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Cenas Memoráveis - Os Intocáveis

Dirigido por Brian dePalma, Os Intocáveis (1987) recria o clima de guerra criado por Eliot Ness para combater Al Capone, na década de 30, em Chicago. O filme é na verdade refilmagem do seriado (que teve sua primeira temporada lançada em DVD essa semana), e condensa toda a história que durou pouco mais de 20 episódios em um longa de 2 horas. De Palma é famoso por homenagear grandes diretores (seu preferido é Alfred Hitchcock) e para criar a cena a seguir, o tiroteio na Union Station, se baseou no filme Encouraçado Potemkim, filme de Sergei Eisenstein, o mestre da montagem no cinema.

Com Kevin Costner (na época em que fazia bons filmes), Sean Connery (fazendo personagem que lhe deu o Oscar de melhor ator coadjuvante) e Robert De Niro (como Al Capone), Os Intocáveis se firmou como um dos melhores filmes de máfia de Hollywood. Além da direção competente, ainda conta com música de Ennio Morricone. É mole ou quer mais?

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Petrobrás em Speed Racer

 

A nossa petrolífera estará em Hollywood. A Petrobrás firmou acordo com a Warner para ter uma equipe de corrida no filme Speed Racer. E é um acordo bem razoável, por ser a primeira empresa brasileira a participar de algo assim.

Procurada pela Warner Brothers, a Petrobrás investirá US$ 1 milhão de dólares no filme. Em troca, exigiu de que a marca fosse associada a novos combustíveis. Nasceu assim a Petrobras Bioenergy, equipe que correrá no filme contra Mach 5 e companhia.

Outra exigência da estatal - além da menção ao biocombustível, que virou sua maior bandeira ecológica no exterior - é que não fosse vilanizada no filme ou associada a prejuízos ambientais. Segundo declarações de Luís Antônio Vargas, gerente de publicidade e promoções da Petrobrás, ao jornal O Globo, o pagamento só sera efetuado depois que a Petrobrás aprovar as cenas em que é mencionada no filme.

Mais uma desculpa pros brasileiros assistirem ao filme. Apesar da Petrobrás ser considerada vilã por ambientalistas e derivados, ver uma marca nossa num blockbuster ajuda a elevar a moral do povo.

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The Dark Knight: Novas imagens e tributos a Heath Ledger

O site SuperHeroHype publicou três novas imagens de The Dark Knight agora a tarde. Parecem ter sido tiradas de alguma revista. Reparem que a divulgação das fotos demonstra a preocupação da Warner na superexposição da figura de Heath Ledger como o Coringa. O estúdio teme que após a morte do ator, utilizar as aterradoras imagens do vilão pode parecer de mal gosto. Confira abaixo.

Ainda sobre Ledger, Chris Nolan, diretor de Batman Begins e de sua continuação, escreveu um tocante texto falando sobre o trabalho com o ator. A homenagem foi publicada pela Newsweek e você pode conferir aqui. Já Daniel Day-Lewis, ao receber o prêmio da Screen Actors Guild por sua performance no filme There Will Be Blood, o dedicou a Heath, com quem nunca trabalhou. Assista a entrega aqui.

The Dark Knight estréia em 28 de julho.
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Divulgado título de Bond 22

 

A Sony Pictures acaba de oficializar o nome do novo filme de 007. Será Quantum of Solace. Extraído de um conto do livro For Your Eyes Only, o título será um desafio para os tradutores já que não há uma tradução literal pra isso. O pessoal do Omelete sugere o que mais se aproxima de uma adaptação livre da expressão que seria "A Medida do Sofrimento".

Mesmo assim ainda não é "forte" e chamativo o suficiente. Sem bem que com 007 na frente, qualquer filme faz sucesso. É só não usarem o nome da edição brasileira do livro: Quantum de Refrigério.

O sucessor de Cassino Royale mostrará o 007 (Daniel Craig) numa missão de vingança que o levará para a Áustria, Itália e América do Sul. Através da bela Camille (a ucraniana Olga Kurylenko) ele chegará a Dominic Greene (Mathieu Amalric), integrante de uma misteriosa organização e brutal homem de negócios que tenta controlar uma vasta fonte de recursos naturais. A trama começa no ponto em que Cassino parou, com Bond tentando descobrir a verdade por trás de Vesper, a bela que o traiu.

"James Bond está atrás de vingança e Camille também. Eles têm objetivos diferentes, mas no final vão trabalhar juntos", disse Kurylenko em coletiva de imprensa que aconteceu há algumas horas nos Estúdios Pinewood em Buckinghamshire, Inglaterra.

Quantum of Solace chega aos cinemas em 7 de novembro.

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Nicholson diz ter avisado Ledger sobre os perigos do Coringa


Segundo Internet Movie Data Base (IMDB), o ator Jack Nicholson (que interpretou o vilão Coringa no filme Batman da década de 90, dirigido por Tim Burton) teria dito a fãs ao sair de um restaurante em Londres o seguinte comentário sobre a morte de Heath Ledger: "Eu disse a ele", deixando no ar que teria avisado o falecido ator sobre os possíveis danos psicológicos de interpretar o Coringa.


