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Highlander será refilmado

Ok, essa notícia fala de um problema que eu estou passando neste exato momento. Por falta do que colocar no blog, sou obrigado a noticiar essa coisa bizarra. E exatamente por não haver mais criatividade em Hollywood, parece que os estúdios estão buscando sucesso no que já funcionou e que nunca deveria ser mexido.

Highlander, o filme original de 1986 é um clássico. As continuações foram ruins exatamente por isso. Não dá pra ser melhor que o primeiro. O filme é o próprio destino dos imortais: só pode haver um. Mas, como se não bastassem os fiascos que vieram com a marca Highlander estampada, agora a história de Connor MacCleod ganhará uma nova versão, pelas mãos da Summit Entertainment que já contratou Art Marcum Matt Holloway (roteiristas de Homem de Ferro) para assumirem o texto.

Ainda não há data para estréia desta provável bomba.
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Especial Indiana Jones

Origem

George Lucas estava contando o dinheiro ganho com Star Wars e Steven Spielberg respirava aliviado depois de Contatos Imediatos do Terceiro Grau ter sido um enorme sucesso. Os dois estavam em Maui de férias, quando Spielberg contou a Lucas seu desejo de dirigir um filme de James Bond. O gordinho, que não era bobo nem nada e sabia (e ainda sabe) vender seu peixe como ninguém disse que tinha na gaveta um projeto “ainda melhor”. Uma aventura baseada nos antigos seriados dos anos 30 e 40, sobre um arqueólogo caçador de tesouros.


Tudo começou na verdade em 1973, quando Lucas escrevera o roteiro de The Adventures of Indiana Smith. Junto com Philip Kaufman, foi criado o conceito que, semelhante a Star Wars, homenageava os seriados que faziam a alegria nas matinês. O projeto ficou parado, já que a saga espacial parecia ser muito mais importante. De qualquer forma, sem o sucesso de Luke Skywalker e cia., o diretor nunca teria conseguido vender a idéia a um grande estúdio.


Quando se uniu a Spielberg, era a chance de tudo se tornar realidade. Com um diretor com a bagagem de Steven, George podia respirar tranquilo. Ou não. Na verdade, houve divergências entre os dois. No conceito original, Indiana era mais um playboy do que um arqueólogo e se assemelhava muito ao 007 que o diretor de Tubarão tanto queria. Porém, Spielberg achava que o personagem era perfeito com sua vida dupla: a de professor universitário e a de arqueólogo aventureiro. Acabou vingando mais essa última idéia.


A primeira escolha para viver Indiana foi Harrison Ford mas como o ator já havia trabalhado em Star Wars, George Lucas não o queria associado a seus filmes. Sugeriu então a Spielberg que procurasse outro astro. Apareceu o nome de Tom Selleck. Isso mesmo, já imaginou Indiana Jones de bigode? Aliás, Indiana Smith, ainda. Mas, por causa de seu compromisso com o seriado Magnum, Selleck teve de desistir e o papel caiu mesmo no colo de Ford.


Como dito acima, o nome do personagem ainda era Smith, até Spielberg dizer que esse não seria um bom sobrenome: Smith é uma espécie de Silva nos EUA, muito comum (nada contra os Silvas :P). Então, ainda na época em que dava bons nomes a suas criações (assistam a trilogia recente de Star Wars com som original e vocês irão entender), Lucas sugeriu Jones. Pegou. Agora só faltava a produção decolar.


A trilogia e além

Em 1981 chegava aos cinemas Os Caçadores da Arca Perdida. Situado em 1936, o filme mostra Indiana Jones indo atrás da Arca da Aliança, onde estariam as tábuas dos 10 mandamentos. O problema é que Indy não está sozinho nessa e nazistas também a perseguem, já que, segundo a lenda, a Arca traria poder para quem a detivesse. Nesta primeira produção já ficam estipuladas praticamente todas as marcas do herói. A sua habilidade com chicote e armas de fogo, seu medo de cobras, seu sarcasmo e sua maneira nada politicamente correta de tratar as mulheres. Em determinados momentos, o arqueólogo chega a ser mais machista que James Bond. Mas e daí? O filme capta com perfeição como a mulher era vista na época em que se passa e como era mostrada nos filmes do mesmo período. Outra marca registrada é o tema musical, Raiders March, brilhantemente composta por John Williams. Os Caçadores tinha, na época de seu lançamento, a mesma aura de otimismo e inocência que Star Wars trouxe de volta ao cinema, quatro anos antes. Era a volta das grandes aventuras.

