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Trailer dos Vingadores sai amanhã! Veja uma prévia!

O programa Entertainment Tonight acaba de exibir uma prévia do trailer de Os Vingadores. É, um trailer do trailer. Confira abaixo e fique ligado nesta terça no RE-ENTER pra conferir o primeiro vídeo oficial e completo do filme que reúne os maiores heróis da Marvel!



Os Vingadores estreia em abril de 2012.
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Documentário do Dia: American Masters - George Lucas

Este documentário raro produzido para a TV norte-americana, mostra entrevistas com Joseph Campbell, Steven Spielberg, Francis Ford Coppola, Ron Howard e Harrison Ford, destacando a carreira de George Lucas como cineasta.

O programa mostra imagens de THX 1138, American Grafitti e da trilogia original de Star Wars, já que na época de sua produção os novos filmes ainda não existiam. Inclui também cenas raras de filmes feitos por Lucas quando ele era criança.

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Crítica: A Hora do Espanto (2011)

Os anos 80 foram marcados por produções que divertiram platéias no mundo inteiro, de forma inteligente, respeitando quem estava sentado na poltrona do cinema. São vários os frutos dessa década, e A Hora do Espanto, um filme sobre um garoto que desconfia das atitudes noturnas de seu novo vizinho até descobrir que ele na verdade é um vampiro, se tornou um clássico do gênero "terrir" por conseguir "encantar" seu espectador, quase como uma Criatura das Trevas. Usando uma premissa similar à Janela Indiscreta, de Alfred Hitchcock, mas inserida num contexto sobrenatural, o longa oitentista, dirigido por Tom Holland, também lança mão de momentos sensuais, pitadas de violência e muito bom humor pra contar uma trama com significados até "profundos", como o despertar sexual do casal protagonista.

A nova versão, que agora tem Craig Gillespie no comando, segue pelo mesmo caminho e é um dos raros casos de remakes que fazem jus ao original. E vai além, chegando a melhorar alguns pontos da trama, embora enfraqueça seu último ato. Algumas mudanças foram feitas em relação ao primeiro filme e boa parte delas residem em Charlie, o protagonista vivido por Anton Yelchin e no "caçador de vampiros" Peter Vincent, interpretado por David Tennant. Um exemplo dessas alterações é que o longa começa mostrando Yelchin como um personagem quase desprezível. Ele é um ex-nerd (isso é possível?) que agora se vangloria por ter uma bela namorada e ser mais popular que em sua época mais "inocente". Já Tennant cria um Peter Vincent completamente diferente daquele encarnado por Roddy McDowall, e não de uma forma completamente positiva. Uma das forças do original era ter o especialista em mistérios como uma representação da busca pela fé, não em Deus, mas em si mesmo. Aqui, não há o desenvolvimento dessa motivação do personagem, e o roteiro de Marti Noxon ainda tenta forçar uma desnecessária origem para Vincent, como se a platéia não conseguisse aceitar um trapaceiro sem um passado trágico. Não fosse a interpretação de Tennant, o personagem teria sido uma falha gigantesca no longa, compromentendo toda sua estrutura.

Mas, o lado positivo de A Hora do Espanto tem maior espaço do que o negativo, já que as mudanças criadas para realmente melhorar a trama são muito mais sentidas aqui, principalmente por quem conhece a obra original. E é impossível falar sobre essas melhorias sem citar Toni Collette, no papel da mãe de Charlie. No longa de 85, uma personagem tão dispensável que simplesmente desaparece da história, agora se revela uma grata surpresa. O vampiro Jerry também supreende. Colin Farrel está muito à vontade como o vilão e parece estar, genuinamente, se divertindo com os maneirismos que criou para ser galanteador, ameaçador e engraçado, não nessa ordem mas, em alguns pontos, tudo ao mesmo tempo. E há Christopher Mintz-Plasse, como o amigo de Charlie, Ed, que aqui é quem desconfia de Jerry e tenta alertar o protagonista, sem muito sucesso.

O diretor, Gillespie, se sai muito bem, particularmente nos dois primeiros atos do longa. Sua direção é segura o suficiente para não se apressar em contar a história, fazendo surgir momentos de pura inspiração. A invasão de Charlie à casa de seu vizinho vampiro, por exemplo, demonstra um cineasta que, mesmo abraçando por completo a premissa descompromissada da produção, não se esquece de que está comandando um longa pra cinema (e não um produto genérico qualquer) e usa artifícios muito criativos pra chegar ao suspense. Sem medo de fazer uso de longos takes, Gillespie também cria sequências de ação muito bem executadas, como a perseguição, que traz o ponto de vista apenas do interior do carro, num plano sequência que só não é melhor por conta do chromakey evidente, usado para criar a ilusão do veículo em movimento.

O roteiro também é feliz ao inserir referências pop aos diálogos. Aliás, não tem como mencionar isso sem citar a brincadeira com Crepúsculo. Era inevitável. Por ser um longa que mostra o vampiro tradicional, predador, violento e monstruoso, seria impossível deixar os personagens que brilham no sol, ao invés de explodirem, de fora da brincadeira. E A Hora do Espanto é bem isso mesmo, sem a mínima vergonha de fazer piadas em momentos de tensão. E o melhor, sem soar pastelão.

