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Saindo do Forno

Imagens de Licenciamento de novos filmes de Quadrinhos deixam fãs malucos!

Durante a Licensing International Expo 2011, que é uma feira onde os estúdios apresentam suas marcas para as empresas que se interessem em lançar produtos relacionados, foram divulgadas algumas imagens que estão deixando os fãs de quadrinhos em polvorosa. A primeira a cair na rede é referente ao filme dos Vingadores. A imagem que mostra os heróis reunidos, embora seja uma ilustração, está sendo chamada de "primeiro pôster do filme" em vários sites especializados. Não se trata disso, mas atiça a curiosidade de quem imaginava como seria a reunião do Capitão América, Thor, Homem de Ferro, Hulk, Gavião Arqueiro e Viúva Negra. Confira.

Outro filme da Marvel que promete muito sucesso em 2012 é The Amazing Spider-Man, o reboot da franquia do Aracnídeo. Apesar de todas as fotos de bastidores que já caíram na rede e de algumas oficiais, ainda não haviam divulgado o título do filme em seu novo modelo de tipografia. Confira a arte abaixo, usando fonte similar aos primeiros filmes, mas suficientemente diferente pra que não haja confusão.

Já no espaço da DC Comics, The Dark Kinght Rises também deu as caras. Numa imagem promocional, Batman aparece em um uniforme ligeiramente diferente do usado no filme anterior. Confira o que parece ser um modelo 3D do herói.

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Saindo do Forno: Trilhas Sonoras

Ouça faixa da Trilha de Lanterna Verde

Pra variar um pouco nos vídeos, confira a faixa 8 do CD da trilha, composta por James Newton Howard. Infelizmente, a música segue a tendência dos filmes atuais, com um tema genérico pro personagem, longe dos temas memoráveis de Superman ou Batman. De qualquer forma, serve pra mostrar que o ritmo do filme, pelo visto, será bem agitado. Lanterna Verde estreia em 19 de agosto no Brasil, e sexta-feira nos EUA.


Confira os nomes das faixas da trilha do Capitão América

Sem se preocupar muito com prováveis spoilers, foi divulgada esta manhã a lista de faixas que estarão na trilha do próximo filme da Marvel. Com música de Alan Silvestri, Capitão América chega aos cinemas em julho.

1. Captain America Main Titles
2. Frozen Wasteland
3. Schmidt´s Treasure
4. Farewell to Bucky
5. Hydra Lab
6. Training The Supersoldier
7. Schmidt´s Story
8. VitaRays
9. Captain America "We Did It"
10. Kruger Chase
11. Hostage On The Pier
12. General´s Resign
13. Unauthorized Night Flight
14. Troop Liberation
15. Factory Inferno
16. Triumphant Return
17. Invader´s Montage
18. Hydra Train
19. "Rain Fire Upon Them"
20. Motorcycle Mayhem
21. Invasion
22. Fight On The Flight Deck
23. "This Is My Choice"
24. Passage Of Time
25. Captain America
26. Star Spangled Man (Music by Alan Menken and Lyrics by David Zippel)
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You Just Don't Get It, Do You?

Quem assiste muitos filmes com certeza se depara com clichês de roteiro. Frases de efeito, constantemente repetidas nos mais variados gêneros. Bom, um usuário do Vimeo resolveu fazer uma compilação de uma dessas frases: "You Just Don't Get It, Do You?". Assista abaixo e tente reconhecer todos os filmes usados na montagem.

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Cenas Memoráveis - Sucesso a Qualquer Preço

Alec Baldwin nunca foi um ator muito requisitado pelo cinema Hollywoodiano. Não por falta de talento, mas porque, como intérprete, teve uma rápida subida de carreira, para depois, "abandonar" as grandes produções, por interesse em navegar em águas menos badaladas. A primeira prova disso foi quando se negou a voltar ao papel do agente da CIA, Jack Ryan, nas continuações de Caçada ao Outubro Vermelho, para poder se dedicar ao teatro. Uma decisão que provavelmente lhe fez perder muito dinheiro, uma vez que os dois filmes, agora com Harrison Ford como o personagem, fizeram grande sucesso.

Em 1993, com muito custo, aceitou participar de Sucesso A Qualquer Preço, baseado na peça de teatro, Glengarry Glen Ross. Também pudera, já que o vendedor interpretado por Baldwin foi criado exclusivamente para ele, já que não existe no texto original. Um personagem arrogante por causa de seu enorme sucesso em vendas, apresenta uma forma muito peculiar em motivar os colegas de profissão na cena abaixo, que ficou famosa por mostrar o alcance dramático do ator. Considerado um de seus melhores momentos no cinema, o trecho, irônicamente, hoje, é utilizado como vídeo motivacional. Irônico porque... bem, assista e veja se a postura do personagem é realmente adequada para motivação.