Vale lembrar que Jack Nicholson, durante uma entrevista dada em novembro, se mostrou insatisfeito por não ter sido escolhido para o mesmo papel no filme Cavaleiro das Trevas, continuação de Batman Begins, previsto para estrear em julho deste ano nos Estados Unidos. Neste filme, Heath Ledger, que faleceu há dois dias aos 28 anos de idade, interpretou o Coringa, em uma versão mais sinistra e complexa do que a de Jack Nicholson, como se pode conferir no trailer disponível na Internet. Segundo uma entrevista dada ao New York Times, Ledger havia ficado muito estressado com o papel e estava tomando remédios para dormir.


Há ainda a suspeita de que o ator teria morrido devido à intoxicação por drogas, apesar de nenhuma ter sido encontrada no local. Porém, hoje a polícia encontrou uma nota de 20 dólares enrolada, que poderia ter sido utilizada para o uso de cocaína. A nota foi enviada para análise. O corpo de Ledger passa por uma autópsia mais detalhada que deve durar 10 dias, devido à autópsia inicial não ter esclarecido sobre as causas da morte.
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Cenas Memoráveis - Exterminador do Futuro 2

Quando James Cameron lançou seu Exterminador do Futuro, nos anos 80, a produção era mais voltada pro suspense, com uma cara de quadrinhos (pra ser mais exato, X-Men na saga Dias de um Futuro Esquecido). Porém, quando decidiu reunir o elenco para uma continuação, o filme deveria alcançar proporções maiores em termos de ação, efeitos visuais e história.


E conseguiu. Exterminador do Futuro 2 ainda é um dos, senão o melhor dos filmes de ação de Hollywood. Efeitos especiais que mesmo hoje não parecem batidos (o Surfista Prateado está aí pra comprovar), sequências de tirar o fôlego, uma edição de som impressionante. Todos os elementos que fazem do filme, inesquecível para os fãs desse gênero de filme.


E, com certeza, não há cena mais memorável em T2 do que Arnold Schwarzenegger dando um tiro de misericórdia no vilão T-1000. O Hasta La Vista, baby, proferido por Schwarza entrou pra história como uma das falas mais famosas do cinema. Confiram.

CENA EXTERMINADOR DO FUTURO 2 - HASTA LA VISTA, BABY (Youtube)

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Crítica: Eu Sou a Lenda

Existem dois tipos de blockbusters: os sem cérebro, dos quais pertencem os filmes dirigidos por Michael Bay e derivados e aqueles que não são apenas uma diversão-pipoca e têm algum conteúdo a mais, como é o caso de Homem-Aranha, Batman Begins e Eu Sou a Lenda, que estreou sexta passada no Brasil.

O filme, quarta adaptação do romance de Richard Matheson, mostra Robert Neville (Will Smith), cientista e o provável único sobrevivente de uma praga que dizimou a população do planeta. O vírus, em uma forma mutada, também transformou o resto dos seres humanos em uma espécie de vampiros. Neville, por ser a única pessoa viva em Nova York tem que sobreviver aos constantes ataques noturnos das criaturas.

Ok, até aí, típico filme de mortos-vivos, certo? Errado. Graças a competente direção de Francis Lawrence (Constantine) não temos aqui um filme centrado em ação ou efeitos especiais. Eles estão lá, como coadjuvantes, ajudando a contar uma boa história sobre um homem sem fé mas que mesmo assim tenta, com pesquisas e testes, encontrar uma cura para aqueles infectados que o matariam na primeira chance.

Além de toda mensagem, que no mundo atual, pode parecer um pouco piegas, mas é válida exatamente por isso, Eu Sou a Lenda é também um filme de um homem só. Will Smith no papel de Robert Neville dá um show. Por praticamente 50 minutos, a câmera está nele. E ele está na companhia apenas de uma cachorra e de eventuais manequins espalhados pela cidade. E Smith interpreta. Contracena com seres inanimados. E entrega sua melhor atuação desde Ali, em que vive o famoso pugilista. Se não fosse pela forte presença de cena do ator, Eu Sou a Lenda provavelmente seria bem monótono. Apesar das cenas de ação.

No que diz respeito a efeitos especiais, o filme não faz feio, porém os vampiros, todos criados digitalmente, parecem falsos na tela. Não funcionam tão bem quanto funcionariam pessoas devidamente maquiadas. Por outro lado, a recriação de Nova York como uma cidade deserta está perfeita. E ao mesmo tempo assustadora. Ver a “cidade que nunca dorme” da maneira que o filme mostra, e de forma tão realista, chega a fazer qualquer um ter calafrios só de pensar na possibilidade de tal cenário.

Mas como nem tudo são flores, o filme cai um pouco de qualidade em seu final. A narração da personagem de Alice Braga é tão desnecessária quanto a narração de Deckard em Blade Runner. Explica o que não precisava de explicação, e não permite ao espectador uma conclusão mais abstrata. Mas também, nada que comprometa os 100 minutos anteriores de filme.

Com certeza, Eu Sou a Lenda vale o ingresso, se você busca uma diversão um pouco melhor do que o cinema hollywoodiano tem produzido. E aproveite também para conferir as outras adaptações do livro. Mortos que Matam, de 1965 e com Vincent Price, A Última Esperança da Terra, de 1972 com Charlton Heston e o recente e picareta I Am Omega, com Mark Dacascos (esse último encontrado em sites de Torrent, mas assista por sua conta e risco).

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