Com o sucesso, uma continuação era inevitável. Indiana Jones e o Templo da Perdição saiu em 84, e é na verdade uma prequel: se passa antes do filme original, em 1935. Recém saído de um divórcio, Lucas escreveu um filme muito mais sombrio e violento, voltado para um estilo que chegava próximo ao terror. Desta vez Indy cai na India (literalmente), depois de uma aventura na China (em que aparece de smoking, numa clara homenagem a 007). Lá ele vai parar em um reino em que são feitos todos os tipos de crueldade com os nativos. A idéia do roteiro mais uma vez partiu de George Lucas, mas desta vez os vilões não seriam os nazistas: uma seita sobrenatural parecia ao produtor uma opção mais aceitável para que a continuação não ficasse com cara de “mais do mesmo”. Uma curiosidade: por causa das cenas fortes do filme, Spielberg sugeriu à MPAA que criasse uma nova classificação etária que ficasse entre o adulto e o jovem, não espantando assim o seu alvo. Surge então o PG-13, que hoje virou sinônimo de divergências entre estúdios e diretores. Cabe uma explicação: como essa classificação abrange dois grupos distintos, a maioria dos executivos a querem em seus blockbusters,tirando o controle da mão de quem realmente faz os filmes. O problema é que um PG-13 nos anos 80 era muito mais forte que um R (adulto) de hoje.


Indiana Jones e a Última Cruzada é o resultado de uma promessa de Spielberg a Lucas: a de que ele fecharia a trilogia começada em 81. O filme saiu em 1989 com uma adição ao elenco: Sean Connery como Henry Jones, o pai de Indiana. Nada mais justo ter James Bond nesse papel, na opinião do próprio diretor. O roteiro mostra Indy seguindo os passos do pai, desaparecido quando tentava encontrar o Cálice Sagrado. No meio disso, adivinhem quem também queria beber da taça de Cristo e ter vida eterna? Sim, os vilões preferidos de Spielberg, os nazistas. Se Caçadores da Arca Perdida introduz as marcas de Indy, A Última Cruzada conta suas origens, começando a película com um flashback que mostra até como o aventureiro ganhou sua cicatriz no queixo, marca registrada de Harrison Ford e não de Jones (só isso já dava uma tese de mestrado: quando termina o ator e quando começa o personagem). No flashback, River Phoenix interpreta o jovem que um dia seria o arqueólogo mais famoso do mundo. E se O Templo da Perdição ficou marcado por seu clima pesado, o terceiro filme é o mais leve e engraçado. A química entre Connery e Ford é responsável por momentos hilários que fazem de A Última Cruzada uma aventura para todas as idades. O fechamento perfeito para uma trilogia de sucesso.


Mas, mesmo assim, os fãs pediam mais. Foram 20 anos de espera e agora finalmente o tema de John Williams irá tocar no cinema uma vez mais. O chicote irá de novo proteger o herói de seus inimigos. Sua inteligência irá novamente o tirar de situações que fazem inveja ao McGuyver. E seu medo de cobras e seu jeito canastrão irão tirar gargalhadas de espectadores do mundo todo, novos ou antigos, daqueles que irão matar a saudade ou que vão conhecê-lo agora, pela primeira vez na tela grande. Longa vida à Indiana Jones e ao bom cinema de entretenimento.

Para saber mais

Confira abaixo alguns links e saiba mais sobre as lendas e histórias que inspiraram os 4 filmes de Indy.

A Arca Da Aliança
(matéria do portal G1)

Os Thugees, vilões de Indiana Jones e o Templo da Perdição
(matéria do portal G1)

A lenda do Graal
(Wikipedia)

As 13 Caveiras de Cristal
(Portal Orlando Sentinel - em inglês)

Para mais dados sobre Indiana Jones confira os sites TheRaider.net e IndianaJones.com

Confiram também os novos papéis de parede na nossa área de Downloads.
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Confira o trailer do novo seriado de J.J. Abrams

Lost ainda tem um longo período pela frente, mas J.J. não descansa. Seu novo seriado promete ser tão maluco quanto um filme de David Lynch e tão misterioso quanto as melhores temporadas de Arquivo X. Preciso dizer mais? Confira abaixo a prévia do que promete ser uma das melhores estréias na TV da próxima temporada.

