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Saindo do Forno

Três novos comerciais de Lanterna Verde

Com estreia marcada para 17 de junho nos EUA e 19 de agosto no Brasil, Lanterna Verde tem seu marketing intensificado com três novas prévias para TV. A primeira vale a pena, tem umas imagens novas, as outras é meio que mais do mesmo. Confiram.







Veja o novo clipe do Jane's Addiction

End of The Lies é o primeiro single do próximo álbum da banda, que sai em agosto. O Clipe abaixo não é recomendado para menores (sei que não adianta avisar, mas minha parte tá feita :P).

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Saindo do Forno

Veja um featurette de X-Men: Primeira Classe

Esta tarde, o twitter foi bombardeado por comentários extremamente positivos de quem conferiu o filme na cabine de imprensa. No vídeo abaixo, vários depoimentos sobre o desenvolvimento da trama e algumas cenas que já apareceram em trailers e comerciais de TV.

X-Men: Primeira Classe
estreia em 3 de junho.




Começam a sair os primeiros clipes de Lanterna Verde

A estreia do filme acontece nos EUA em 17 de junho, então, a partir de agora a divulgação de cenas deve se tornar constante. Confira abaixo Michael Clarke Duncan apresentando a sequência em que Kilowog (personagem dublado por ele) se encontra pela primeira vez com Hal Jordan (Ryan Reynolds). No Brasil, o filme chega em 19 de agosto.


Ouça o novo álbum de Eddie Vedder na íntegra

Ukulele Songs é o novo trabalho solo do vocalista do Pearl Jam. O lançamento será em 31 de maio.

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Crítica: O Poder e a Lei

A introdução de O Poder e a Lei consegue dizer muito sobre o background do personagem central, Mick Haller (Matthew McConaughey). Passeando pelas ruas de Los Angeles com seu Lincoln da linha Town Car, ele é a essência do advogado com complexo de yuppie do final dos anos 80 e começo dos anos 90. Aquele que faz seu trabalho com a única intenção de ganhar dinheiro.


A escolha do carro, um símbolo americano de poder (O Lincoln é um autêntico modelo de luxo), aliada a canção Ain't No Love in The Heart of The City (cujo título também é "revelador") constroem bem a personalidade do "advogado de porta de cadeia" que McConaughey interpreta. Aliás, não à toa, esse é o nome nacional do livro que o longa se baseia, de Michael Connelly. As rugas do ator, marcadas pela direção de fotografia, surgem para mostrar o quão ultrapassada é essa postura. Só faltou um anel de formatura proeminente, saltando à tela a cada gesto do personagem.


Haller está sempre em busca de casos dos mais baixos níveis, mas que sejam fáceis de ser defendidos, ou seja, dinheiro garantido e pouco trabalho. Eis que cai em seu colo uma acusação de tentativa de estupro. Como o futuro cliente vem de uma rica família local, não pensa duas vezes e aceita defender o playboy vivido por Ryan Phillippe. O que ele não espera, no entanto, é que o caso é mais complicado que parece, e ao mesmo tempo que traz ecos de um antigo erro do advogado, pode também trazer uma chance de redenção com a consciência.


Com uma passagem tímida pelos cinemas norte-americanos, O Poder e a Lei surpreendeu por sua aceitação de público e crítica, graças ao competente roteiro de John Romano e a direção correta de Brad Furman. A fórmula de filmes de tribunal pode acabar caindo no mais do mesmo sem o direcionamento correto. Aqui é diferente por misturar as habituais cenas de advogado de defesa contra acusação e os discursos para o júri com um suspense bem marcado por uma câmera inquieta e uma edição ágil.


Para que o personagem de McConaughey não fosse uma figura detestável, o filme foca nas ramificações de seus atos, quando percebe que pode ter cometido um erro e mandado alguém inocente pra cadeia. Também mostra o advogado como um pai atencioso, frisando que por baixo daquela postura arrogante existe alguém cuja consciência finalmente foi ferida. E a busca pela reparação o faz encarar seu pior medo, o de não conseguir reconhecer a inocência.


