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Novo vídeo de Os Homens Que Não Amavam as Mulheres recria programa oitentista

Ok, pode tirar o chapéu pro marketing do novo longa de David Fincher. A adaptação norte-americana do primeiro livro da trilogia Millennium acaba de ganhar o que, provavelmente, é seu vídeo mais interessante até aqui. Assista neste link e veja uma recriação absurda de bem feita, do programa Hard Copy, um telejornal sensacionalista muito popular nos anos 80.

O programa mostra, em 9 minutos, uma matéria falando do desaparecimento de Harriet Vanger, a filha do rico Henrik Vanger e que move toda a trama central do filme.

Millennium - Os Homens Que Não Amavam as Mulheres estreia em 27 de janeiro de 2012 no Brasil.
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PodEntrar! O Podcast do RE-ENTER te mostra os melhores CDs de 1991

1991 - O Ano Que A Música Mudou, este é o tema do nosso terceiro programa em que Alexandre Luiz, Mauro Barreto e Leandro Calegari falam dos principais álbuns musicais lançados no distante ano de 1991, há duas décadas.

Uma viagem musical e nostálgica por tempos em que Nirvana, Pearl Jam, Guns n' Roses, Metallica e várias outras bandas estavam em seus grandes momentos criativos.

Reclamações, Sugestões, Críticas ou Elogios? Mande e-mail para reenter.pop@gmail.com ou deixe seu comentário no post!

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Veja o clipe da parceria entre Lou Reed e Metallica dirigido por Darren Aronofsky

Bom, esse trabalho em conjunto de Lou Reed com o Metallica não rendeu boas críticas e dividiu fãs de ambos os artistas. Mas, só por ter feito Aronofsky (de Cisne Negro) dirigir um clipe, já compensa sua existência. Confira abaixo o vídeo da música The View, do álbum Lulu.


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Trailer de Os Homens Que Não Amavam as Mulheres tem versão estendida com 8 minutos!

O vídeo foi divulgado ontem, no site da Apple, junto com as versões em pré-venda do álbum com a trilha sonora. Assista abaixo.

Millennium - Os Homens Que Não Amavam as Mulheres é a nova adaptação do primeiro livro da trilogia criada pelo sueco Stieg Larsson agora dirigida por David Fincher. A estreia no Brasil acontece em 27 de janeiro de 2012.







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Crítica: Os Especialistas

Vender um filme de ação como "baseado em uma história real" é partir do princípio que o público-alvo do gênero adoraria viver num mundo onde agentes secretos e assassinos de aluguel pulam de telhados em telhados, atirando uns nos outros, em alguma missão patriota. É a explicação mais plausível para a existência de um longa como Os Especialistas, que desde o primeiro trailer promete ação desenfreada, altas doses de adrenalina e Jason Statham quebrando tudo que encontra pelo caminho. Tudo isso, embalado na premissa de que, em algum dia e algum lugar, realmente houve tal trama.

O filme mostra Statham como Danny, um ex-mercenário que volta à ativa para cumprir a missão que Hunter, seu mentor interpretado por Robert De Niro, recusou. Contratado por um Xeque (Rodney Afif) em Omã, o protagonista precisa eliminar os agentes da SAS (as Forças Especiais Britânicas) que mataram os três filhos de seu empregador. Caso falhe na missão, Hunter será morto. O plano segue bem até chamar atenção dos Feathermen, um grupo secreto de agentes ingleses, liderados por Spike (Clive Owen), que protegem seus colegas de profissão e começam um jogo de gato e rato para deter o assassino vivido por Statham. Se o diretor Gary Mckendry tivesse se mantido fiel à essa premissa, e claro, se fosse provido de algum talento como cineasta, faria de Os Especialistas um tenso thriller, capaz de segurar o espectador apenas pelo constante senso de perigo que ronda os personagens. Ao invés disso, aliado ao fraco roteiro de Matt Sherring, prefere conduzir sua obra como um filme de ação genérico, cuja grande maioria das cenas são recicladas de inúmeros outros títulos (alguns, inclusive, muito mais eficientes). Além da pouca originalidade nas cenas mais movimentadas, há também o irritante arrependimento de Danny logo no início da projeção, que o faz se aposentar de sua famigerada profissão. Além de clichê, é de uma artificialidade imensa, que não convence nem os fãs mais entusiasmados de Statham.

O ator, por sinal, não exibe nem um quinto do carisma que o fez se tornar um dos poucos ídolos do "cinema brucutu" dos anos 2000, e nem um resquício do talento que mostrou em Efeito Dominó, outro longa que ostenta ser baseado em uma história real, mas que tem ao menos a decência de ser bom.

Os coadjuvantes, Owen e De Niro fazem jus à classificação. Embora o primeiro tenha uma participação mais ativa, fica difícil para o público condenar os atos de seu personagem, que, dentro do contexto, é a única pessoa sensata da trama. Já o ator que um dia foi considerado o "melhor de sua geração" continua sua missão para se autodestruir. É a única explicação pra De Niro aceitar participar de filmes como esse, que em nada acrescentam à sua filmografia, muito pelo contrário, só a comprometem.

Como já citado, o roteiro é fraquíssimo, não apenas na maneira como decide conduzir a história, mas na criação de diálogos risíveis. Chega a ser constrangedor quando Adewale Akinnuoye-Agbaje, o contato de Statham com o Xeque, diz algo como "Você pode ter desistido das mortes, mas as mortes não desistiram de você". Além disso, há um dos romances mais descartáveis dos últimos tempos (pelo menos em filmes de ação), envolvendo Danny e Anne (Yvonne Strahovski). Como se a já citada crise de consciência do início do longa não bastasse, o texto ainda empurra um par romântico artificial para o personagem principal, mostrando que os realizadores não tem a menor confiança de que o público possa aceitar um verdadeiro anti-herói, sem traços falsos de bondade que só tornam piegas o que deveriam ser os momentos dramáticos do thriller.

Mas nada disso é tão grave quanto o marketing usado para promover a fita. A tal "história real" citada no primeiro parágrafo nunca foi confirmada e há relatos de que o autor do livro que inspirou o filme, Ranulph Fiennes, tenha confidenciado para amigos íntimos que sua obra nunca passou de mera ficção. Claro que teóricos da conspiração irão dizer que isso é contra-propaganda, já que o governo inglês sempre negaria a existência, tanto de atos cruéis em Omã, quanto de um grupo secreto destinado à proteção de seus operativos aposentados. Por conta disso, Fiennes sempre foi desacreditado, inclusive por familiares das vítimas citadas, tanto em seu livro, quanto no filme com Statham. Também pudera. Com personagens tão mal desenvolvidos, trama tão rasa e cenas de ação tão clichê, essa trama toda só poderia acontecer mesmo em uma produção ruim para o cinema.
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RE-ENTER Minicast - Akira americano e Lollapalooza Fail!

O minicast é um programa curto que toda semana (eu acho) vai aparecer por aqui, comentando algum assunto que deu o que falar no mundo pop!

Neste episódio, você fica sabendo tudo que pensamos sobre a possível sinopse da versão americana de Akira e discutimos um pouco sobre a polêmica do festival Lollapalooza, que chega ao Brasil em 2012.

Tá esperando o quê? Clique no play e confira!

RE-ENTER Minicast - Akira americano e Lollapalooza Fail! from Alexandre Luiz on Vimeo.

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Assista Marry The Night, novo clipe da Lady Gaga

Com quase 14 minutos, o vídeo é praticamente um curta-metragem, que segundo a própria artista é "autobiográfico" e representa o pior dia que ja teve na vida. Hmmm....

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