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Disney revela o trailer completo de John Carter. Assista!

O filme adapta o livro John Carter From Mars, de Edgar Rice Burroughs, o mesmo autor de Tarzan e é dirigido por Andrew Stanton, que comanda seu primeiro longa com atores, depois do sucesso de suas animações na Pixar, como WALL-E, por exemplo.

Assista ao vídeo abaixo e veja ótimas cenas de ação, efeitos de encher os olhos e a comprovação que Kashmir, do Led Zeppelin é um tema e tanto pra um filme de aventura. No elenco estão Taylor Kitsch, Lynn Collins, Samantha Morton, Mark Strong, Ciaran Hinds, Dominic West, James Purefoy, Daryl Sabara, Polly Walker, Bryan Cranston, Thomas Hayden Church e Willem Dafoe.



John Carter estreia em março de 2012.
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Arte Conceitual revela o visual do Lagarto em O Espetacular Homem-Aranha

Na falta de notícias relacionadas ao filme do Aracnídeo (repararam como o longa está sumido da mídia e se fala muito mais em Vingadores e Batman?) o site SpiderMedia.ru teve acesso a uma arte conceitual da nova adaptação, agora dirigida por Marc Webb. A imagem mostra como deve ficar o visual do vilão Lagarto, interpretado por Rhys Ifans, cuja grande diferença para o original dos quadrinhos parece ser seu focinho. Confira.

O Espetacular Homem-Aranha estreia em julho de 2012.
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Documentário do Dia: O Making of de Akira

Clássico anime produzido em 1988 e dirigido por Katsuhiro Otomo, o próprio criador do mangá, Akira é uma daquelas animações que foram além do convencional e, como se não bastasse a complexa trama, ainda se destaca pelo nível técnico de altíssimo padrão.

O documentário abaixo, legendado em português, cobre todos os aspectos do longa, desde a adaptação para o cinema de uma história que ainda não estava completa, até o complicado processo de animação, que envolvia inúmeros profissionais para dar vida às ideias de Otomo. Imperdível!











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Veja agora os dois primeiros cartazes de Homens de Preto 3

Ok, eu sei, já estão circulando na web desde o último final de semana, mas agora é pra ver os dois pôsteres em excelente qualidade, já que as versões anteriores foram fotografadas e estavam desfocadas. Confira abaixo e clique para ampliar. Repare no endereço impresso nas imagens http://www.themeninblacksuitsarereal.com/ é um site que redireciona para uma página no Facebook que inicia a campanha viral do novo longa.

Homens de Preto 3 estreia nos EUA em maio de 2012 e reúne mais uma vez Will Smith e Tommy Lee Jones, numa trama que envolve viagens no tempo. No elenco ainda estão Josh Brolin, Emma Thompson e Nicole Scherzinger.
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Faça um tour virtual por Transformers - The Ride

A nova atração do parque temático da Universal Studios em Cingapura será inaugurada no próximo final de semana. Pra divulgar Transformers The Ride, um passeio de montanha russa baseado na trilogia de Michael Bay que oferece uma experiência em 3D, a Universal lançou esse vídeo, que você confere logo abaixo.

Aproveite também pra ver o que achamos do último longa da série Transformers.

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Veja novas fotos dos bastidores de O Hobbit

O site AICN continua a visita ao set da nova adaptação da obra de Tolkien dirigida por Peter Jackson. As fotos abaixo mostram o diretor em uma das magníficas paisagens da Nova Zelândia, além de um cadáver na floresta, o anão Bombur, interpretado por Stephen Hunter e Gandalf, ou quase, já que na verdade não é Sir Ian Mckellen que está na indumentária cinzenta, mas sim o seu dublê. Clique nas imagens para ampliar.

A primeira parte de O Hobbit chega aos cinemas em dezembro de 2012. No ano seguinte, no mesmo mês, estreia a parte 2.
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Summer Wars - Cybernow na animação japonesa


Com o anime longa-metragem Summer Wars, lançado em 2009 pelo renomado estúdio Madhouse, os japoneses mostram mais uma vez que sabem como ninguém construir narrativas que questionam os limites da imersão tecnológica em nossa vida cotidiana. Exemplos disso não faltam, como os clássicos Akira e Ghost in the Shell, obras que provavelmente deixam William Gibson, o pai da literatura cyberpunk, orgulhoso de suas “crias”.

