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Assista ao segundo curta da Marvel, A Funny Thing Happened On The Way to Thor's Hammer

O vídeo, extra do Blu-ray de Capitão América, surgiu na net, na íntegra. Então, arrume-se na cadeira e prepare-se pra 4 minutos do Agente Coulson, vivido por Clark Gregg, mostrando que não deve nada aos heróis superpoderosos da Marvel.

O curta se situa entre Homem de Ferro 2 e Thor.

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Danielle Brisebois, o Rocky Balboa das cantoras pop

Quando somos adolescentes apaixonados por alguns discos e começamos a arranhar os primeiros acordes no violão, por algum tempo acreditamos que basta ter talento e escrever músicas tocantes para o sucesso vir. “Foi assim com os Beatles, certo?”. Infelizmente, com o passar do tempo, e conhecendo histórias do mundo da música, fica claro que as coisas não funcionam exatamente dessa maneira. Tudo fica mais claro ainda ao ligar o rádio ou sintonizar o top 10 da MTV.

No primeiro ano de faculdade, conheci um cara que era excelente compositor. Ouvia só rock antigo, blues e música instrumental e clássica. Dominava seu velho violão como poucos guitarristas posudos dominam suas guitarras e escrevia músicas com melodias cativantes. Ele devia fazer sucesso, suas músicas deviam tocar nas rádios locais da cidade, mas nessa época, início da década de 2000, o techno-brega (se não sabe o que é, não queira saber) começava a explodir como uma epidemia que dominava a região norte do país.

Aconselhei a ele escrever músicas para artistas que já estivessem na mídia. Ele tentou fazer isso por um tempo, e também tocou em bandas de baile, com repertório de músicas famosas para animar qualquer ocasião. Hoje em dia, estuda para concursos. Moral da história: ser um ótimo "singer-songwritter" não é garantia de sucesso no meio musical.

Essa, aparentemente é a sina de Danielle Brisebois. Americana do Brooklyn que lançou seu primeiro disco (Arrive All Over You) em 1994, quando tinha 25 anos, com créditos de compositora em 9 das 11 faixas. Trata-se de música para quem sente saudade do que eu chamo de “pop sincero”. Músicas que você percebe que nascem a partir de um sentimento, e não de um objetivo. A influência do rock dos anos 90 também é evidente, dando a mistura da doçura do vocal de uma garota à rebeldia emotiva de momentos mais “rasgados”.

O disco já continha o que se pode chamar de “o hit” de Danielle: a faixa Just Missed the Train, regravada uma década depois por Kelly Clarkson – cantora que se tornou famosa depois de ter vencido a primeira edição do American Idol. Aí chegamos na ironia do destino: Just Missed the Train emplacou na versão “pop rock explosiva” de Kelly Clarkson, em um remake produzido pela própria Danielle Brisebois, que passou a atuar como compositora e produtora para outras cantoras, incluindo a própria Kelly, Kylie Minogue e até Donna Summer.

Em 2008, Danielle lançou um segundo álbum (Portable Life, que na verdade devia ter sido lançado em 1999!), deixando um pouco mais de lado a pegada rock, mas mantendo a riqueza de seu vocal “jovial” (reparem nas sobreposições de vozes em várias partes, com uma delas sempre soando como “voz de garotinha”, dando um efeito delicioso, como na música Temporary Like the Rain), e arranjos simples, e por isso mesmo contagiantes. É a música sem super-pirotecnias, pop, melódica e sincera. Um disco que não foi feito para emplacar, mas sim para, aparentemente, satisfazer as necessidades artísticas de uma compositora que fabrica sucessos para outras.

Mas quem é Danielle Brisebois? Já que estamos em um blog cujo grande foco (convenhamos, Alexandre...) é cinema e seriados, olha só a coincidência: A moça começou sua carreira como atriz-mirim em um seriado chamado All In The Family. Depois disso, ainda fez alguns filmes (veja aqui um vídeo dela bem ninfeta aos 18 anos, dando entrevista sobre um filme em que atuou), e acabou entrando na carreira musical, sempre ao lado de ninguém menos que seu eterno parceiro Gregg Alexander. Não sabe quem é? Lembra desse cara cantando aí no vídeo?


Então, olha aquela moça na percussão. É a Danielle. Sim, ela foi integrante do New Radicals, um dos maiores one-hit wonders da década de 90 (apesar de esta música que escolhi ser o "hit two", e último, da banda). Gregg foi co-autor de várias músicas com Danielle, e produziu seus dois álbuns. Depois da morte do New Radicals (que ele decidiu encerrar devido a não ter suportado toda a rotina que envolve fazer parte de uma banda famosa), a dupla continuou trabalhando em conjunto produzindo novas cantoras e compondo músicas em parceria aqui e ali.

E não é que, mesmo fora dos holofotes, Danielle alcançou o reconhecimento artístico? Em 2009, ela foi premiada com vários BMI Awards pela música Pocketful of Sunshine, escrita por ela para a cantora Natasha Bedingfield. Em uma rápida entrevista sobre a premiação (vídeo aqui), ela comentou justamente essa questão de sempre ter buscado tanto isso, durante uma carreira fora dos padrões, e finalmente ter alcançado. Uma espécie de Rocky Balboa das cantoras pop. :)

Os discos de nossa heroína podem ser comprados atualmente via iTunes Store. Cada um deles traz uma versão da música Just Missed the Train, com diferentes arranjos para diferentes fases da vida da cantora. Além dessa bonita música, todas as outras faixas merecem ser ouvidas por quem busca sons agradáveis em meio à competição desenfreada por atenção nas prateleiras de lojas de discos.

Site oficial

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The Amazing Spider-Man ganha novas imagens promocionais

Os banners estão expostos na New York Comic-Con. Confira.