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Sai teaser de A Múmia 3

Provavelmente no embalo do novo Indiana Jones, a Universal lançou nesta manhã o teaser do terceiro filme da cinessérie iniciada em 1999. Confira abaixo.


Mais uma vez com Brendan Fraser no papel principal, o filme mostra o Imperador Han (vivido por Jet Li) tentando retomar seu exército na Terra.

A Múmia 3 - A Tumba do Imperador Dragão estréia em 30 de julho.
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Novo pôster de Batman - O Cavaleiro das Trevas

Ou seria de Coringa - O Palhaço Príncipe do Crime? De qualquer forma o site Batman on Film publicou com exclusividade o novo poster que pode, ou não, aparecer num cinema perto de você. Confira.

Batman - O Cavaleiro das Trevas estréia em 18 de julho.
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Crítica: Speed Racer

Vou me permitir começar essa resenha em primeira pessoa. Quando assisti Transformers ano passado, perdi as esperanças em filmes-família e em adaptações de desenhos clássicos. Sério, cheguei a pensar que a única opção para uma diversão descompromissada e inteligente fossem as animações da Pixar. Pra minha felicidade, me enganei e os Irmãos Wachovski fizeram Speed Racer.


Quem conhece a trilogia Matrix sabe que a idéia dos irmãos diretores sempre foi fazer um anime live-action. Foram bem sucedidos, de certa forma, já que a saga de Neo é toda contada, visualmente, inspirada nos desenhos japoneses. Mas faltava algo: uma maior estilização, que não poderia acontecer pois Matrix era um filme sério demais pra isso. Foi aí que caiu no colo dos dois a adaptação de Speed Racer, um dos primeiros animes a fazer sucesso no ocidente e que tinha uma linguagem caricata e inocente, como todo bom produto destinado à crianças. Era o sonho deles prestes a se tornar realidade. Mas Larry e Andy Wachovski não se contentaram em apenas fazer um filme com linguagem de desenho animado. Como Speed Racer é um filme sobre um garoto e seu carro, nada mais justo do que se render a atual moda do Tunning. Só que o que foi “tunado” é justamente o próprio filme. Desenho animado elevado a décima potência. É essa a sensação que se tem quando as primeiras imagens são projetadas na telona.


Para deixar tudo com mais “cara” de anime, os Wachovski optaram por filmar em estúdio, com os atores na frente de uma parede verde, onde seriam adicionados cenários e efeitos na pós-produção. Não é o primeiro filme feito assim, mas pelo menos foi a primeira vez que o chroma-key (nome dado a essa técnica) foi utilizado com um propósito: o de ajudar a contar a história. É uma forma nova de se mostrar uma passagem de tempo ou uma simples mudança de cena. Aliada a isso está a fotografia, que graças a uma câmera de última geração, pôde dar aspectos de animação 2D a um filme com atores. As cenas em que tudo fica no primeiro plano podem ser a desilusão de muitos diretores, mas verdade seja dita, Speed Racer não seria o mesmo filme sem isso.


Não seria também o mesmo filme se os atores não tivessem abraçado a “causa” dos irmãos-sopa-de-letrinhas. Emile Hirsch, John Goodman, Susan Sarandon, Christina Ricci (se quando ela era pequena, Wednesday Adams era seu papel definitivo, agora é Trixie que cabe como uma luva para a atriz) e principalmente Matthew Fox ficaram extremamente à vontade naquele universo surreal. Isso sem falar em Roger Allam como o vilão-empresário Royalton. Reparem na cena em que ele revela as suas reais intenções e sua verdadeira personalidade. Um grande trabalho de interpretação, sem dúvida. A trama de Speed Racer aliás, segue aquela mesma inocência dos episódios clássicos e coloca os personagens contra um inimigo da humanidade: a ganância. Sim, o filme dá lição de moral e passa uma mensagem, mas sem ser forçado. Ninguém duvida da inteligência do espectador aqui. Por isso mesmo, cenas que poderiam ser consideradas até mesmo violentas, passam despercebidas. Em outra coisa que a inteligência não é posta a prova é o senso de humor. Remando contra a maré, Speed Racer não usa de flatulências para fazer a garotada rir. A dupla formada por Paul Litt (Gorducho) e por um Chimpanzé consegue ser o alívio cômico sem apelar. Só isso já seria suficiente pra fazer o filme valer o ingresso. Infelizmente como nem tudo é perfeito, os diálogos não são lá muito inspirados. Mas isso também tem uma explicação, muito simples: as falas de um desenho animado não ficam boas na boca de um ator. Fato que se comprova aqui, mas não chega a atrapalhar.