Mas Gibson já não escreve cyberpunk, que se tornou um estilo ultrapassado devido às previsões tecnológicas que constavam nessas obras de literatura, cinema e animação dos anos 80 e 90 já terem se tornado parte de nossa realidade, mesmo que de forma diferente do previsto em muitas situações. Exemplo disso é o conceito de “mundo virtual”, a Matrix da Trilogia do Sprawl escrita por Gibson e transportada para o filme homônimo de 1999 dirigido pelos Wachowski, marcando o fim de uma era. A partir da virada do milênio, surgiu o movimento “cybernow”, que utiliza os elementos “cyber” em nossa realidade para construir narrativas com o mesmo questionamento de limites tecnológicos, agora com menos jeito de previsão apocalíptica.

É possível dizer que hoje em dia já temos nossos “mundos virtuais”, através das redes sociais como o Facebook, ou ainda de jogos on-line como os MMORPGs ou como a maior tentativa de levar esse conceito a cabo: o já esmaecido Second Life. Nesses ambientes, a pessoa assume a identidade que gostaria de ter, seja selecionando cautelosamente as bandas, livros, filmes e citações de famosos em seu perfil, ou incorporando um avatar bizarro e antropomórfico digno de personagens de videogame. Temos aí um prato cheio para servir de elemento-chave para obras de ficção no estilo cybernow.

Por exemplo, e se a integração de nossas vidas pessoais com um ambiente desses fosse tamanha que pudéssemos fazer tarefas de trabalho, pagar contas e consultar – ou até mesmo gerenciar – serviços públicos ou de empresas, tudo dentro desse mundo na tela do computador? É esse conceito de rede social levado um nível acima que abre o longa Summer Wars, com a apresentação de uma rede chamada OZ, onde avatares de todos os tipos convivem e realizam todas essas atividades que comentei em um ambiente com visual inspirado nas interfaces gráficas da Nintendo.


Mas não se engane achando que Summer Wars é um filme exclusivamente para geeks ou fanáticos por tecnologia. Logo após essa sequência inicial, surge a face humana da animação, quando são apresentados nossos protagonistas: o garoto Kenji – típico estudante nerd tímido de ensino médio – e sua musa Natsuki – uma das garotas mais bonitas do colégio. Usando esses arquétipos tão comuns a animações japonesas, você pode achar que temos aqui mais um clichê no estilo shoujo, mas logo essa desconfiança cai por terra, quando descobrimos que na verdade o outro grande personagem desse longa é a (grande) família de Natsuki, que será responsável pelo paralelo entre as relações no mundo real e no mundo virtual.

Antes que a coisa fique muito confusa, vamos à inevitável sinopse: Kenji, “quase-gênio” da matemática, faz um bico de manutenção na programação de OZ nas horas vagas, enquanto Natsuki surge com o convite para que ele a acompanhe em sua reunião de família anual, onde deve apresentar um namorado à sua avô, conforme havia prometido no ano anterior. O solitário Kenji aceita a missão, e acaba caindo de paraquedas na família que conta com parentes das mais distintas personalidades, profissões e regiões do Japão. Ao mesmo tempo, uma misteriosa I.A. (inteligência artifical) invade e toma conta de OZ, causando como consequência vários problemas no mundo real, o que acaba atingindo a bagunçada reunião familiar de Natsuki. Nesse cenário, mesmo com toda a diferença cultural, é impossível não sentir uma pontinha de comparação com uma típica reunião natalina que temos por aqui.

E esse foi justamente o objetivo do diretor Mamoru Hosoda: criar um filme atraente tanto para quem tem uma família extensa quanto para os que não tem, fazendo isso através do protagonista Kenji, que entra nessa confusão, com todas as brigas, falatórios e também manifestações afetivas, como um outsider, ao mesmo tempo espantado e maravilhado. As relações entre os integrantes da família, inspirada em um clã real descendente de samurais da cidade de Ueno, tornam o que inicialmente aparentava ser mais uma fria narrativa embasada na tecnologia em uma história afetuosa que evoca valores como união, tradição, respeito às diferenças e perdão, sem soar piegas.

Com outro premiado trabalho de animação com temática adulta em seu currículo – A Garota que Saltou no Tempo, produzido também pelo estúdio Madhouse, em 2006, baseado em um livro – Mamoru Hosoda parece cada vez mais à vontade em combinar elementos de ficção científica com ambientações da vida cotidiana. Com Summer Wars, o diretor apresenta um bem amarrado roteiro de própria autoria, já se destacando como um dos grandes autores da animação japonesa desse início de milênio, pegando a bola da mão do falecido Satoshi Kon, e provando que nem só de Hayao Miyazaki vivem os animes longa-metragem que merecem ser vistos por aqui.

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