The Amazing Spider-Man estreia em julho de 2012.
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Primeiro pôster do filme Os Três Patetas

O longa adapta para as telonas o popular trio de comediantes. Sean Hayes, Chris Diamantopoulos e Will Sasso estarão nos papéis de Larry, Moe e Curly, respectivamente. A direção do longa está nas mãos dos Irmãos Farrelly de Quem Vai Ficar Com Mary?, Débi & Lóide, entre outros.

A estreia deve acontecer em abril de 2012.
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Documentário do Dia: O Lado Sombrio de Walt Disney

O documentário abaixo procura "revelar" as inclinações obscuras de Walt Disney, mostrando suas tendências racistas, anti-semitas e machistas, numa época em que aumentava o ódio contra comunistas e outras minorias, fossem baseadas em ideologias políticas ou religiosas.

O vídeo, obviamente, mostra apenas o lado ruim da questão, esquecendo que nos anos 40 a mentalidade era outra, o politicamente correto era um absurdo e ninguém estava muito preocupado com rejeição por conta de alguma piada ofensiva. Assista o documentário com uma visão ampla e não se deixe levar por todos os pontos levantados pelo texto.











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Crítica: Os Três Mosqueteiros (2011)

Quando os primeiros vídeos de divulgação de Os Três Mosqueteiros começaram a aparecer, a impressão é que o público iria encarar mais uma adaptação de obra literária influente, porém baseada na ação sem sentido e em explosões. Aconteceu com Sherlock Holmes, no filme com Robert Downey Jr, e parecia muito que iria acontecer com a obra de Alexandre Dumas. O resultado final acaba surpreendendo por não ser a heresia prometida pelos trailers, e o melhor, não cair nas mesmas armadilhas que o último Piratas do Caribe caiu, sendo assim, mais divertido do que entediante, mesmo com um final irregular.

A trama central é a mesma que todos conhecem. O jovem D'artagnan (Logan Lerman) sai de sua vida no campo para seguir os passos de seu pai e se tornar um Mosqueteiro do Rei Louis (Freddie Fox). O problema é que o jovem monarca serve apenas de fachada, pois quem governa, mesmo que por baixo dos panos, é o maquiavélico Cardeal Richelieu, interpretado aqui pelo sempre divertido Christoph Waltz. O representante da igreja acabou com a guarda de Mosqueteiros e instituiu a sua própria, capitaneada pelo vilanesco Rochefort (Mads Mikkelsen). Restaram apenas três, que por terem a simpatia do Rei, acabam se safando dos problemas em que vivem se metendo. Athos, Porthos e Aramis (Matthew Macfadyen, Ray Stevenson e Luke Evans) são soldados sem causa, e acabam se encontrando com D’artagnan, que serve como catalisador para fazê-los voltar à ativa. O fio condutor é basicamente esse, porém, o roteiro de Alex Litvak e Andrew Davies toma algumas liberdades na adaptação. Por exemplo, tira a culpa da Rainha vivida por Juno Temple, que no original tinha mesmo um caso com Buckingham (Orlando Bloom). Talvez, num filme família, tenham identificado como politicamente incorreto ter os heróis ajudando uma adúltera a manter seu relacionamento em segredo. Se esse foi o motivo, não levaram em conta que a ação acontece pra salvar a França à qualquer custo. Não incomoda quem não conhece a trama, mas pode fazer os fãs da obra se contorcerem. Porém, não chega a ser um fator para estragar a diversão, que é, na realidade a intenção primordial do diretor, Paul W.S. Anderson. E Os Três Mosqueteiros diverte com suas pirotecnias e acrobacias impossíveis, principalmente as protagonizadas por Milla Jovovich, no papel de uma agente dupla, responsável por trair o trio de heróis, logo no começo da fita.

Sem grandes inovações, Anderson ainda conta com o 3D, cuja maior função é estabelecer a grandiosidade da monarquia francesa. As tomadas mostrando o pátio do palácio e seus interiores são de cair o queixo. Obviamente, os efeitos em terceira dimensão também incluem objetos atirados para a tela, mas sem exageros.

Outro trunfo do longa é incluir na trama, elementos steampunk, coisa que parecia absurda nos trailers, mas que acaba entrando na história de forma orgânica. O dirigível, um navio de guerra flutuante, é responsável por bons momentos, como a batalha aérea entre nuvens de tempestade, ainda que seja totalmente inspirada na famosa luta na nebulosa entre a Enterprise e a nave de Kahn em Jornada nas Estrelas II – A Ira de Kahn.

Agrada também, o texto não ter alterado muito as principais características dos Mosqueteiros, que os fazem ser os personagens fascinantes que são. Depois de tantas adaptações, essa nova versão veio acompanhada do medo da obra acabar completamente deturpada, apenas para agradar uma audiência que os estúdios teimam em tomar como imbecil. Pode não ser o filme que o livro de Dumas merecia, mas está longe de ser o lixo que poderia ter se tornado.

A grande falha, no entanto, está em seu desfecho. Mesmo que a vontade de começar uma nova franquia seja tentadora, jogar isso na cara do espectador e criar um gancho desnecessário por pura falta de habilidade em amarrar as pontas soltas do terceiro ato é desrespeitoso e praticamente um tiro no pé. Como agora, pra história terminar, a bilheteria se torna fator principal, sai o sorriso do rosto, que acompanha toda boa aventura de sessão da tarde, e fica uma expressão de desgosto.
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Teaser só para maiores de American Reunion está no ar!

O filme traz de volta o elenco da cinessérie American Pie e promete o retorno do besteirol à sua velha forma. A estreia do longa nos EUA ocorre em 6 de abril de 2012.

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