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Pérolas da Dublagem - O Lado Sombrio Dessa Arte


A dublagem brasileira é uma das melhores do mundo. Isso não é achismo, é fato. Porém, como Guilherme Briggs, um dos dubladores mais reconhecidos do Brasil, sempre diz, como em toda área, existe tanto o bom profissional como também o ruim.


Além de ser uma questão de interpretação, para a dublagem ser bem sucedida, é preciso uma boa adaptação da língua original, para o idioma a ser dublado. Pra isso, é óbvio que, além de sensibilidade pra determinar se essa ou aquela expressão está adequada, é fundamental um trabalho de pesquisa, principalmente em casos de filmes ou desenhos que adaptam obras já conhecidas e traduzidas para o idioma em questão.


Apenas quem não entende isso, generaliza e sai por aí dizendo que dublagem é um absurdo. É compreesível que em filmes cuja interpretação do ator fique em primeiro plano, haja a preferência pelo som original, pois obviamente, por melhor que seja o dublador, ele nunca passará pelo mesmo processo de constução da voz que o ator passou. Porém, em casos como longas mais descompromissados cujos intérpretes são mais limitados, a dublagem pode até favorecer o filme. É o caso da clássica dublagem de Duro de Matar, que pode não conter o famoso "Yppie-Ki-Yay, Motherfucker", proferido por John McClane no original, mas tem o competente trabalho de Newton da Matta, por vários anos, dublador oficial de Bruce Willis.


Sem dúvidas, a dublagem é melhor aceita pelo público geral nos desenhos animados. Mas, há algum tempo, mais precisamente antes dos anos 2000, as adaptações para o português deixavam muito a desejar.


Pegue como exemplo o clássico desenho animado dos X-Men. Você que está lendo este texto provavelmente cresceu assistindo o seriado, nas manhãs da Globo e se lembra da voz marcante do Wolverine, feita pelo incrível Isaac Bardavid. O que você não deve se lembrar é que apesar das vozes serem excelentes, a adaptação do texto tinha problemas gritantes. Em vários momentos havia tradução literal de uma frase que não fazia o menor sentido em português. Isso sem contar nos problemas com pesquisa. Bom, na verdade, "problemas" implicaria no fato de que foi feita alguma pesquisa, o que provavelmente não foi o caso aqui. Vários personagens tiveram seus codinomes alterados por falta de tradução (Omega Vermelho ficou Omega Red e Fanático continuou Juggernaut mesmo) ou por adaptação errada (Bishop foi traduzido pra Bispo e a Saga DA Fênix ficou conhecida como Saga DO Fênix).


Pelo menos em X-Men não houve nada bizarro como o próximo exemplo: a série animada do Homem-Aranha. Pegando carona no sucesso dos mutantes, a Marvel lançou esse desenho, muito bom, que adaptava as melhores histórias do Escalador de Paredes. A dublagem ficou a cargo da recentemente extinta Álamo, que fez um trabalho sofrível tanto na escolha das vozes, quanto na adaptação. Na segunda temporada, o Aranha tem seu primeiro encontro com os X-Men, com direito à música-tema do desenho-irmão e tudo. O problema? Simples. Mesmo com o tremendo sucesso dos Filhos do Átomo, conseguiram o feito de traduzir o Fera pra Animal, e o Wolverine para... LOBÃO! Não estou brincando. Alguns episódios depois, é o Demolidor quem dá as caras pelo desenho. Ou, como ele é chamado aqui, o Atrevido. O Justiceiro virou Vingador e a Madame Teia nunca teve um nome fixo. As vezes era Madame Web, outras, Dama da Teia e no fim acabaram acertando no nome. Há também os erros de leitura, única explicação pro Soro do Supersoldado (aquele mesmo que transformou Steve Rogers em Capitão América) virar Soro Supersólido (imagine a dor pra tomar) ou pro Simbionte (o uniforme negro) virar Simbiate. Desconfio que a dublagem tenha sido feita a partir do áudio em espanhol. Explicaria algumas barbaridades mas não justifica a falta de interesse em pesquisar um pouquinho.


Por conta da popularização de quadrinhos, hoje é praticamente inexistente esse desrespeito com a obra. E as pérolas citadas aqui ficam como lição pros futuros profissionais da área. Não custa fazer uma pesquisa antes pra não confundir Langley, local onde fica a base da CIA, com o nome de alguma pessoa. Como toda profissão, a sua boa aceitação sempre virá quando o trabalho for bem feito e a maioria dos profissionais for competente e qualificada.


