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Resenha: Falling Skies

Invasão alienígena é um dos temas mais conhecidos da ficção científica, já tendo alavancado produtos nas mais diversas mídias ao longo dos anos. Então, quando alguém anuncia a produção de um seriado de TV sobre o assunto, a expectativa não é das maiores, já que dificilmente algo de novo possa sair da empreitada. Porém, quando o nome de Steven Spielberg está ligado ao projeto, a coisa muda de figura. Nos últimos meses, com trailers sendo lançados mostrando uma produção caprichada, Falling Skies acabou gerando curiosidade que se transformou numa audiência muito satisfatória. Foram 5.9 milhões de pessoas ligadas na TNT norte-americana, num domingo cuja programação estava lotada de atrativos, entre eles o final de temporada de Game of Thrones.

Mas e aí? A série é tudo isso mesmo? Mais ou menos. Na verdade, ela tem uma característica que pode ser seu maior trunfo, mas também seu maior problema. A trama não está interessada em grandes batalhas, mas em desenvolvimento das relações entre os personagens e nas condições que a humanidade enfrenta, meses depois de ter o planeta invadido por uma espécie alienígena nada pacífica. A primeira sequência do episódio piloto já demonstra isso. A partir da narração das crianças e de desenhos feitos por elas, o espectador é introduzido ao cenário no qual o seriado se passa. Que forma melhor de mostrar a desesperança do que colocar crianças para falar que a humanidade luta pra não ser extinta?

A série gira em torno do núcleo formado por Tom Mason (Noah Wyle) e seus dois filhos, Hal (Drew Roy) e Matt (Maxim Knight). Eles foram pegos em cheio, como várias famílias. Tom perdeu a esposa e seu outro filho, Ben, está desaparecido, provavelmente levado pelos skitters, como os humanos chamam a raça invasora. Além deles, a médica Anne Glass, vivida por Moon Bloodgood, adiciona um pouco mais de humanidade em uma sociedade vivendo em tempos de guerra.

Por falar em batalha, claro que existe a figura militar. Weaver, interpretado por Will Patton, perdeu tanto quanto todos e tenta manter a ordem de seu "pelotão" enquanto enfrenta certa hostilidade por tratar os civis que não estão na luta armada como um fardo a ser carregado durante as horas de tensão.

Mas por que, então, esse cenário interessante de relações humanas pode também ser um defeito? Porque depois de Lost, a TV norte-americana transformou histórias de sobrevivência em uma fórmula batida. O que os produtores de toda série que surgiu como versão genérica do seriado de J.J. Abrams parecem esquecer é que Lost mudou completamente de estrutura na segunda temporada justamente por que a narrativa de reality show não estava funcionando o suficiente pra manter o espectador interessado.

Soma-se a isso que o nome de Spielberg não pesou tanto na criação dos efeitos especiais e o resultado é um programa de TV que, embora tenha começado com bons números, pode vir a perder audiência. Chega a ser um tanto vergonhoso imaginar que o homem que revolucionou os efeitos no cinema não consiga trazer nada de extraordinário para a TV. Os alienígenas de Falling Skies não são dos mais interessantes e o recurso de mostrá-los quase sempre no escuro, revela a preocupação em esconder defeitos de finalização dos bichos.

De qualquer forma, Falling Skies merece ser acompanhada, já que ainda é cedo pra julgar se ela será um fracasso em termos de história. Ela pode mudar nos próximos episódios e de qualquer forma, hoje em dia não é a qualidade que dita a regra, mas a audiência. Claro que o público não é idiota a ponto de assistir algo que não gosta, mas o seriado pode agradar quem não conhece The Walking Dead, ou Lost, ou Jericho, ou... bom, entenderam, né? Nesta temporada, 10 foram encomendados. A estreia no Brasil acontece nesta sexta-feira, 24 de junho pelo TNT, com legendas e pelo canal Space, com áudio em português.
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Cartoon Network divulga vídeo da série animada do Lanterna Verde

O filme do herói pode não ter ido tão bem quanto o esperado nas bilheterias, mas o Lanterna Verde vem com tudo esse ano. Depois do longa animado pra home video, o outro produto que promete agradar os fãs é a série nos moldes de Star Wars - Clone Wars. Animação 3D de qualidade e com produção de Bruce Timm, o mago dos desenhos da DC, responsável por Batman - The Animated Series e Liga da Justiça, por exemplo, o seriado promete ser uma adaptação mais favorável do que o longa pra cinema. A estreia está prevista para o fim de 2011.