O ator já interpretou inúmeros advogados em sua carreira, geralmente com bastante competência, sem muito esforço pra transparecer a canastrice necessária para convencer um júri ou o próprio cliente. Mas em O Poder e a Lei, McConaughey se supera por sair do lugar comum e mostrar ao espectador um personagem que comete mais erros do que se poderia permitir.


Por mais antiquada que seja a atitude de Mick Haller, é ela que o faz repensar suas estratégias e torna sua jornada à redenção um ato quase heroico. Quase, porque no fim, o personagem prefere recorrer à meios menos ortodoxos. Afinal, nem sempre ostentar um Lincoln na garagem é demonstração suficiente de poder.

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Cenas Memoráveis - Blow Out - Um Tiro na Noite

Brian De Palma construiu sua carreira de cineasta com thrillers, filmes policiais e algumas obras de terror, homenageando Alfred Hitchcock e outras figuras clássicas que serviram de inspiração. E foi justo na época em que o diretor ainda iniciava na sétima arte, que produziu o que muitos consideram seu melhor filme até hoje (e olha que nos anos seguintes ele faria Scarface, Os Intocáveis e O Pagamento Final).

Blow Out - Um Tiro na Noite pode ser considerado um filme sobre filmes, disfarçado com uma trama conspiratória nos moldes de A Conversação de Francis Ford Coppola, amigo de De Palma. No longa, John Travolta é um técnico de som de um estúdio especializado em filmes B. Numa noite, ele está captando o áudio de pássaros num parque, quando ouve um estrondo. Logo em seguida, o barulho de uma derrapada de pneus, terminando na batida de um carro em uma ponte, fazendo o veículo cair em um rio. Quando o motorista é revelado como um importante político, Travolta passa a desconfiar que o acidente tenha sido, na verdade, um assassinato. No decorrer do filme, o protagonista descobre que alguém tirava fotos aquela noite e conseguiu captar a sequência exata de imagens que levaram o carro para seu destino trágico. E aí, De Palma constrói uma cena genial.

Usando os princípios básicos da arte cinematográfica (som e imagem), Travolta edita sua pequena prova do crime. A montagem de imagens sucessivas que dão impressão de movimento é a mais usada das definições da sétima arte e serve como pretexto para o diretor criar a expectativa, aliado à edição de som, que usa a repetição do áudio quase como trilha sonora. Confira a sequência abaixo.


Curiosidade: Blow Out, além de usar o próprio cinema como referência, faz homenagem à um clássico de Antonioni, Blow Up que tem uma trama semelhante, mas com propósitos diferentes.
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Veja o trailer completo de Smurfs

Prontos pra uma volta à infância? Confira o trailer do filme que estreia em 5 de agosto em 3D e 2D.

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Baú do Re-Enter: Chinatown (1974)

Um dos mais memoráveis filmes dos anos 70, Chinatown é dirigido por Roman Polanski, com Jack Nicholson no papel do Detetive Jake Gittes. Situado em Los Angeles, nos anos 30, o filme revive o cinema noir com maestria, numa história em que fantasmas do passado assombram todos os personagens, levando a um desfecho trágico e surpreendente.

O roteiro, de Robert Towne, mostra Gittes, detetive particular especializado em casos de adultério, sendo contratado para investigar Hollis Mulwray, engenheiro do Departamento de Água da cidade. A esposa de Mulwray, Evelyn (Faye Dunaway) é quem contrata os serviços do detetive, pois segundo ela, seu marido não tem passado muito tempo em casa. Pensando se tratar de mais um caso de traição, Gittes aceita o caso. Durante a investigação, descobre uma jovem garota na vida de Mulwray, a primeira vista sua amante, mas ao longo da história, o estopim para algo muito maior.

