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Crítica: Conan - O Bárbaro (2011)

Assistir o novo Conan – O Bárbaro é uma experiência penosa. E isso deve ser a maior ofensa que um filme de ação pode receber. Dirigido por Marcus Nispel, que antes já havia cometido "obras" como Desbravadores e a refilmagem de Sexta-Feira 13, o longa, que adapta o material criado por Robert E. Howard, não consegue se estabelecer como o filme de gênero que tem a pretensão de ser por diversos fatores. O principal é a falta de tato de seu diretor, que parece não saber os princípios básicos da linguagem cinematográfica, pois é incapaz de conceber um quadro sequer em que o assunto principal da cena possa ser devidamente identificado pelo espectador. Durante as sequências de batalha fica ainda mais evidente a incompetência de Nispel. Quando o longa fica movimentado é quase impossível definir o que o cineasta está tentando mostrar.

A trama tem praticamente os mesmos elementos mostrados no filme original do personagem, que ajudou a moldar a carreira de Arnold Schwarzenegger. A diferença é que ao invés do feiticeiro Thulsa Doom, quem dizima a aldeia onde Conan (Jason Momoa) nasceu e mata seu pai é Khalar Zim, vivido aqui por Stephen Lang. Depois que o cimério cresce, se torna um grande guerreiro em busca de vingança. Ao mesmo tempo, Zim ainda pretende angariar mais força, ao usar uma máscara que lhe trará poderes infinitos. Além disso, o vilão quer trazer de volta sua esposa morta, num ritual de sacrifício. E é isso. A mocinha a ser sacrificada calha de ser o interesse romântico do protagonista (Rachel Nichols) e não há mais nada de relevante a dizer sobre a história.

A primeira adaptação do guerreiro cimério não chega nem perto da obra de Howard, mas funciona como longa-metragem. Com roteiro do então desconhecido Oliver Stone e dirigido por John Milius, o filme mostrava um Conan que não condizia com a condição de ladrão e falastrão idealizada por seu criador, porém era muito eficiente dentro de sua proposta, com uma direção de arte criativa e uma trilha sonora inesquecível, composta por Basil Poledouris. Já esta nova versão tenta estabelecer Conan de acordo com a descrição dos livros, e falha de forma grotesca. Ou seja, às vezes, não ser fiel é mais satisfatório do que tentar respeitar o material base e se tornar uma completa bagunça.

O intérprete do Bárbaro também é um dos motivos do longa falhar tanto. Momoa não tem o carisma necessário pra convencer como o Conan que o roteiro de Thomas Dean Donnelly, Joshua Oppenheimer e Sean Hood erra tanto ao tentar mostrar. Os dois primeiros roteiristas, inclusive, já haviam sido responsáveis por outra bomba em 2011, o terrível Dylan Dog, versão americana do popular personagem de quadrinhos italianos. O ator até tenta, mas não consegue. É limitado demais pra esboçar qualquer coisa além da voz quase gutural e dos gritos de batalha.

E, por fim, a trilha sonora de Tyler Bates, provavelmente a composição menos inspirada deste ano. O músico já havia plagiado tão bem seu colega Elliot Goldenthal quando compôs a trilha de 300, que poderia ao menos ter tentado criar algo próximo à música de Poledouris da versão oitentista de Conan. Mas não, preferiu juntar umas notas genéricas e por fim, criou uma peça que nem no filme é satisfatória, não conseguindo estabelecer um único tema, incluindo para o personagem principal.

É realmente uma pena que uma obra tão aberta a possibilidades como a saga de Conan (seja nos livros ou em sua versão em quadrinhos) tenha caído nas mãos de uma equipe tão incompetente. E é até irônico imaginar que a desculpa pra se criar reboots de franquias que já tiveram seus dias de glória seja justamente reapresentá-las para um novo público. Pobre de uma geração que terá como referência esse longa de Marcus Nispel. Tomara que sirva para trazer à tona o original com Schwarzenegger, bem mais digno e menos doloroso de aturar.
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Veja o novo clipe do Arctic Monkeys, Suck it and See

A música, faixa-título do álbum mais recente do grupo, ganhou um clipe dirigido por Focus Creeps e de conteúdo meio adulto (com uma música com esse nome, já era de se esperar). Confira.

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Halle Berry e o diretor Tom Tykwer nas primeiras fotos do set de Cloud Atlas

O filme, adaptação do livro de David Mitchell, começou a ser rodado nesta semana em Glasgow, na Escócia, com direção dos Wachovski (Andy e Lana) e de Tykwer, que aparece ao lado de Berry e Hugo Weaving.

No elenco ainda estão Tom Hanks, Hugh Grant, Ben Whishaw, Susan Sarandon e Jim Broadbent.

O filme estreia em 2012.




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Novo trailer de Os Muppets parodia Os Homens Que Não Amavam as Mulheres

Nem David Fincher com seu "feel bad movie of this Christmas", como a campanha de marketing de Milennium - Os Homens Que Não Amavam as Mulheres define o longa, escapou das sátiras promovidas pelo novo filme dos Muppets. O novo trailer lançado pela Disney aproveita pra tirar um sarro da adaptação do livro sueco. Confira.






Os Muppets estreia em 2 de dezembro no Brasil.
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Michael Shannon aparece no set de Superman usando seu uniforme kriptoniano

Há alguns dias havia saído na net algumas imagens do ator que interpretará o General Zod no próximo filme do Superman, usando uma roupa de captura de movimentos que indicava que seu personagem teria forte ajuda de efeitos especiais para compor seu visual.

Agora, no entanto, Shannon foi avistado no set em Chicago usando uma roupa quase idêntica ao uniforme do Superman que Henry Cavill usa no longa. A diferença? A versão do vilão é totalmente preta, mas a textura e adereços são quase os mesmos. Confira.

Superman - O Homem de Aço estreia em junho de 2013.
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Matt Damon e Scarlett Johanson no primeiro trailer de We Bought a Zoo

O novo filme de Cameron Crowe, cineasta responsável por boas obras como Vanilla Sky e famoso por seus trabalhos documentais sobre a cena musical dos anos 90, teve seu primeiro trailer revelado nesta tarde.

No longa, baseado em fatos, Damon faz o papel de um jornalista que compra uma propriedade que inclui um Zoológico que servia de lar para mais de 200 animais selvagens. No elenco ainda estão Scarlett Johansson, Thomas Haden Church, Elle Fanning, J.B. Smoove e Patrick Fugit.






O filme estreia em 23 de dezembro nos cinemas.
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Max Payne 3 ganha seu primeiro trailer oficial

O jogo, que terá parte da trama situada em São Paulo, será lançado pela Rockstar Games em março de 2012.

Max Payne 3 sairá para PS3, Xbox 360 e PC.

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