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Veja o primeiro trailer completo de O Gato de Botas

De coadjuvante na série de filmes Shrek, o Gato de Botas ganha esse ano seu primeiro longa solo. Veja abaixo o novo trailer da empreitada que estreia em 9 de dezembro no Brasil.

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Weird Al Parodia Lady Gaga em novo video!

Quem nunca se divertiu com as paródias de Weird Al Yankovic não sabe o que está perdendo. Desde os anos 80 o cara tem tirado sarro com grandes nomes da música. Michael Jackson, Madonna, Nirvana, ninguém escapa. A vítima agora é Lady Gaga. Veja abaixo o clipe de Perform This Way, que acaba de ser lançado na net. Imperdível!

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PROMOÇÃO: Just Dance 2


Além das melodias que não saem da sua cabeça e que se tornam imortais com o tempo, a música pop também é responsável por criar coreografias inesquecíveis. Quem melhor que Michael Jackson pra provar isso? Desde pequeno, quando se tornou o maior atrativo dos Jackson 5, transformou fãs, de ouvintes passivos, para verdadeiros dançarinos involuntários. Como não assistir essa apresentação de I Want You Back e ficar simplesmente sentado no sofá?

Partindo mais ou menos dessa premissa, a Ubisoft lançou o jogo Just Dance. Usando a plataforma do Wii, o game não deixa o jogador perder nenhum passo das mais conhecidas coreografias de artistas como Beyonce, Britney Spears, James Brown, Bestie Boys e vários outros, de épocas e ritmos diferentes, mas que têm em comum a capacidade de criar hits que não perdem a validade.

Depois de atingir um enorme sucesso, em 2010 foi lançado Just Dance 2, outro best-seller para o Wii, que traz mais de 40 músicas e permite os fãs dos mais variados gêneros se divertirem por horas a fio.

Como se não fosse o suficiente, o jogador ainda pode destravar mais músicas online.


Agora vem a parte legal!

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Saindo do Forno: Seis novos comerciais de Transformers 3

O terceiro filme dos robôs teve uma pré-estreia neste final de semana no Brasil, com presença de Michael Bay, que apresentou seu longa aos jornalistas. As reações foram interessantes, levando a crer que Transformers 3 - O Lado Oculto da Lua é melhor que seu antecessor (o que pra acontecer não exigiria muito esforço). Confira abaixo seis novos comerciais, alguns com cenas inéditas do filme, que estreia por aqui em 1º de julho.













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Crítica: Lanterna Verde - Cavaleiros Esmeralda

Pra divulgar Batman - O Cavaleiro das Trevas, a Warner Premiere lançou direto em Home Video uma antologia de curtas animados. Batman - O Cavaleiro de Gotham seguia a premissa de Animatrix, com histórias que se ligavam, produzidas por diferentes estúdios de animações japonesas e que serviam de prelúdio para a continuação de Batman Begins. As reações não foram tão positivas como a de outros lançamentos do Universo Animado DC, fazendo com que o anúncio de uma animação para pegar carona no Hype do filme do Lanterna Verde não causasse muita empolgação por parte dos fãs.


Embora a premissa seja semelhante e Cavaleiros Esmeralda também seja uma antologia de histórias, a narrativa é diferente e mais fluida, o que torna o longa animado mais fácil de ser digerido pelo espectador, principalmente por contar com um único estilo de animação (salvo em uma história, mas chegaremos lá mais adiante).