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Crítica: Kung Fu Panda 2

Em todos os anos de glória de Hollywood, gêneros vem e vão, artistas deixam suas marcas para a posteridade e imagens icônicas ficam, pra sempre, no coração de quem aprecia a sétima arte. Por isso, quando uma animação como Kung Fu Panda 2 resgata os elementos do humor físico, antes tão bem representados pelas figuras geniais de Peter Sellers ou Don Adams, fica a impressão de um cuidado enorme por parte da estreante diretora, Jennifer Yuh Nelson e dos roteiristas, Jonathan Aibel e Glenn Berger, para que a continuação tenha a acrescentar muito mais do que um visual tão bonito quanto o do primeiro filme.

Depois de se tornar o Dragão Guerreiro, o panda Po (no original, voz de Jack Black) agora lidera os Cinco Furiosos, que se tornam uma espécie de Liga da Justiça dos vilarejos locais. A nova ameaça é o pavão Lorde Chen (Gary Oldman), que há muito tempo ordenou a morte de pandas, depois de uma vidente prever que um guerreiro daquela raça seria sua ruína. Agora, Chen está pavimentando seu caminho ao poder, conquistando o templo que um dia pertenceu à seu clan e construindo um arsenal de novas armas que podem derrotar até mesmo o mais poderoso guerreiro de Kung Fu.

A fórmula do roteiro não foge muito do que sempre funciona em animações. O personagem central precisa enfrentar o vilão (muito bem delineado como tal) ao mesmo tempo que luta contra algum dilema, que neste caso, é a origem do desastrado herói. Quem estranhou no primeiro filme o fato de um ganso ser o pai de um panda, agora descobrirá o motivo.

Embora a resolução seja previsível, o que chama atenção em Kung Fu Panda é justamente o caminho que a trama passa pra chegar até lá. Usando de recursos visuais de uma plástica impecável, o longa se destaca dos exemplares mais recentes do gênero, ao misturar elementos de animação 2D (já usado no primeiro, mas aqui apresentado de forma muito mais elegante) com as texturas realistas criadas pela equipe de animadores 3D (há uma cena de ação envolvendo a destruição de uma edificação que poderia muito bem estar em um filme com atores). Além disso, há a citada referência aos mestres do humor físico. O panda não é mostrado como um idiota e completo bobalhão. Ele realmente é bom no que faz, só é desastrado, e a comédia está justamente em levar essa característica por um lado positivo, assim como o Inspetor Clouseau da série original da Pantera-Cor-De-Rosa.

A cineasta Yuh Nelson cria momentos bonitos pela simplicidade, como a "paz interior" do mestre Shifu (Dustin Hoffman). Os movimentos do ancião se revelam fiéis à leveza notória dos movimentos de artes marciais. Já quando é a vez de Po mostrar que conseguiu alcançar sua paz, a transição que ocorre envolvendo os momentos decisivos de sua origem chegam a emocionar, justamente pela força visual.

Há também o elemento "mensagem moral", outra marca registrada de animações. A bola da vez é o pensamento bélico em detrimento de valores como honra e justiça que, neste caso, pode levar ao fim do Kung Fu. Não como arte marcial, mas como filosofia. O interessante é o roteiro não explicar isso com o mesmo didatismo do "não há ingrediente secreto" do filme anterior.

Com o trunfo de uma nova direção, Kung Fu Panda 2 tem um ritmo mais ágil que seu antecessor, ajudado também pela trilha de Hans Zimmer e John Powell. E graças à recursos bem empregados, consegue superar não só o original, como também boa parte das animações lançadas recentemente. E, como se tudo isso não desse motivos pra uma continuação, há um gancho no final que pode levar à um terceiro longa ainda melhor.

P.S.: Como já é de costume em animações, a dublagem do filme em português está ótima. Então, podem assistir tranquilos sem se preocupar em pegar sessão com som original.
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Eduardo & Mônica - o casal mais famoso da música brasileira

Essa semana comemora-se no Brasil o Dia dos Namorados e a VIVO acaba de lançar sua campanha temática, que promete fazer sucesso pela internet por dois motivos: o primeiro, bom, é a semana dos namorados! Já o segundo é o tema do vídeo, uma das músicas mais conhecidas da Legião Urbana, uma banda que deixou sua marca na cultura nacional.

Desde semana passada havia surgido imagens de bastidores de Eduardo & Mônica, susposto filme baseado na letra de Renato Russo. Eis que nessa manhã, para surpresa geral, foi revelado que tudo não passou de uma bem bolada ação que envolve um clipe e um comercial, que deve ser exibido no domingo. Além da homenagem aos namorados, o vídeo também comemora os 25 anos da canção que marcou uma geração.

A criação é da África, com produção da 02 Filmes. Assista!



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