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Documentário do Dia: Making of de O Segredo do Abismo

Não é de agora que James Cameron tenta passar uma mensagem ecológica com um filme. Muito antes de Avatar, o diretor colocou nas telonas o longa O Segredo do Abismo. Misturando inovações em CGI (com efeitos que evoluíram em seu filme seguinte, o segundo Exterminador do Futuro) com uma captação de imagens aquáticas sem precedentes, a produção não foi o sucesso de bilheteria esperado, mas agradou a crítica, o que ajudou a criar, através dos anos, uma aura cult.

No making of abaixo você vai ver depoimentos do elenco e equipe e os desafios encontrados por Cameron para criar as sequências submersas.











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Batplantão: Terceiro Batman grava cena de tumulto e surgem novidades sobre a trama (com spoilers!)

Sim, você leu certo no título. Tem Spoilers então continue por sua conta e risco!

Vamos lá. Primeiro sobre o que foi rodado neste sábado em Nova York, que parece ter sido uma continuação daquela massiva cena de luta entre Batman (Christian Bale) e Bane (Tom Hardy). A cena agora envolve uma multidão de pessoas, moradores de Gotham e policiais. O que é realmente interessante é o personagem de Matthew Modine, descrito inicialmente como o promotor que substitui Harvey Dent. Parece que ele é, na verdade, um policial e deve se revelar em algum ponto do filme como tal, já que aparece nas fotos abaixo com o uniforme da polícia e apontando uma arma.

Quanto a multidão, envolvida num enorme tumulto, também foi fotografada e as imagens são impressionantes devido a grandiosidade que essa cena está atingindo. Impossível não tentar imaginar em que ponto do novo longa toda essa sequência estará incluída.











Além de toda essa gente, Batman e Bane também deram as caras. Confira.






Agora, alguns spoilers que talvez expliquem um pouco do que está acontecendo nesse filme. Segundo fontes que participaram das gravações, Gotham fica meses sob o controle de Bane. A polícia, a este ponto parece ter conseguido escapar de uma prisão. Sim, o vilão do longa e seus asseclas encarceraram boa parte dos policiais da cidade. Durante o tempo em que comanda Gotham, Bane espalha panfletos contendo mensagens como Money Makes You Ugly e Corporations Constructed Greed, algo como O Dinheiro faz você ficar feio e Corporações constroem a ganância. Será que alguma dessas frases será o novo "Why So Serious"?




Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge estreia apenas em julho de 2012, mas um novo trailer, que sairá em dezembro, talvez ajude a contextualizar todos esses acontecimentos que foram rodados.
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Crítica: O Preço do Amanhã

Você já deve ter dito inúmeras vezes a expressão "tempo é dinheiro". Mas já parou pra pensar se seu significado fosse literal? E se a moeda de troca universal fosse realmente baseada nos minutos que você tem na sua vida? Baseando mais ou menos nessa premissa, Andrew Niccol traz seu mais novo longa. O Preço do Amanhã é uma ficção científica repleta de significado, embalada a uma crítica nada sutil à divisão de classes inerente ao capitalismo e a injusta distribuição de renda, se é que esse conceito faz algum sentido na sociedade atual.

Niccol é um cineasta mediano que conseguiu entregar boas obras numa carreira relativamente curta, o que hoje em dia já é algum lucro, já que bons diretores cada vez mais têm sucumbido à mediocridade. É dele um dos longas de ficção científica mais interessantes dos anos 90: Gattaca - Experiência Genética, que como a maior parte de seus filmes (e roteiros) trata de controle. Naquele caso, o controle para gerar seres humanos perfeitamente saudáveis. Em O Preço do Amanhã, o da aparência. A trama se passa num futuro em que a humanidade conseguiu criar um código genético capaz de fazer as pessoas pararem de envelhecer quando completam 25 anos. A partir daí, um relógio passa a contar o tempo de vida restante. Para todos, deveria ser apenas um ano, que pode ser estendido, desde que mais tempo possa ser comprado. Obviamente, apenas quem pode pagar consegue viver muito. E como o corpo não envelhece, não enfraquece. Ou seja, o jovem bonito que aparenta estar na casa dos vinte pode ter mais de 100 anos. O filme mostra isso logo no começo, quando Will Salas (Justin Timberlake) salva a vida do milionário Henry Hamilton (Matt Bomer). Salas faz parte da classe operária, que trabalha apenas para garantir o dia seguinte, cada vez mais difícil de ser alcançado, graças ao constante aumento do custo de vida. Hamilton faz parte da classe alta, que não se preocupa com o tempo. Isso eles têm de sobra pra gastar e podem continuar vivendo pra sempre, desde que não acabem morrendo em algum acidente bobo. E esse parece ser o medo predominante. Por conta disso, não têm coragem de viver intensamente ou, como o cinema americano adora dizer: "fazer alguma loucura." Por uma jogada do destino, o tempo de Hamilton vai parar nas mãos de Salas, que agora tentará chegar ao topo da sociedade para mostrar o quanto é injusta a política de que "muitos morrem para que poucos vivam".

