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Featurette do Blu-ray de Star Wars destaca o tema musical do Mestre Yoda

A coleção que trará as duas trilogias de Star Wars ao mundo da alta definição foi lançada hoje na Inglaterra e pra comemorar, um novo featurette foi divulgado na web. O vídeo comenta a criação do Tema de Yoda, pelo maestro John Williams. Confira.



O box com 9 discos contendo a saga completa estará disponível a partir de 16 de setembro no restante no mundo.
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Assista a nova abertura de Two and a Half Men

Agora com Ashton Kutcher, no lugar de Charlie Sheen. Quer dizer, não exatamente no mesmo lugar. Vejam.

A 9ª temporada do seriado estreia nos EUA na próxima segunda, 19 de setembro.

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Rapidinhas: Vampiros nos anos 90 - A diversão se torna maldição

Os vampiros da década anterior, representados pelo terrir de A Hora do Espanto e pelo rock and roll de Os Garotos Perdidos, cedem lugar a uma visão muito mais angustiante e que faz jus a condição de "criaturas amaldiçoadas", expressão geralmente usada para se referir a esses seres. Abaixo, algumas das obras cinematográficas que ajudaram a moldar o vampiro contemporâneo.

Drácula de Bram Stoker (Dracula, 1992) - Logo no começo dos anos 90, o cineasta Francis Ford Coppola resolveu aplicar sua visão particular da obra mais influente sobre vampiros já escrita. Com ajuda de um elenco afiado, cujos destaques são Gary Oldman como o personagem título e Anthony Hopkins no papel do caçador de vampiros Van Helsing, Coppola transformou o livro de Bram Stoker em um filme com forte apelo romântico e visual teatral, levando o espectador à impressão de estar acompanhando uma ópera. A trama é a mais próxima do que Stoker escreveu e mostra um Drácula que cede à emoções quando se aproxima de Mina (Winona Ryder) e protagoniza cenas que vão de beleza poética (quando transforma as lágrimas de sua amada em diamantes) à crueldade absoluta, ao assumir sua real natureza. Como fraqueza, o longa tem Keanu Reeves no papel de Jonathan Harker, que mesmo se esforçando, não transmite muito carisma, principalmente quando colocado em cena com Oldman, que entrega um dos personagens mais fascinantes de sua filmografia, mesmo quando desaparece debaixo de pesadas maquiagens. Visualmente, além da óbvia influência teatral, há também uma homenagem ao Expressionismo Alemão, quando usa as sombras como recurso de suspense ou enquadramentos pouco convencionais como elemento de narrativa. Regado à uma sensualidade constante, Drácula de Bram Stoker traz o vampiro como centro da trama e não como mero antagonista, característica que seria ainda mais explorada 2 anos depois no próximo longa a ser comentado.

Entrevista com o Vampiro (Interview With the Vampire, 1994) - Neil Jordan, o diretor responsável por essa adaptação de um dos livros da escritora Anne Rice, já havia feito um trabalho magnífico com o mito do Lobisomem em A Companhia dos Lobos e sua abordagem com os vampiros não foi diferente. Como a obra original é focada na psiquê das Criaturas da Noite, Jordan pôde criar um filme exclusivamente sobre o vampirismo, sem a distração de personagens humanos, que aqui aparecem apenas como o "alimento" dos chupadores de sangue. A trama segue Louis, vivido por Brad Pitt, após ser transformado em vampiro por Lestat, Tom Cruise num papel completamente diferente de tudo que havia feito até então. Sua escolha, inclusive, gerou muita polêmica, principalmente após a autora vir a público condenar a adaptação justamente pela presença do ator. Após a estreia do filme, no entanto, Rice se retratou, chegando a publicar uma carta pedindo desculpas a Cruise. Muito justo, já que seu Lestat figura na lista de seus melhores momentos na tela grande. O elenco de coadjuvantes inclui Antonio Banderas, Stephen Rea e uma jovem Kirsten Dunst como Claudia, uma garota adotada pela dupla de protagonistas, depois de também ser transformada em vampira. Entrevista..., além de todas as interpretações psicológicas do roteiro, também é beneficiado por uma direção de arte impecável, da recriação de época (boa parte da história se passa nos séculos 18 e 19), até cenários de encher os olhos, como o lar de uma sociedade de vampiros que vive nos subterrâneos de Paris. Com essas duas visões mais dramáticas e românticas do seres das trevas, os anos 90 começam com abordagens diferentes, mas ainda havia espaço para filmes que não fugiam da pretensão de divertir, como provam os exemplos a seguir.

