continuação de Batman Begins está se preparando para a gravação de mais uma cena grandiosa. Depois da capotagem de um caminhão, um prédio de 4 andares virá abaixo na cidade dos ventos.

A implosão será no dia 29 de agosto. "Disseram que será uma tomada diurna. E não será uma implosão típica. Tudo indica que a produção encherá o prédio de gasolina e material inflamável para uma enorme explosão, seguida da implosão", relatou o site.

É por essas e outras que não acredito muito no boato de que a maquiagem do Duas-Caras seria digital. Com essa fixação pelo realismo do diretor Christopher Nolan, chega a ser contraditória a possibilidade desse tipo de efeito.

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Totalmente Kubrick desperta as percepções

O filme ‘Totalmente Kubrick’ conta a louca trajetória de Alan Conway (John Malkovich) em se passar pelo famoso cineasta Stanley Kubrick, diretor de filmes, como o cultuado ‘2001: Uma Odisséia no Espaço’ e o genial ‘Laranja mecânica’.
A usurpação aconteceu em Londres, durante as filmagens do longa ‘De olhos bem fechados’, com os atores Tom Cruise e Nicole Kindman. Kubrick sempre foi um homem que evitou se expor publicamente: nunca gostou de dar entrevista e se esquivava de fotos e filmagens. Isso contribui para o sucesso de Alan Conway em obter vantagens das mais deferentes figuras em Londres.O filme foi escrito por Anthony Prewin e dirigido por Brian Cook. Ambos trabalharam como assistentes de Kubrick e, assim, encheram o longa com referências à obra de Kubrick. Abusando das cores e do hilário, o filme vale principalmente pela curiosidade.
Engraçado
Repare como o charlatão conseguia uma infinidade de coisas, vantagens e favores. Alan Conway conseguiu desde amantes, pois seduzia jovens rapazes lhes prometendo fama, à uma infinidade de drinques caros e, até mesmo, uma banda de rock para sua diversão particular.
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Cena de perseguição em Bond 22 é descrita em site

 

O site TimesOnline publicou uma descrição do que pode ser o clímax da continuação direta de Cassino Royale.

Segundo a publicação, o ponto alto é uma perseguição no meio da Festa do Palio, corrida de cavalos em praça pública que ocorre em Siena, na Toscana, duas vezes por ano, desde os tempos da Idade Média. A produção do filme já estaria na cidade murada italiana para registrar em película a festa, que ocorre no próximo dia 16.

"O conselho da cidade deu permissão para as filmagens - no clímax, Bond persegue o vilão pelas ruas, pelos telhados e pelos aquedutos subterrâneos, enquanto os cavalos se digladiam na praça principal de Siena", relata o TimesOnline. De acordo com o italiano Il Giornale, a produção recebeu normas rígidas. Serão filmadas apenas a festa e a corrida (14 câmeras no local, mas helicópteros banidos) e as cenas com os atores serão inseridas mais tarde.

Isso lembra muito os filmes clássicos do Bond, em que o espião sempre acabava perseguindo alguém no meio de alguma festa tradicional. Essa característica se perdeu com o tempo, mas parece ter sido redescoberta pelos roteiristas.

Marc Forster dirige o filme e trabalha na finalização do roteiro ao lado de Paul Haggis, que desde 007 - Cassino Royale entra para retocar o texto dos roteiristas Neal Purvis e Robert Wade.

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Warner começa contratar elenco de Garotos Perdidos 2

E dois atores do original estão de volta! Corey Haim e Corey Feldman, figurinhas tarimbadas em clássicos dos anos 80 já assinaram o contrato para a continuação, programada para lançamento direto em DVD.

Quando a Warner divulgou a produção do filme, disse que ninguém do elenco original estaria a bordo. Pelo visto, voltou atrás, já que não faria sentido nenhum fazer uma sequência de um clássico oitentista sem nenhum atrativo para os fãs do original.

Para o vilão, a Warner contratou Angus Sutherland, meio-irmão de Kiefer Sutherland (mais conhecido como Jack Bauer), o líder dos vampiros no primeiro filme.
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Crítica: Duro de Matar 4.0

Em Duro de Matar 4.0, John McClane é mais do que aquele policial “falível” dos três primeiros filmes. Ele apanha e se levanta logo em seguida pra derrubar seu oponente. Se você se acostumou com o policial que lutava se arrastando no chão, coberto por seu próprio sangue, esqueça. No novo filme da franquia, John McClane é um super-tira.

Isso atrapalha a diversão? De forma alguma. Só aumenta ainda mais!

Len Wiseman, o diretor, declara sua veneração ao personagem e sua importância para o cinema de ação, trazendo às telas um McClane que deixou de ser um simples humano para se tornar uma lenda na cabeça de todas as pessoas que assistiram e se divertiram com os filmes originais. E Bruce Willis entendeu a mensagem, sendo o canastrão elevado a décima potência que o roteiro exige. Suas tiradas sarcásticas nunca foram tão bem feitas. Seu carisma ajuda a manter a lenda intacta.

As sequências de ação seguem o padrão Hollywoodiano atual (com direito a praticantes de Le Parkour) e foram muito bem filmadas por Wiseman, que já havia demonstrado competência com esse tipo de coisa em Anjos da Noite. Não chega nem perto do clima claustrofóbico dos dois primeiros filmes e da variante de Velocidade Máxima do terceiro, mas ainda assim diverte, com seus momentos exagerados (um F-35 destruindo uma freeway e por aí vai...).

O único problema de Duro de Matar 4.0 é seu vilão. Timothy Olyphant nem de longe é um ator à altura de Alan Rickman, Jeremy Irons ou (pasmem) John Amos (os vilões anteriores). Sua interpretação é forçada demais e em momento algum ele convence como um sujeito realmente perigoso.

Mas a incapacidade de Olyphant de interpretar é compensada pelo parceiro de aventuras de McClane, um hack vivido por Justin Long (o Mac dos comerciais da Apple). O jovem ator é uma metralhadora de frases bem-humoradas e impressiona na naturalidade com que as diz. Destaque também para Kevin Smith (o nerd supremo) fazendo uma participação com um guru hacker. Impagáveis as referências a Star Wars contidas no porão onde ele mora.

No final, temos o filme mais divertido do ano (Transformers é uma porcaria), um exemplo de como devem ser os filmes-pipoca. Duro de Matar 4.0 vem mostrar que alguma coisa boa, esse saudosismo existente em Hollywood hoje em dia pode trazer.

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