A premissa do longa é boa. A idéia de criar uma metáfora usando o tempo como dinheiro não é genial mas é capaz de sustentar muito bem um bom roteiro de sci-fi. Mas, surpreendentemente isso não acontece em O Preço do Amanhã. O diretor, também responsável pelo texto, parece ter perdido o tato para criar personagens que realmente representem as frustrações impostas pela trama. O protagonista é o melhor exemplo. Sua motivação nunca fica clara pelo roteiro. Aliás, no plural, porque como se não bastasse um motivo, ainda força-se um outro, que não é completamente desenvolvido, deixando um enorme buraco sem nada para ser preenchido. Primeiro, a trama estabelece que Will vai se tornar uma espécie de "Vingador" da classe operária por conta da morte de sua mãe (Olivia Wilde). Depois, vem a desnecessária informação sobre o pai do personagem ter morrido por conta de sua rebeldia. Contra o quê? Essa o filme fica devendo. Timberlake até se esforça e cumpre bem o papel, mostrando mais uma vez que pode atuar, ao contrário de muitos músicos que se aventuram pelo cinema.

Outro elemento que incomoda a ponto de parecer alguma piada de mal gosto de Niccol é o inúmero uso de trocadilhos infames com a palavra "tempo". Nas duas primeiras vezes é engraçado, mas depois começa a irritar. O diretor, realmente, passa a sensação que não estava inspirado pra escrever esse filme e se entrega ao didatismo em determinados momentos, compromentendo toda a mensagem de sua obra, simplesmente por querer explicá-la demais. Há, por exemplo, uma situação em que o personagem de Cillian Murphy, o policial designado para prender Will, explica a mesma coisa duas vezes de formas diferentes, depois de seu companheiro de cena já ter dito exatamente o mesmo, com outras palavras.

O diretor, por outro lado, acerta ao embarcar seu casal protagonista (Timberlake e Amanda Seyfried) numa jornada no melhor estilo Bonnie e Clyde. Pena que não explora tão bem o conceito, deixando essa parte da ação apenas para o terceiro ato, resumindo a aventura principal em uma perseguição sem sentido à Will: tirar todo seu tempo de vida antes de prendê-lo, dando assim uma motivação para fuga, é inadmissível para um oficial da polícia com mais de 50 anos de serviço.

Visualmente, O Preço do Amanhã também não erra. A direção de arte, visivelmente limitada pelo orçamento, parte para a mesma simplicidade de Gattaca, um filme que não se deixou intimidar pelo pouco dinheiro e provou ser possível uma boa história de sci-fi sem grandes efeitos especiais servindo como muleta. Infelizmente, faltou no novo longa de Niccol a parte da boa história. A intenção até foi interessante, mas a execução irregular quase faz a ida ao cinema se tornar uma perda de tempo.
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Peter Jackson libera um novo video de produção de O Hobbit! Assista!

O diretor está usando a mesma forma de divulgação da trilogia O Senhor dos Anéis, mantendo os fãs atualizados das filmagens através de videoblogs. A ideia é ótima. É como assistir ao extras do DVD antes de ver o filme!

No novo vídeo, Jackson fala sobre rodar os longas em 3D.

A primeira parte, O Hobbit - Uma Jornada Inesperada estreia em dezembro de 2012.

Para ver mais diários de produção clique aqui e aqui.

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Cenas Memoráveis: Quase Famosos

A autobiografia disfarçada de ficção do diretor Cameron Crowe se tornou cult depois de uma passagem nada satisfatória pelos cinemas em 2000. Também pudera, o cineasta, ao contar a história do jovem que se tornou crítico de rock da revista Rolling Stone, criou sua maior obra. Seja pelo cuidado em levar cada momento vivenciado por ele ao lado de bandas como Led Zeppelin e Allman Brothers, ou pela delicadeza de algumas cenas como a que você confere abaixo.

Antológica desde seu nascimento, a sequência em que Tiny Dancer, de Elton John, é usada como trilha é representativa não apenas para a banda fictícia Stillwater (que passa por problemas internos), mas como também para o jovem William Miller (Patrick Fugit), o alter-ego de Crowe.


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Aerosmith em São Paulo 2011 - Same (Good) Old Song and Dance

Como já comentamos na segunda edição de nosso (novo) podcast, o Brasil virou mesmo um dos principais destinos para as turnês de bandas internacionais na última década. Bandas que outrora raramente cogitavam pisar aqui acabaram virando figurinha carimbada. Exemplo disso é o Aerosmith, cuja primeira passagem pelo Brasil foi em 1994, na turnê do disco Get A Grip, e que depois disso só voltou em 2007, em um show lotado no Morumbi, com abertura do Velvet Revolver. Um intervalo de mais de dez anos entre um show e outro.

