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Terceiro trailer de Red Tails está no ar!

O longa, produzido por George Lucas, mostra as aventuras do primeiro grupo de pilotos negros da história do exército americano. A estreia de Red Tails nos EUA acontece em janeiro de 2012.

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Veja um trecho só para maiores de Imortais

O longa Imortais mostra a luta de Teseu (Henry Cavill) contra o Rei Hyperion (Mickey Rourke), numa Grécia devastada por conflitos entre os deuses. Com direção de Tarsem Singh, o longa é um épico que usa a estética da adaptação de 300 como grande diferencial. Veja o vídeo abaixo tendo em mente o "somente para maiores" do título do post. A prévia é brutal e extremamente violenta!

Imortais estreia neste final de semana nos EUA. No Brasil, apenas em 23 de dezembro.




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Sherlock Holmes 2, Missão: Impossível 4 e Millennium ganham novos comerciais de TV! Assista!

A Columbia liberou dois comerciais de TV de Millennium - Os Homens Que Não Amavam as Mulheres, adaptação norte-americana do primeiro livro da série sueca de Stieg Larsson, com direção de David Fincher. O filme chega às telonas norte-americanas em 21 de dezembro. No Brasil, em fevereiro de 2012.









Outro que teve dois novos comerciais revelados foi Sherlock Holmes 2: Um Jogo de Sombras, que traz Robert Downey Jr. e Jude Law novamente como protagonistas. A ameaça agora é o Professor Moriarty, o inimigo mortal de Holmes, interpretado por Jared Harris. A estreia no Brasil acontece em janeiro de 2012.









E pra encerrar, Missão: Impossível 4 - Protocolo Fantasma tembém tem vídeo novo. O longa, com Tom Cruise, tem direção de Brad Bird e produção de J.J. Abrams, que dirigiu o filme anterior. A estreia está prevista para 21 de dezembro.




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Documentário do Dia: Making of de O Segredo do Abismo

Não é de agora que James Cameron tenta passar uma mensagem ecológica com um filme. Muito antes de Avatar, o diretor colocou nas telonas o longa O Segredo do Abismo. Misturando inovações em CGI (com efeitos que evoluíram em seu filme seguinte, o segundo Exterminador do Futuro) com uma captação de imagens aquáticas sem precedentes, a produção não foi o sucesso de bilheteria esperado, mas agradou a crítica, o que ajudou a criar, através dos anos, uma aura cult.

No making of abaixo você vai ver depoimentos do elenco e equipe e os desafios encontrados por Cameron para criar as sequências submersas.











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Batplantão: Terceiro Batman grava cena de tumulto e surgem novidades sobre a trama (com spoilers!)

Sim, você leu certo no título. Tem Spoilers então continue por sua conta e risco!

Vamos lá. Primeiro sobre o que foi rodado neste sábado em Nova York, que parece ter sido uma continuação daquela massiva cena de luta entre Batman (Christian Bale) e Bane (Tom Hardy). A cena agora envolve uma multidão de pessoas, moradores de Gotham e policiais. O que é realmente interessante é o personagem de Matthew Modine, descrito inicialmente como o promotor que substitui Harvey Dent. Parece que ele é, na verdade, um policial e deve se revelar em algum ponto do filme como tal, já que aparece nas fotos abaixo com o uniforme da polícia e apontando uma arma.

Quanto a multidão, envolvida num enorme tumulto, também foi fotografada e as imagens são impressionantes devido a grandiosidade que essa cena está atingindo. Impossível não tentar imaginar em que ponto do novo longa toda essa sequência estará incluída.











Além de toda essa gente, Batman e Bane também deram as caras. Confira.






Agora, alguns spoilers que talvez expliquem um pouco do que está acontecendo nesse filme. Segundo fontes que participaram das gravações, Gotham fica meses sob o controle de Bane. A polícia, a este ponto parece ter conseguido escapar de uma prisão. Sim, o vilão do longa e seus asseclas encarceraram boa parte dos policiais da cidade. Durante o tempo em que comanda Gotham, Bane espalha panfletos contendo mensagens como Money Makes You Ugly e Corporations Constructed Greed, algo como O Dinheiro faz você ficar feio e Corporações constroem a ganância. Será que alguma dessas frases será o novo "Why So Serious"?




Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge estreia apenas em julho de 2012, mas um novo trailer, que sairá em dezembro, talvez ajude a contextualizar todos esses acontecimentos que foram rodados.
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Crítica: O Preço do Amanhã

Você já deve ter dito inúmeras vezes a expressão "tempo é dinheiro". Mas já parou pra pensar se seu significado fosse literal? E se a moeda de troca universal fosse realmente baseada nos minutos que você tem na sua vida? Baseando mais ou menos nessa premissa, Andrew Niccol traz seu mais novo longa. O Preço do Amanhã é uma ficção científica repleta de significado, embalada a uma crítica nada sutil à divisão de classes inerente ao capitalismo e a injusta distribuição de renda, se é que esse conceito faz algum sentido na sociedade atual.

