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Nova arte promocional de Os Vingadores destaca Nick Fury

Ok, a Marvel está compensando a falta de um trailer e de imagens oficiais com essas artes incrivelmente bem feitas. Ou pelo menos tá tentando. A nova mostra Samuel L. Jackson na pele de Nick Fury. Confira.

Os Vingadores estreia no Brasil em abril de 2012.
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Promoção Batman/Coringa DC Infinite Heroes


Pronto pra participar de mais uma promo no RE-ENTER? E os prêmios estão cada vez mais nerds!

Desta vez você pode levar duas Action Figures da série DC Universe Infinite Heroes da Mattel! E não são personagens de segunda! Estamos simplesmente falando de um dos mais clássicos antagonismos dos quadrinhos: Batman e Coringa! Ambas figuras medem 3 3/4" de altura, são bem articuladas e com um nível de detalhes muito bacana!

Pra participar é muito fácil. Basta entrar na página do sorteio no TwitPromo e seguir as instruções. Mas atenção pras regrinhas básicas, pra não reclamar depois:

1º A promoção é destinada apenas para perfis válidos, que não estejam no twitter apenas para participar de outras promoções. É uma rede social, gente, foi feita para gerar interação e divulgar conteúdos bacanas, vamos usar com consciência.

2º O ganhador deverá ser residente no território Brasileiro.

3º Pra validar a participação, você deverá seguir o perfil @alexluizbr no twitter e curtir o RE-ENTER no Facebook. Coisa simples, vai, e garanto, você não vai arrepender.

Tá esperando o quê? Entre na página do sorteio e clique em Quero Participar! Você tem até 29 de setembro e aí é só contar com a sorte ;)
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Batplantão: O Cavaleiro das Trevas Ressurge chega a Los Angeles e Morgan Freeman aparece no set

As gravações do terceiro Batman continuam. Depois de passar por Pittsburgh, o filme segue sendo filmado em Los Angeles, onde, neste final de semana, foi criada uma grande cena de ação (que continuará sendo rodada durante esta semana). A segurança foi bem mais apertada do que nas últimas semanas, então pouquíssimas fotos foram divulgadas. O que se sabe é que a cena envolve uma inundação em uma parte da cidade (é, Nolan não brinca quando diz que prefere efeitos práticos, tomara que nunca faça um filme catástrofe :P).

Quem apareceu pelo set foi Morgan Freeman, com sua gravata-borboleta, marca registrada do personagem Lucius Fox. Confira abaixo as imagens.






Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge estreia em julho de 2012.
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Veja o primeiro teaser de Jogos Vorazes

Ontem, durante a transmissão do Video Music Awards, na MTV, foi exibido o teaser da adaptação do primeiro livro da trilogia escrita por Suzanne Collins.

A trama, ambientada num futuro distópico, mostra os Estados Unidos dividido em 12 distritos. Cada um oferece dois adolescentes para participar de um reality show de sobrevivência. Nesse cenário, Katniss (Jennifer Lawrence) toma o lugar de sua irmã, que foi sorteada para representar o 12º distrito para participar dos Jogos Vorazes do título.

A estreia do filme acontece em 23 de março de 2012 nos EUA.

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Blogagem Coletiva: que super-herói você gostaria de ser?

O pessoal do Nerddisse promoveu uma ação bem bacana que é a Blogagem Coletiva. Se você tem um blog basta postar um texto com o tema e colocar nos comentários da postagem deste link! Abaixo, minha contribuição ;)

Parece a pergunta mais fácil do mundo. Quem cresceu lendo quadrinhos provavelmente teve um personagem favorito e se imaginou em seu lugar, batendo em criminosos, salvando gatinhos de cima da árvore e ficando com a mocinha nas páginas finais. Mas ser um Super-Herói é muito mais que isso. Se eu dissesse que gostaria de ser o Batman, meu personagem preferido desde que comecei a ler HQs, significa que eu seria rico, teria acesso à mais alta tecnologia disponível e ainda derrotaria bandidos com uma habilidade incrível. Porém, também significaria que eu seria órfão, traumatizado e com um sentimento de culpa que, não importasse o número de criminosos que fossem pra prisão, eu nunca iria superar.

Ser o Superman parece o trabalho mais fácil. Afinal nada o derrota. Bem, não é. Carregar o mundo nas costas e ter a responsabilidade de ser visto como o Salvador da Humanidade com certeza não são tarefas pra mim.

E o que dizer do Homem-Aranha, atualmente tão popular entre as crianças, que se veem subindo paredes e balançando entre prédios. Bom, Peter Parker teve que aprender a mais difícil da lições por conta de um momento de irresponsabilidade e egoísmo. Por conta disso, sente tanta culpa quanto o Batman e carrega tanto peso quanto o Super. Não quero isso. Ninguém quer.

Ser um Herói não significa poder fazer qualquer coisa, mas sim fazer o que é preciso fazer com responsabilidade. Na vida real, já fazemos tantas escolhas erradas e certas, aprendemos com nossas derrapadas e entendemos o tipo de compromisso que temos quando nos é delegado algum tipo de "poder". Só por isso, cada um de nós é um pouco herói a cada dia. Cabe a nós mesmos saber o que devemos fazer com o pouco que temos: educação, gentileza, carinho, consciência do viver em coletivo. São pequenos atos que podem fazer de nós, heróis aos olhos de quem, em algum momento, pode precisar de muito menos do que salvar o mundo, derrotar um vilão intergaláctico ou prender um maníaco homicida com tendências pra comédia. Pense nisso.