Mas depois de sua segunda apresentação no país, a banda pareceu ter se empolgado, e voltou novamente em 2010, para mais um show homérico em São Paulo. E, para a surpresa de todos, voltaram novamente este ano para um show no último dia 30, véspera de Halloween, na Arena Anhembi, se tornando praticamente um Iron Maiden (ok, difícil chegar ao nível “prata da casa” do Iron) em frequência em nosso país.

Tive a oportunidade de comparecer aos três últimos shows (2007, 2010, 2011) e posso dizer que os caras simplesmente não deixam a peteca cair. Conhecidos como uma das bandas mais icônicas e proeminentes do rock n’ roll americano, o Aerosmith faz parte daquela categoria abençoada de bandas cujos integrantes parecem não perder o fôlego mesmo com o envelhecimento – e isso frequentando já a casa dos sexagenários.

Isso ficou comprovado no show do último domingo, que faz parte da turnê Back on the Road, que celebra justamente a condição privilegiada que o Aerosmith tem, de ser uma banda de 40 anos (o primeiro álbum é de 1973, mas a banda foi formada anos antes disso) que ainda conta com sua formação original – e muitos sucessos para ilustrar essa longa história. A turnê resgata justamente os sucessos dos primeiros 20 anos da banda, de 73 a 93, abrindo uma exceção para o maior hit do grupo, “a música do Armageddon”, lançada em 1998.

Debaixo de uma chuva oscilante e temperamental que cobria São Paulo durante o dia todo e não dava sinais de que iria embora, a banda começou o show cerca de meia-hora depois do horário programado (20h), o que pode ser considerado algo bastante pontual para um show de rock. Dispensando uma banda de abertura – para a felicidade de muitos – o anúncio de que o show ia começar ficou por conta da Cavalgada das Valquírias (nota: ainda não acredito que vi um grande portal confundindo essa música com o tema do Darth Vader em uma resenha do show), que ecoava pelos alto-falantes da arena deixando todos ansiosos.

Logo em seguida a banda já entra de cara executando uma trilogia de clássicos dos anos 70: Draw The Line, Same Old Song and Dance e Mama Kin – música que nunca havia sido tocada no Brasil, e que fez a alegria dos fãs, já nos seus característicos acordes iniciais. Mostrando total entusiasmo, Steven Tyler animava o público como só ele sabe fazer, dançando para lá e para e cá no palco, e brincando com artefatos jogados pelo pessoal da pista VIP, como uma boneca inflável e uma toalha branca, na qual ele se enxugou fanfarronamente e atirou de volta. Nem parecia que tinha quebrado dois dentes alguns dias antes, a não ser por um hematoma que ainda era visível em seu rosto, se alguém parasse para prestar atenção.

Na sequência, vieram dois hits da fase “pós-queda-e-retorno-graças-ao-Run-DMC”: Janie’s Got a Gun e Livin’ On the Edge – músicas que todos adoram acompanhar cantando os refrões e parar de pular para apreciar os solos. Aliás, Joe Perry inovou com relação à execução dessa música que vinha sendo feita nos últimos anos, deixando de lado sua guitarra de braço duplo. Nessa turnê, aliás, o Guitar Hero resolveu tirar a poeira de sua coleção de guitarras (é dono de cerca de 600) e tocou na maior parte do show modelos Fender, deixando de lado suas características Gibson Les Paul e semiacústicas.

Chegava a vez de Joey Kramer brilhar com seu solo de bateria old-school, no melhor estilo Led Zeppelin. Aliás, bem no estilo Led Zeppelin mesmo, pois depois de algum tempo começava a se tornar algo monótono, quando Kramer surpreendeu (menos a quem já o havia presenciado fazer a mesma coisa no ano passado) deixando de lado as baquetas e dando o ritmo com socos na bateria – o que serviu para mostrar que energia e feeling superam virtuosismo. Enquanto o baterista terminava seu solo, a lapsteel guitar de Perry era posicionada no palco, o que já deixava claro para os fãs (ou para quem jogou Guitar Hero Aerosmith) qual seria a próxima música: a dançante Rag Doll, que Perry toca dedilhando e deslizando um slide no instrumento típico de música country e blues.

Mais uma ressurreição no repertório veio em seguida: a balada de superação pessoal Amazing, que só havia sido tocada no Brasil no encerramento do show de 94, portanto inédita para a maioria do público presente. Quem sabia a letra cantava junto os emotivos versos e Perry destruiu com o longo e frenético solo final. Em seguida, Tyler ocupou sozinho a ponta da passarela central, cantando junto com o público as primeiras estrofes da bonita What It Takes, com a banda entrando subitamente no refrão, como costumam fazer em shows.