O engenheiro está tentando impedir que obras prejudiquem a cidade. Essas obras são financiadas pelo fazendeiro Noah Cross (John Houston), seu sogro. Quando Gittes percebe o que está acontecendo, se vê em meio a um jogo de interesses que envolve todos os personagens, inclusive a si mesmo, ao se apaixonar por Evelyn, a Femme Fatale do longa. E se no cinema noir esse tipo de mulher leva o personagem à ruína, em Chinatown não é diferente. O detetive, cego de amor, percebe tudo quando é tarde demais. A relação de Cross com sua filha se torna evidente no momento em que Gittes começa a perder a noção dos acontecimentos, finalmente trazendo-o de volta ao “chão”. Porém, por causa desse segredo sórdido de família, o final do filme não deixa espaço para felicidade. Como numa tragédia antiga, tudo acaba mal quando Jake Gittes resolve exorcizar seus próprios fantasmas em Chinatown, não só o título do filme, mas o bairro chinês de Los Angeles onde há muito tempo, o detetive havia passado por problemas.

Polanski cria, no filme, um cenário pessimista, habitual nas suas obras até então. A sensação, a todo momento, é de que os problemas não terão solução. Pelo menos não uma que beneficie alguém. A música, composta por Jerry Goldsmith na última hora (em apenas 10 dias, depois do compositor original ter sido dispensado), é triste e melancólica, confirmando essa sensação. Um grande destaque do filme é seu desenho de produção, que reproduz com fidelidade a cidade nos anos 30. A ambientação está perfeita.

A produção de filmes noir nos anos 70 não era comum. Chinatown é de certa forma não só uma homenagem, como um certo tipo de ponta-pé para o neo-noir, que iria reviver o gênero nos anos seguintes.

A trilogia de dois filmes

Chinatown é a primeira parte de uma trilogia planejada por seu roteirista, Robert Towne. A segunda parte chegou a ser filmada. A Chave do Enigma, dirigido e estrelado por Jack Nicholson, saiu em 1990. Contudo, o filme foi um desastre comercial e de crítica, afundando as chances de Cloverleaf, sua últma parte, ser lançada. Em A Chave... Jake Gittes investiga o negócio de distribuição de gás natural em Los Angeles. A história se passa nos anos 40. A terceira parte seria sobre a construção do sistema de freeways na cidade.

Irônicamente, o roteiro de Cloverleaf não foi inteiramente desperdiçado. A base da história foi utilizada no filme Uma Cilada Para Roger Rabbit, comédia de ação que mistura atores reais e desenhos animados, dirigida por Robert Zemeckis em 1988, antes de Nicholson resolver dirigir a segunda parte da história.

Uma curiosidade, ainda sobre o plano de levar a trilogia adiante, o ator recusou todo papel de detetive que lhe era oferecido, para que interpretasse somente Jake Gittes.

Chinatown foi o último filme feito por Roman Polanski nos EUA. Por causa de um processo de abuso infantil, o diretor deixou o país para morar na França.
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Saindo do Forno

Veja a lista de músicas da Trilha Sonora de Transformers 3

Seguindo o que já virou tradição nos álbuns da franquia dos robozões, a trilha de Transformers - O Lado Oculto da Lua conta com a presença de Linkin Park, além de Goo Goo Dolls (que teve música no primeiro filme), My Chemical Romance e Taking Back Sunday. Nas lojas em 7 de junho. Veja a lista abaixo:



01. Linkin Park - "Iridescent"
02. Paramore - "Monster"
03. My Chemical Romance - "The Only Hope For Me Is You"
04. Taking Back Sunday - "Faith"
05. Staind - "The Bottom"
06. Art Of Dying - "Get Thru This"
07. Goo Goo Dolls - "All That You Are"
08. Theory Of A Deadman - "Head Above Water"
09. Black Veil Brides - "Set The World On Fire"
10. Skillet - "Alive & Awake (Remix)"
11. Mastodon - "Just Got Paid" (Ouça no Youtube)

Veja o Trailer de Call of Duty: Modern Warfare 3

Com lançamento previsto para novembro, o novo jogo da série promete ser tão bom quanto os dois primeiros. Confira!


Veja o sétimo episódio de Mortal Kombat Legacy

A Webserie continua e desta vez os destaques são os personagens mais populares do game: Scorpion e Subzero. Precisa dizer que está imperdível?


X-Men: Primeira Classe ganha Making of para a web

Aguenta ainda mais um pouco de vídeos do filme dos Filhos do Átomo? Pois é, além de trailers, comerciais e clipes, o material agora é um making of com 20 minutos! Assista nos players abaixo. O filme estreia em 3 de junho.











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