Um Drink no Inferno (From Dusk Till Dawn, 1996) - Metade da década e o público via com grande entusiasmo a ascenção de Quentin Tarantino como cineasta e roteirista. Com apenas duas produções, o diretor já era aclamado por suas histórias regadas à violência e crimes. Quem foi assistir Um Drink no Inferno, roteirizado e estrelado por Tarantino, e dirigido por Robert Rodriguez, que no ano anterior surpreendeu a indústria com A Balada do Pistoleiro, sua entrada no cinema norte-americano, se deparou primeiramente com o que poderia ser considerado um típico produto de ambos. O filme começa com os irmãos Seth e Richie Gecko (George Clooney e Tarantino) em fuga, depois de um assalto onde mataram policiais e fizeram uma refém. Ao mesmo tempo, um ex-pastor, vivido por Harvey Keitel viaja com seus dois filhos (Juliette Lewis e Ernest Liu) em busca de auto-conhecimento e se hospeda no mesmo hotel onde está a dupla de criminosos, que veem na família e seu enorme trailer, a chance de conseguirem atravessar a fronteira para o México. E é o que acontece. Os Gecko agora só precisam chegar a um bar de beira de estrada, onde, ao amanhecer, se encontrarão com o homem que encomendou o roubo do qual estão sendo acusados. Ao chegarem lá, no entanto, descobrem que o lugar é um antro de vampiros. Como isso acontece com 1 hora de projeção, o filme se torna uma grande surpresa, pela mudança brusca de gênero. Rodriguez dirige o primeiro ato exatamente como dirigiu Balada...: um filme de ação. Porém, quando as monstruosas criaturas da noite aparecem, a mão do diretor pende para o terror B, com o primeiro ataque dos bichos regado a muito sangue falso com cabeças e pedaços humanos voando pela tela. A troca de estilos funciona e surpreende os desavisados, criando uma obra de pura diversão e muito consciente de toda sua inclinação trash.

Blade - O Caçador de Vampiros (Blade, 1998) - Este talvez seja o filme que moldou os vampiros para a década que viria. Baseado num personagem de segundo escalão dos quadrinhos da Marvel, Blade traz Wesley Snipes como o caçador, meio humano, meio vampiro, que jurou destruir as Criaturas da Noite. Ele é um Daywalker, já que a luz do sol não o afeta, assim como a prata, alho e água benta. Porém, sofre da sede de sangue, que é saciada com um soro. O longa, dirigido com muito estilo por Stephen Norrington, tira os vampiros do gênero terror e os coloca como protagonistas e antagonistas de um filme de ação. Apesar de todo o sangue na frente das câmeras, Blade não foi feito para assustar, mas para mostrar ao espectador cenas envolvendo artes marciais, explosões e tudo que se espera de uma adaptação de um herói de HQs. Com efeitos inovadores para a época, o longa conquistou status de cult e ainda gerou uma sequência no início dos anos 2000, superior a este, com direção de Guillermo Del Toro. E deu fruto a várias produções de vampiros com foco na ação ao invés do suspense. Como se não bastasse, serviu pra mostrar que filmes de quadrinhos poderiam ser boas apostas, principalmente depois da bomba que havia sido o último exemplar do Batman, lançado no ano anterior, que desanimou muitos estúdios. Graças a Blade, a Marvel se animou a aprovar os filmes de X-Men e Homem-Aranha, com o resultado favorável de bilheteria que hoje gerou um sem número de adaptações e muito dinheiro para vários estúdios. Nada mal pra um personagem de segunda, não?

Semana que vem, os vampiros entram no século 21!
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Seriado Person of Interest ganha trailer apresentado por elenco de Big Bang Theory

Já que a série vai estrear na CBS e tem um enorme apelo com os nerds, nada mais justo. Afinal, a produção do programa é de J.J. Abrams e o roteiro é de Jonathan Nolan, o irmão do Christopher e responsável pela trama de Batman - O Cavaleiro das Trevas.

Na trama, um milionário vivido por Michael Emerson (o Ben Linus de Lost), contrata um ex-operativo da CIA (Jim Caviezel) para impedir ataques terroristas.

Person of Interest estreia na programação da emissora em 22 de setembro. Ainda não há previsão de estreia no Brasil.

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Batman pilota o Batwing nas novas fotos do set do novo filme!

As filmagens continuam acontecendo em Los Angeles, e ontem a equipe trabalhou durante a noite, tornando quase impossível pra curiosos conseguirem tirar boas fotos. Mas, durante o dia foram rodadas cenas envolvendo o Batwing, veículo voador do Homem-Morcego. Confira as imagens, que inclusive mostram Batman no cockpit da aeronave.



Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge estreia em julho de 2012.
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Assista ao novo trailer de O Espião Que Sabia Demais

Mais uma prévia do filme que adapta o livro sobre espionagem na Guerra Fria de John Le Carre. Desta vez é o trailer montado para a audiência norte-americana (o longa é de origem britânica).

O Espião Que Sabia Demais estreia em 18 de novembro nos EUA.

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Crítica: Cowboys & Aliens

Não espere de Cowboys & Aliens mais do que o título anuncia e talvez você se divirta com o longa que estreia neste final de semana em todo o Brasil. Com direção de Jon Favreau (Homem de Ferro), o filme não tem grandes pretensões, mas se sai bem como entretenimento.

Na trama, situada no Velho Oeste, Jake Lonergan (Daniel Craig) é um bandido procurado que acorda em algum lugar do Arizona, sem memórias de quem é ou como foi parar ali. Além das roupas surradas que veste, usa um estranho aparato ao redor de seu pulso, do qual não faz idéia da serventia. Na busca por um lugar onde possa encontrar abrigo, chega a cidade de Absolution, onde acaba se envolvendo em problemas e vai parar na prisão, comandada pelo xerife interpretado por Keith Carradine. Mas quem manda mesmo no lugar é Woodrow Dolarhyde (Harrison Ford), cujo filho único é o arruaceiro local que também foi preso e se prepara, junto a Jake, para ser levado para as autoridades federais. Quando Dolarhyde chega na cidade para libertar o filho, porém, chegam também naves, que começam a sequestrar os habitantes do lugar, enquanto praticamente destroém tudo que veem pela frente. Agora cabe ao personagem de Craig, que no meio do ataque descobre o uso de seu bracelete, se unir aos moradores que sobraram para descobrir o que está acontecendo e, quem sabe, desvendar seu lugar em toda essa história. Ah, e claro, derrotar os alienígenas.

O cenário de western traz alguma novidade ao gênero de invasão extraterrestre, mas para por aí. O roteiro maniqueísta de Roberto Orci, Alex Kurtzman, Damon Lindelof, Mark Fergus e Hawk Ostby não dá espaço pra muitas inovações e quase se perde com os clichês como o nome da cidade, que chega a subestimar o espectador, como se todas as pistas deixadas pelo texto não fossem suficientes para indicar que a trama será sobre a "absolvição" de Lonergan e de Dolarhyde. Este último personagem, por sinal, é um caso a ser discutido. Roteiros escritos por muita gente costumam sofrer com situações estranhas, mas nada se compara a falta de cuidado com um coadjuvante importante para a história como a que acontece aqui. As motivações de Ford nunca ficam claras, ou melhor, nunca fazem sentido. O filme o apresenta torturando e prestes a matar alguém só por que algumas de suas vacas sumiram e continua o desenvolvendo como uma pessoa que, se não tivesse a cara do Indiana Jones, nunca teria a menor empatia com o público. Ao longo dessa caracterização, porém, o personagem passa a ter uma estranha aproximação com o neto do xerife, de uma forma um tanto forçada, apenas para melhorar a impressão que deixa em praticamente todas suas outras cenas até o final do segundo ato.

Mas, graças a veia de Jon Favreau para criar boas cenas de ação, Cowboys & Aliens tem boas situações, principalmente quando usa as características do bom e velho "bang-bang" para construir suas sequências mais movimentadas. O cinematógrafo Matthew Libatique, parceiro constante do cineasta, banha o longa com belíssimas tomadas da paisagem norte-americana, o que traz à fita certa imponência. E há também a boa atuação dos coadjuvantes. Paul Dano, que já havia mostrado muita competência em Sangue Negro, é o problemático filho de Dolarhyde. Pena que suas cenas se resumam apenas ao primeiro ato da produção. Já Sam Rockwell não rouba a cena, como geralmente faz, mas também não desaparece num filme onde os principais personagens são interpretados pelo eterno arqueólogo aventureiro o por um dos melhores James Bond do cinema. Infelizmente Doc, seu personagem, é maltratado pelo roteiro, que o faz descrever seu sentimento quando coloca em suas boca, palavras como "ninguém me respeita nesse lugar", imediatamente após uma cena que representa exatamente isso. E tem Olivia Wilde, como a enigmática Ella, que passa o tempo todo tentando fazer Lonergan se lembrar do que aconteceu com ele.

A boa notícia é que mesmo assim Cowboys & Aliens é uma boa diversão. Com um pouco de otimismo, daria até pra dizer que poderia ser pior. E poderia mesmo. Se o longa fosse fiel à HQ da qual busca inspiração, criada por Scott Mitchell Rosenberg, teria sido um forte candidato à pior do ano. Ser apenas divertido talvez não seja tão ruim, afinal de contas.
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