Então era a vez do “outro guitarrista”, Brad Whitford brilhar, demonstrando sua pegada 100% hard rock em um solo que serviu de introdução para Last Child, clássico do disco Rocks, de 1976, considerado um dos mais agressivos do Aerosmith. Essa poderia ter sido a única música do álbum a figurar na setlist da noite, mas a banda surpreendeu aos fãs na sequência, com uma execução diferente de Combination, cantada unicamente por Perry (no álbum ela é cantada em dueto com Tyler). Infelizmente, como costuma acontecer no momento “Perry vocalista” dos shows no Brasil, a música não empolgou tanto a maioria do público, mas serviu como um grande presente aos fãs hardcore.

Em seguida, veio o momento sacarose braba com “a música do Armageddon”, cantada a plenos pulmões por todas as garotinhas presentes, com direito a casais se beijando e aquela coisa toda, seguida pela “música de corno” Cryin’, que sempre se destaca devido ao solo de gaita de Tyler no final – a propósito, único momento em que ele tocou gaita nesse show. Depois de aumentar a taxa de glicose no sangue, o público presenciou o solo de baixo de Tom Hamilton, com seu baixo purpurinado, emendando o emblemático riff de Sweet Emotion, que encerrou de forma nervosa o show – antes do bis, é claro.

Era hora de esperar pelo retorno da banda. Se tem uma coisa em que a produção do Aerosmith capricha nos shows são as animações no telão, sempre bem humoradas, e dessa vez não foi diferente. Antes do início do show e do encore, era exibida uma colagem de vídeos simulando canais de televisão sendo zapeados, com cenas de bastidores da banda, desenhos animados antigos e outras imagens aleatórias. O engraçado mesmo dessa vez foi a inclusão de um gol da seleção de futebol argentina, que provocou a vaia dos brazucas. Mas tudo bem, todos estavam se divertindo, e se alguém ficou realmente ofendido provavelmente esqueceu assim que as primeiras notas de Dream On saíram do teclado do músico de apoio Russ Irwin. A épica balada envolveu a todos, seguida das agitadas Love in an Elevator e Walk This Way – que Joe Perry tocou com uma certa dificuldade, depois de ter esfolado o dedo durante o solo final de Elevator, mostrando inclusive o dedo ensanguentado para a câmera. Rock N’ Roll!

Mas ainda não era o fim! Empolgados, “os Aerosmith” (como diriam os portugueses) resolveram atender ao pedido de fãs que seguravam faixas com o título da música Angel na pista VIP e resolveram tocar de improviso a balada que não era executada em shows desde 2005. O resultado foi bonito, com Tyler cantando certinho a letra acompanhado pelo público, e somente uma compreensível escorregada de Perry no início do solo. Ainda no calor do momento, o público brasileiro ganhou mais uma música inédita por aqui: Train Kept A Rollin’, cover que costuma encerrar os shows do grupo nos Estados Unidos, e que embalou mesmo quem não conhecia a empolgante canção cuja versão do Aerosmith pode ser considerada praticamente a definitiva.

A chuva passa, a banda se despede, e todos terminam a noite felizes, prontos para encarar mais uma semana de trabalho, com direito a feriadinho no meio para relembrar o show, como estou fazendo agora. E que venha o novo álbum de músicas inéditas e novas visitas dos “Bad Boys from Boston” por aqui!


SETLIST:

Intro: Ride of the Valkyries (Richard Wagner)

  1. Draw the Line
  2. Same Old Song and Dance
  3. Mama Kin
  4. Janie's Got A Gun
  5. Livin' on the Edge
  6. Drum Solo
  7. Rag Doll
  8. Amazing
  9. What It Takes
  10. Last Child
  11. Combination
  12. I Don't Want To Miss a Thing
  13. Cryin'
  14. Sweet Emotion

Encore:

  1. Dream On
  2. Love in an Elevator
  3. Walk This Way

Encore 2:

  1. Angel
  2. Train Kept A-Rollin' (Tiny Bradshaw cover)

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We Bought a Zoo, novo longa de ficção de Cameron Crowe tem trailer novo!

Depois de lançar seu bem-sucedido documentário Pearl Jam Twenty, Cameron Crowe está de volta à ficção com We Bought a Zoo, que na verdade é baseado em fatos.

Matt Damon faz o papel de um jornalista que compra uma propriedade que inclui um Zoológico, lar para mais de 200 animais selvagens. No elenco ainda estão Scarlett Johansson, Thomas Haden Church, Elle Fanning, J.B. Smoove e Patrick Fugit.

O filme estreia em dezembro nos EUA.









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