Niccol é um cineasta mediano que conseguiu entregar boas obras numa carreira relativamente curta, o que hoje em dia já é algum lucro, já que bons diretores cada vez mais têm sucumbido à mediocridade. É dele um dos longas de ficção científica mais interessantes dos anos 90: Gattaca - Experiência Genética, que como a maior parte de seus filmes (e roteiros) trata de controle. Naquele caso, o controle para gerar seres humanos perfeitamente saudáveis. Em O Preço do Amanhã, o da aparência. A trama se passa num futuro em que a humanidade conseguiu criar um código genético capaz de fazer as pessoas pararem de envelhecer quando completam 25 anos. A partir daí, um relógio passa a contar o tempo de vida restante. Para todos, deveria ser apenas um ano, que pode ser estendido, desde que mais tempo possa ser comprado. Obviamente, apenas quem pode pagar consegue viver muito. E como o corpo não envelhece, não enfraquece. Ou seja, o jovem bonito que aparenta estar na casa dos vinte pode ter mais de 100 anos. O filme mostra isso logo no começo, quando Will Salas (Justin Timberlake) salva a vida do milionário Henry Hamilton (Matt Bomer). Salas faz parte da classe operária, que trabalha apenas para garantir o dia seguinte, cada vez mais difícil de ser alcançado, graças ao constante aumento do custo de vida. Hamilton faz parte da classe alta, que não se preocupa com o tempo. Isso eles têm de sobra pra gastar e podem continuar vivendo pra sempre, desde que não acabem morrendo em algum acidente bobo. E esse parece ser o medo predominante. Por conta disso, não têm coragem de viver intensamente ou, como o cinema americano adora dizer: "fazer alguma loucura." Por uma jogada do destino, o tempo de Hamilton vai parar nas mãos de Salas, que agora tentará chegar ao topo da sociedade para mostrar o quanto é injusta a política de que "muitos morrem para que poucos vivam".

A premissa do longa é boa. A idéia de criar uma metáfora usando o tempo como dinheiro não é genial mas é capaz de sustentar muito bem um bom roteiro de sci-fi. Mas, surpreendentemente isso não acontece em O Preço do Amanhã. O diretor, também responsável pelo texto, parece ter perdido o tato para criar personagens que realmente representem as frustrações impostas pela trama. O protagonista é o melhor exemplo. Sua motivação nunca fica clara pelo roteiro. Aliás, no plural, porque como se não bastasse um motivo, ainda força-se um outro, que não é completamente desenvolvido, deixando um enorme buraco sem nada para ser preenchido. Primeiro, a trama estabelece que Will vai se tornar uma espécie de "Vingador" da classe operária por conta da morte de sua mãe (Olivia Wilde). Depois, vem a desnecessária informação sobre o pai do personagem ter morrido por conta de sua rebeldia. Contra o quê? Essa o filme fica devendo. Timberlake até se esforça e cumpre bem o papel, mostrando mais uma vez que pode atuar, ao contrário de muitos músicos que se aventuram pelo cinema.

Outro elemento que incomoda a ponto de parecer alguma piada de mal gosto de Niccol é o inúmero uso de trocadilhos infames com a palavra "tempo". Nas duas primeiras vezes é engraçado, mas depois começa a irritar. O diretor, realmente, passa a sensação que não estava inspirado pra escrever esse filme e se entrega ao didatismo em determinados momentos, compromentendo toda a mensagem de sua obra, simplesmente por querer explicá-la demais. Há, por exemplo, uma situação em que o personagem de Cillian Murphy, o policial designado para prender Will, explica a mesma coisa duas vezes de formas diferentes, depois de seu companheiro de cena já ter dito exatamente o mesmo, com outras palavras.

O diretor, por outro lado, acerta ao embarcar seu casal protagonista (Timberlake e Amanda Seyfried) numa jornada no melhor estilo Bonnie e Clyde. Pena que não explora tão bem o conceito, deixando essa parte da ação apenas para o terceiro ato, resumindo a aventura principal em uma perseguição sem sentido à Will: tirar todo seu tempo de vida antes de prendê-lo, dando assim uma motivação para fuga, é inadmissível para um oficial da polícia com mais de 50 anos de serviço.

Visualmente, O Preço do Amanhã também não erra. A direção de arte, visivelmente limitada pelo orçamento, parte para a mesma simplicidade de Gattaca, um filme que não se deixou intimidar pelo pouco dinheiro e provou ser possível uma boa história de sci-fi sem grandes efeitos especiais servindo como muleta. Infelizmente, faltou no novo longa de Niccol a parte da boa história. A intenção até foi interessante, mas a execução irregular quase faz a ida ao cinema se tornar uma perda de tempo.
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Peter Jackson libera um novo video de produção de O Hobbit! Assista!

O diretor está usando a mesma forma de divulgação da trilogia O Senhor dos Anéis, mantendo os fãs atualizados das filmagens através de videoblogs. A ideia é ótima. É como assistir ao extras do DVD antes de ver o filme!

No novo vídeo, Jackson fala sobre rodar os longas em 3D.

A primeira parte, O Hobbit - Uma Jornada Inesperada estreia em dezembro de 2012.

Para ver mais diários de produção clique aqui e aqui.

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