E, pra quem espera ver as corridas do trailer, uma notícia ótima. Se você acha que o que viu nas prévias é incrível, espere até ver no filme. Em determinados momentos é impossível não se sentir no banco de carona do Mach 5, ou ainda melhor, no meio da pista, entre os carros. O “carro-fú” como vem sendo chamado, só não agrada se você for muito chato ou algum crítico de cinema frustrado. É tudo muito rápido, mas ao contrário da outra adaptação de desenhos animados citada no começo da resenha, é possível identificar o que está acontecendo na tela. E os efeitos, multi-coloridos, são muito bons, graças a imaginação dos Wachovski. Aos olhos mais atentos, as pistas são um atrativo especial. Isso porque estão cheias de referências culturais que farão muita gente esperar pelo DVD, simplesmente pelo recurso da pausa. A edição também é de encher os olhos. Prova disso são os minutos iniciais que contam a história de Rex Racer, paralela a uma corrida de Speed. Um belo trabalho de edição fragmentada. Ainda na parte técnica, o filme tem a sorte de contar com Michael Giacchino como compositor. Quem conhece seu trabalho na série Lost e na trilha de Os Incríveis viu do que o músico é capaz. Há uma nítida influência em sua composição para Speed Racer, não só da música do próprio desenho, mas também de compositores com Lalo Schifrin (Missão Impossível), Ennio Morricone (Três Homens e uma Sentença) e até John Williams (Indiana Jones, Star Wars), nomes que fazem parte da história do cinema. Louvável a idéia da utilização do tema clássico de Speed de forma sutil até a metade do filme.


Infelizmente, Speed Racer não está fazendo jus a sua qualidade nas bilheterias. Talvez porque os espectadores atuais estejam tão mal acostumados com produções sem cérebro, ou talvez porque a inocência dos anos 60, infelizmente não exista mais. Se isso for verdade, filmes verdadeiros e sinceros como esta produção dos Wachovski só dão mesmo lugar aos Michael Bays da vida com seus Transformers. Uma pena.

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Notícias do dia!

Confira terceiro comercial de TV de Batman - O Cavaleiro das Trevas

Veja agora no Youtube o novo vídeo que foi ao ar na tv norte-americana ontem. É o melhor até agora.

Batman - O Cavaleiro das Trevas estréia em 18 de julho.


Novo pôster de Hellboy 2

O SuperHeroHype divulgou um novo pôster da continuação do filme de 2005, novamente dirigido por Guillermo Del Toro, agora anunciado como o visionário diretor de "Labirinto do Fauno". Veja abaixo (clique na imagem para ampliar).


Veja sinopse da sétima temporada de 24 horas

Mesmo com os péssimos resultados do "Dia 6", Fox está apostando tudo num sétimo dia para Jack Bauer. Além da nova temporada, 24 horas ganhará um telefilme de 2 horas que irá ligar a temporada anterior com a próxima. O longa foi rodado na África do Sul e vai ao ar em 23 de novembro lá fora. Já o seriado, que também já teve todos os episódios filmados, começa em janeiro de 2009. Confira a sinopse oficial abaixo:

"Ambientado em Washington, o 'Dia 7' mostra a CTU desmantelada e Jack Bauer em julgamento. Seu dia começa com uma reviravolta quando o ex-colega Tony Almeida (Carlos Bernard) retorna. Enquanto isso, a presidenta Allison Taylor (Cherry Jones) comanda o país ao lado do chefe de equipe da Casa Branca Ethan Kanin (Bob Gunton) e o seu marido e 'Primeiro-Cavalheiro' Hanry Taylor (Colm Feore).

Uma crise de segurança nacional já coloca de prontidão uma investigação por um time de agentes do FBI que inclui Janis Gold (Janeane Garofalo), Renee Walker (Annie Wersching), Larry Moss (Jeffrey Nordling), Sean Hillinger (Rhys Coiro) e o especialista em segurança Michael Latham (John Billingsley). Embora a CTU não exista mais, Chloe O'Brian (Mary Lynn Rajskub) e Bill Buchanan (James Morrison) estão de volta mais mais um dia de eventos atordoantes."

É, pelo visto os produtores estão investindo em uma história que pode ser diferente do que foi mostrado até agora. Só assim pras aventuras de Bauer voltarem ao topo dos índices de audiência.
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