Já o último ato acaba surgindo um tanto apressado, dando a impressão de que a história precisa muito se encerrar a qualquer momento, prejudicando, inclusive, o desfecho de Peter Vincent, que no original acaba sendo mais satisfatório, já que faz mais sentido dentro da proposta do personagem. Mas, no final, A Hora do Espanto vem para mostrar que remakes conseguem se sustentar quando buscam algo diferente. Atualizar a trama e trazer novidades suficientes pra fazer até os fãs do original se interessarem, é um exemplo a ser seguido em meio a tantas refilmagens. Afinal, se um filme se tornou popular a ponto de merecer uma nova versão, esta, por sua vez, precisa, pelo menos, tentar trazer o mesmo impacto, respeitando tanto o original, quanto o público. E isso, A Hora do Espanto faz com grande competência.

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Alguns links de referência:

Um breve comentário sobre A Hora do Espanto original, no especial Ser Vampiro nos Anos 80 era um Barato!

Podcast do RE-ENTER cujo tema foi remakes!

P.S.: Procure assistir a versão 2D do longa. O 3D está terrível e atrapalha na maior parte da projeção, por se tratar de um filme escuro.
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Documentário do Dia: The Film School Generation

Steven Spielberg, Martin Scorsese, Brian de Palma, George Lucas e Francis Ford Coppola surgiram na década de 70, do mesmo lugar, moldando como o cinema seria feito a partir da sua e das futuras gerações. Suas obras ajudaram não só a definir a linguagem cinematográfica, mas também ajudaram a salvar, financeiramente, uma arte que começava a mostrar indícios de decadência, em termos de público. Cada um, à sua própria maneira, contribuiu um pouco para que a sétima arte se tornasse ainda maior nas décadas seguintes.

O documentário abaixo, que você assiste na íntegra aqui no RE-ENTER discute o impacto dessa geração que mostrou ao mundo uma forma nova de se fazer cinema.









A parte 5 está disponível apenas no Youtube.
Assista clicando aqui.

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Divulgado o primeiro trailer de The Raven

O filme é um suspense dirigido por James McTeigue e que tem John Cusack no papel de Edgar Alan Poe. A trama no entanto é fictícia e mostra Poe ajudando um investigador vivido por Luke Evans, a capturar um assassino que usa a obra do escritor como base para seus crimes.

Tudo indica que o longa será uma mistura do clima pesado de produções como Do Inferno, com um ritmo parecido com o Sherlock Holmes com Robert Downey Jr.

The Raven estreia nos EUA em 9 de março de 2012.




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Mais um trailer para Happy Feet 2

A estreia da continuação da animação dirigida por George Miller acontece em 18 de novembro nos EUA. No Brasil, na semana seguinte.

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Steve Jobs: 1955 - 2011

Sentei à frente do computador com o ituito de escrever algumas palavras sobre Steve Jobs. O homem que criou uma das empresas mais bem sucedidas do mundo, a Apple, faleceu ontem, depois de uma luta de vários anos contra um câncer. Mas, praticamente todos os sites já publicaram um enorme obituário cobrindo os fatos mais marcantes de sua vida, o que faria qualquer tentativa de texto sobre ele, apenas mais uma, entre várias.

Por isso decidi escrever um pouco, dizendo mais sobre o que Jobs representou e representará para a humanidade. "Nossa, que exagero! Humanidade? Eu nem uso nada da Apple", você pode pensar. Bem, sinto desapontá-lo, mas o impacto da morte de Steve Jobs não cai apenas sobre aqueles que não pensam duas vezes antes de colar um adesivinho da maçã na traseira do carro.

Jobs representa o que o ser humano tem de melhor: a capacidade de criação. Muitos podem considerar duvidosa a forma como que o criador da Apple trabalhava, mas é inegável a inovação que este mesmo modelo trouxe para a forma como cada um de nós vê o mundo hoje. Dizem que existem dois tipos de pessoas, as que pensam e as que fazem. Jobs era as duas coisas. E praticamente tudo que fez influencia direta ou indiretamente o que fazemos hoje na frente de um computador.

Sua forma de pensar "fora da caixa" possibilitou incontáveis soluções pra quem sempre teve vontade de criar, mas nunca teve as ferramentas necessárias.

Se hoje você não precisa de um Mac pra gerar conteúdo é por conta de outras empresas que perceberam o potencial das criações da Apple e tomaram a liberdade para produzir soluções similares.

Então, quando você ouvir, ou ler, alguém dizendo que Steve Jobs mudou o mundo, não é exagero. E vou além. Quando, no começo do texto, falei sobre o que ele representa para a humanidade, é porquê Jobs deveria ser inspiração pra qualquer pessoa, por ter passado a vida acreditando na capacidade humana para o crescimento. Capacidade que agora, temos obrigação de continuar exercitando. Quando apenas um homem fez o que Jobs fez, a única forma de honrar sua passagem por aqui é mostrar que ele não estava errado e, tentar, pelo menos, usar nossa cabeça pra melhorar essa enorme bola azul em que vivemos. Afinal, como diria aquele belíssimo comercial da Apple (que você pode assistir logo abaixo), "... as pessoas que são loucas o suficiente pra achar que podem mudar o mundo são aquelas que, eventualmente, o mudam mesmo".

Obrigado, Steve.

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