Ah e, sim, eu seria o Batman!
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Nova arte promocional mostra Os Vingadores reunidos

O site Bleeding Cool publicou uma bela ilustração que está sendo distribuida em comic shops nos EUA pra divulgar um futuro encadernado de histórias relacionadas aos filmes da Marvel. Na imagem, Os Vingadores estão reunidos e o visual do Hulk está ligeiramente mais parecido com o ator Mark Ruffalo, que interpreta Bruce Banner no filme. Clique na imagem para ampliar.


Os Vingadores estreia em abril de 2012 no Brasil.
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Crítica: Planeta dos Macacos - A Origem

O que faz uma franquia com cinco filmes produzidos na década de 70 e uma refilmagem em 2001, se tornar elegível para ganhar um reinício no cinema? Dinheiro, claro. Desde os filmes clássicos, a cinessérie Planeta dos Macacos é garantia de boa arrecadação nas bilheterias. Mesmo a versão dirigida por Tim Burton no início do século 21, com pouca aceitação da crítica (justificada pelo roteiro ruim), foi considerada um sucesso financeiro e poderia muito bem ter iniciado uma nova série de longas. Porém, a Fox decidiu novamente começar do zero, literalmente. Planeta dos Macacos - A Origem estreia no Brasil, prometendo mostrar como os macacos conseguiram dominar a Terra.

A premissa parece um tanto estranha. No original, a grande sacada era fazer o espectador acreditar em uma coisa para revelar, finalmente, que o planeta onde os astronautas caem é a Terra. Começar uma nova série revelando isso logo de cara tira o impacto principal que fez do primeiro longa, o clássico que é hoje: sua pertinente crítica aos rumos que a humanidade vinha tomando no distante ano de 1968. Apesar disso, a nova produção se revela uma grata surpresa. É uma boa ficção científica, um filme bem dirigido e que tem uma mensagem a passar, mesmo que seja de uma natureza diferente, mais animal e menos humana.

Boa parte do roteiro adapta o quarto filme da série clássica, A Conquista do Planeta dos Macacos, mas criando uma nova origem para o chimpanzé César. Aqui ele é filho de uma macaca, de nome Olhos Brilhantes (uma, entre várias referências ao original), usada como cobaia para um vírus que aumenta a capacidade do cérebro de seu portador. As alterações genéticas passam para o bebê, agora "adotado" pelo cientista, Will Rodman (James Franco), que criou o vírus pensando na cura para o Alzheimer, doença que antige seu pai (John Lithgow). Conforme o tempo passa, César (Andy Serkis servindo mais uma vez à captura de movimentos) adquire uma inteligência sem precedentes, fazendo com que seja, inclusive, visto com olhos de desconfiança pelo intolerante vizinho de Rodman. Este por sua vez, num acesso de fúria contra o personagem de Lithgow, acaba sendo atacado por César. O ato faz com que o macaco seja confinado numa espécie de centro de controle de animais, comandado por John Landon (Brian Cox) e seu filho Dodge (Tom Felton). Assim, o inteligente chimpanzé passa a sofrer todo tipo de mal trato por parte de ambos. Com sua mente aguçada, aos poucos, passa a liderar os outros macacos do lugar para que finalmente a insurreição aconteça, dando início, então, ao que pode ser o fim do domínio humano sobre o planeta.

O diretor Rupert Wyatt cria um movimentado thriller de ficção científica a partir do roteiro de Rick Jaffa e Amanda Silver, que embora não deixe muito espaço para o desenvolvimento do núcleo formado por Franco, Lithgow e Freida Pinto, é muito competente em mostrar a evolução de César, transformado pela interpretação de Serkis, no personagem mais profundo do longa. Graças à equipe de efeitos especiais da WETA, o macaco criado totalmente em CGI é de uma perfeição ímpar, mas que de nada serviria sem a linguagem corporal do ator, além de suas expressões faciais. Serkis, cada vez mais, comprova ser um mestre no que se propõe a fazer, uma arte que, embora tecnológica, remete a mais pura forma de interpretação.

Por outro lado, a computação gráfica falha no último ato da fita, cujo realismo e brutalidade seriam fundamentais para gerar no público, a mais variada mistura de emoções que a sequência exige. O ataque dos macacos em momento algum passa veracidade, com símios que, nem em movimentos, nem em textura, chegam aos pés de César. A impressão é de que a preocupação com o líder foi tanta que os outros personagens digitais poderiam ficar à mercê de efeitos menos trabalhados, o que não é verdade, pois distrai, já que a falta de realismo dos bichos pode causar o efeito contrário no espectador. O trunfo do clímax está na montagem e na direção de Wyatt que cria uma sequência de ação de tirar o fôlego, mas que peca pela má administração da carga dramática, justamente por conta dos efeitos citados.

Ao fim da projeção, que inclui, além de uma cena extra após os primeiros minutos de créditos finais, a animação com o título e nome dos atores fazendo parte da trama (é sério, fique pelo menos até que ela termine), este Planeta dos Macacos até consegue adicionar algo novo, embora pouco impactante quando comparado a descoberta de Charlton Heston na conclusão do original e lembrando muito o desfecho de Os 12 Macacos, filme de Terry Gilliam que apesar do nome não tem ligação com esta série.

Não há nada de errado em produtos com apelo comercial, quando se leva em conta um resultado final satisfatório. Não que os roteiristas e o cineasta tenham criado uma obra genial, mas pelo menos entregam um produto acima da média, que pelos números da bilheteria trouxe novos admiradores para a franquia. Sorte da Fox, nos últimos anos criticada por subestimar seu público. Com Planeta dos Macacos - A Origem, o estúdio atrasa a revolta, não de símios, mas dos espectadores cada vez mais cansados de serem tratados como inferiores. Antes tarde do que nunca, afinal ninguém quer uma multidão enfurecida nas portas dos cinemas gritando: "não!".
Continua...
 
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