Em momento algum há a indicação de que o novo filme seja ligado à produção para o cinema, levando a crer que são produtos distintos, com públicos diferentes a serem atingidos. Obviamente por ser um desenho animado chamará atenção das crianças, mas quem a Warner tenta agradar aqui são mesmo os fãs da mitologia dos quadrinhos. As histórias contadas por Hal Jordan enaltecem a força da Tropa dos Lanternas Verdes. São 6 contos: The First Lantern, Kilowog, Laira, Mogo Doesn't Socialize, Abin Sur e Emerald Knights, que na verdade é a história que acontece enquanto Jordan conta para a novata Arisia todas as outras, para acalmar a moça, que está indo para sua primeira missão.


The First Lantern, tem roteiro de Michael Green e Marc Guggenheim e é a mais "bobinha" das histórias. Nela, Jordan fala como foi feita a primeira distribuição de anéis. Como cada um escolheu o melhor guerreiro para servir de portador. A não ser um, que foi parar na mão de um simples escriba. O maior atrativo deste conto é o surgimento de uma grande marca registrada dos Lanternas Verde. A mensagem de que é no mais improvável ser que se encontra o maior herói é um pouco velha, diminuindo um pouco o interesse na trama.


Kilowog foi escrito por Peter J. Tomasi e mostra o treinamento de um dos personagens mais queridos pelos fãs. É provavelmente o que será melhor apreciado por quem conhece básico das HQs e tem um ritmo agradável de acompanhar.


Laira é uma adaptação de um arco de histórias lançado logo após Crise nas Infinitas Terras, "What Price Honor" de Ruben Diaz e Travis Charest. A tarefa de transformar o conto em animação sofre um pouco pelo tempo curto destinado ao segmento. A narrativa evoca as tragédias conhecidas por fãs de hisórias épicas orientais de pai contra filho, ou neste caso, filha, carregada de cenas de ação. Enquanto os dois primeiros são focados em dialogos, partindo para cenas mais agitadas ocasionalmente, Laira é muito mais ágil e , irônicamente, deve ter grande apelo a quem só está buscando uma animação pra se divertir e não se importa tanto assim com a Tropa dos Lanternas. O que muda radicalmente na próxima história.


Mogo Doesn't Socialize também se inspira num conto das HQs, escrito e desenhado pela dupla que criou Watchmen: Alan Moore e Dave Gibbons. Talvez por isso tenha um tratamento diferenciado e se distancie um pouco tanto em ritmo quanto em técnica de animação. É a trama mais "diferente" de todas, e não cabe estragar a surpresa pra quem não está familiarizado com Mogo, o Lanterna mais estranho de todos.


Abin Sur é escrito por Geoff Johns, o homem por trás da revolução que transformou as HQs do Lanterna nas mais interessantes da DC Comics nos últimos anos. É um perfeito prelúdio para a queda de Sinestro e também para o que o futuro reserva para a Tropa e leva diretamente à Emerald Knights, a trama principal.


Para deter a ameaça de Krona, a Tropa toda se reúne para defender Oa. A jovem Arisia está nervosa e apenas as histórias contadas por Hal Jordan conseguem desviar um pouco a atenção para o terrível destino que pode se abater sobre os protetores da galáxia. Pode parecer meio piegas, mas cada um dos elementos enaltecidos pelos segmentos anteriores servem perfeitamente ao propósito de Jordan em inspirar confiança na garota e comprovar o porquê da Tropa ser tão poderosa. O desfecho é grandioso e coeso com os 80 minutos do longa.


Lanterna Verde - Cavaleiros Esmeralda não é a melhor animação já lançada pela DC, mas cumpre seu dever. É mais interessante que O Primeiro Voo, longa animado que conta a origem de Hal Jordan, por se aprofundar mais na vasta mitologia que acompanha o herói, mas peca por não manter o mesmo nível de qualidade em todas as subtramas. De qualquer forma, é um produto interessante para aquecer quem pretende assistir Lanterna Verde nos cinemas, ajudando a aumentar a expectativa.

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